𝟻... 𝟺... 𝟹... 𝟸... 𝟷...
A vinheta antiga, ainda em preto e branco, foi exibida na pálida parede da universidade, onde o retroprojetor reproduzia a obra criada pelos formandos de cinema. A proposta do professor Medina para aquela sexta feira, 13 de setembro, havia sido certeira: uma releitura do clássico de Sean Cunningham, ao qual toda a faculdade havia sido convidada para assistir. É claro que de uma forma nada tradicional e muito mais divertida: colchonetes foram espalhados pela grama recém cortada, pipoca fora preparada pelos alunos de gastronomia e refrigerante poderia ser comprado em uma geladeira alocada na área externa.
Como nem tudo são flores, relatórios sobre o filme foram solicitados pelos professores, e aqueles alunos que não entregassem, teriam as notas zeradas. Mas essa não deveria ser a única preocupação dos estudantes:
Por se tratar de uma data pagã, as portas para o mal estavam abertas, e os caídos sabiam aproveitar isso muito bem. Com a aproximação do Cheshvan, parecia a data perfeita para fazer nephilins jurarem lealdade, mas, principalmente, para instaurar o caos.











