O governo de Kathoris apresenta ZEKI ALEVI ULUSOY. Servindo à SAÚDE, atende por The Philanthrope. Com TRINTA anos, dizem que Zeki pode ser CABEÇA DURA porém uma alma GENTIL. É militar há doze anos. Fidelidade aos Angelis e ao General.
conexões requeridas.
Não há uma pessoa na cidade que não conheça a família Ulusoy. Tendo Ahmet e Miray, um coronel e a 1ª tenente respectivamente, que ainda prestam serviços ao exército; pais do bravo Hanel, o primogênito do casal, um soldado tão leal que todos já têm a certeza de que ele irá assumir o mesmo cargo que o pai no futuro…
E então há Zeki. A criança que seus pais não esperavam. O que muitos chamariam de milagre, já que ter dois filhos poderia ser um feito quase impossível ali embaixo, seus pais chamavam de acidente. Não queriam uma segunda criança , mas já que tiveram, esta precisava ser tão boa quanto seu irmão.
Só que ao contrário de Yusef, Zeki não era uma pessoa arisca, não ostentava bravura e muito menos era a pessoa mais forte. Muito pelo contrário. Zeki tinha jeito para lidar com as pessoas, sempre com disposição a ajudar sem olhar para a classe social de quem precisava de auxílio. Atos que, por seus pais e irmão mais velho, eram discriminados. Teve que crescer à sombra de uma figura perfeita demais; sendo difícil atingir o nível de sucesso do irmão que era dez anos mais velho.
Embora não pudesse ter uma opção de ocupação fora do exército, Zeki percebeu que não precisava ser como seu irmão e escolher o combate; quando decidiu o serviço de saúde, quando escolheu entregar-se à medicina, achou que sua família se orgulharia da posição escolhida. Não foi o caso. Eles queriam um militar de combate, não alguém que se escondia atrás de enfermos.
Zeki não mudou de opinião, prosseguiu com os estudos e logo partiu para o trabalho. Isso, no entanto, afastou um pouco sua família de si. Eles não lhe viam como uma pessoa guerreira, como alguém de muito respeito, tudo porque, para eles, coragem e valor só podiam ser medidos em combate. Ainda que alegue que não, esse fato ainda lhe perturba, mas sua carreira prossegue inabalada até hoje.
Em pé diante de uma das mesas, com os olhos castanhos estudando os pratos oferecidos, podia-se encontrar a nova recruta com uma expressão um tanto confusa. A ampla variedade de alimentos tornava difícil a decisão de por qual começar e, se estava certa, existiam novas opções neste ano. Hyemin não estava habituada a fartura, o que não poderia ser diferente para uma cidadã do círculo dois, e por mais que tivesse comparecido ao evento nos anos anteriores, ainda se mostrava indecisa toda vez que o momento chegava. Um suspiro deixou os seus lábios avermelhados. Seria tão mais fácil se pudesse provar tudo de uma vez sem ser julgada como uma ‘morta de fome’ pelos demais convidados. Apesar de não deixar de ser uma verdade – afinal, Hyemin era de fato uma morta de fome –, a jovem não poderia causar o deslize de uma má impressão. Principalmente com a presença dos seus superiores ali. E ao notar que alguém se aproximara, a recruta se recompôs, adotando um semblante simpático ao voltar sua atenção para a nova companhia. “ – O governo foi bastante generoso esse ano, não acha?” Questionou ela, a fim de puxar assunto. O governo estava longe de ser generoso, estava muito ciente disso. “ – Tantas opções… Estou indecisa sobre o que escolher. E ainda há bebidas! Abençoados sejam, realmente.”
O aniversário de Kathoris representava um bom momento para honrar os Angelis e o governo. Porém mais que isso. Adorava ver as pessoas ali mais relaxadas e parecendo comer de maneira tão livremente. Aquela abundância podia não ser uma novidade para si, mas para a maioria das pessoas, era sim. E Zeki gostava de ver as barreiras caindo pelo menos naquele momento; todos tendo acesso a uma alimentação mais rica do que os insetos e legumes que a população mais pobre acabava ingerindo. Até as criança pareciam mais felizes nas ruas. Com um prato para pegar um pouco daquela comida cheirosa, aproximou-se de uma das mesas. "Sim, eles foram, não é? E todo mundo parece estar adorando, o que é ótimo." um ponto positivo para o governo, mesmo que fosse apenas um dia. "Você já provou o leite? Está simplesmente maravilhoso!*
A SINCERIDADE FEZ COM QUE uma pequena risada nasal escapasse do tenente. a única coisa que lhe restou fazer foi assentir e devolver o objeto à prateleira, assim poderia continuar sua busca por algo pelo menos ingerível. “ cometi o erro de estocar essa coisa por ser mais barato, uma vez. ” começou o pequeno desabafo em um suspiro, negativando com o rosto. “ tentei todas as combinações possíveis pra deixar um pouco menos pior. não funcionou, só resultou em um trauma. ” comprimiu os lábios, dando-se por vencido com um pouco de humor e drama teatral — o que entrava em contraste com a expressão naturalmente séria. “ precisa de ajuda? ” apontou para a cesta ainda vazia nas mãos alheias.
O olhar no rosto de Zeki foi de pura indignação por alguém ter tido a péssima ideia de fazer uma besteiras daquelas. O alimento era uma das piores coisas que existia em Kathoris, embora todas as comidas fossem quase sem gosto, aquele em especial era ainda mais. “Pelos Angelis! Como você achou que isso poderia ser uma boa ideia? Pode ser barato... mas você já tinha provado antes de estocar?” até a palavra soava estranha em sua língua. Seu olhar caiu para a própria cestinha em mãos, não tinha nada ali e provavelmente acabaria zanzando pelo mercado por mais algum tempo até escolher algo. Sendo assim, voltou sua atenção para o outros. “Sim, por favor! Eu adoraria uma ajuda... não é muito comum de minha parte vir cuidar das compras.” admitiu meio sem graça.
Às vezes mesmo com toda a tecnologia de Kathoris, o trabalho de Jocelyn a obrigada a seguir por um caminho mais rudimentar e por mais que gostasse de “colocar a mão na massa”, mexer com papéis não era o seu forte. Havia buscado um dos projetos antigos do departamento no sistema por um bom tempo até ser convencida a se render aos arquivos físicos, o que pela quantidade de tempo perdido e irritação que sentia deixava claro ter sido uma péssima ideia. “Como esse lugar pode ter tantos papéis?!” bufou para o nada, sentada no chão, enquanto tentava reorganizar as prateleiras.
“Eu não acredito que eu vim aqui na minha folga pra você me arrastar pra mexer com papéis.”
A reclamação de Zeki não tinha muito peso. Se sentara no chão junto de Jocelyn de muito bom grado para lhe ajudar. Estava sem fazer nada em casa, era chato ficar fora do hospital depois de uma semana tão puxada sem folgas. “Vocês aqui não mexem com computadores? Por que, em nome dos Angelis, têm tanto papel nesse lugar? E eu que achava que o hospital tinha muito por causa dos prontuários!”
TALVEZ A PADARIA TIVESSE SE tornado o lugar favorito de brielle desde que havia descoberto os sabores doces oferecidos ali. tudo parecia amargo demais no mercado e saudável demais na própria fazenda, precisava de algo que a tirasse da rotina. “ mhm… ” murmurava alheia ao ambiente, focando os olhos esverdeados nas opções limitadas que eram expostas. tocou então de forma delicada no ombro da pessoa ao lado, oferecendo o melhor sorriso social que conseguia. “ qual desses você recomendaria à uma mulher sedenta por doce? ”
O leite quente que tinha em mãos parecia ter quase custado um de seus órgãos, mas valia a pena. Sua família tinha uma conta ali na padaria então podia comprar os alimentos sem realmente preocupar-se com o preço. O cheiro gostoso que pairava no ambiente era um dos motivos pelos quais Zeki frequentava tanto aquele lugar, definitivamente melhor que as ruas. “Hm, o de banana.” sugeriu ao sentir o toque em seu ombro e ouvir a pergunta de Brie. “É doce, mas não é enjoativo. Vale o preço alto que eles estão cobrando.”
‘ Dependendo da pergunta que se faz, pode apostar que é ’ disfarçou o riso ao desviar o rosto, pensando que mesmo um médico deveria saber das regras sob as quais viviam e de como o Comando não gostava de enxeridos. Tinha sido designado para acompanhar o cabo até que recebesse alta médica, mesmo que não estivesse exatamente feliz com a função. ‘ Não tenho bola de cristal. As patrulhas podem se tornar perigosas? É claro que podem. É por isso que o Exército existe. Mas não posso precisar quantos recrutas vão se machucar por semana ’
“Eu sei que patrulhas podem acabar sendo perigosas, recebemos vários de vocês aqui pra serem remendados... mas eu conheço todo tipo de ferimento que as pessoas conseguem nesses episódios.” ou pelo menos achava que conhecia. Doze anos de serviço lhe renderam uma boa experiência com determinados tipos de machucados, aquele que o jovem chegou ostentando? Era intrigante. “Ele veio do círculo 2?”
sempre que estavam no círculo dois, ficava meio tensa. não que ela não estivesse tensa e preocupada o tempo inteiro, mas ali era mais do que em qualquer lugar. pelo menos estava com zeki que, de alguma forma, a fazia se sentir mais segura por ali. mesmo que claramente já estivesse bêbade. não entendia como as pessoas gostavam de ficar naquele estado de embriaguez, ela detestava perder o controle. bebia o suficiente apenas para relaxar um pouco, o que era raro demais. “pelos angelis, zeki, qual sua intenção com isso tudo?” o tom, seguido da risada, era debochado demais e fez com que a ruiva balançasse a cabeça. “é forte e delicioso. talvez nesse lugar…” olhou ao redor pro bar simples pela localização “não seja tão bom, mas deve ser mais barato. garçom? dois aqui, por favor”
“Me embriagar até cair, talvez?” não podia dizer que era uma mentira, mas também não era a verdade completa. Queria perder completamente a capacidade de lembrar dos problemas e estava indo pelo caminho certo, considerando que já sorria de maneira leve e despreocupada. “Cair na cama de alguém, se eu tiver sorte!” acrescentou, soltando uma risadinha animada e dando-lhe uma piscadela brincalhona. Escorregando um pouquinho no banco, apoiou os braços no balcão. “Então tudo bem, o que importa é ser forte, deixei de me preocupar com o gosto horas atrás.” Zeki confessou, fazendo um snal de desdém com a destra. “Agora o que você faz aqui nessa pocilga, hm?”
Chauncey levava muito a sério a guarda das informações que lhe eram confiadas, ainda que sempre houvesse um engraçadinho tentando arrancar dele alguma coisa. Da posição que ocupava, era evidente que o tenente não tinha acesso a tudo, mas gostava de fingir que tinha, para denotar autoridade. ‘ Sabe que não posso tratar desse assunto. É confidencial ’ falou sério, esperando não ser mais importunado. ‘ Deve estar violando uns 15 artigos do Livro Verde agora ’
“Fazer uma pergunta não é infringir regra alguma.”
Sua justificativa era rasa. Zeki estava morrendo de curiosidade sobre um dos casos que deu entrada no hospital um pouco mais cedo. Um jovem que apresentava ferimentos... peculiares. Não era de nenhum infernal, conhecia as marcas que eles deixavam para trás, mas também não conseguiu identificar o que era antes que o caso fosse transferido para um médico mais velho. E porra! Seu espírito fofoqueiro tinha sido despertado. “Eu só quero saber se tenho que esperar mais coisas assim, sabe? Se vão tirar mais casos da mão... nada demais.”
RHETT SEQUER SE LEMBRAVA QUANDO havia sido seu último dia de folga. não por não recebê-los, apenas por escolher não gastá-los. a expressão exausta em seu rosto deixava claro que precisava de descanso, não conseguiria fugir do próprio corpo por muito tempo ainda que tentasse. só não contava com os armários vazios em casa — no fim, o ponto alto de seu dia seria ir às compras no mercado geral. “ sei que não temos muita variedade, mas isso aqui fica muito ruim se ingerido junto ao suplemento. “ murmurou à muse logo que pegou a embalagem em mãos.
A parte ruim de crescer em um lar superprotegido era que em momentos que precisava agir por conta própria, Zeki enfrentava algumas dificuldades. As prateleiras do mercado sempre seriam um de seus piores pesadelos, não tinha costume de ir às compras de suprimentos, já que na casa dos pais existia alguém para fazer isso. Estava tentando conseguir alguma estabilidade por si, então lá se encontrava para adquirir o que iria consumir na semana. “ Vamos usar da sinceridade e admitir que Isso aí fica ruim com qualquer coisa.” argumentou em um tom baixo e divertido, enrugando o nariz para fazer uma careta.
008: MUSE encontra com zahira no hospital. ( @docwhc )
a postura ereta juntamente as mãos nos bolsos poderia transmitir tranquilidade se não fossem os olhos vermelhos de raiva ou o queixo rígido. zahira estava distante de ser a persona mais simpática, tampouco, tivera um bom exemplo em casa de como deveria ser. aprendera a ser daquela maneira e naquela noite, não havia motivos para manter um sorriso na face. adentrou ao local com olhos espertos, buscando a quem interessava. quando encontrara com o ex e amigo, deixou que os ombros relaxassem um pouco mais por debaixo da farda militar. ヽ ❛ preciso de você. dissera com certa urgência. certamente, o outro não compreenderia a príncipio o que desejava, mas suas necessidades humanas, aquelas que a muito ignorava diante de suas perdas, naquele momento gritavam, a impossibilitando de ignorá-las um pouco mais.
Preencher formulários eram um pesadelo para Zeki. Estava há alguns minutos de pé na bancada da recepção preenchendo algumas pendências sobre cirurgias realizadas ao longo da semana. Os olhos castanhos estavam cansados, participando daquele longo turno que já fazia 12 horas. A enfermeira que lhe auxiliava limpou a garganta de repente e fez um sinal para um ponto atrás de si; ao virar-se, a figura de Zahira entrou em seu campo de visão. Como sempre, abriu um sorriso ao vê-la, mas dessa vez o sorriso diminuiu um pouco ao ver a postura tensa da mulher. “É claro, vamos para meu consultório?” pediu, temendo o que poderia vir. Ela estava doente? Sentia alguma dor? Preocupava-se instantaneamente enquanto seguia indicando o caminho já conhecido pela outra.
estava cansada. é claro que sim, lilith evie sempre estava cansada. dormira pouco a noite, tivera um dia intenso na base, mas por sorte? naquela noite iniciava-se sua folga. eram dois dias de descanso, e logo estava de volta para uma maratona de treinamentos, missões e serviços braçais que a esgotavam. a ruiva estava com alguns machucados expostos nos braços, já que vestia uma regata preta colada ao corpo, e calças de couro, tão coladas quanto. os coturnos nos pés finalizavam o look da noite: e o de todo dia. estava ali naquele bar por um motivo e tentaria se manter concentrada nele. certo? errado. logo alguém apareceu ao seu lado, na banqueta do bar próxima a sua. lilith, egocêntrica como era, achou que a pessoa estava ali para puxar assunto consigo. e bom? ela podia se distrair por uns minutinhos, não é? logo se inclinou minimamente na direção de muse “devia provar o envelhecido de cento e dois anos” se referiu ao whisky que havia ali. 
A verdade é que Zeki já tinha bebido mais do que deveria. Uma noite de folga era tudo o que precisava soltar-se e relaxar nos bares de Kathoris, mesmo ali no círculo 2, onde poderia lutar para proteger o título de possuir os melhores lugares para diversão. Como militar, não deveria defender tanto aquele círculo, mas o que poderia fazer? Simplesmente adorava a bebida dali! Com a mente tão ébria, aproximou-se do balcão sem perceber quem estava por ali até que a voz conhecida soou. “Lily, meu amor, eu já nem estou sentindo mais gosto de algo pra conseguir apreciar um bom whisky. Está tudo descendo reto. O que realmente me importa é... ele é forte?”
Zeki e MUSE se conheceram na academia militar. Ambos são figuras competitivas e adoravam competir um com o outro por verem que sempre acabavam dando o melhor de si, mesmo que fosse pra superar outra pessoa. Um oponente digno, eles dizem. (f/m/nb)
Se tem algo que Zeki adora, é beber. Encontrou ELIPHAS e MUSE em um bar, logo os três viraram amigos de copo. (f/m/nb)
Classes sociais são importantes, Zeki cresceu ouvindo isso. Deveria desprezar as pessoas que eram de classes diferentes, mas simplesmente não consegue. E MUSE é a prova viva de que Zeki falha nesse quesito. Eles são amigos incomuns, uma amizade bastante julgada, mas que eles prezam. (f/m/nb)
MUSE é de uma patente mais alta que Zeki, conhecer-lhe foi uma honra, afinal, MUSE está na lista das pessoas que Zeki tanto admira dentro do trabalho. (f/m/nb)
Um romance escondido que tinha tudo para dar errado desde o princípio. A relação homossexual, apesar de ter sido uma das melhores da vida de Zeki, não poderia ir para frente. Nenhuma das partes envolvidas tinha coragem de tornar público o relacionamento e isso era desgastante. Ao ponto de se irritarem com pequenas coisas um sobre o outro. E, bem, o término foi inevitável. Hoje em dia ainda existe aquela torta de climão. (m/nb)
OUTROS
MUSE vive se machucando e sempre procura Zeki para ajudar-lhe. (f/m/nb)
Sempre que estão bêbados, acabam juntos na cama, até que um dia eles estão sóbrios e mesmo assim saem juntos. (Se fosse um rebelde ia ser engraçado demais, mas não é um pré-requisito não) (m/nb)
Os pais deles tentam juntar ambos há um tempão e eles acharam hilário isso, são bons amigos. (f/nb)
MUSE descobre que Zeki às vezes ajuda algumas pessoas do círculo 2, tratando de feridas e machucados. (não é o segredo de Zeki não se preocupem) (f/m/nb)
FECHADAS
SAGE e Zeki se conheceram há alguns anos. Mesmo que muitos alegassem que a amizade não iria durar, eles foram contra todas as evidências) e se tornaram cada vez mais próximos. Hoje em dia é impossível conhecer um e não conhecer o outro. (f/m/nb)
Zeki luta contra a família que lhe despreza. Sempre viveu à sombra de seu irmão mais velho, e LILITH sabe que isso lhe afeta pois um dia Zeki não aguentou e contou-lhe tudo. Tornaram-se confidentes. (f/m/nb)
ZAHIRA foi o primeiro namoro de Zeki. Eles terminaram por notarem que seus interesses eram bastante diferentes. Até hoje os pais de ambos lamentam mas eles acharam melhor assim, na verdade, são até melhores como amigos do que como algo mais. (f/nb)
JOCELYN e Zeki são conhecidos há tempos por causa de suas famílias. Os seus pais e os de JO são militares respeitáveis dentro do exército. Desde jovens, os dois faziam companhia um ao outro em eventos entediantes que as famílias compareciam. E melhor! Acabaram se tornando parceiros no crime pois sempre davam um jeito de escapar das festas ou de pegar alimentos. Essa parceria se estende até hoje. (f/m/nb)
O governo de Kathoris declara que as informações abaixo sobre Zeki Ulusoy são de caráter sigiloso. O exército não se responsabiliza por esta divulgação extraoficial para as perguntas sobre do que as pessoas são feitas. Fidelidade aos Angelis e ao General.
Qual a origem da maior cicatriz que seu personagem possui?
Adquirida à serviço do exército, a cicatriz que Ulusoy possui no lado direito do quadril foi recebida quando em uma briga dos grandes criminosos do círculo 2 acabou saindo do controle. Os militares precisaram intervir, o serviço foi chamado para auxiliar os feridos, Zeki liderava um grupo pequeno com mais dois outros médicos. A situação que parecia estar sob controle, rapidamente perdeu as rédeas. Criminosos com garrafas quebradas começaram a, novamente, criar caos no ambiente; Doc e seus médicos foram feitos de reféns e um dos bandidos feriu-lhe no quadril. O homem foi executado, mas o estrago estava feito. Por sorte, nenhum orgão foi perfurado, mas a cicatriz que ficou para traz carrega as lembranças dos momentos aflitos que viveu naquele dia.
Qual a lembrança mais feliz que elu tem?
O momento em que recebeu o diploma de medicina e sua admissão para o Serviço foi concluída. Lembra-se como se fosse hoje, como se estivesse prestes a terminar de vestir o novo uniforme com a patente que agora podia carregar com segurança e confiança.
Quais três palavras nas quais seu personagem se descreveria e porque?
Persistência, pois não importa o quanto sua família tenha desprezado sua escolha de serviço, Zeki não titubeou um segundo sequer. Teimosia, quando decide que quer algo, vai até o fim. Muitos adequam isso a uma característica ruim, mas Doc prefere ver isso como uma qualidade. Gentileza, por mais que tenha enfrentado por diversas vezes a indiferença da família, por mais que tenha crescido sem tanto afeto ou atenção sendo demonstrado para si, tornou-se uma pessoa gentil, que preza os atos amenos para com as outras pessoas.
Qual a melhor maneira de animá-lo?
Com bebida, claro.
O que seu personagem mais valoriza atualmente em sua vida.
Seu trabalho. Zeki se esforçou para conseguir tornar-se um dos Soldados de Ouro, assim como se esforçou para edificar sua carreira na medicina de maneira exemplar; é então algo que valoriza acima de.. quase tudo.