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Inserção de novas mídias nos planos de aula de Fernanda de Amorim - Lucas T. e Theodora
Plano de Ensino - Flávia Witt
Planos de ensino revistos com a inseção de novas mídias - por Isabela e Laila
Resenha Crítica do TCE de Flávia Witt
Resenha Crítica do TCE de Flávia Witt
Após Flávia apresentar em todas as suas metodologias, suas observações e explicações de como expôs a atividade propostas juntamente com suas realizações em sala de aula, acreditamos que Flávia foi amplamente diversificada em suas avaliações como docente perante uma classe com 20 (vinte) alunos, onde o maior foco em si, não é o assunto passado, mas como isso acrescenta na vida acadêmica e empírica do aprendiz.
Nas atividades para o 6ª ano do Ensino Fundamental na escola em que ministrou, percebemos no quanto a graduanda priorizou não só o entendimento dos alunos, mas sua livre produção do trabalho fazendo o mesmo trabalhar a sua criatividade, pondo em prática não só seu repertório (do que ele já sabia) nos textos publicitários, como também o que aprendeu no momento de aula colocando seu senso crítico na obra, assim como demonstra na passagem da página 31: “Ao tratar do gênero discursivo publicitário com os alunos durante as aulas, foi possível reconhecer como o gênero é desenvolvido, reproduzido e qual é a sua intenção”. Perante a esta narrativa, muitos alunos, depois do desenvolvido das atividades, constam que esta atividade “abriu” seus olhos pois eles “nunca tinham parado para analisar elas [propagandas no dia a dia]”.
Outro ponto que chama atenção é como Flávia Witt deu sua singela atenção à leitura e a importância dela durante a realização das atividades, pois foram por meio delas que os estudantes entenderam que a intenção em textos publicitários, vão além a léxicos, mas também a cores e outros tanto fatores que incluem em uma obra.
Assim como se destaca em uma passagem, a “leitura é a interação com o mundo” (pg. 35).
A ideia de trabalhar em um idioma, deixou toda a sensação crítica e de desafios maiores e mais pertinentes para que o trabalho seja realizado e melhor avaliado para que a resposta seja aliada à pergunta de investigação. Visto que a própria Flavia Witt descreve que em alguns momentos, os alunos sentiram-se inseguros fazendo com que algumas apresentações fossem em português caso preferissem. E em uma das perguntas dos questionários, é visto que os alunos tiveram uma pequena dificuldade no processo de criação, “pois não estavam acostumados a criarem seu próprio texto em inglês ou trabalharem manualmente nas aulas de língua inglesa” advertindo-nos da sua pouca eficiência ao ensino bilíngue e sua pouco universalização do contato língua estrangeira-aluno.
Como uma das últimas análises, Flávia nos conta como foi a experiência docente no primeiro ano do ensino médio perante aos seus objetivos traçados. Ela conta que as atividades tinham as mesmas propostas para ambas as séries, a diferença entre elas se mostrava na idade, maturidade e repertório adquirido pelo aluno. Este que ela prova em suas atividades fazendo o estudante elaborar textos publicitários sobre assuntos mais densos como homofobia, preconceito racial, manipulação da mídia, padronização da beleza, entre outros.
O foco nas atividades para a turma de ensino médio era sobre debates, persuasão do leitor e mecanismos linguísticos, fazendo-os perceberem e compreenderem os anúncios e sua produção. Assim, os alunos que produziram seus conteúdos, não só exercitaram a sua criatividade como também adequou e melhorou sua retórica, reflexão, interpretação, ideias, opiniões e sua leitura, inclusive no idioma inglês. Por assim, demonstrado, Flavia comenta que eles se tornaram leitores autônomos e produtores conscientes e reflexivos, atingindo, inclusive, o seu objetivo acadêmico e respondendo suas perguntas de investigação.
“Ler é uma negociação entre o conhecido, que está em nossa cabeça, e o desconhecido, que está no papel; entre o que está atrás e o que está diante dos olhos.” – pg. 32
Por Luiza Lima Grilli e Lara Marquardt 2ª ano de Letras
Univille Universidade
Podcast - Planos de Aula de Flávia Witt, por Isabela e Laila
Acadêmicos: Ana Carolina Schlickmann, Fernanda Arruda, Gabriel L. Corrêa, Jennifer Bretzke Meier, Paula Figur
Resenha do plano de aula do TCE de Fernanda de Amorim “Notícia e conto: uma experiência sensível”
A etapa inicial do plano de aula enquanto na regência de turmas de EF (7º e 9º ano ) consistiu na apresentação do gênero textual que seria abordado: o artigo de opinião, a mediação do conteúdo permitiu à graduanda de Letras a análise dos conhecimentos prévios da turma. Finalizada a sondagem de conhecimento, os estudantes foram divididos em cinco grupos para a leitura de artigos de opinião que abordavam temas pertinentes a sua idade, a interação promovida pela troca de conhecimentos entre os membros do grupo permitiu que o aprendizado fosse dinâmico e dialético.Os temas do artigos distribuídos aos grupos se referiam a questões como namoro e/ou gravidez na adolescência.
Após a leitura compartilhada foi possível perceber que os estudantes do sétimo ano estavam familiarizados com o gênero textual porém desconheciam seus elementos constituintes; já os estudantes do nono ano conseguiam perceber melhor quais as características próprias de um artigo de opinião.
Baseada nas particularidades de cada uma das turmas, a acadêmica optou por dar uma aula expositiva a respeito do tema, logo em seguida foi aplicada uma atividade que consistia em colar post-it’s (notas adesivas) em uma cartolina indicando a estruturação correta de um artigo de opinião. O sétimo ano se mostrou muito disperso e alheio ao que fora proposto pela professora, já o nono colaborou com a atividade.
Outra atividade proposta foi a distribuição de novos artigos de opinião, os quais deveriam ser organizados na sequência correta, e os estudantes deveriam elaborar um título de acordo com o tema abordado no texto. A acadêmica ainda propôs que cada estudante escrevesse um artigo de opinião sobre “Jogos online”.Uma vez corrigidos os trabalhos e permitida a reescrita, foi possível perceber que os estudantes compreenderam o gênero textual.
DO MUNDO DA LEITURA PARA A LEITURA DO MUNDO - PLANO DE AULA 01
Paulo Roberto Fernandes
Lucas Bartzik
Plano de aula é um instrumento de trabalho no qual o professor planeja a atividade que desenvolverá em sala de aula. De acordo com Marco Aurélio da Silva, membro da equipe do site Brasil Escola, o plano de aula funciona como um instrumento no qual o professor aborda de forma detalhada as atividades que pretende executar dentro da sala de aula, assim como a relação dos meios que ele utilizará para realização das mesmas. De maneira bem sintetizada pode-se dizer que o plano de aula é uma previsão de tudo o que será feito dentro de classe em um período determinado. Segundo Karnal (2012, p. 23):
O plano da sua aula deve estar entre dois mundos: o fossilizado e o invertebrado. Se for um roteiro minucioso e passo a passo, parecerá sempre fossilizado e duro. Se nada houver e você confiar no carisma, aquele dom que falha quando mais necessitamos, ficará desarticulado.
Empós tais considerações já podemos com mais propriedade analisar o plano de aula 01 elaborado pela acadêmica de Letras, habilitação Português e Inglês, UNIVILLE, Camila Zoelnner Ziebarther, realizado no ano de 2016, sob orientação da Professora Marly Kruger de Pesce, no qual se propôs trabalhar a intertextualidade em diferentes gêneros textuais para desenvolver a compreensão leitora.
A estrutura do plano de aula utilizado está de acordo com os modelos existentes e que geralmente servem de base para o planejamento. Nele Camila apontou seu objetivo geral e específicos, informou o conteúdo a ser ministrado e detalhou os procedimentos na qual a aula seria desenvolvida. Propos avaliação, mencionou os recursos a serem utilizados durante a aula e apontou suas referências bibliográficas.
O plano em si foi bem elaborado, no entanto, há que se ter cuidado para não fossilizar demais o planejamento, o que nos remete a advertência de Karnal (2012) sobre os planos de aula não serem duros demais. Nota-se que Camila pormenoriza até a quantidade de minutos que utilizará em cada parte do planejamento. Essa preocupação embora necessária, pode pôr em risco o objetivo da atividade, uma vez que a prática geralmente não coincide com a teoria, especialmente na questão temporal, e, por tal motivo, há que se ter cuidado para não ficar adstrito ao plano de aula a ponto de impedir que os alunos assumam suas tarefas dentro de seu ritmo.
Este trabalho é uma resenha do segundo capítulo do TCE (trabalho de conclusão de estagio) de inglês da aluna Flavia Machado Witt do 5º ano de Letras – Português e Inglês da Univille realizado no ano de 2015.
O TCE completo consiste em seis capítulos, destes apenas dois são numerados como capítulos e os outros sendo apresentação, considerações finais, referencias e anexos. Os capítulos contextualização do estagio e regência possuem subcapítulos. Aqui falaremos sobre o segundo capítulo, no caso a regência.
O capítulo regência possui quatro subcapítulos intitulados proposta da intervenção, fundamentação teórica, metodologia e análise da prática pedagógica. Os subcapitulos fundamentação teórica e análise da prética pedagógica possuem respectivamente quatro e dois subniveis.
No subcapítulo 2.1 proposta da intervenção, Witt fala sobre as motivações de se trabalhar com gêneros textuais nas escolas, sobre a necessidade de interação com o aluno produtor/leitor. A autora também especifica seus objetivos gerais e especificos e sua pergunta de motivação.
O objetivo geral do projeto, de acordo com a autora é “ Desenvolver a leitura crítica por meio do gênero textual publicitário”, seguido então pelos seis objetivos específicos relacionados ao reconhecimento do texto publicitário, identificação de sua finalidade, reflexão sobre seu conteúdo, identificação dos elementos linguísticos e visuais, elaboração de uma peça cartaz publicitário de acordo com os conceitos anteriormente vistos e avaliação das características dos cartazes elaborados. Com esses objetivos a autora tinha como intenção responder sua pergunta de investigação que era “De que maneira a leitura do texto publicitário possibilita o desenvolvimento da leitura critica do aluno?”.
Já no subcapítulo 2.2 subnível 2.2.1 intitulado concepção de linguagem, Witt fala sobre o domínio da língua, linguagem como construções sociais necessárias para o desenvolvimento do indivíduo. No subnível 2.2.2, prática de leitura, é falado sobre a leitura em língua estrangeira como um modo de aprendizado e intercomunicação que precisa ser prático para que aja entendimento completo do aluno. Nos subníveis 2.2.3, gêneros textuais em sala de aula, e 2.2.4, gênero textual anúncio publicitário, a autora explica os conceitos de gêneros textuais, gêneros textuais para o estudante de língua estrangeira, gênero textual anúncio publicitário e fala também das necessidades culturais que podem ser trabalhadas com o gênero publicitário nas aulas de língua.
O subcapítulo 2.3 de Witt fala sobre a Metodologia da regência do estágio, falando sobre as aulas que foram ministradas e o passo a passo do que foi feito em sala como, por exemplo, as perguntas de incentivação feitas aos alunos e as atividades produzidas pelos mesmos.
Já no 2.4, análise da prática pedagógica, a autora analisa as práticas realizadas e verifica se estas responderam suas pergunta de investigação a qual foi explicitada no subcapítulo 2.1.
Nos subníveis 2.4.1, ensino fundamental, e 2.4.2, ensino médio, Witt fala sobre as aulas regidas no sexto e primeiro ano respectivamente, sobre seu objetivo de desenvolver a leitura crítica através do gênero textual publicitário, sobre os planos de aula utilizados nas seis aulas ministradas em cada turma e sobre os resultados dos questionários aplicados com os alunos ao final do período de regência.
Boas referências e domínio do assunto a ser trabalhado é essencial para a montagem de um bom planejamento de aula. Transmitir esse conhecimento aos alunos de forma prática auxilia no entendimento e traz para o aluno exemplos de utilidade do assunto passado em sala de aula, fazendo com que o estudante leve esse conhecimento adquirido em sala de aula para seu dia a dia.
Lara Marquardt e Luiza Lima Grilli – Acadêmicas do segundo ano do curso de Letras – Português e Inglês da Universidade da Região de Joinville - Univille
Podcast Cap. 3 - TCE de Flavia Machado, por Isabela e Laila
O GÊNERO TEXTUAL PUBLICITÁRIO E SUAS POSSIBILIDADES DE LEITURA (CAP III)
Fernando José Martins
Luana Kostantiuk
O terceiro capítulo do Trabalho de Conclusão de Estágio de Flávia Machado Witt começa com as considerações finais, e então as referências, e os anexos que compõem grande parte do trabalho.
Nas considerações, a acadêmica refletiu sobre o trabalho que descreveu anteriormente, o processo do estágio e sua importância para o futuro professor. Flávia comenta como foi aplicar a parte teórica que aprendeu durante os anos do curso de Letras, e manteve o olhar para o aluno, um cidadão em transformação para tornar-se crítico e reflexivo. A interação e poder estar inserida em sala com os alunos e professores fez com que o período fosse enriquecedor para Flávia, a aplicação do plano de aula, para ela, foi um momento desafiador, mas pode-se tirar muito proveito para o futuro em sala de aula.
Depois das considerações, temos as referências, que em ordem alfabética, revelam as fontes que foram utilizadas para fundamentar o trabalho.
E então, os anexos, divididos pelo Ensino Médio e Ensino Fundamental, além da parte “burocrática” entre a acadêmica e a instituições de ensino (Universidade e Escola onde os estágios foram feitos).
Nos anexos, há a carta de apresentação do estagiário à escola, o termo de compromisso e o registro de integração das horas do ECS. Há, também, os planos de aula e slides utilizados pela acadêmica no Ensino Médio e Fundamental. Os questionários que foram aplicados e os formulários de acompanhamento da regência do estagiário.
Depois de todos os documentos e materiais que dizem respeito ao período de estágio, nos anexos há, também, os formulários de acompanhamento de seminário de TCE, que são os comprovantes de que a acadêmica assistiu, durante seus anos de curso, outras bancas de TCE.
DO MUNDO DA LEITURA PARA A LEITURA DO MUNDO (CAP III)
Paulo Roberto Fernandes
Lucas Bartzik
Chega-se finalmente ao final do TCE de Camila Zoelnner Ziebarther. Na verdade, não é bem um terceiro capítulo, pois todo o conteúdo foi explanado em dois únicos capítulos: O primeiro foi Contextualizando o Estágio e o segundo a Regência. Agora resta a análise das considerações finais e resgatar o conteúdo através dos anexos que materializaram a obra.
Não se há muito o que falar de uma consideração final, pois trata-se de um depoimento subjetivo da acadêmica que em sumas palavras apresentou sua visão geral sobre o próprio trabalho, o quanto significou e não mais importante a revelação do resultado a que se propunha durante a realização do estágio.
Deste modo, a acadêmica concluiu o TCE com muito aproveitamento, uma experiência, que segundo ela, sem dúvidas foi desafiador, bem diferente de sua rotina de trabalho, e exaustivo, mas valeu a pena.
Toda a materialidade do conteúdo produzido pode ser comprovada através dos anexos que corporificam o trabalho das páginas 56 a 131. Já no primeiro anexo a acadêmica informou seu planejamento para a execução do estágio. Na sequência nos proporciona o conhecimento de sua apresentação a Instituição Concedente do estágio, através da carta de apresentação da professora coordenadora do departamento de Letras. Anexou também, o termo de compromisso de estágio assinado pela Instituição Concedente, pela Univille e pela Acadêmica. Passada essas formalidades, colacionou seus registros de observação do campo do estágio, incluíndo anexos da proposta que foi executada em sala de aula, bem como das produções dos alunos. Anexou também o formulário de acompanhamento da regência do ensino fundamental e médio. Anexou ainda, os acompanhamentos das apresentações de TCE’s de outros acadêmicos.
O trabalho apresentado pela acadêmica Camila Zoelnner Ziebarther representa para os leitores e acadêmicos que passarão por esta fase, um alento, uma vez que, exprime não só as dificuldades enfrentadas, mas sobretudo, a superação dos desafios e a certeza que com muita dedicação e amor à profissão é possível transformar. Pois como bem diz ela: “Ainda tenho muito o que aprender, mas estou no caminho certo: o de constante aprendizado e busca por novos meios que é a profissão do professor”.
Este trabalho é uma resenha do segundo capítulo do TCE (trabalho de conclusão de estagio) de inglês da aluna Flavia Machado Witt do 5º ano de Letras – Português e Inglês da Univille realizado no ano de 2015.
O TCE completo consiste em seis capítulos, destes apenas dois são numerados como capítulos e os outros sendo apresentação, considerações finais, referencias e anexos. Os capítulos contextualização do estágio e regência possuem subcapítulos. Aqui falaremos sobre o segundo capítulo, no caso a regência.
O capítulo regência possui quatro subcapítulos intitulados proposta da intervenção, fundamentação teórica, metodologia e análise da prática pedagógica. Os subcapítulos de fundamentação teórica e análise da prática pedagógica possuem respectivamente quatro e dois subníveis.
No subcapítulo 2.1 proposta da intervenção, Witt fala sobre as motivações de se trabalhar com gêneros textuais nas escolas, sobre a necessidade de interação com o aluno produtor/leitor. A autora também especifica seus objetivos gerais e específicos e sua pergunta de motivação.
O objetivo geral do projeto, de acordo com a autora é “desenvolver a leitura crítica por meio do gênero textual publicitário”, seguido então pelos seis objetivos específicos relacionados ao reconhecimento do texto publicitário, identificação de sua finalidade, reflexão sobre seu conteúdo, identificação dos elementos linguísticos e visuais, elaboração de uma peça cartaz publicitário de acordo com os conceitos anteriormente vistos e avaliação das características dos cartazes elaborados. Com esses objetivos a autora tinha como intenção responder sua pergunta de investigação que era “De que maneira a leitura do texto publicitário possibilita o desenvolvimento da leitura crítica do aluno?”.
Já no subcapítulo 2.2 subnível 2.2.1 intitulado concepção de linguagem, Witt fala sobre o domínio da língua, linguagem como construções sociais necessárias para o desenvolvimento do indivíduo. No subnível 2.2.2, prática de leitura, é falado sobre a leitura em língua estrangeira como um modo de aprendizado e intercomunicação que precisa ser prático para que aja entendimento completo do aluno. Nos subníveis 2.2.3, gêneros textuais em sala de aula, e 2.2.4, gênero textual anúncio publicitário, a autora explica os conceitos de gêneros textuais, gêneros textuais para o estudante de língua estrangeira, gênero textual anúncio publicitário e fala também das necessidades culturais que podem ser trabalhadas com o gênero publicitário nas aulas de língua.
O subcapítulo 2.3 de Witt fala sobre a Metodologia da regência do estágio, falando sobre as aulas que foram ministradas e o passo a passo do que foi feito em sala como, por exemplo, as perguntas de incentivação feitas aos alunos e as atividades produzidas pelos mesmos.
Já no 2.4, análise da prática pedagógica, a autora analisa as práticas realizadas e verifica se estas responderam suas pergunta de investigação a qual foi explicitada no subcapítulo 2.1.
Nos subníveis 2.4.1, ensino fundamental, e 2.4.2, ensino médio, Witt fala sobre as aulas regidas no sexto e primeiro ano respectivamente, sobre seu objetivo de desenvolver a leitura crítica através do gênero textual publicitário, sobre os planos de aula utilizados nas seis aulas ministradas em cada turma e sobre os resultados dos questionários aplicados com os alunos ao final do período de regência.
Boas referências e domínio do assunto a ser trabalhado é essencial para a montagem de um bom planejamento de aula. Transmitir esse conhecimento aos alunos de forma prática auxilia no entendimento e traz para o aluno exemplos de utilidade do assunto passado em sala de aula, fazendo com que o estudante leve esse conhecimento adquirido em sala de aula para seu dia a dia.
Lara Marquardt e Luiza Lima Grilli
Acadêmicas do segundo ano do curso de Letras – Português e Inglês
Universidade da Região de Joinville - Univille
Resenha TCE Flávia Capítulo II - Isabela e Laila
Resenha do 2º capítulo do TCE de Flávia Machado
No segundo capítulo de Trabalho de Conclusão de Estágio de Flávia Machado, “O gênero textual publicitário e suas possibilidades de leitura”, a mesma argumenta acerca da regência tratando-se de um momento enriquecedor para a prática docente. Flávia prossegue fazendo o embasamento teórico de sua proposta, citando autores os quais defendem a leitura como formação crítica. A autora também defende a produção textual como forma construtora de sentido mundo. Nessa perspectiva, ela propõe o ensino dá língua inglesa com base em gêneros textuais. Como exemplo, Flávia cita o texto publicitário, o qual dispõe de elementos cuja linguagem é verbal e não-verbal, estabelecendo uma relação de significação entre as partes. Este artifício, segundo a autora, possibilita o desenvolvimento das habilidades de leitura e escrita em língua estrangeira. Flávia também traz uma problemática: seria o uso do texto em língua estrangeira apenas para o estudo da gramática e vocabulário, deixando em segundo plano a relação leitor-texto. Para superar esta questão, a autora propõe o uso de textos diversificados, daí a importância do trabalho com variados gêneros textuais. O papel do professor, portanto, seria não somente ensinar a gramática e o vocabulário, e sim estabelecer estratégias de leitura crítica. Avançando no segundo capítulo de seu trabalho, a autora fundamenta teoricamente o seu projeto de uso do gênero textual publicitário para o desenvolvimento da habilidade leitora dos alunos no ensino de língua inglesa. Para tal, Flávia cita Bakhtin e seu conceito de dialogismo, o qual afirma que todo enunciado é atravessado por diversas falas dos indivíduos, uma vez que é por meio do diálogo que ocorrem as trocas de experiências e conhecimentos. De maneira mais aprofundada, a autora cita teóricos cujas contribuições colocam a leitura como processo ativo. Segundo Pesce (2002), leitores eficazes sabem o que estão lendo e para que estão lendo, para assim a leitura fazer sentido. Flávia também cita Marcuschi a fim de defender o uso de gêneros textuais em sala de aula. Além disso, a autora situa o gênero textual publicitário em específico, afirmando que o anúncio publicitário é argumentativo por excelência. Dessa forma, o texto publicitário vem carregado de ideologia, a qual permite a condução de argumentações acerca de sua força persuasiva. Flávia Machado, então, explana sua metodologia, como por exemplo introduzir o gênero publicitário aos alunos do 6º ano do ensino fundamental fazendo os seguintes questionamentos: o que seria um anúncios publicitários? Onde as propagandas são encontradas? De quais propagandas você mais se recorda? Passando pela análise de propagandas entregues aos alunos, análise gramatical e de vocabulário e discussão sobre as características do gênero, foi proposto aos alunos a produção de um anúncio publicitário. Por fim, foi aplicado um questionário a fim de avaliar se seus objetivos foram alcançados na turma. A autora progride no texto apresentando o plano de aula das turmas do 6º ano, mostrando também gráficos e resultados obtidos com a proposta que foi concretizada em sala de aula.
Análise do Capítulo 2 do TCE de Fernanda de Amorim.
DO MUNDO DA LEITURA PARA A LEITURA DO MUNDO (CAP II)
Paulo Roberto Fernandes
Lucas Bartzik
No primeiro capítulo a acadêmica, Camila Zoelnner Ziebarther, iniciou seu Trabalho de Conclusão de Estágio, através da observação das aulas, de acordo com o que preceitua o PPP, Curso de Letras-UFSC. Diga-se de passagem, foi uma minuciosa observação que barganhou importantes informações para o desenvolvimento de sua regência.
No segundo capítulo do TCE, cujo título “Do mundo da leitura para a leitura do mundo” a acadêmica mais uma vez relata sua experiência com estagiária sendo professora regente em quatro turmas: Duas no ensino fundamental (7º e 8º ano) e duas no ensino médio (1º e 2º ano) da EEB Rudolfo Meyer. Descreve com muito detalhe a prática pedagógica que desenvolveu, utilizando como proposta a Intertextualidade como instrumento para a compreensão leitora. Fundamentou muito bem seu tema do projeto com autores conceituados e baseou-se sobretudo no PCN 1998, os quais contribuíram para ratificar a importância deste instrumento a ser praticado na sala de aula.
No que pese a metodologia utilizada a acadêmica menciona que tanto para o ensino fundamental, quanto para o ensino médio, os planos de aula foram similares, modificando apenas o vocabulário e o nível de dificuldade das séries. Tal postura adotada mostra que a acadêmica estava segura na proposta de aulas, e, portanto, teria grande chance de acerto na prática pedagógica, uma vez que considerou muito a observação prévia para aplicação do conteúdo e da ferramenta utilizada.
Nas 12 horas/aulas a acadêmica além de ministrar o conteúdo proposto, pode fazer novas observações, cujas informações lhe sustentariam para futuros planejamentos. A análise da prática pedagógica também foi desenvolvida para cada nível de ensino. Nesta parte do TCE a acadêmica teve a oportunidade de relembrar e reviver cada momento em que passou em sala de aula. Discorreu em toda a análise sobre a importância da leitura para o aprendizado, sendo que para que isso fosse compreendido pelos alunos foi proporcionado a eles, pela professora regente, diferentes gêneros textuais, como peças publicitárias com imagens e chamadas criativas para estimular a compreensão da correlação entre imagem e texto. Tirinhas e músicas também foram utilizados.
Segundo a acadêmica a estratégia proporcionou um perceptivo progresso dos alunos ao interesse pela leitura referente a Língua Inglesa. Tal afirmação não é difícil perceber, já que menciona nestas análises que os alunos foram bem participativos e aguardavam com expectativas pelas próximas atividades e pelas próximas aulas.
Por fim, concluído seu intento, realizou a aplicação de um questionário a todas as turmas com o objetivo dos alunos avaliarem as aulas. As perguntas elaboradas foram bem pertinentes ao tema do projeto e contribuíram para que ela pudesse alcançar seu objetivo geral e responder sua pergunta de investigação de como a intertextualidade pode contribuir para que os alunos realizem a compreensão textual. Já os objetivos específicos foram sendo alcançados aula por aula com a evolução da aprendizagem dos estudantes. De fato, segundo denota-se pela análise do questionário e da regência que o objetivo geral que era promover a intertextualidade presente em diferentes gêneros textuais para desenvolver a compreensão dos alunos, utilizando suas habilidades de leitura e escrita foram alcançados de forma que eles conseguiram realizar a compreensão de texto na língua estrangeira, ato no qual, eles pensaram e comentaram que não conseguiriam.
O capítulo 2 do TCE foi desenvolvido de forma pormenorizada e eficiente, capaz de fazer o leitor compreender e pensar sobre como as estratégias de ensino pode mudar o conceito e o interesse que os alunos têm em aprender uma segunda língua. Um desenvolvimento capaz de estimular novos acadêmicos em processo de regência, na busca de novas propostas de ensino que contribuirão para a ampliação do processo pedagógico do ensino de nível fundamental e médio.
Resenha/ TCE
Acadêmicos: Ana Carolina Schlichmann, Jennifer Bretzke Meier, Fernanda Arruda, Gabriel Corrêa, Paula Figur
Resenha: “Do mundo da leitura para a leitura do mundo” de Camila Zoellner
Em seu Trabalho de Conclusão de Estágio de Língua Inglesa, Camila Zoellner (acadêmica do 5° ano de letras) contextualiza o estágio ao descrever o campo de estágio, as aulas, o funcionamento da escola, professores e comportamento dos alunos.
A instituição escolhida para aplicação do estágio foi a Escola de Educação Básica Rudolfo Meyer, situada no bairro Floresta em Joinville (SC), na qual a acadêmica pode fazer uma análise da estrutura física da e educacional. Quanto às instalações, notou-se a necessidade de reformas internas e externas, como trocar a rede elétrica e hidráulica, muito comprometidas em razão do tempo, assim como a construção de rampas de acesso para pessoas com deficiência; apesar disso o ambiente era limpo e decorado de modo a favorecer a aprendizagem dos estudantes.
A observação das aulas de Língua inglesa, se deu nos dias 15/03, 17/03 e 22/03 de 2016 e somou o total de sete horas/aula, durante este período foi possível observar diferentes práticas pedagógicas dentro de sala de aula. De maneira geral, todas as aulas de Língua Inglesa do Ensino Fundamental houve uma rápida revisão das lições passadas em aulas anteriores. Em alguns casos a professora elaborou um warm up, explicou o conteúdo de modo expositivo e distribuiu atividades a serem feitas e coladas no caderno.A professora desenvolveu uma sequência de início, desenvolvimento e conclusão.
As turmas de ensino fundamental usavam como apoio o livro didático It Fits, embora houvesse a explicação da professora, esta era por vezes limitada, ao se manter restrita ao sentido literal das palavras do livro-texto.
As turmas de Ensino Médio utilizam o livro High Up , que trabalha diversos gêneros textuais e estimula os estudantes. No período de observação foram abordados em sala de aula temas relacionados às Olimpíadas do Rio e países participantes cujas línguas nativas eram o inglês. A professora não obrigou seus alunos a apresentarem os trabalhos diante da turma, com o objetivo de respeitar os mais tímidos, também buscou utilizar comandos em inglês durante a aula a fim de incentivá-los. Apesar dos esforços, os alunos do Ensino Médio se mostraram mais resistentes ao cumprimento das regras, como não utilizar o celular em sala de aula e uso obrigatório do uniforme. Este primeiro capítulo explicita como a organização da escola influencia nas práticas pedagógicas.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
ZOELLNER, Camila. Do mundo da leitura para a leitura do mundo. TCE- Curso de letras, Univille. Joinville, p.2-17, 2016.
ANÁLISE DE WITT | TCE de Letras - Inglês
Este trabalho é uma resenha do primeiro capítulo do TCE (trabalho de conclusão de estágio) de Inglês da aluna Flavia Machado Witt do 5º ano de Letras – Português e Inglês da Universidade da Região de Joinville (Univille) realizado no ano de 2015.
O TCE completo consiste em seis capítulos, destes apenas dois são numerados como capítulos e os outros sendo “Apresentação”, “Considerações finais”, “Referências” e “Anexos”. Os capítulos que contextualizam o estágio e a regência possuem subcapítulos. Aqui falaremos sobre o primeiro capítulo somente, este que aborda sobre contextualização do estágio.
Os capítulos que contém a contextualização do estágio possuem dois subcapítulos, ambos são intitulados como “observação de estágio”.
Nos subcapítulos 1.1 observação de estagio, Witt fala sobre as documentações entregues à escola, sobre a observação do espaço físico e sobre as concepções filosóficas da mesma.
A autora escreve brevemente sobre as aulas de inglês que foram assistidas, sete no ensino médio e sete no ensino fundamental, sobre os PCNs e seus objetivos quanto à observação desses pontos nesse primeiro momento. Witt também fala sobre a instituição na qual realizou estágio, sobre o ano de criação, reconhecimento, equipe gestora, quantidade de alunos, horários de aula, descreve também a estrutura da escola detalhando pontos como quantidades de salas, localização da biblioteca, limpeza do ambiente escolar. A aluna/ estagiária também analisa o PPP da escola, esta apresentando sua missão junto à sociedade e os projetos extracurriculares propostos.
Já no subcapítulo 1.2 faz observações sobre as aulas de inglês assistidas, número de alunos em sala, comportamento/interesse dos mesmos em relação à aula de inglês, metodologia adotada pelo professor e assuntos que foram passados nas datas de observação.
As observações da autora foram bem detalhadas, dando a ela uma noção bem grande dos parâmetros e métodos de trabalho dos funcionários e professores da escola. Uma boa primeira análise do ambiente escolar ajuda ao professor interagir com os estudantes e também planejar metodologias mais efetivas para que as aulas sejam mais bem aproveitadas.
Um bom primeiro contato com o ambiente, material e conhecimento do perfil da sala que irá ministrar torna o professor mais confiante do que se passa ao seu redor, transmitindo essa confiança para seus estudantes. Esse conhecimento em relação ao ambiente de trabalho além de melhorar o desempenho e te deixar mais seguro reduz a chance de cometer erros e constrói um melhor relacionamento entre professores, alunos e equipe gestora permitindo melhores atividades interdisciplinares.
Lara Marquardt e Luiza Lima Grilli
Acadêmicas do segundo ano do curso de Letras – Português e Inglês
Universidade da Região de Joinville - Univille