Eu não sou amargo. É que a vida, às vezes, rouba a nossa doçura.
Eu me chamo Antônio. (via importunarei)
★

oozey mess
tumblr dot com

Game Changer & Make Some Noise

Love Begins

No title available

Product Placement

titsay
The Bowery Presents
No title available
Noah Kahan
One Nice Bug Per Day
"I'm Dorothy Gale from Kansas"

Jar Jar Binks Fan Club
Aqua Utopia|海の底で記憶を紡ぐ
Fai_Ryy
Phantogram Three

Origami Around
noise dept.
Today's Document

seen from Venezuela
seen from United States
seen from Saudi Arabia
seen from United Kingdom
seen from United States

seen from Malaysia

seen from Malaysia

seen from United States
seen from Türkiye
seen from United States
seen from Indonesia

seen from T1
seen from Nicaragua
seen from Malaysia
seen from United States
seen from Ecuador

seen from Puerto Rico
seen from Singapore

seen from Mexico
seen from Brazil
@docegrafias-s
Eu não sou amargo. É que a vida, às vezes, rouba a nossa doçura.
Eu me chamo Antônio. (via importunarei)
Não me diga o que fazer, eu sei errar sozinho.
Eu me chamo Antônio (via importunarei)
Quando as pessoas se importam umas com as outras, sempre dão um jeito de fazer as coisas darem certo.
Nicholas Sparks. (via importunarei)
Tudo é raso quando a gente não vai, afundo.
Eu me achamo Antônio. (via petaleis)
O amor não dá pontos sem nós.
Eu me chamo Antônio. (via motoshima)
vintage blog
Se não brilha mais, não insista. Lâmpada queimada não se arruma. Se troca por outra.
Caio Fernando Abreu. (via versificar)
vintage blog
Eu poderia te abraçar pra sempre, e mesmo assim não seria o suficiente.
One Tree Hill. (via importunarei)
É bom ofuscar a felicidade. A inveja enxerga, ouve e rouba muito bem sorrisos. Mas ninguém se interessa em roubar lágrimas.
Allax Garcia. (via inverbos)
Amou daquela vez como se fosse a última. Beijou sua mulher como se fosse a última e cada filho seu como se fosse o único. E atravessou a rua com seu passo tímido. Subiu a construção como se fosse máquina, ergueu no patamar quatro paredes sólidas, tijolo com tijolo num desenho mágico, seus olhos embotados de cimento e lágrima. Sentou pra descansar como se fosse sábado. Comeu feijão com arroz como se fosse um príncipe. Bebeu e soluçou como se fosse um náufrago. Dançou e gargalhou como se ouvisse música e tropeçou no céu como se fosse um bêbado e flutuou no ar como se fosse um pássaro. E se acabou no chão feito um pacote flácido. Agonizou no meio do passeio público. Morreu na contramão atrapalhando o tráfego.
Chico Buarque. (via trovejo)
— E essa saudade? — Tira do bolso e esquece por aí.
Caio Augusto Leite. (via trovejo)
Entro no bar. E, em cada bêbado vejo um coração partido.
O Cafajeste da Cidade (via delator)