Um arrepio subiu da base de sua espinha até sua nuca. Quando era criança, costumava ter pesadelos constantes. Compartilhar um ambiente nem sempre agradável, na verdade quase nunca agradável, com crianças com sonhos e esperanças, a fazia se sentir enraizada naquele local. Apesar da situação ser diferente, por algum motivo teve esse sentimento. Deu alguns passos para trás, olhando para os lados por instinto. — Ha ha. Essa foi boa. Quem foi o felizardo? Como fez? Projeções? —


















