Será que o que eu vejo no espelho é o que é? Será que o outro me vê como sou ou é interpretação dos que seus olhos já viram?
-LMC
Sweet Seals For You, Always
Mike Driver
Misplaced Lens Cap

titsay

Kiana Khansmith
🩵 avery cochrane 🩵
Show & Tell
d e v o n
"I'm Dorothy Gale from Kansas"
The Stonewall Inn
Cosimo Galluzzi

@theartofmadeline
occasionally subtle
Game of Thrones Daily
2025 on Tumblr: Trends That Defined the Year

Product Placement

shark vs the universe

No title available

tannertan36
No title available
seen from Austria
seen from Russia

seen from United States
seen from Colombia
seen from United States

seen from Bahrain

seen from Romania

seen from Bangladesh

seen from India

seen from Türkiye

seen from Denmark
seen from Brazil
seen from United States
seen from Croatia
seen from Thailand

seen from Türkiye
seen from Bangladesh
seen from Romania
seen from India
seen from United States
@energy-vital
Será que o que eu vejo no espelho é o que é? Será que o outro me vê como sou ou é interpretação dos que seus olhos já viram?
-LMC
Hoje arquivei vídeos na qual me expus. Se expor, principalmente sua dor, não é uma tarefa fácil. Eu arrisquei. Publiquei e, claro, recebi retornos de pessoas dizendo que eu estava com depressão. Óbvio que falar sobre sentimentos de dor é algo que atiça o olhar julgador das pessoas. Todos estão acostumados a falar de skincare, rotina de treinos, saúde mental, meditação, espiritualidade, mas ninguém fala da parte difícil de ser humano. Temos nossas dores, e elas são tão desafiantes. Eu expus a minha escrita, algo que só eu e Deus compartilhamos.
Desisti? Ou só dei uma pausa?
O primeiro eclipse lunar eixo lua em virgem e sol em peixes está realmente mexendo em cada celula do meu corpo. Cada parte líquida e firme do meu corpo agitam dentro de mim.
É como se elas não conseguissem colocar todo esse movimento para fora, então eu sinto muito.
Chorei. Corri na esteira. Falei com gente que não devia. Arquivei meus vídeos de escrita da rede social.
Enfim, ainda tô sem entender o que está acontecendo. Só estou seguindo o fluxo das minhas emoções - e isso é um grande erro.
A razão?
Não faço ideia do que seja. Espero encontrá-la logo!
-LMC
Embalagem de bolacha de aveia
Ainda guardo um pedaço de uma embalagem de bolacha de aveia que comprei lá em Porugal. Do mercado que eu mais gostava de ir; o Auchan. Cada parte de mim guarda alguma lembrança de lá. E voltar a morar no Brasil me dá o conforto que lá sempre sentia falta: o conforto de ter a família perto. Mas quando que deixamos de sentir falta de algo na vida? Relembrar momentos que vivenciei em Portugal é como estar sentada em uma cadeira bamba, num ambiente meia luz e na minha frente está um projetor de filme, que está rodando no telão a outra vida que vivi em Portugal. Os lugares novos que conheci, a alegria e a sensação de aquilo dar sentido a minha vida. A gratidão de conhecer e construir memórias com pessoas que quero levar para toda vida. Estar onde estou é desconfortável, mas algo me mantém ali, e acredito que seja as lembranças que continuam iluminando minha visão. É tão bom estar no passado, mas eu não vivo mais lá. Por isso quando digo que existe diversos tipos de lutos, penso em moradias também. Ao mesmo tempo que indico que todos deviam experienciar uma vida lá fora, você precisa estar preparado - claro que isso é subjetivo demais, até porque nossa espécie ainda precisa passar pelo teste para aprender. Mas esteja preparado para viver ao máximo aquele cenário da sua vida, evolua o que precisa ser amadurecido em você. No entanto, saiba pertencer a si. Nunca fique em lugares pelos outros ou por fuga. Esteja lá sabendo que como ser humano você tem o direito de amar a vida, e isso inclui absorver a abundância deste planeta. Sem aquela pressão de estudar, trabalhar e construir coisas. Saiba silenciar e escutar as ondas do mar, o som da gargalhada - nem que seja solo -, sinta os bons ventos, porque eles sempre chegam. Tempos secos existem para a gente beber a água da sabedoria. E essa é a mais valiosa da existência planetária. Por isso, permaneça na instabilidade, porque sei que uma hora ela vai trazer a luz para direção certa. Parar é tão importante quanto o movimento. Respeita-se.
Hoje eu acordei meio esquisita. não sei. eu estava lendo sobre signos de fogo e lá dizia que eles são muito sonhadores, que vivem sonhando e acreditando numa vida mágica e idealizadora. e isso pode virar até uma sombra, porque a vida precisa ser construída, as coisas físicas da vida tem que ser estruturada. já o fogo quer faísca e incêndio. e como uma emissão de calor, deseja ultrapassar seu corpo físico e vencer as barreiras da vida. quer tirar esse lado robótico de ser. de estar. é como se quisesse fugir da realidade, no entanto, é ela que te mantém entre o meio, ela que cria casa, relacionamentos, prazer material e família. a minha dor precisa ser cutucada sinto que ela é a única que e escutada e quem sabe transformada; a minha vida e a dos outros. acredito que eu ser assim não é por acaso, essa vontade de ver o melhor desse planeta. a Terra, composta por oceano, tempestades, comida, culturas, seres humanos, vegetação rica e a praia de Odeceixe… Isso é o que se vê. imagino que o que ninguém vê é muito maior. é muito mais significativo. até porque é o que dá sentido ao que se vê: é o sentir, é o sonho secreto, é a alma viajante, é as palavras não ditas, é o não silenciado, é o sorriso largo, é a energia que sente quando alguém ou coisa te atinge sem nem mesmo dizer uma palavra, é as lágrimas que sai de dentro, é o sonho realizado , é quando você se coloca em primeiro lugar. e é isso que as pessoas que nascem com essa energia de fogo acentuada dentro de si, desejam. acessar o que ninguém vê e dependendo dos outros aspectos do seu mapa, uns conseguem, outros vivem insatisfeitos. e muitas vezes nem sabe dizer o que sentem. mas tudo se resolve para todos os terráqueos é acreditar nos seus sonhos. porque são eles que te movem e de alguma forma o criador do universo recompensa o que dão voz ao que sentem. pois é esse caminho que leva ao poder dentro de si e esse poder transforma uma geração inteira.
“O dois riram em uníssono, com a boca, com os olhos e o coração. O passado, o presente e o futuro faziam eco no tempo. Era destino.”
-LMC
Flor de lótus
Ser mulher é nascer junto com a vulnerabilidade. Um mundo flor de lótus, que se move na órbita de sonhos e gravita na dor: não dá pra ser diferente. A força e o pensamento da mulher molda uma realidade através do pensamento, e se mudarmos a forma de nos vermos, de admirar nossa sensibilidade, veremos que a terra será muito mais fértil. E a mais linda flor renascerá. A mulher unida é um campo minado, ninguém entrará nesta batalha se não estiver preparado para sentir. Porque a vulnerabilidade te isola, e quando ela a usa como uma dor curada, todo um planeta enxerga e vibra.
-LMC
Eu amo o sol. Mas quando ele se põe e da espaço para lua é como se dentro de mim o sol acendesse. Talvez a liberdade de olhar para o céu de cara limpa, sem medo de machucar a pele. Totalmente entregue as estrelas e o ar gelado das sombras da noite que de alguma forma abraçam as minhas. Elas se conversam e sem machucar, elas se entendem. E nessa conversa há a paz de mais um dia se foi; "não precisa ter pressa, aprecie a beleza de apagar o que te incomoda quando a luz te relembra a todo instante".
-LMC
lembranças
Dizer adeus à coisas, pessoas, lugares e momentos, doem. É muito difícil. Despedidas são tão complexas, mas as vezes é necessário. No entanto não quer dizer que você deixou de amar ou de querer fazer parte. É como se você quisesse fazer parte enlouquecidamente, mas não tem mais. Não te pertence mais. O que você tem é o agora - ainda bem. E você é grata, só que tem algo que chama lá dentro do peito de vez em quando. Um lugar lá dentro que ninguém vê, mas você sente, e muito. Que por um instante o ar falta, mas depois ele aparece. Porque tem que voltar, é preciso seguir, e esse caminho é solo muitas vezes.
-LMC
Parece que estou dançando com os astros e as estrelas. Sinto que meu corpo e alma são guiados pelo infinito e o invisível do planeta terra. E isso é imensurável em palavras, só consigo sentir e compreender.
- LMC
Porto, Portugal
É bom sentir quando você tem algo que é só seu. Um espaço interiorizado. Um apartamento (dividido, mas ainda é meu). Utensílios de cozinha. Um vaso no meio da mesa da sala de jantar que você apoia o Kindle para ler enquanto come. Um caminho até a academia, que já peguei sol, chuva, vento frio e quente. O mercado que já sei onde fica a granola, o chocolate 80%, e as fileiras que preciso evitar para não me tentar a comprar besteiras. O ponto de ônibus que é a três minutos de casa, onde sempre saio antes disso, porque sempre acho que é mais longe do que acho ser. O shopping Arrábida que passei a gostar, onde passei boa parte da vida dizendo que não gostava de shopping, e esse me dava paz. Não entendo porque. E as vezes que combinava com a Malu de treinar: “vamos treinar hoje?”, “bora”. E então ia até o ponto de ônibus sempre com meu fone de ouvido e escolhia a trilha sonora do trajeto. Teve muitas vezes que ia agradecendo por ter a oportunidade de viver aquilo, tudo aquilo. Parava no ponto Gonçalo Correia e ia até o pequeno shopping Cidade do Porto. Ia até o mercado dentro do shopping para comprar água e as vezes tomar café enquanto a esperava - eu sempre chegava antes. E o treino todo era risada, caretas, desabafos, e até choro já teve (e não era porque o treino estava pesado, na verdade, quase nunca era um treino pesado). Aquele momento era um “ainda bem que tenho você quando tudo lá fora está um furacão”.
O Mercado Bom Sucesso era o point de encontro, bebi mais cerveja lá do que a minha vida toda. Passei a gostar cerveja por causa da Malu, mas notei que não me fazia bem, me dá insônia. E já fui em mais balada em uma noite do que minha vida toda, junto com o Antônio, fomos em quatro festas de Halloween em uma noite. Dancei muito, o que me relembrou o quanto gosto de dançar. E com o Antônio também já fui a um encontro linguístico. Era um ambiente para conhecer pessoas e praticar línguas, eu acabei ensinando mais português do que falei inglês (que era o intuito). Mas na minha mesa tinha francês, duas italianas e o Antônio da Angola. Me senti num filme, foi especial.
Comecei a fazer mestrado na Universidade do Porto, pude voltar a estudar mesmo depois de quatro anos sem entrar no meio acadêmico, e eu sempre gostei de ser estudante, na escola e da vida.
No Porto foi isso. Foi viver em três meses o que queria experienciar em algum momento da vida, que achava improvável acontecer.
Mas claro que não foi só memórias boas. Não seria Vida se não tivesse os momentos sofridos e desafiantes, porque é neles que eu mais percebo a potência interior que habita em mim. Reconheço minha força e fortaleço ela mais um pouco. E foram caminhos solos. Eu e Deus, especificamente, e como é bom estar totalmente entrega a Ele!
Vivi o que tinha pra viver, os momentos felizes me deram gás pra continuar, e os tristes para confirmar que coisas precisavam ser mudadas ou ressignificadas dentro de mim, amém.
Lembrar de quem é Larissa ainda está sendo um grande desafio de autoconhecimento da minha vida, já que 2025 foi um ano de encerramento de muitos ciclos e tive que me abrir para o novo.
A Vida de imigrante meio que confunde seu centro de direção. E parece que a caixinha do “qual o meu propósito?”, fica próximo da caixinha “lar” e fica tudo conturbado.
Mas basicamente sou uma mulher de 29 anos e não sei o que fazer da vida, voltei para casa dos pais, sem dinheiro, sem expectativas. Só entrei no avião e esperei que passasse por um caminho no céu que cruzasse com um portal que me levasse a uma ilha paradisíaca. Onde lá encontraria meus amigos espirituais e me dissessem que tudo que vivi era um teste. Agora eu ia voltar a cinco anos atrás e poderia fazer escolhas diferentes se eu quisesse. Ia ser maravilhoso (ou não?!). Bom, não dá pra fugir, mas ainda bem que podemos começar, quantas vezes tivermos coragem para isso.
Enfim, voltei para o Brasil de qualquer maneira. Para meu lar, para os meus vínculos mais essências nesta vida. Família. Voltei a posição de filha e irmã. E é muito bom aprender ainda mais nesta posição, e agora com um novo olhar sobre a vida e os valores reais. Claro que estou em constante aprendizado, mas posso dizer que minha bagagem voltou mais pesada sim. E só eu sei o valor desse peso, ninguém nunca sentirá o mesmo peso que eu, por mais que eu diga ou demonstre. Até porque o meu mundo interno ninguém tem acesso. Certas coisas precisam e vão ser sempre mistérios, e é isso que nos torna únicos.
Vou voltar para o país verde, amarelo, azul e branco. O país que eu nasci, que não sou imigrante, sou cidadã. A língua que me entendem e eu entendo. A cultura brasileira que amo.
Onde sou pertencente.
E agora abro uma página em branco.
Respiro fundo e confio.
- LMC
Eu gosto de números ímpares
Se na vida estamos sempre em busca de um par, pelo menos internamente posso ser ímpar.
-LMC