missskyartisan:
Não é obrigatório… É quase seguir em frente.
“Hm... Bom, então só faça se sentir confortável o suficiente.” Deu de ombros. “Não sei do que estamos falando, mas espero que seja um conselho útil.”

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missskyartisan:
Não é obrigatório… É quase seguir em frente.
“Hm... Bom, então só faça se sentir confortável o suficiente.” Deu de ombros. “Não sei do que estamos falando, mas espero que seja um conselho útil.”
evierockefeller:
Ela não pode deixar de rir da risada do rapaz e se virou para falar com ele deixando os pedaços de bacon no prato - Olha, se for rir a minhas custas pelo menos deveria saber quem é.
Auguste engoliu a risada, mas seu rosto não deixou de exibir um sorriso. “Não tive a intenção de rir às suas custas, desculpe. Mas meu nome é Auguste, muito prazer.” Apesar de não gostar, ainda carregava o sotaque francês na fala.
Eu sei que você não resiste a essa gata maravilhosa que eu sou brincando com comida enquanto finge que não está com fome mas na verdade quer comer tudo o que vê pela frente não é?
Auguste, sentado na mesa ao lado, tentou fingir não ter assistido a cena. Mas segurar a risada foi algo impossível. “Me desculpe.”
Todo mundo disse que eu estaria pronta. Sério, umas cinco pessoas viraram pra mim e falaram isso, mas o que acontece quando você não se sente pronta para uma coisa dessas?
“Aí você... não faz essa coisa.” Auguste semicerrou os olhos. Tinha o tom de voz de quem está meio confuso. “Pelo menos se não for uma coisa obrigatória.”
Sem muita delicadeza, a bolsa de mão foi abandonada ainda no ar, atingindo o chão sendo acompanhado de um som abafado, afinal, só carregava algumas roupas ali, o resto seria trago depois. “Oh, god.” Resmungara mais para si mesma do que para a outra pessoa presente ali. As viagens de Londres para New York e de New York para os Hamptons poderiam não ser tão cansativas, mas quando a única parada entre as duas era um intervalo não muito maior que cinco minutos eram o suficiente para esgotar as energias de Astrid. “Eu nunca achei que encontraria em uma situação em que o uso de uma frase clichê fosse necessária, mas eu preciso admitir que não importa quanto tempo você goste de um lugar, não há lugar como nosso lar.”
O som de algo acertando o chão, seguido da voz exasperada, chamaram a atenção de Gus, que se virou para olhar a moça. Acompanhou seu desabafo, e sentiu a necessidade de respondê-la. “Você está certa.” Concordou com a cabeça. “Acho que vou continuar pra sempre precisando passar na França pra recarregar as energias. Eu gosto daqui, mas é agitado demais pra eu conseguir chamar de casa.” Sua voz era baixa, mas não tanto que ela não pudesse ouvi-lo com clareza.
Funny story: Eu quase casei uma vez. Mas graças ao bom Deus, desisti uma hora antes. Só de pensar na monotonia que seria… E como tudo esfriaria depois… Ew! Eu gosto do calor, do fogo e da surpresa. Tenho certeza que eu após um mês de casamento tudo isso iria acabar. além do mais eu não ia aguentar ficar lavando cueca de macho… eu quero um que faço ao contrário por mim, pois eu ia saber recompensar muito bem.
“Parei de ouvir no “uma hora antes”. Não tinha como avisar a ele um pouco antes disso? Só consigo pensar em como esse cara deve estar na merda até hoje.”
Send me “🎡❤️” for my muse to kiss yours at the top of a ferris wheel //Anya
Auguste, às vezes, se sentia pequeno e imaturo perto de Anya. Não que ela fizesse ele se ver dessa forma propositalmente, mas era por ela ser tão… maravilhosa. Provavelmente maravilhosa demais pra ele. Havia um certo medo de que a qualquer momento ela percebesse isso e fosse embora, então a levar para um encontro num parque de repente parecia idiota, e uma péssima ideia. Porém, ao observá-la, notou o brilho em seu olhar enquanto se arrumavam no banco da roda gigante e conseguiu relaxar. Sua garota. Segurava sua mão, ignorando a paisagem ao redor e olhando somente para ela enquanto ganhavam altura. “Eu tenho uma coisa.” Sussurrou próximo ao ouvido de Anastasia, sentindo o perfume de seus cabelos. Sua voz carregava certo nervosismo, mas esperava que ela não notasse. Com sua mão livre, alcançou o presente que guardara dentro do bolso do casaco. Entregou-lhe a caixinha, a qual ela própria abriu com um sorriso ansioso no rosto. Dentro, havia um colar com um pingente delicado, algo que imaginou que ficaria lindo nela. Sabia que receberia um beijo de agradecimento, o qual esperava com anseio. Quando ela se inclinou em sua direção, Auguste tomou o rosto da namorada em suas mãos. Seus lábios se tocaram com carinho, e o beijo se aprofundou, crescendo junto com as sensações que causava. Não havia ninguém para vê-los, e logo suas mãos firmes a puxavam para mais perto. Se afastou, então, só o suficiente para falar entre seus lábios. “Já passou da meia noite. Feliz aniversário.” Trocavam sorrisos, respirando o mesmo ar.