Tell me all the ways to stay away...
"I'm Dorothy Gale from Kansas"
Show & Tell
art blog(derogatory)
Three Goblin Art
NASA

shark vs the universe
Lint Roller? I Barely Know Her
I'd rather be in outer space 🛸
Aqua Utopia|海の底で記憶を紡ぐ
Xuebing Du
Cosimo Galluzzi

★
Claire Keane
Peter Solarz
Alisa U Zemlji Chuda
occasionally subtle
Today's Document

祝日 / Permanent Vacation
taylor price

blake kathryn
seen from United Kingdom
seen from United States

seen from United States
seen from United States

seen from France
seen from United States

seen from Thailand
seen from United States

seen from United Kingdom
seen from United States

seen from Finland

seen from United States
seen from United States

seen from Argentina
seen from Argentina
seen from Argentina

seen from United States

seen from Malaysia
seen from United States
seen from United States
@darlingsuicidal
Tell me all the ways to stay away...
Caminhando sempre, buscando o nada. Mudei a cidade, parei a faculdade, novo emprego, novas pessoas, novas festas, muitas drogas, sexo casual e sempre volto ao ponto de partida, O NADA. Mas ainda eu tô buscando algo que eu sei que nunca vou encontrar. Porque eu continuo indo atrás disso se eu não sei do que eu tô indo atrás? Porque tudo continua com gosto de nada?
Fantasma
Ontem chorei o velho amor e não estava triste, estava contente e assustada que ainda conseguir sentir algo por ele. Conseguia SENTIR ALGO POR ALGUÉM! Meu corpo trêmulo enquanto pensava a respeito e surgia um leve sorriso junto com a sensação das lágrimas quentes escorrendo até meu pescoço. Junto com essa euforia por sentir, veio vontades, velhos hábitos. Minha pele com veias roxas e axuladas que ficavam mais salientes cada vez que fechava o punho, queria sentir meu sangue saindo delas. A cada toque com os dedos em meus pulsos podia sentir o prazer da lamina. Quero novas cicatrizes, quero novas para ama-lás do mesmo jeito que amo as antigas. Às vezes culpo ele por sentir vontade dessas coisas. Ele que impulsionou mergulhar em mim, fez eu me conhecer de verdade. Devo isso a ele, e o culpo. Por causa disso sinto tudo aos extremos, pequenas coisas me derrubam, grandes coisas são indiferentes muitas vezes. O desprazer na vivência alheia e a superestimação do meu Eu. Ele é o que me faz sentir algo, nada nem ninguém mais mexeu com minha cabeça nesses anos. Ele é o que me faz sentir viva.
Social
A vida social pesa e cansa mais do que eu pensava e mesmo assim quando opto por ficar em casa, a noite me chama. Hoje eu resisti porquê precisa me relacionar sozinha. Analisar essas coisas que andam acontecendo na velocidade da luz. Noites boas, noites tediosas, mas principalmente, noites frias. Agora aqui, debaixo dos meus cobertores fico pensando em como tenho coragem de sair com as temperaturas quase negativas. O que me motiva a isso? Claro, os amigos, as risadas, sinuca he... Mas depois dessas seis semanas frenéticas de ressaca, sono atrasado, comendo mal, quase nada pra falar a verdade isso está começando ser mais tédio e rotina do que diversão ainda com o agravante de pessoas tentando se mostrarem extremamente felizes quando na verdade estão apenas se autosabotando. Já está na hora de sumir de novo, criar algumas raízes no sofá. Quando a gente é notada demais é o exato momento de se exilar da vida social e quando acabar eu vou voltar e vai ser exatamente as mesmas pessoas, músicas, intrigas e as regras de sinuca também.
Ah, se você lesse o meu pensamento e soubesse que por trás do que está escondido vem um sentimento aflito ansioso pela entrega o meu silêncio é gritante mas o meu olhar não nega.
Maxwell Santos (via pensando-so)
- Você o ama? - Amo. - O quanto? - O suficiente para deixá-lo ser feliz com outra.
Thiara Macedo. (via revejo)
tem ask?
Não mais. Tu tem?
Boomerang
Quando estava segura firmemente pela tua mão as coisas mudaram e eu impulsei voçê a me arremeçar o mais longe possivel. Eu voei, mas não conseguia ver a direção. Voei tanto que perdi a noção de espaço e apenas observei a vida me distanciando cada vez mais do teu calor enquanto coisas aconteciam e não havia tempo para impedir, até que deixei elas tomarem conta de tudo e fazer eu sobrevoar intensamente, embaçando meu campo de visão. Sumindo. O vento que encostava na pele era o que trazia você, mas era momentâneo, não deixa-o aqui, apenas cruzava ao meu lado. Pensei muito em como abraçar o vento e não sentir o vacúo que ele deixava em volta do corpo, várias noites mal dormidas implorando para sentir ele calmo me envolvendo até sentir o toque, o arrepio. Por mais que quisesse planar, não podia e me arrependia por ter impulsionado tua mão ao céu. Precisava seguir, completar o caminho, esse que não foi fácil. Foi doloroso e repleto de turbulências, quase não resistindo à elas. O caminho foi chegando ao fim sem eu perceber por estar habituada ir longe achando que era impossível voltar ao ponto de partida depois de se afastar demais e ve-lo sumir no horizonte. E num movimento surpresa involuntário, retornei sem saber se voltarei ao mesmo lugar, sem saber direito a rota, se ainda há algo na espera. Eu me perdi. De novo. Mas assim como o vento leva, ele tràs e mais uma vez preciso acreditar nele para me levar onde devo chegar, de onde (talvez) nunca deveria ter dado impulso para sair. Mesmo com toda rapidez do golpe de retorno, observo agora o trajeto com mais calma para encontrar a mão estendida aguardando a chegada do boomerang.
Depois de hoje eu tenho certeza que ele sente, me sente na vida dele. Ele não quer que eu siga minha vida, não quer que eu esqueça-o jamais. Eu quero me livrar dessa ligação que temos mas parece impossível, meu corpo e mente precisam dele, mesmo que seja seu ódio e rancor, mas precisam!
Dependência.
O que acontece com a gente? O que faz a gente perder os sentidos e ficar dormente? Se tornar uma criatura dependente de prazeres momentâneos para saciar as desejos humanos e simplesmente seguir? Eu queria saber como cheguei a esse ponto, lembrar todos os momentos cruciais dessa jornada exaustiva e solitária. Mas com tudo, eu aprendi a gostar, conviver com meus anseios e controla-los da melhor maneira possível. E quando o desespero vem, eu volto pro passado e fico lá por instantes para me acalmar, acalentar minha alma. Eu me sacio do pouco que restou das lembranças.
(+18)
Hiatus
De tempos em tempos eu me afasto, uma pausa é sempre necessário. Pausas para rever atitudes. Pausas para pensar nos próximos passos. Pausas para deixar os expectadores ansiosos com minha volta. Assim como nas series os hiatus são necessários, apesar de deixar alguns com raiva por ansiar novos episódios. Meu hiatus (bloqueio emocional) acabou.
Adult World