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@escritoradequinta
Houve uma mudança de planos e eu me sinto incrivelmente leve e feliz. Descobri tantas coisas. Tantas, Tantas. Existe tanta coisa mais importante nessa vida que sofrer por amor. Que viver um amor. Tantos amigos. Tantos lugares. Tantas frases e livros e sentidos. Tantas pessoas novas. Indo. Vindo. Tenho só um mundo pela frente. E olhe pra ele. Olhe o mundo! É tão pequeno diante de tudo o que sinto. Não dá mais para ocupar o mesmo espaço. Meu tempo não se mede em relógios. E a vida lá fora, me chama.
Caio Fernando de Abreu. (via allaxg)
E ela vive muitos romances. É cheia de amores e histórias pra contar. Com um livro sempre na bolsa, repete à si mesma que é feliz assim. Quando lhe perguntam sobre os namorados, ela desconversa e diz que não quer ninguém. No fundo, no fundo, todos sabem que é medo. Medo de amar, de se entregar, de se machucar, de começar outra vez. Ela nunca foi boa em recomeços, enquanto todos já estavam com suas páginas viradas, ela se encontrava sem conseguir mudar de capítulo. Pelo menos com os livros ela tem o que sempre quis ter, a certeza de que tudo vai ficar bem. Mas na realidade, ela é só e não gosta disso, mas repete à si mesma que é feliz assim.
— Escritora de Quinta, Tatiane Santana.
Parabéns São Paulo pelos seus 460 anos!!! (via Agência Agile)
This is spartaaaaa! Ou this is chupetaaaaa! Ou this is um bebê fofo mesmo.
22 de janeiro, 6 anos sem Heath Ledger.
"E será que no fim estaremos juntos?" Comecei o meu diário com essa pergunta que pensei que seria retórica, mas estou até agora a encarando e pensando nas probabilidades disso acontecer. Os sentimentos não são fáceis de lidar, sabe? Decidi que começaria um diário com a intenção de deixar trancado nele tudo que sinto, como uma maneira de evitar que algum sentimento escape, que alguma lágrima caia quando eu estiver em algum lugar que não se deve chorar, essas coisas. Até tenho chave, se quer saber, pra trancar tudo lá. Mas ainda não consegui passar por essa pergunta. Não consigo imaginar o que vem depois dela. É como se milhares de respostas viessem a tona e eu não conseguisse me concentrar em uma. Estou aqui, parada, toda catatônica, pensando se ainda estaremos juntos no final. Metade de mim se anima, faz dancinhas da vitória e imagina nós dois morando naquela casa que imaginamos ter. Outra metade cruza os braços e com desprezo me mostra tu feliz, morando na mesma casa que imaginamos ter, só que com outra loira qualquer deitada ao teu lado na cama. E é tudo tão confuso, porque eu quero acreditar que no fim ficaremos juntos, assim como também quero poder virar a página e ficar junto com outro alguém que vai me fazer mais feliz que tu, mas é complicado. Acho que vou acabar jogando esse diário fora e continuar do jeito que sempre continuei, com os sentimentos indo e vindo sem aviso nenhum e sem nenhum calmante para eles. Quem sabe um dia eles cansem de ficar indo e vindo de sabe lá de onde eles vêm.
— Escritora de Quinta, Tatiane Santana.
Cinema é melhor pra saúde do que pipoca! Conversa é melhor do que piada. Exercício é melhor do que cirurgia. Humor é melhor do que rancor. Amigos são melhores do que gente influente. Economia é melhor do que dívida. Pergunta é melhor do que dúvida. Sonhar é o melhor de tudo e muito melhor do que nada!
Luís Fernando Veríssimo. (via coutes)
”Partir o coração do outro é a coisa mais natural do mundo. E só acontece porque a gente espera uma coisa e recebe outra. Isso se chama expectativa. Quando ela não é correspondida dá um vazio dentro do peito. Isso se chama decepção. E tudo isso existe desde que o mundo é mundo. Só precisamos aprender a lidar. Confesso que tento diariamente.”
Clarissa Corrêa. (via coutes)
Não sei como alguém consegue fechar a janela sem observar os tons do céu. Eu adoro quando é fim de tarde e as nuvens ficam meio rosadas, acho lindo. Me dá uma paz grande, daquelas que chegam metendo o pé na porta do coração, sem bater nem nada. A paz chega e se instala como se fosse de casa há tempos. É aí que eu vejo claramente: tem gente que desaprendeu a enxergar.
Clarissa Corrêa. (via desfrutar-se)
As pessoas possuem cicatrizes. Em todos os tipos de lugares inesperados. Como mapas secretos de suas historias pessoais. Diagramas de suas velhas feridas. A maioria de nossas feridas podem sarar, deixando nada além de uma cicatriz. Mas algumas não curam. Algumas feridas podemos carregar conosco a todos os lugares, e embora o corte já não esteja mais presente há muito, a dor ainda permanece… O que é pior, novas feridas que são horrivelmente dolorosas ou velhas feridas que deviam ter sarado anos atrás mas nunca o fizeram? Talvez velhas feridas nos ensinem algo. Elas nos lembram onde estivemos e o que superamos. Nos ensinam lições sobre o que evitar no futuro. É como gostamos de pensar. Mas não é o que acontece, é? Algumas coisas nós apenas temos que aprender de novo, e de novo, e de novo…
Grey’s Anatomy. (via meus-erros-e-acertos)
Ele passou a achar um motivo para suas piadas sem graças, o riso dela. Poderia ficar horas a fazendo rir daquele jeito só dela, aquela risada boa de se ouvir que aos poucos ia diminuindo até chegar em um “ai ai”. Era sempre assim, ele reparou. Ela ria, chorava e no final dizia “ai ai” como quem quisesse registrar aquele riso. Daí não demorou muito e ele passou a reparar no olhar, nas mãos que viviam a mexer naquele cabelo meio-a-meio que ele gostava, mas que implicava só pra poder ver ela de bico e tentando defender a causa de gostar de ter só as pontas do cabelo de cores diferentes. Então ele pensou: “Céus, já estou reparando até no cabelo dessa doida, onde é que vou parar a partir de agora?”. E sabe, os “céus” até poderia responder a pergunta dele, mas no fundo, ele já sabia a resposta. É que todo mundo sabe que começa reparando no sorriso, depois no olhar, depois nos gestos e quando se percebe, tu já passou o dia todo memorizando tudo da doida ou do doido da vez, só pra não perder nenhum detalhe importante. Vai entender, ele ainda a chamava de doida, mas estava doido também… Por ela.
— Escritora de Quinta, Tati Santana
”Amar é uma confissão. Amar é justamente quando um sussurro funciona melhor que um grito. Amar é não ter vergonha de nossas dúvidas, é falar uma bobagem e ainda se sentir importante. É lavar louça e nunca estar sozinho. É arrumar a cama e nunca estar sozinho. É aquela vontade danada de andar de mãos dadas durante o dia e de pés dados durante a noite.”
Fabrício Carpinejar. (via desfrutar-se)