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Noah e Hillary podem colocar as mãos no painel.
Theo, sua vez.
Boa noite, Ryan. Hoje eu irei escolher a Emery.

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The Bright Sessions
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I’m Just Trying to Keep Moving - Theo & Dakota
theocean-woman:
Cenas da animação da Disney passavam em sua mente, dando ênfase em cenas protagonizadas por Tarzan e Jane. Bem, ela tinha que admitir que o rapaz era um tanto atrapalhado e mesmo em seus maiores esforços terminava por derrubar a moça, ainda que evitasse qualquer grave acidente. Ela pôde escutar os gritos da pesquisadora ecoarem sua cabeça, prontos para se materializarem e serem proferidos por ela própria. Mas é claro que Dakota não permitiria tamanho escândalo. Ela revirou os olhos e, quando se deu conta, já estava sendo envolvida pela água.
Em outros momentos, a sensação de ser abraçada pela tranquilidade que se adquire embaixo d'água seria bastante apreciada. No entanto, tudo o que ela conseguia pensar agora era em como se vingar de Theo. Não pelo fato de ter arruinado sua roupa, apesar de gostar bastante do vestido escolhido, mas porque… Bem, porque agora estava encharcada e ele merecia pagar por isso. Ao emergir, seu olhar prendeu-se no dele. Os olhos azuis da garota tinham um aspecto tempestuoso e era quase possível escutar as trovejadas. Sua mensagem era clara e era possível notar como o plano se organizava em sua cabeça, concretizando-se em poucos segundos. — Sua tortura vai ser lenta e agonizante, rei dos macacos. - falou em um tom novamente ameaçador, esboçando um sorriso malandro. — Prepare-se para ser destronado. - continuou e então deu longas braçadas até ele, alcançando-o sem muita dificuldade. Sua expressão era suave e até um tanto divertida, mas seu olhar era intenso. — Não foi a melhor de suas ideias me jogar na água. Sabe, esse é o meu território. - sussurrou próximo ao seu ouvido. Então ela apoiou uma mão em sua cabeça e outra em seu ombro, afundando-o por não mais do que 5 segundos, apenas para que ele se assustasse antes de retornar à superfície. Nesse momento, a garota dava gargalhadas, com a cabeça pendida ligeiramente para o lado. Ela deu um beijo em sua bochecha antes de se afastar e jogar um pouco mais de água nele.— Não diga que eu não avisei, Tarzan. - provocou.
Por aquele olhar, Theo sabia que tinha que correr. Contudo, como fazê-lo em meio a água? E se pudesse, como se mover quando estava... Bem, paralisado por aquele olhar? Não, ele estava sendo absorvido pelo que parecia ser duas imensidões azuis. Talvez fosse sua alma de artista que estivesse apreciando a intensidade neles, pois um homem são estaria longe, muito longe; antes mesmo que as seguintes palavras fossem pronunciadas. Mas Rei dos Macacos? Não pôde evitar a risada profunda que lhe escapou, aquela que fazia surgir rugas ao lado de seus olhos, além de sempre jogar a cabeça para trás. O riso não tirava o crédito da ameaça de Dakota, de forma alguma, mas prometia que sua tortura seria lenta, agonizante e divertida.
1, 2, 3... A cada passo que dava para trás, o coração do loiro acelerava. Não importava se era uma brincadeira ou não, o simples fato de estar sendo perseguido fazia seu corpo liberar adrenalina, mas a risada que não conseguia controlar deixava claro que não havia um pingo de temor na ação. A cada passo, cada vez mais rápidos, Theo praticamente gritava as palavras -- tanto pela música alta quanto pelo fato de Dakota estar dando longas braçadas para alcança-lo dentro da água:
-- Destronado por quem, posso saber? Você disse que esse era meu reino, Jane! Não, não, não, Navio, não Jane. Meu Navio! -- brincou, suas palavras ficando mais difíceis de compreender conforme sua respiração ficava pesada. Theo parou de fugir apenas quando suas costas encontraram a resistência da borda da piscina, porém o que o manteve parado, mais uma vez, foi a intensidade que os olhos azuis da morena a sua frente poderiam adquirir. Um arrepio eriçou os pequenos pelos em sua nuca reagindo ao sussurro em seu ouvido. Ligeiramente agradecido por estarem dentro d’água, o rapaz sussurrou contra a pele pálida abaixo da orelha de Dakota: -- Acho que sou eu é quem decide isso. -- retrucou suavemente antes de afastar a cabeça e encara-la.
-- Tudo bem, Ariel, me des... -- começou a falar com um sorriso bobo que logo se desfez dentro d’água. Cinco segundos foram o suficiente para fazê-lo engolir e respirar um pouco de H2O, o que era sempre bom para limpar o organismo. Claro que Theo não pensava isso. Tossindo ao voltar a superfície, o loiro só sentiu o contato quente contra sua bochecha tarde demais. Porém, não deu chance para Dakota ir longe demais.
Com um olhar malicioso e cheio de intenções, ignorou a água jogada sobre si, aproveitando o impulso que conseguiu na parede para alcançar a garota rapidamente. -- Não me provoque, Jane. -- retrucou ao agarra-la pela cintura e puxa-la para si. Mais rápido do que havia pulado na piscina, puxou Dakota para baixo, acompanhando-a. No entanto, a surpreendida da vez era ela. Theo não era vingativo, mas não perderia essa oportunidade. E, como sempre, os limites ficavam borrados para o rapaz. Prendendo-a embaixo d’água por mais que cinco segundos, nadou para longe, abandonando-a para se proteger de uma segunda retaliação. Ao emergir, longe, bem mais longe que antes, anunciou: -- Não há nada melhor que uma bela vingança. Isso! -- finalizou ridiculamente erguendo o braço para então abaixa-lo num gesto de vitória. Theo, inclusive, chegou a olhar para os céus com uma expressão solene em seu rosto.
Muito bem, os dois podem colocar as mãos no painel.
Theo, sua vez!
Boa noite, Ryan. Eu escolherei a Kelsey.
I’m Just Trying to Keep Moving - Theo & Dakota
O filete da bebida que escorria pelo canto da boca de Theo atraiu seu olhar. Dakota não pôde evitar pensar na filha de sua vizinha, uma garotinha de não mais do que 2 anos que sempre possuía o rosto lambuzado e o mesmo sorriso travesso do rapaz. A morena possuía um carinho grande pela pequena, mesmo que não a visse com grande frequência em decorrência de seu trabalho. Assim, como reflexo, a mulher teve vontade de limpar seu rosto, porém se conteve. Não apenas por ele próprio já ter resolvido - não dá melhor maneira possível, ela tinha que dizer -, mas também por estar ciente de quão íntimo poderia ser aquele toque. Dessa forma, concluiu que seria imprudência da sua parte.
A ideia ainda passava por sua mente quando Theo a pegou no colo. A expressão em seu rosto passou de pensativa para surpresa em um piscar de olhos. Uma exclamação escapou de seus lábios no mesmo instante que seus pés deixaram de tocar o chão. — Ponha-me no chão! - disse com seu costumeiro tom autoritário. No entanto, sua posição não contribuía para lhe dar credibilidade. Dakota revirou os olhos apesar do ar divertido em sua expressão.
Ao vê-lo se aproximar, porém, ela segurou-o com mais força. Ele não poderia estar realmente cogitando em jogá-la ali em plena festa, certo? Theo não seria malvado a esse ponto, ou seria? — Sabe o que mais o Tarzan fazia com a Jane? - indagou, procurando seu olhar em quase um apelo. — Ele não a deixava cair! Em nenhum momento… - enfatizou, ainda apegando-se a expectativa de não se molhar. À medida que o tempo decorria, a morena tinha a certeza de que não sairia ilesa. Dakota mordeu o lábio e manteve seus olhos fixos nos dele. — Já ouviu aquele dito que um bom capitão sempre afunda com seu navio? Pois bem, capitão, se o barco aqui afundar, você vem junto. - ameaçou, aproximando seus rostos para dar-lhe um ar mais intimidador. — Veremos se você também está apto para o cargo de rei dos mares, Theo.
O comportamento de Theo não tinha nenhuma explicação plausível. Sua mãe morreria ao vê-lo carregar uma pessoa que mal conhecia no colo com intenções maliciosas em mente; com certeza ela ressuscitaria para dar-lhe um tapa na nuca quando o visse pular na piscina com Dakota em seus braços -- o que sabia ser demais, mas faria de qualquer forma. Theo poderia não ser a pessoa mais impulsiva do mundo, mas aquela característica estava ali, trancafiada pelo seu auto controle. Auto controle que desaparecia facilmente diante uma gota de álcool. A aposta que fez para estar ali não confirmava isso?
O corpo do rapaz tremia com o riso silencioso que saia por entre seus lábios, achando graça do agarre mais forte de Dakota sobre si, como se a morena achasse que segura-lo iria lhe servir como garantia de salvação. O apelo nos olhos azuis o fez hesitar por um segundo, repensando aquela ideia enquanto sua risada rapidamente minguava. Talvez ela não fosse bate-lo, o que apostava que ela já teria feito se quisesse, no entanto, poderia ignora-lo pelo resto do programa: O que era quase pior que um tapa. Ser ignorado intencionalmente mexia com todos os botões do rapaz, tornado-o imprevisível, mas nunca de uma maneira perigosa... Para terceiros. Contudo, as palavras da morena em seus braços retirou aqueles pensamentos da sua mente, substituindo-os novamente pela determinação de concretizar sua brincadeira.
Com um brilho maldoso no olhar, tratou de retrucar a declaração de Dakota, suas palavras praticamente atropelando as dela. -- De jeito nenhum. Eu lembro claramente que ambos caiam, embora ele cuidasse para que ela não se machucasse. Você não é feita de açúcar, é? -- pouco se importava de estar afirmando assistir um filme da Disney. Ok, talvez ele tivesse assistido mais de um, mas alguns valiam a pena. Ele nunca admitiria em voz alta, no entanto.
Ao encarar os olhos claros, porém severos enquanto tentava ameaça-lo, Theo sentiu algo dentro de si. Se ela pensava que poderia intimida-lo a não pular com a promessa de que iria junto, estava muito enganada. Ela tinha feito com que ele precisasse pular. O sorriso malicioso que surgiu em seu rosto acompanhou um uma única pergunta: -- Então sou o capitão do seu navio? -- No segundo seguinte eles estavam sendo cobertos pela água. Dakota permaneceu em seus braços por mais alguns segundos enquanto afundavam, mas ao emergirem o rapaz já estava a certa distância, tendo nadado um par de metros como medida de segurança. O vislumbre das pernas desnudas da garota no momento que a soltou cruzou sua mente, mas ele jamais comentaria aquilo. Canta-la e logo depois joga-la na piscina? Sim, tudo dentro dos limites. Elogiar as longas e torneadas pernas? Não, obrigado. Constranger era diferente de arriscar a irritar, e aquele sentimento era tão desagradável que Theo tentava ao máximo não causa-lo, embora fosse inevitável algumas vezes. Assim, falou a próxima coisa que passou pela sua mente. -- Ah, que reino agradável!
Acha que engana, Theo? Eu não te vi a noite toda, ou você sumiu ou eu é quem não estava muito bem
Acho que nenhum de nós estava muito bem, mas eu me lembro de você passando por mim cantando Iggy Azalea. Acho que você não lembra.
Impressão minha ou essa casa tá meio morta? Tá todo mundo de ressaca?
Você poderia falar um pouco mais baixo, por favor?
Conheça THEO FULLER, natural de ABILENE, KANSAS, quando decidiu fazer sua inscrição no “Are You The One?” não esperava que fizesse tanto sucesso por lembrar muito BRADLEY JAMES. Em seus meros VINTE E SEIS anos de idade, ficou conhecido pelo público como THE HEART AND SOUL.
IN THIS GAME, OUR CHOICES SEAL OUR FATE!
É difícil acreditar que as palavras manicômio e memórias felizes estejam ligadas uma a outra, mas era exatamente assim para Theo. O garoto não lembrava de nada do acidente que deixou sua mãe, Gabrielle, com sequelas mentais, nem mesmo como se machucou e conseguiu a longa cicatriz em seu quadril. Os médicos disseram que o trauma bloqueou essas lembranças em seu subconsciente. Tudo o que sabia sobre o ocorrido era por meio de relatos de terceiros, para o garoto parecia como uma história terrível, difícil de acreditar que tinha acontecido com ele. Tais lembranças, embora fizessem falta, não eram mais importantes do que as memórias das tardes que passava com a mãe – por mais estranho que fosse isso acontecer em uma intuição mental. Theo e Vicent, seu pai, a visitavam regularmente três vezes na semana, num esforço de ajuda-la a passar por aquilo, bem como manter a família unida. O homem era o porto seguro de Theo, alguém que ele aspirava ser quando fosse adulto, mas sabia que seria impossível. Vincent trabalhava duro para pagar as contas da família e conseguia manter um padrão de vida confortável, inclusive podia custear certos luxos. Era um advogado renomado, com vários casos para resolver, mas jamais virou as costas para a esposa ou deixou de ter tempo para o filho. A rotina deles não era nada comum, mas fora o mau humor passageiro que veio com a adolescência, o rapaz nunca reclamou. Inclusive, foi no manicômio que descobriu sua paixão pela pintura – quando Gabrielle começou a pratica-la para aliviar o estresse. Era obvio o talento do garoto para aquilo, tanto que quando finalmente pediu ao pai para ter aulas particulares recebeu como resposta um “Você demorou mais do que eu esperava” juntamente com um cafuné. A partir daquele dia nasceu Theo Fuller, o pintor. Não obstante, Vicent fez um acordo com o filho, tendo em vista que a profissão que desejava não era segura. O rapaz deveria ter um plano b, uma via de escape, caso seus quadros não dessem o retorno esperado. Foi então que Theo Fuller, pintor e advogado, apareceu. A ideia de participar do programa surgiu numa mesa de bar, enquanto a final do "Are You The One?" passava na tv antes do jogo que ele e os amigos esperavam para assistir. Foi feita uma aposta e Theo não estava disposto a perder.
MY LAST RELATIONSHIP ENDED BECAUSE...
Theo sempre foi um rapaz muito paciente, mas sua calma parecia sempre ficar por um fio dentro de um relacionamento. O rapaz nunca namorou por mais que um ano, bom, 11 meses. No começo tudo sempre ia muito bem, ele era atencioso, engraçado e galanteador, mas com o passar dos meses isso mudava. A pintura sempre foi sua maior paixão e acabava por ter toda sua atenção; atenção essa que faltava para suas parceiras. Esse sempre foi um dos motivos para os términos. Seu ultimo relacionamento, no entanto, acabou por um motivo diferente. Theo, com seu jeito tranquilo e sorriso sincero, nunca teve problemas em encontrar uma namorada, mas às vezes ele ignorava alguns sinais de caráter duvidoso. Sua mais recente ex teve a ousadia de traí-lo, ainda mais… Numa festa em que ele não estava presente, mas seus melhores amigos sim. O rapaz teve a decência de terminar tudo pessoalmente, mas não tinha a minima intenção de olhar novamente na cara da garota. Theo sempre foi guiado pelas suas emoções e agia conforme o momento, embora – por incrível que pareça –, nunca agisse por impulso.
A LOVERS WITHOUT SIGN. AND I AM LOST AGAIN.
Fuller tem algumas preferencias físicas, obviamente, como cabelos longos, olhos penetrantes, entre outros. Contudo, esses requisitos não valerão de nada se a pessoa em questão não tiver um belo sorriso e um caráter confiável. Confiança, provavelmente, é a palavra chave atual para se manter um relacionamento com Theo. O rapaz aprecia pessoas que se entregam às suas paixões, assim não poderia esperar algo diferente de sua futura companheira. Tranquila como ele ou mais agitada, para o pintor não faz muita diferença – desde que não haja exageros. No mais, não se importa com o estilo de vida de alguém, desde que essa pessoa seja sincera com ele desde o inicio. Todavia, tem bem fixo na cabeça que pode ser que nada seja como esperava. Talvez seja essa duvida que o impulsiona a continuar a procurar uma mulher para si, talvez seja a constatação de que não encontrou a pessoa certa que adormeça seu interesse, e não sua paixão pela pintura.
Theo Fuller encontra-se TAKEN.
I’m Just Trying to Keep Moving - Theo & Dakota
Dakota estava encostada contra a parede, tinha um coquetel de frutas enfeitado com um guarda chuva cor de rosa - que dava-lhe um aspecto adorável, ela tinha que admitir - em mãos. A morena quase tinha pena de acabar com aquelas bebidas especialmente saborosas. Ela soltou o canudo da boca e brincava com o enfeite do copo enquanto observava os demais participantes. Eram pessoas vindas de locais completamente distintos e com vivências ainda mais diversas. E, ali, teria que encontrar alguém que, de acordo com cálculos estatísticos e a opinião de um grupo de cientistas, seria seu par perfeito. Mas, afinal, o que seria esse tal cara ideal?
Seus pensamentos começaram a se dispersar quando o ritmo da musica voltou a acelerar, fazendo com que seu corpo respondesse com batidas leves de seu salto contra o chão. A expressão em seu rosto se suavizou e ela sentiu a tensão se dissipar. Subitamente, nada mais importava. Reality show, prêmio, desafios, encontros, participantes, mãe, marinha… Nada. Era só ela e a melodia contagiante. Isso, é claro, até ser interrompida por um rapaz loiro de olhar faiscante e sorriso malandro.
Dakota precisou de alguns minutos para entender a cantada, bem como o deboche em sua voz. E, tinha que admitir, se estivesse bebendo algo, provavelmente teria cuspido tudo. Sua risada preencheu o ambiente, porém logo foi substituída por um sorriso malicioso. — Coloque uma tanga e faça seu grito de guerra que eu aceito ser sua Jane, Tarzan. - respondeu com um dar de ombros, inventando aquela cantada especialmente para ele.
Ao lado da morena, Theo esperava sua reação com um sorriso, porém, se soubesse que seria aquela cantada, não teria enchido a boca com o seu último gole de bebida. Por um breve segundo, enquanto um pouco da bebida escorria pelas comissuras de seus lábios e manchava a gola da camiseta branca, o rapaz lembrou-se das repreensões da mãe. A mulher poderia ter sido diagnosticada com algum tipo de distúrbio mental, mas ainda presava muito a educação. Para a agitação dela, Theo não conseguia fazer nada sem se sujar quando era criança, desde comer a desenhar. Rosto sujo de terra ou tinta, pingos de geleia ou do seu suco de uva favorito nas roupas... Em certo ponto, os sermões sobre sua lambança se tornaram uma brincadeira, visto que o rapaz não iria mudar. E, levando em conta a bagunça que fez ao limpar o rosto com a manga da camisa ao mesmo tempo que ria despreocupadamente, nada tinha realmente mudado com o passar dos anos.
Recuperando-se do que sabia poder ser visto como uma reação exagerada, mas que não podê conter, Theo ajeitou sua postura, caminhando até a superfície mais próxima para abandonar o copo vazio. Com apenas dois passos longos, ficou a frente de Dakota. O plano se formou em sua mente tão rápido quanto a risada borbulhou do seu peito. Ele não conhecia a garota muito bem, mas tinham compartilhado de uma boa conversa e algo no seu jeito fazia com que Theo gostasse dela. Além disso, o que estava prestes a fazer poderia ser considerado como a “parte B” da sua brincadeira, mesmo que ela só existisse em sua cabeça. -- Com licença, mas acho melhor deixarmos essa alegoria aqui. -- declarou, já tirando o copo das mãos delicadas, sem dar-lhe a chance agarra-lo novamente. Colocando-o ao lado de onde havia deixado seu próprio copo, voltou-se novamente para Dakota. Contudo, não parou de frente a garota, mas se agachou o suficiente para passar um braço por trás dos seus joelhos e o outro em suas costas, para apoia-la quando a levantou em seus braços. -- Dispenso a tanga, mas posso conviver com o grito de guerra e uma substituição justa para a primeira. -- disse caminhando em direção a piscina. -- Você sabe, o Tarzan vivia agarrando a Jane. -- continuava a falar, ignorando os protestos da garota quando sua intenção ficou clara.
don’t let the party stop // theo&hillary
“Minha voz não soa nada como isso!” Se fingiu ofendida, mas logo caiu em risadas. Por muito que fosse o gênero de pessoa particularmente boa em ouvir os problemas dos outros, não pretendia acabar a noite com Theo chorando no seu ombro. Longe disso. No entanto, depois da pequena conversa que tinham tido, era a desculpa perfeita para o ficar conhecendo melhor e, no fundo, era o objetivo de todo aquele programa. Conhecer as pessoas e descobrir quem era o seu par ideal. Se ela o achava extremamente atraente e fazia bastante o seu gênero, era apenas um extra muito agradável no meio de toda aquela história.
“Quem disse que eu já não dancei?” Questionou, com uma sobrancelha elevada e com um pequeno sorriso de lado. “Você deveria prestar mais atenção no que está acontecendo pela casa.” Brincou, fazendo uma careta na direção dele. Definitivamente, dançar em cima das mesas não fazia muito seu estilo. Gostava de se divertir, mas não tirava nenhum prazer em particular de se tornar no centro das atenções, por muito que acabasse lá involuntariamente. “Caminhar para a sua morte ou para a melhor noite da sua vida… É uma linha tão tênue entre os dois, né?” Voltou a rir, já se levantando.
“Eu tenho meus jeitos de te convencer a entrar.” De novo, havia a tênue provocação em suas palavras, uma que não parecia conseguir conter na presença de Theo. Talvez por causa de todo o álcool que já tinha bebido ou de quanto à vontade se sentia com ele. “Vamos logo, estou morrendo de vontade de experimentar aquela piscina desde que vi ela.” Virou costas, já caminhando na sua direção, arrancando sua blusa, enquanto andava com uma risada infantil.
Dando de ombros, Theo simplesmente disse: -- Me imagine como São Tomé, só acredito vendo. -- É claro que aquelas palavras eram uma mentira deslavada. De fato, não havia alguém mais crédulo que o rapaz, mas como se tratava de uma brincadeira, resolveu soltar essa pequena mentira. Corresponde a careta de Hillary com um sorriso vagamente malicioso, justificou-se. -- Eu deveria, mas minha atenção estava dispersa por causa de certa ruiva. -- Sua atenção realmente havia estado dispersa, infelizmente, não foi por causa da garota. Theo estava se concentrando demais nos pontos negativos de estar ali, literalmente lamentando-se pelos cantos. Era um comportamento ridículo, principalmente por que não fora obrigado a participar; bom, se der para ignorar o forte incentivo de seu próprio orgulho. E aquela era apenas sua primeira noite! Ao olhar para Hillary mais uma vez, voltou a pensar que o programa poderia não ser tão ruim -- assim como tinha pensado mais cedo. Se não se preocupasse tanto, poderia conhecer pessoas realmente interessantes. -- Verdade. Eu sempre posso sofrer uma morte simbólica.
Theo ficou observando Hillary provoca-lo em silencio, sendo apenas um sorriso debochado em seus lábios o indicio de que escutava e compreendia as palavras dela. O rapaz não sabia se a bebida tinha uma parcela muito grande daquele comportamento, mas pelo que já havia conversado com ela, Hillary não segurava suas palavras sequer sóbria. Jamais passaria por sua cabeça reprimir alguém que era tão peculiarmente engraçada, seu primeiro instinto, na verdade, era incentiva-la. Sendo assim, soltou como quem não quer nada ao se levantar e segui-la: -- Veremos que jeitos serão esses. -- Era só mais uma provocação. A unica intenção de Theo ao caminhar para a piscina, era sentar na beirada e ficar conversando com Hillary enquanto terminava sua bebida. Ele já tinha alcançado sua cota de piscina da noite, mas não podia negar acompanha-la quando ela ria daquela forma.
don’t let the party stop // theo&hillary
“Você ficaria surpreendido sobre o quanto pode ser divertido brincar de algo assim comigo.” Havia um tom provocador na sua voz, mas o sorriso divertido no rosto da garota revelava que ela estava apenas brincando com a situação. Apesar de ser incrivelmente fácil para outros homens simplesmente presumirem que ela estava constantemente falando sério (e seus pequenos comentários terem sempre um fundo de verdade por trás deles), muitas das coisas que saiam de seus lábios não eram mais nada que seu sentido de humor peculiar em ação. Gostava de se divertir, tão simples quanto isso. E nessa diversão estava inluído brincar, flertar, ficar, beber e tudo o que lhe era permitido.
“Poxa, Theo. Isso é injusto.” Fez um pequeno biquinho com os lábios que logo se desfez numa risada, enquanto se inclinava para beijar a bochecha dele de forma afetuosa. Por muito que não fosse ter qualquer problema e fosse até um prazer mostrar-lhe de quantas formas poderia tornar uma noite dele inesquecível, já se tinha divertido um pouco demais para uma noite. Não iria matá-la levar algo de uma forma mais lenta, talvez com um pouco de provocação pelo meio. Afinal, a caça era sempre a parte mais divertida. “Mas eu te perdoo, desde que me fique fazendo companhia.” A última coisa que queria era que sua noite acabasse ali. Ainda estava demasiado bêbeda, excitada e acordada para dá-la por terminada.
“Está tentando insinuar que eu não sou amigável?” Fez seu melhor tom indignado, logo se levantando do sofá, falhando miseravelmente em fingir que estava realmente ofendida com seu comentário. “Acredite, eu estou bêbada o suficiente.” Voltou a olhar pra ele, com uma risadinha infantil, mordiscando seu próprio lábio como se a quisesse conter. “Mas tentando provar que sou a pessoa mais amigável dessa casa e oferecer um hipótese para você me deixar ainda mais bêbeda… Você podia me acompanhar até a piscina.” Ofereceu, com um sorriso de lado.
-- Eu não esperaria menos depois de tantas insinuações. E você não gostaria de me ver decepcionado. -- seu falso tom de aviso era ridículo, algo entre uma criança imitando o pai e um idoso que fumou demais durante a vida. Os flertes, por incrível que pareça, estavam deixando Theo cada vez mais relaxado ao invés de constrangido. Se qualquer coisa, Hillary era bastante direta com seus comentários. Tanto que o rapaz começava a desconfiar que alguém havia roubado o filtro da ruiva.
-- Que mundo injusto, ninguém me entende! Eu só quero embebedar um cara até ele chorar em meu ombro. -- debochou imitando a garota, bem como o seu biquinho. Seus lábios, no entanto, logo se esticaram em um sorriso ao sentir o beijo em sua bochecha. Fora um gesto espontâneo e incomum, principalmente se o conteúdo da conversa fosse levado em consideração. O gesto, pelo que podia dizer Theo, não teve malicia. A interação entre eles parecia fácil, mas algo dentro do rapaz o alertou para prestar atenção. Alguns limites eram muito tênues, embora ele ainda não soubesse quais limites eram esses ou por que pensou nisso naquele momento. -- É um preço muito caro, mas irei ficar. Não se engane, é tudo pela bebida. -- brincou, levantando o copo que ela havia o entregado para enfatizar as palavras.
-- Eu não insinuei nada, não sou o tipo que faz esse tipo de coisa. -- mentiu descaradamente, sorrindo diante a encenação menos que crível de indignação da garota. -- Para mim, você só estará bêbada o suficiente quando dançar like a virgin em cima de uma mesa. -- declarou projetando ligeiramente o lábio inferior para frente enquanto fazia balançava a cabeça. -- Você sabe que com esse sorriso você está fazendo parecer que, se eu aceitar, estarei caminhando para minha morte? -- indagou com o cenho franzido, olhando-a com uma expressão séria de dúvida. -- Okay, se você quiser eu a acompanho, mas não irei entrar. Algo me diz que você fica melhor molhada do que eu. -- finalizou com uma expressão maliciosa.
I’m Just Trying to Keep Moving - Theo & Dakota
As baladas no Kansas não eram paradas ou entediantes, mas os participantes delas, certamente, não eram tão animados quanto os novos companheiros de Theo. Ele observava sentado em um sofá todos dançarem, rirem e conversarem, enquanto seu copo ficava mais vazio a cada minuto. Ele não estava bancando o antissocial ou reservado, Theo simplesmente não... Sabia dançar. Num ambiente daquele, era pedir para ficar excluído. Além disso, o rapaz ainda estava pensando em como agiria dali pra frente, tentando adivinhar como se relacionaria com cada participante.
Em certo ponto, Fuller já estava jogando mentalmente de “como agiria”. A brincadeira consistia, essencialmente, em escolher uma pessoa e forjar uma situação hipotética na qual ele imaginaria suas reações. Por exemplo, o que Dakota faria se ele se aproximasse dela naquele exato momento com uma cantada ridícula? Continuaria a beber aquele drink mais enfeitado que uma guirlanda de natal ou o jogaria em seu rosto? Intrigante, pensou ao se levantar com o seu copo quase vazio e caminhar em direção a morena.
O jogo já estava começando a entedia-lo, por isso cantar Dakota e correr o risco de apanhar parecia interessante. -- Você gosta de crianças? Por que eu amo e estou seriamente pensando em fazer uma com você. -- falou, se posicionando ao lado da garota. Claro que ele não lançaria uma cantada séria, aquilo diminuiria a expectativa da situação. Contudo, a nuance vagamente debochada em sua voz foi algo que não pôde evitar.
don’t let the party stop // theo&hillary
“Não sei como não lembrei de usar isso como desafio.” Riu, lembrando-se também da forma como Aaron tinha sido obrigado a beijar o pescoço de Romeo. Tinha sido uma noite divertida, sem dúvida, mas como em tantos os outros momentos de sua vida, ela estava perdendo o foco do que se importava e simplesmente fazendo o que queria e o que bem entendia. Talvez devesse se controlar um pouco, temer até que seu par ideal se sentisse ameaçado por aquele seu jeito de ser absolutamente inconsequente, mas, como sempre, não pensava nas consequências de suas ações. Pelo menos, encontrava algum consolo no pensamento que se essa pessoa não a aceitasse como era, não podia ser seu par ideal.
“Não! O plano era você se embebedar, chorar no meu ombro e eu te consolar de alguma forma.” Voltou a rir, obviamente divertida com a conversa, se ajustando no sofá e virando seu corpo para ele, encostando-se nas almofadas. Não conseguia resistir em flertar, especialmente com um cara tão bonito quanto ele que parecia apreciar e entender seu sentido de humor. Era uma coisa que vinha natural para ela e ficava feliz por a maioria das pessoas daquela casa não verem isso como uma coisa negativa. Por vezes, as coisas saiam da sua boca antes mesmo que ela conseguisse as impedir, especialmente quando já havia algum álcool envolvido na história.
“Então, como eu já estou um pouco bêbada, nada mais justo que me acompanhar.” Sorriu, fazendo uma careta na sua direção. “O que está achando da festa? E da casa? Quase nem te vi mais o resto do dia.”
Theo riu junto com Hillary. -- Me lembre de nunca, jamais, participar de algo assim com você. -- disse, ao passo que sua risada diminuía até parar em um sorriso. Ele já havia percebido que a mulher tinha um senso de humor peculiar, o que o agradava, mas não duvidava por um segundo que ela poderia fazê-lo algum desafio que não estaria disposto a cumprir, como beijar um homem. Outro ponto que havia observado, na verdade, que ela havia lhe dito: Hillary não tinha limites. Embora pessoas desse jeito fossem divertidas, era sempre preciso ter cuidado para não se deixar levar. O que era um tanto complicado, já que a ruiva parecia ser perigosamente carismática.
Levou a bebida aos lábios, aproveitando o copo para esconder seu sorriso malicioso. -- Sim, sim. Me esqueci desse detalhe, mas agora lembro-me de certa insinuação de você conseguir fazer uma noite ser inesquecível? -- brincou, franzindo o cenho brevemente para dar certo ar de confusão a sua indagação. O senso de humor do próprio Theo era um tanto interessante. Sem perceber, ele refletia o da pessoa com quem falava, sendo assim não pode deixar de provocar: -- Mas eu mudei de ideia. Talvez se você exemplificar esse “consolo”, eu te deixe me embebedar. -- sugeriu, mas sua malicia junto com a diversão não deixaria alguém levar aquelas palavras a sério, embora houvesse um pouco de curiosidade nas entrelinhas. Porém, ele não sabia o que esperar de Hillary.
-- Boas, agradáveis. Se eu não estivesse tão focado nisso, talvez aproveitasse mais, o lugar é lindo e as companhias se mostraram amigáveis até agora... Exceto uma. -- insinuou lançando-lhe um olhar de soslaio, no entanto, uma das comissuras de sua boca estava suspeitamente curvada para cima. -- Você estava ocupada demais durante o dia, creio eu. -- a verdade é que ele tinha encontrado um lugar sossegado e perdeu a noção do tempo quando começou a desenhar esboços. Isso sempre acontecia. -- Mas voltando... Não acho que você esteja bêbada o suficiente. -- declarou, analisando-a.
don’t let the party stop // theo&hillary
Num dia, provavelmente Hillary já tinha conseguido fazer todas as coisas que seus pais lhe tinham implorado para não fazer quando souberam que ela faria parte desse reality show. Sua cabeça rodava um pouco e ria sozinha, enquanto dava mais um gole na sua bebida ao relembrar do pequeno jogo de desafios mais cedo. Definitivamente, talvez tivesse ido um pouco longe demais, mas continuava com a mesma teoria de sempre: se tinha se divertido, não havia nada pelo que se arrepender.
As pessoas já tinham começado a dispersar. Algumas provavelmente por arrumarem alguma companhia em quem estavam mais interessadas do que no jogo, outras ainda dançando ou conversando em pequenos grupos. Ela tinha se retirado temporariamente de um desses grupos para pegar mais uma bebida, quando avistou Theo. Sem dúvida, alguém que estava minimamente interessada em conhecer melhor. Andou até ele, com seu sorriso habitual, se sentando do seu lado do sofá. “Você não estava no jogo. Isso foi um erro.” Riu, esticando seu copo para ele. “Acho que você ainda está sóbrio. Isso é injusto pra com a minha pessoa.”
Theo começava a pensar que o orgulho seria sua ruína algum dia, mas talvez sua ruína já tivesse começado, visto que estava participando de um reality show. Deus, um reality que há algum tempo era alvo de seus deboches. Malditos fossem seus amigos. Pelo menos o lugar era bonito e a festa de boas vindas agradável. Ele tinha conversado com algumas garotas e todas foram interessantes ao seu modo, mas ali, enquanto a música tocava alto e os outros participantes dançavam, o rapaz não conseguia se soltar.
Aparentemente, ninguém ali tinha os mesmos problemas de inibição que ele. Em algum momento da festa, começaram um jogo de desafios, do qual preferiu ficar fora, obviamente. Porém, nada o impedia de observar. Ele escutou as risadas e os desafios maliciosos, viu alguns serem cumpridos com vontade exagerados e outros com hesitação. Como era de se esperar, observar a brincadeira acabou o cansando, assim deu as costas ao grupo que jogava e foi para o bar. Ele havia prometido não ficar de porre naquele lugar, mas bem poderia tomar umas boas doses do que quer que fosse a bebida com luzes no fundo.
Foi quando estava terminando um copo que escutou a voz de Hillary. A ruiva parecia ser alguém que tinha “YOLO” tatuado em algum lugar do corpo, alguém que não o entediaria nem tão cedo. Bem que, se ficasse entediado, poderia apenas olhar para ela. Um sorriso se abriu em seu rosto, enquanto esperava que ela se sentasse para responder. -- Não queria correr o risco de ir para o “boom boom room” com algum cara. -- defendeu-se, tentando esconder um sorriso ao usar como exemplo o que acontecerá com ela. Olhando entre o seu copo vazio e o que ela lhe oferecia cheio, Theo finalmente sorriu de lado, lembrando-se do que haviam falado mais cedo. -- Se bem lembro, era para eu embebedar você, não o contrário. Então, como isso pode ser injusto? -- indagou com diversão, mas pegou o copo que lhe era oferecido. Afinal, jamais deixaria uma mulher esperando.
Ofereceria o meu, é claro. Tenho certeza que ia arrumar algum jeito de te animar.
Eu sou… Imprevisível. Meus amigos adoravam me fazer bêbada porque era sempre eu que animava o resto do povo e acabava fazendo algum coisa que tornava a noite inesquecível. Já não tenho limites sóbria, bêbada então…
Noite inesquecível? Desse jeito você me tenta a passar uma ressaca dos infernos apenas para aceitar a oferta.
Não tenho problema algum com limites, desde que eles não sejam os meus. Só para constar: Isso significa que posso deixar você bêbada?
Olha essas almofadas, é claro que é confortável, é só ignorar as cameras.
Elas tem essas... Aplicações. São bonitas, não me interprete mal, mas parecem ser um tanto pontiagudas.
Agradável, talvez? Porque eu não acho nada agradável saber que minha mãe pode me assistir agora e eu nem vou lembrar daqui uns dias quando tiver acontecendo loucuras dentro dessa casa, porque eu sei que vai acontecer. Onde será que eles colocam as câmeras, uh? Aposto que nessa árvore tem uma e ninguém se ligou ainda.
Okay, parei com meus absurdos. Sou Dianne Fletcher, tudo bem?
Theo Fuller, prazer. E não são absurdos, na verdade, há um pássaro bastante suspeito naquele galho.
Ele está parado a tempo demais. Aposto que mesmo se fizermos uma “caça as câmeras” não acharemos todas.
Bem… Sim. Especialmente se tiver um pouco de bebida misturada. Mas não estou muito preocupada. Prioridade me divertir, depois lá fora controlo os danos.
Eu tenho que perguntar depois disso: Que tipo de bêbada você é? Eu já prometi a mim mesmo não ficar de porre aqui, pelo menos tentar não ficar. Não quero chorar no ombro de todo mundo. Brincadeira, eu só choro no ombro de um único azarado que escolho aleatoriamente.