The Stonewall Inn
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Fieri Frames
Sade Olutola
PUT YOUR BEARD IN MY MOUTH

Origami Around
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$LAYYYTER
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đ©” avery cochrane đ©”
hello vonnie
I'd rather be in outer space đž
seen from United States
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@descapsulada-blog
Talvez tudo seja uma questĂŁo de nĂŁo fazer questĂŁo⊠đ
(via joaocarlos90)
Eu ouviria vocĂȘ falar de quase tudo.
A Sereia (via analicepedrozzi)
Me dĂȘ notĂcia de vocĂȘ Eu gosto um pouco de chorar A gente quase nĂŁo se vĂȘ Me deu vontade de lembrar.
Chico Buarque (via alinhou)
Chad and Sunny đđđ
A gente se entrega nas menores coisas.
Caio Fernando Abreu.   (via expelidor)
Eu quero ser o teu problema. Nada de amor heroico, bonito e comovente. Deixo as filosofias otimistas para quem acredita nelas. Eu quero ser a tua insegurança, o teu objeto de desejo que te faz achar que vocĂȘ sĂł tem defeitos- e certamente que nĂŁo me merece. Eu quero ser o amor intruso, entrĂŁo, inconveniente; invadir o teu pensamento quando um amor menos complicado teimar em se aproximar. Eu quero ser quem te faz procurar terapias; quero ser relatado a um psicĂłlogo. Nada de rendas brancas, vestidos de noiva, taças cruzadas. Eu quero ser quem te faz sair dos lugares comuns, abandonar jantares importantes e festas com seus melhores amigos. Eu quero ser a ligação Ă s trĂȘs da madrugada e te confundir inteira quando vocĂȘ achar que jĂĄ nĂŁo quer tanto assim. TambĂ©m quero ser o telefone que nĂŁo toca no dia seguinte. Eu quero ser tuas unhas roĂdas, tua mania constante de mexer no cabelo, tua sĂndrome das pernas inquietas. Eu quero ser a resposta monossilĂĄbica para tua declaração. Eu quero marcar um encontro, uma conversa, um cafĂ© e, de Ășltima hora, desmarcar- e no prĂłximo possĂvel encontro, vocĂȘ vai me esperar outra vez. Nada de fotos, flores, mĂșsicas de nĂłs dois. Eu quero ser o teu eterno caso, a lembrança que vocĂȘ lamenta. Eu quero deixar explĂcito o meu descaso e te ver, ainda assim, se importando comigo. Eu quero te desfilar como um trofĂ©u perante aqueles que um dia te quiseram e, em casa, te colocar no lugar mais ignĂłbil de minha estante. Eu quero ser as cartas que vocĂȘ nĂŁo consegue jogar fora; a mentira que vocĂȘ nĂŁo se cansa de acreditar; a saudade que emudece. Eu quero ser os textos que vocĂȘ escreve de madrugada, tua tentativa desesperada de nĂŁo enlouquecer. Quero ser a tua insĂŽnia, a tua insanidade. Teu susto, teu Ășnico assunto. VocĂȘ Julieta, eu Romeu que nĂŁo morreu. Eu quero rir da hipĂłtese de um futuro nosso e ver vocĂȘ me odiar por um minuto- e depois continuar me amando, porque isso Ă© imutĂĄvel. Eu quero ser as perguntas que vocĂȘ evita se fazer. Quero ser o seu medo de nĂŁo aguentar. Eu quero ser o teu problema, garota. NĂŁo por capricho, nĂŁo por um motivo pĂfio. Eu quero ser o teu problema desde que vocĂȘ se tornou o meu.