The Snake Squad ♕
We just didn’t have time to say goodbye, but we just wanted tell you you’re forever in our hearts #thesquadwillneverdie
@magiceve @arendellenellie
Jules of Nature
Keni
Misplaced Lens Cap

⁂
"I'm Dorothy Gale from Kansas"
Sweet Seals For You, Always
Sade Olutola
he wasn't even looking at me and he found me
RMH
Three Goblin Art
Show & Tell

Andulka
Lint Roller? I Barely Know Her
TVSTRANGERTHINGS
todays bird
let's talk about Bridgerton tea, my ask is open

❣ Chile in a Photography ❣
Aqua Utopia|海の底で記憶を紡ぐ
will byers stan first human second
Alisa U Zemlji Chuda
seen from Türkiye

seen from Malaysia

seen from United States
seen from United States

seen from United States
seen from United States

seen from United Kingdom

seen from Germany
seen from United States
seen from United States

seen from United States
seen from United States
seen from United States

seen from Finland
seen from United States

seen from Türkiye
seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from China
@dreamxizzy
The Snake Squad ♕
We just didn’t have time to say goodbye, but we just wanted tell you you’re forever in our hearts #thesquadwillneverdie
@magiceve @arendellenellie
magiceve:
f l a s h b a c k
Era uma verdade. Caso qualquer coisa ocorresse com a princesa, toda Ethereal estaria em completo caos enquanto procuravam. Não dariam um baile. Naquele momento, Maeve sentiu algo estranho, como presságio do que ocorria a Eleonor. Entretanto, uma característica que ela não possuía, nasceu naquele momento: esperança. ❛ Ela pode. Pode ter voltado pra casa apenas para ver sua família, não? ❜ Ela sabia que se Nellie voltasse para Arendelle, não voltaria para retornar a Ethereal outra vez. Ela iria e ficaria. Quando o celular de Isobel apitou, aquela esperança apareceu novamente, como se fosse a resposta de Nellie de que estava presa em algum lugar na grande escola e que em breve estaria com elas. ❛ E o que ela disse? ❜ A resposta veio e não foi a esperada. O rosto de Maeve caiu completamente e seus olhos denotavam a decepção, assim como sua tristeza com o fato. ❛ Ela foi pra sempre? Não vai voltar? ❜ Ainda que brigassem o tempo todo, Maeve gostava da filha de Anna. Não queira que partisse como dissera na primeira discussão das duas.
Desde menina, Izzy sempre fora trabalhada no sentimento. Apesar de medir suas atitudes e calcular suas palavras na intenção de receber elogios ou apenas conquistar pessoas que futuramente fossem lhe beneficiar, a filha de Aurora era a pessoa mais amorosa, prestativa e generosa para com aqueles que considerava verdadeiros amigos. Nellie, Maeve, Rowenna... Aqueles três nomes resumiam tudo o que mais importava para Isobel, junto de sua família. Ela não sabia como, mas elas estavam a frente dos seus sapatos. “Ela se foi para sempre, Maeve.” Izzy não estava chorando, mas seus olhos marejavam quando olhou para a bruxa. “A gente sempre pode visitar Arendelle, mas... Mas....” A voz de Isobel começava a tremer. ‘Mas não seria a mesma coisa’ ela queria dizer, porém, as palavras não saiam de sua boca. Estava falando de sua amiga mais antiga. “Maeve, isso quer dizer que agora somos só nós?”
This is life. Bad things happen. It’s hard. You find your people, you find your person, and you lean on them.
@dreamxizzy
Isobel Madeleine + ZODIAC
July 6th, Cancer Sun, Libra Moon and Leo Rising
magiceve:
❛ Izzy? ❜ Questionou assim que ouviu o seu nome sendo chamado, ainda sem olhar para trás a fim de ver quem desejava sua atenção. A primeira ideia da bruxa logo se provou verdadeira quando a loira se voltou para Isobel e os fios claros caminhavam na sua direção. O sorriso se abriu na face da garota, imaginando o porquê sua amiga demorar demais para estar presente no evento — assim como, também, o fato dela estar menos produzida do que seria as vestes do evento. Não que Izzy estivesse mal vestida. Precisaria de muito para que ela estivesse mal vestida, mas, para os padrões de Isobel, ela estava simplória demais. Apesar de que o vestido era mais do que qualquer camponês usaria. A pergunta sobre Nellie a pegou de surpresa, mas a garota negou. ❛ Não… Na verdade, ela desapareceu. Não tenho visto Nellie desde que fui para Forsaken. Aconteceu alguma coisa com ela? ❜
Com a resposta de Maeve, todas as esperanças de Isobel foram por água abaixo. Teria Nellie deixado-as assim, sem avisar nada? Izzy conhecia a filha de Anna e Kristoff o suficiente para achar que ela nunca faria tal coisa, e acreditar naquilo seria doloroso demais para a Dornroschen. “Eu não sei. Se tivesse acontecido acho que Ethereal já teria se alarmado.” Perder alunos, principalmente filhos dos mocinhos, era algo que jamais ficaria a parte da direção do Instituto. Izzy quase pulou com o susto quando o celular apitou, indicando que havia uma nova mensagem. “’E ela Maeve, ela respondeu.” Por um segundo, a filha de Aurora abriu um grande sorriso, mas ele logo se desfez ao ler a mensagem de Nellie. “Ela... Ela foi embora. Voltou para Arendelle.”
❝ But if I know you I know what you’ll do ❞ ღ Isobel & Maximilian
dornroschenmax:
( flashback )
Era engraçado, ele pensava, que quase sempre a encontrasse por acaso pelo castelo. Bom, talvez não fosse engraçado. De certo, a culpa era dele por não ser um irmão mais atencioso. Estava sempre rondando por aí, e passava mais tempo entre animais e plantas do que com a família. Não era do tipo que convida a irmã para almoços e noites de filme. Ou seja lá o que irmãos atenciosos fazem. Mas Izzy o conhecia, e sabia que não era por mal que vivia no mundo da lua. Ao menos esperava que fosse assim.
Suspirou com a pergunta, como se carregasse um peso sobre os ombros e quisesse derrubá-lo ao chão. “O som das teclas sempre esfriam a mente, não se sinta esquisita por pensar assim.” Disse antes de responder como estava, talvez se esquivando um pouco, ou simplesmente tentando ganhar tempo. Caminhou até o piano, e suas mãos o tocaram com uma espécie de carinho. “Eu estou bem. E você?” As palavras saíram, por fim. Questionou-se sobre até onde Isobel tinha conhecimento de seu noivado. Não sabia se sua mãe havia lhe dito algo e, portanto, não sabia se podia falar do assunto com ela. Era um pouco sufocante guardar segredo por tanto tempo.
Desde pequena, Isobel sempre fora mais ligada do que o irmão mais velho. Na maioria das vezes, com coisas sem importância, como falar sobre o quanto aquela princesa estava confiante no concurso e como quebrou a cara por conta disso. Não gostava muito de assuntos do reino, porém, se seu objetivo era se casar com um príncipe herdeiro e se tornar rainha, tinha que encarar tais assuntos - as reviradas de olhos e bocejos, mas encarava. Mas se tinha uma pessoa que a filha de Aurora realmente se importava com, era Max.
“Estou bem. E falam por aí que você está noivo. Isso é verdade?” Izzy não sabia se devia considerar aquela notícia boa ou ruim. Quem era ela? O que fazia? De que reino? Tudo isso preocupava a loira, tanto pelo lado da garota ser boa para Max quanto se tinha importância judicial. Sabia que era errado pensar dessa forma e já fora alertada disso diversas vezes. O ‘certo’ seria a pessoa se casar por amor, não? Infelizmente, não poderiam se dar ao luxo de pensar assim o tempo todo, apesar de ser o desejo de Isobel: que Max se casasse com alguém que gosta. “Quem é ela?”
nxtsxevil:
“Obrigada Izzy, você também está encantadoramente linda” Disse no tipico tom doce e amigável, tentando não pensar no quanto era confuso ser amiga de mocinhos sendo uma vilã. “Eu faço por paixão mesmo mas… pretendo seguir essa careira, se quiser posso fazer um pra você, o que pretende me dar em troca?” Claro, sempre havia um preço. Rejane conhecia o mundo como era de verdade, sem os felizes para sempre e sem todo o conto de fadas por isso precisava ser calculista e sempre parecer controlar tudo e todos a sua volta.
“Obrigada, Jane.” Izzy sorriu para a filha da Rainha Má. Não era novidade que Izzy não gostava dos vilões e, até certo ponto, tinha preconceito com seus filhos, abrindo uma exceção para Maeve Rumpelstiltskin. Mas Rejane não era agressiva e impulsiva como os outros. Se passaria perfeitamente por uma mocinha. “Acho que você deveria, ganharia muito dinheiro com isso. Obrigada, mas não precisa. Eu costuro também. Inclusive, o meu vestido eu mesma fiz. O que achou?”
junovenuste:
Juno não deixou de analisar as feições da outra, questionando-se o que havia acontecido para que parecesse tão aborrecida. Tentou pensar na melhor das hipóteses, analisando o vestido para ver se não havia nenhuma mancha de bebida que poderiam ter derrubado. Aparentemente não. “Acho que sim, só não estava mais aguentando tanta música alta e pessoas olhando para mim a todo mundo. Tinha esquecido como festas poderiam ser.” Explicou, um sorriso doce aparecendo em seu rosto. Sabia que demoraria certo tempo para que pudesse dançar e beber como antigamente, não ligando para os olhares de várias direções e com os sorrisos que vários direcionavam para a filha da Cinderela. “Mas o que aconteceu?” Perguntou, verdadeiramente preocupada.
Inicialmente, Izzy tentara esconder seu desconforto no baile de máscaras. Tinha ido, primeiramente, para conversar com Maeve sobre o sumiço de Nellie, e depois, para ver se conseguia esquecer aquilo de alguma forma. Vestidos, bailes, sapatos e danças sempre animavam a loira; mas a tentativa havia sido falha. De danças e sorrisos, lá estava ela, sentada num banco de madeira longe de todo mundo. Por sorte, havia encontrado alguém que, aos seus olhos, aparentava ser dócil e compreensiva. Izzy já simpatizara com a loira. “Ah, sempre tem dessas pessoas. ‘E desconfortável mesmo.” Revirou os olhos ao pensar naqueles que nem tentavam disfarçar os olhares. “Uma amiga minha saiu do instituto sem se despedir.” Isobel lançou um sorrisinho de canto para a loira. “Mas nada que não possa ser resolvido. Hoje tem tantas maneiras de manter contato. Você é nova? Nunca te vi por aqui.”
「 ❀ ——┇❛ scars don’t look good on princesses.
rxwenna:
A filha de Rapunzel, finalmente, recebera sua alta! As instruções dadas para os responsáveis da garotinha era para que ela evitasse se expor ao sol por muito tempo durante o dia — embora, sendo filha de quem era, o Sol mais era uma bênção do que algo que lhe tiraria a vitalidade —, assim como não ficasse brincando por tanto tempo, guardando suas forças até o final daquela semana. Dolores iria precisar de uma vigilância para cumprir aquelas recomendações, pois, caso dependesse exclusivamente da pequena criatura, Rowenna não iria seguir nada do que o médico dissera e, em verdade, iria agora mesmo correr em direção da classe de ballet, entretanto, ela possuía alguém responsável ao seu lado. Zephyr segurou-a pelo braço, negando com a cabeça. Aqui fez com que a garota recordasse que não apenas estava impedida de sair porque o médico lhe dizia, como também estava de castigo. ❛ Mas paaaai! ❜ Pediu enquanto era guiada nos ombros do professor pelos corredores, na direção de seus aposentos. Entretanto, recebeu como resposta apenas um: ❛ Você está de castigo. ❜ Antes de ser colocada em seu quarto com alguns livros, enquanto o homem se encaminhava para suas aulas.
Mas, caso Zephyr conhecesse bem sua cria, saberia que Dolores não iria ficar trancada naquele quarto. Mesmo que tivesse consigo uma companhia, ela correu até a janela e abriu, colocando pendurada ali uma Maria Tereza, como se indicasse que havia fugido pela janela. Quando o fez, lançou um objeto de seu baú do outro lado, causando um barulho. Escondendo-se debaixo de sua cama, observou os passos do rapaz que correu para fora, xingando alguns palavrões incompreensíveis. Rowenna saiu de debaixo da cama, limpou a poeira em suas vestes, pegou a Maria Tereza e a guardou no baú, abriu a porta como se nada tivesse acontecido, assim como tornou a fechá-la e, finalmente, rumou para os aposentos de @dreamxizzy, batendo na porta até que sua amiga atendesse. ❛ Izzy! Eu soube que você foi me ver no hospital! Mas eu tava dormindo porque eu tava com muito sono! ❜ E, como se tivesse sido permitida a isso, ela abraçou a mais velha. Rowenna possuía uma grande afeição para com Isobel. Ela fora a pessoa que ensinara à garotinha uma lição muito importante e que iria ser o guia espiritual de Fitzherbert: case-se com um príncipe herdeiro.
Izzy estava em seus aposentos na sala comunal da Armis. Rodava sua roca de fiar, fiando um lindo tecido dourado enquanto cantarolava baixinho uma canção que havia aprendido quando ainda era pequena. Estava sentada, mas pernas cruzadas e a cabeça apoiada na encosto da roca. A saída de Nellie ainda a incomodava um pouco, apesar de ja ter superado em parte e prometido manter contato com a amiga. O quarto da loira estava relativamente arrumado, como sempre o gostava de manter. A cama arrumada num jogo mesclando harmoniosamente o rose, dourado e branco. O tapete estava no lugar sobre o piso de madeira escura, os pratos e panelas arrumados, tirando os cupcakes de limão que assavam no forno nesse exato momento. Quando o forno apitasse, o merengue também estava pronto para ser colocado como cobertura, assim como as raspas de limão para decorar.
Foi interrompida quando ouviu ma batida na porta. Aquela hora, achava que todos estavam em aula; no seu cronograma, estava que era dia de Introdução aos Contos de Fadas, e Isobel preferia dar de cara com Malévola do que voltar na aula daquele professor louco novamente. Deveria ser proibido expor os alunos daquela forma, Izzy pensava. Desde quando uma pessoa sã jogava alunos para o jacaré?! “Row!” Exclamou, logo depois de abrir a porta e reconhecer a filha de Rapunzel. A loira deixou-se ser abraçada pela amiguinha, retribuindo este com outro abraço bem apertado e que indicava preocupação. “Row, você podia ter se machucado muito mais feio! Podia ter morrido, podia... Arg! Porque fez isso, Row?! Assim teriam que encontrar uma bailarina melhor e mais bonita, e não seria tarefa fácil!” Quando Izzy soube da ida de Rowenna para Forsaken, imediatamente pegou o pégaso e voou para o navio. Não era grande lutadora, mas seria útil no quesito cura. Pouco tempo depois da chegada de Rowenna, o forno apirou, indicando que os cupcakes estavam assados. O cheiro de limão invadia o ambiente.
dxmmief:
{FLASHBACK}
❛ É o que acontece quando a gente briga… ❜ O questionamento da outra lhe parecia confuso, pois acreditava que Isobel saberia o que era uma briga. Claro que, por ser apenas uma princesa como qualquer outra, ele não imaginava que ela tivesse sido obrigada a enfrentar uma situação na qual fosse obrigada a ver o sangue de qualquer ser verter por sua face. “Hadrían” a menção do nome do latino fez sua face se contorcer, irado por ser obrigado a referir a ele. O rapaz tomara as dores de sua amiga — algo que Domhnall também o faria caso um de seus amigos fossem ameaçados — e resolvera bater no flautista, mas na cabeça de Flutbreeze agora era pessoal. Stayne não estava envolvida. ❛ Ele veio me bater porque eu resolvi me vingar da amiga dele que espalhou aqueles cartazes pela escola. Aí o cara acha que eu vou ficar parado?! Não, eu bati nele também! Ele tá com a cara tão machucada quanto à minha, aquele merda! ❜ Bufou, mas rapidamente se virou para encarar o rosto da outra. A delicadeza de Isobel era um motivo para que ele se sentisse constrangido por utilizar aquele linguajar. Orgulhava-se da educação que recebera pré-ruas. Sua mãe cuidara para que ele fosse um verdadeiro cavalheiro. ❛ Desculpa a língua ❜, corrigiu-se, levantando as mãos. Notara naquele momento que estava seminu. Tomado pelo constrangimento ainda maior, seu pescoço adquiriu manchas avermelhadas e procurou sua blusa em algum canto. ❛ Você tá vendo uma blusa cinza por aí? Provavelmente com sangue. ❜ Ele saltou da cama, deixando a gaze longe e começando a procurar pela enfermaria suas vestes. Voltara suas costas para Isobel, dando a ela uma visão de todas as cicatrizes que cobriam aquela parte de seu corpo. Domhnall possuía cicatrizes em todos os locais — desde o peitoral até os braços e passando pelas costas, entretanto, curvado sobre o corpo, era possível que Izzy só tivesse uma visão decente das marcas quando ele se colocou de pé.
“Eu sei o que é uma briga. Só não sei porque vocês se metem nelas. Ficam assim depois.” Se referia ao antigo estado de Domhnall. Claro que agora percebia que ele não havia se metido diretamente em uma briga. Era quase da natureza de Izzy falar da vida de pessoas que ela não conhecia ou que não gostava - principalmente este último. No caso de Domhnall, ela não o conhecia diretamente, apenas de vista pelo corredores. Parecia uma pessoa quieta e reservada; ninguém que fosse dar muita abertura para a filha de Aurora falar algo sobre. Agora, arrumara uma briga feia, mas, por algum motivo, Izzy continuava sem se sentir na liberdade de falar algo sobre aquilo. Quando olhava para Domhnall, via serenidade e até calmaria. Não o conhecia, mas imaginava que essas fossem características do garoto. Hadrían... Isobel sabia quem era o garoto. Sorriso simpática e jeitão de gente simples... Nada daquilo enganava Izzy, e a loira continuava a achar que o garoto era um tremendo babaca. Porém, uma das pessoas que mais se queimava em Ethereal, então chegava até ser divertido ter ele no Instituto, principalmente agora que Dastan tinha ido embora e Izzy não tinha mais ninguém para perturbar o juízo. “Eu não conheço o Hadrían mas conheço muita gente que odeia ele. Teve um monte de namoradas e foi um babaca com todas, não é? Eu não duvido. E bateu em você agora, assim, do nada? Ah sim. aquele episódio...” Izzy não tinha opinião formada sobre, afinal, entrara pouco depois da confusão com a filha da rainha louca ter acontecido. Izzy ignorou a palavra chula que havia saído da boca de Domhnall; estava prestando mais atenção nas muitas cicatrizes que cobria suas costas. Com outro gesto, suavizou as cicatrizes do garoto em basicamente noventa por cento. Poderia tirá-las totalmente, mas não sabia se ele iria querer mante-las pelo menos minimamente. “Eu vi sim. Está aqui.” Pegou a camisa da cadeira ao seu lado e a jogou para o flautista.
Maeve reconhecia algumas músicas, mas outras lhe pareciam estranhas demais para que tentasse compreender suas letras e o que cada uma significava. Acabou desistindo de prestar atenção quando alguém apareceu lhe oferecendo um drink que, como qualquer bruxa, ela tomou em suas mãos e inspecionou o conteúdo com olhos de lince. ❛ Eu espero que não tenha nada nessa bebida. Na última festa que teve por aqui, claramente batizaram tudo. ❜ Comentou, referindo-se a festa clandestina dos alunos na qual ela bebida além da conta.
Izzy não olhava muito bem para onde andava; estava com os olhos vidrados no celular esperando a mensagem de Nellie, e estava começando a achar que estava sendo ignorada pela amiga de infância. Não havia se arrumado tão bem para a festa, vestindo somente o básico para um baile, e estava mais preocupada do que queria admitir. Não demorara muito para avistar a filha de Rumpelstiltskin a distância. “Maeve!” Andou em sua direcão, ignorando seu comentário sobre bebidas batizadas. “Você tem visto a Nellie? Não consigo falar com ela.”
Juno mantinha uma garrafa em uma de suas mãos, sentada na parte exterior do castelo. O vento que batia contra suas faces era frio, fazendo com que permanecesse mais alerta; mesmo que tremesse com a sensação, não deixava de pensar em como tudo aquilo fazia com que se sentisse viva novamente. O som do salão, mesmo abafado, ainda era audível de onde estava, mas não pretendia voltar para dentro tão cedo. Olhou para a pessoa que havia parado ao seu lado. “Você pode sentar aqui, se quiser.” Apontou com a cabeça para o lugar ao seu lado. “Eu só… Queria dar um tempo. Faz tempo que eu não tenho isso.”
Izzy estava arrasada. Fazia dias que tentava se comunicar com Nellie, perguntar o porque a amiga não comparecia mais as aulas, nem frequentava o refeitório ou mesmo a sala comunal da Armis. Estaria doente? Com problemas? Não. Havia ido embora. E sem avisar a ela nem a Maeve. Fazia tempo que as três quase não andavam separadas, conversando sobre roupas, sapatos e garotos. E agora a amiga de infância não estava mais com ela. Premeditava sobre isso e fez menção de sentar num banco de madeira quando notou a presença de outra loira ali. “Obrigada.” Sentou-se a apoiou o queixo sobre as mãos. “Olhe só, eu também preciso de um tempo. Talvez estejamos no mesmo barco.”
Rejane esboçou um sorriso antes de girar o corpo lentamente pra que a pessoa a sua frente admirasse seu belo trabalho, estava bastante orgulhosa do resultado mas não podia negar que aquele vestido ficara ainda mais bonito por ser ela a usar. “Então… o que achou?” Perguntou curiosa, não se importava realmente mas se havia algo que gostava era elogios -igual a uma certa vilã/mamãe- e se não fosse da sua beleza pelo menos que fosse de sua costura. “Sim, sim, eu mesma que fiz”
“Achei fantástico! Você está linda, Jane.” Exclamou Isobel, abrindo um sorriso para a filha da Rainha Má. “Você também gosta de fazer vestidos? Poderia ganhar muito com isso, eles são lindos." E eram mesmo. Na maioria das vezes, Izzy gostava de parecer ingênua aos olhos da maioria das pessoas em Ethereal; isso lhe dava vantagem. Mas se aprendera alguma coisa no castelo de Aurora e Phillip foi reconhecer falsidade, conviver com ela e utiliza-la quando necessário - e quando não necessário também.
rxwenna:
Estava no convés enjoada, mas nunca deixaria de notar a aproximação de um cavalo alado. Era noite, não possuía sombra, todavia o vento que fez os fios escuros se movimentarem não era o costumeiro. Ela olhou para cima, vendo o cabelo ser laçado por algumas pessoas que reclamaram a aparição repentina. Naquele momento, ela ouviu um nome: Isobel. Izzy estava no navio! Izzy estava ali! É claro que ela tentou se colocar de pé, mas a tonteira que lhe tomou acabou fazendo com que a garotinha voltasse para o chão e então engatinhasse na direção da outra, mas já perdera Madeleine de vista! Como era tão tola a ponto de perder a outra de vista tão rapidamente? Agora precisaria sujar suas vestes tão límpidas de pirata para procurar pela loira. Acabou o fazendo, sentindo-se um tanto estúpida por engatinhar pelo convés na direção da outra. Assim que erguera seus olhos e vira que o vestido era alinhado demais para não ser Isobel, Rowenna puxou as vestes da outra, indicando que havia alguém no chão. Sentou-se e ergueu os olhos, sorrindo para Izzy. ❛ Eu achei que você não ia vir! ❜ Sua voz indicava que a menininha estava doente, embora nada saísse de seu estômago. Talvez se vomitasse seria mais fácil, mas o estômago não era acostumado a colocar alimentos para fora então parecia incapaz de fazê-lo agora.
Izzy estranhou sentir o vestido ser levemente puxado abaixo de si. Não se demorou em reconhecer Rowenna, e assim que a viu lançou um largo sorriso para a amiguinha, claramente feliz e aliviada por ve-la. “Eu também achei que eu não viria.” Disse Izzy. “Mas o que eu posso fazer se Maeve esta na ilha e você aqui? Fui basicamente obrigada.” Izzy olhou Rowenna por um milésimo de segundo antes de abraça-la. Rowenna era esperta, e Izzy sabia disso como ninguém, mas era inegável que uma menina de 7 anos numa ilha cheia de vilões era preocupante para qualquer um. “Sabe, um tal de Narciso Sei Lá o Que te chamou de pestinha assim, na minha cara, e ainda riu quando te defendi. Não sei se ele estava preocupado com você ou com a própria pele caso o professor Zephyr descobrisse que ele tinha te perdido.” Não precisou de muito para Izzy notar o estado de Rowenna. A viagem a estava deixando enjoada, provavelmente. A filha de Aurora não precisava de muito para ajudar a de Rapunzel; simplesmente tocou a região do seu estômago com a ponta dos dedos. Aquilo resolveria. “Está se sentindo melhor?”
clawsnroses:
Brigitte inspecionava o próprio arco quando escutou os murmurinhos a respeito de um cavalo alado a se aproximar. Caso se tratasse de alguma das autoridades de Ethereal, estavam em sérios problemas. Apreensiva, ela pôs-se de pé, o semblante franzido ao observar o acercar com certa expectativa.Por fim, um suspiro deixou seus lábios, reconhecendo a figura loira. Passado um segundo, no entanto, seu semblante voltou a ser tomado pela confusão. ❝—— Izzy? O que faz aqui? —— ❞ Questionou, estando ciente de seus receios. Apesar da preocupação, orgulhava-se da atitude alheia, enfrentando seus medos a fim de ajudar aqueles que precisavam. ❝—— Fico feliz que tenha vindo. Estou certa de que será de grande ajuda. —— ❞ Completou, com um sorriso largo. ❝—— Será bom contar com seu auxílio para o caso de haver alguém machucado. Sendo assim, acredito que o melhor será que você permaneça na embarcação, não acha? —— ❞ Concluiu após certa reflexão, ainda que tal pensamento fosse motivado pelo desejo de mantê-la a salvo.
Izzy não queria alarmar os tripulantes do navio chegando de pégaso. Tentou ser o mais discreta possível, mas já estava conformada que falhara. Não que tenha feito uma chegada extravagante - longe disso - mas um pégaso pousando num navio não é algo a ser ignorado por quem está nele, principalmente quando os alunos temem uma intervenção da Fada Madrinha. “Ah, Brigitte!” Exclamou a loira, reconhecendo a filha da Bela e da Fera. “Rowenna está aqui. E Maeve na ilha. Eu tinha ficado em Ethereal, mas com elas aqui mudei achei que deveria vim.” Izzy podia ser bem falsa e egoísta quando queria, principalmente com aqueles que não ia com a cara ou que tinham supostamente feito coisas que magoaram ela ou pessoas próximas, mas quando se tratava das pessoas com quem se importava, a filha de Aurora era uma das pessoas mais altruístas e dedicadas. “Eu não sei se todos vão chegar vivos na embarcação, Brig. Acho melhor eu sair.” Ela não queria sair. Não queria se arriscar, arriscar sua vida e sua sanidade numa ilha horrorosa e cheia de vilões em potencial, mas acreditava que aquilo era o certo a se fazer... Não era?
dornroschenmax:
O rapaz apertava os dedos e mordia os lábios de tanta ansiedade. Um pouco de medo, também. Não sabia o que encontraria ao desembarcar, mas queria que acontecesse de uma vez, para que conseguisse fazer alguma coisa. Qualquer coisa. Precisava de alguma distração, e por isso andava de um lado para o outro, falando rapidamente com todas as pessoas sem conseguir demorar-se muito com nenhuma delas. “Izzy.” Suspirou ao vê-la. “Achei que não viria. O que a fez mudar de ideia?” Suas sobrancelhas apertadas mostravam sua confusão inicial, mas estava feliz por ter a companhia da irmã. Pelo menos ela havia mudado de ideia, fosse qual fosse o motivo.
Izzy observava a movimentação das pessoas no navio com o queixo apoiado sobre uma das mãos. Observava os alunos determinados em derrotar os vilões, aqueles que tinham espadas em punhos, machados preparados para o que viesse e os olhos flamejando de determinação. Alguns usavam até magia. Muitas vezes, Izzy se sentia uma grande inútil em batalhas, já que seu poder servia para cura. Estava ali também para renovar quem fosse gravemente ferido, e até achava bom, mas de vez em quando desejava ser um pouco mais corajosa para encarar as coisas de frente. Seu consolo é que não era uma inútil no navio. Quando notou a aproximação do irmão. “Oi Max.” Sorriu para o loiro. “Ah, eu não vinha não. Mas a Maeve está aqui, e ela é minha amiga. Alem disso a Rowenna veio também. Ela tem 7 anos, quanto mais gente cuidando melhor.”
-navio para forsaken
Isobel não sabia se ia ou se ficava. Sim, tinha amigos lá. Sim, tinha que resgata-los e estava tão apreensiva quanto todos os outros que não voltassem bem de Forsaken. Todavia, a loira não sabia nem se ela mesma sobreviveria a viagem, imagine salvar os outros. Esse foi o pensamento que a fez ficar em Ethereal quando o navio saiu. Pouco tempo depois, já estava arrependida. A filha de Aurora podia ser mimada e egoísta, mas deixar seus amigos na mão? Isso não era do seu feitio, jamais. Por isso, pegou um pégaso dos estábulos e voou o mais rápido que pode até alcançar o navio. Se dissesse que não estava com medo, estaria mentindo. Era o primeiro ato heróico que fazia, ato que nunca imaginara que seria capaz de fazer. Mas em pouco tempo no navio, já aceitara sua inutilidade no local. As pessoas acendiam caldeiras, puxavam cordas, liam mapas, olhavam ao longe e ela... bem, ela observava a movimentação do navio. Talvez na hora da batalha ela pudesse curar os seus e garantir que ninguém saísse gravemente machucado, o que era mais do que obvio que aconteceria. Estava envolvida em tais pensamentos, quando percebeu a aproximação de alguém.