nome completo. bryce rawlins . apelido (s). nenhum pelo qual se apresente . gênero. homem cis . pronomes. ele / dele . idade & aniversário. vinte e quatro anos; já não se lembra mais quando nasceu . nacionalidade. tecnicamente, nasceu nos campos elíseos . parente divino. proserpina . morada. dormitório dois . ocupação. patrulheiro . tempo na ilha. cinco anos .
᯽ ݁˖ 𝐏 𝐄 𝐑 𝐒 𝐎 𝐍 𝐀 𝐋 𝐈 𝐓 𝐘
Bryce almeja um heroísmo ideal, desejando ser um herói tão corajoso quanto aqueles das lendas… Talvez porque ele tem memórias vagas de Belerofonte lhe dando doces quando era criança. Não costuma ser pessimista ou mórbido, mas, depois de cinco anos na ilha, é possível ver falhas na sua fachada de rapaz solícito e esperançoso.
As memórias de antes da ilha são, a esse ponto, pedaços desconexos de uma história nebulosa: o sorriso caloroso como o verão e aconchegante como o outono de sua mãe, a voz tranquila do pai contando-o sobre rituais antigos, o toque do sol verdadeiro na pele quando visitou a superfície, um presente para que ele pudesse se cuidar sozinho, a adrenalina dos jogos de guerra no Acampamento Júpiter… E só. Tudo o que viveu antes, todos os que conhecia e tudo o que era se foi, consumido pela ilha.
A verdade é que, apesar de suas tentativas de se manter otimista diante da situação, Bryce está aterrorizado com tudo aquilo que perdeu, e com o quão perto está de não ter mais o que perder e se tornar mais um dos monstros que habitam o lugar. Quer viver para ver seus pais novamente, para batalhar, se aventurar, amar e, por isso, é capaz de tomar decisões impulsivas e autodestrutivas se acreditar que isso vai ajudá-los a sair dessa situação.
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Tudo o que Bryce sabe sobre sua vida antes da ilha é informação de segunda mão, contada por pessoas que o conheceram antes de sua raptura para a ilha há cinco anos. De qualquer maneira, ele acaba esquecendo novamente algumas semanas depois; costumava demorar mais, mas a ilha parece estar consumindo-o com cada vez mais voracidade.
Sabe que apareceu no Acampamento Júpiter aos dezesseis anos, com uma carta de recomendação de Proserpina e uma história mirabolante sobre como nasceu e cresceu nos Campos Elíseos, tendo a Rainha do Submundo, o fantasma do pai e dos heróis caídos para lhe fazer companhia. Sabe que, nos três anos anteriores a se tornar escolhido, passava os meses de verão em São Francisco e os de inverno no submundo. Mais do que tudo, sabe que seus pais o amavam, e isso é seu maior conforto.
Foi um dos primeiros a chegar à ilha, antes dos amuletos, dos dormitórios e da comunidade. Apenas as instruções de Rachel Elizabeth Dare o guiaram até o grupo diminuto que tentava sobreviver naquele lugar amaldiçoado. Com as lembranças dos atos de heroísmo daqueles com quem cresceu nos Campos Elíseos ainda frescos na memória, decidiu que queria ser um herói como eles. Candidata-se a todas as patrulhas, missões de reconhecimento, carregar móveis, ajudar novatos e a qualquer outra coisa que possa fazer para ajudar. Entre perdas e novas chegadas, Bryce permanece. E pouco a pouco, a ilha o consome.
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Decadência ──── Nascido quando Proserpina estava no submundo, os poderes de Bryce refletem a decomposição que precede a primavera. É capaz de induzir o apodrecimento acelerado de matéria orgânica, sendo especialmente eficaz contra vegetação e flora, mas ainda é eficaz (em menor escala) contra criaturas; tudo o que é feito com matérias inorgânicas, como construtos, é imune aos efeitos. Antes da ilha, era poderoso o suficiente para apodrecer membros inteiros com um toque, mas agora é limitado a causar pequenas úlceras pútridas em criaturas mais vulneráveis e, nas mais poderosas, os efeitos não passam de algo parecido com náusea.
Resistência Micótica ──── Bryce é imune a toxinas fúngicas, bolores e venenos de origem orgânica, e é capaz de detectar esporos suspensos no ar ou em alimentos.
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Todas as criaturas estão à mercê dos encantos da deusa do amor e da beleza. Recebida por um capricho de uma das deusas mais caprichosas, a bênção de Vênus permite que Bryce ative uma aura irresistível o suficiente para distrair o inimigo e fazê-lo hesitar, deixando-o desprevenido, inclusive contra monstros. Isso pode ser por meio de um aroma encantador para a criatura, de uma aparência que lembra um mestre respeitado ou até mesmo da voz da pessoa amada. Na ilha, o encanto não se sustenta por mais de dois segundos e demanda uma quantidade desproporcional de energia, podendo ser usado cerca de duas vezes ao longo de um dia antes de levar à exaustão.
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Uma forquilha de quatro pontas, forjada em ferro estígio, com entalhes que representam flores de asfódelo e narcisos, emanando o brilho roxo escuro característico do metal infernal. Uma das poucas memórias que Bryce retém é que a arma foi presente da mãe, assim que ela o levou à superfície pela primeira vez.
É uma arma de média distância, com o cabo do tamanho de uma hasta romana e empunhada de maneira semelhante, sendo majoritariamente de estocada e de controle dos golpes inimigos durante a batalha. Por ser totalmente de metal, o peso exige que seja usada com duas mãos para ser manejada da melhor maneira.
Abaixo do read more, você vai encontrar algumas ideias de possíveis conexões que tenho em mente e que gostaria de desenvolver pro Bryce! Todas são relativamente vagas e abertas de propósito, pois imagino usar elas como um ponto de partida e discutir os detalhes conforme o personagem.
connection 1 (acampamento júpiter) ──── Muse A e Bryce eram próximos, e elu foi uma das pessoas que sofreu com seu sumiço... Apenas para se encontrarem na ilha, anos depois. O único problema é que já havia passado tempo suficiente para que Bryce tivesse perdido suas memórias de Muse A, tornando o que deveria ser uma reunião calorosa em um momento desconfortável.
connection 2 (na ilha há 4 anos ou mais) ──── Uma coisa que Muse B e Bryce compartilham é o grande azar de estarem entre os primeiros escolhidos pela ilha. Apesar de suas possíveis diferenças ou semelhanças, não tiveram escolha senão apoiarem-se um ao outro, formando uma parceria forjada no fogo.
connection 3 (prole de proserpina / perséfone) ──── Muse C mal pôde conter o choque ao ouvir que o irmão tinha crescido no submundo, tão próximo de sua mãe divina, enquanto a maioria dos semideus nunca coloca os olhos nos pais. Uma pena que, quando perguntou, Bryce já não se lembrava de nada para lhe dizer.
connection 4 ──── Bryce está sempre disposto a ajudar em tudo e Muse D também. Os dois têm uma certa rivalidade sobre quem consegue ser mais útil no dia a dia da ilha, que geralmente se materializa em competições estúpidas por coisas sem importância, como turnos de patrulha ou carregar objetos pesados.
connection 5 (acampamento júpiter) ──── Muse E e Bryce têm um passado, e pela maneira como elu evita e lança olhares mortais na direção do filho de Proserpina, não é nada de bom. O problema? Bryce não faz ideia do que aconteceu, e todas as suas tentativas de perguntar são respondidas com hostilidade.
connection 6 ──── Quando Muse F chegou na ilha, Bryce foi designado pelos líderes para acompanhar e ajudar o semideus a se acostumar com sua nova situação. Seja a relação deles positiva ou negativa, até hoje Bryce tem um sentimento de proteção com Muse F.