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@existe-uma-teoria-popular
Iansã… Meu orixá, estrela-guia Tu és a própria ventania Que em meu terreiro Sempre louvo, em meu congá Tu és… A moça linda, és formosa És minha mãe, és linda rosa Do jardim de suspenso de Pai Oxalá Guerreira… És minha força, és minha fé Trago comigo seu axé E o misticismo da Bahia Louvo… Seu lindo relampiar Que ilumina o meu passar… Senhora da ventania Louvo o vento, louvo o raio Louvo o relampiar Saravá santa guerreira Saravá seu jacutá Louvo o vento, louvo o raio Louvo o relampiar Saravá santa guerreira Saravá seu jacutá! Ah, Iansã…
Epa hei oya! (via 123cantigas)
7Trigo
Caboclo não tem caminho para caminhar. Caminha por cima das folhas, por baixo das folhas, por todo lugar 🎼
Por cima das folhas, por baixo das folhas, por todo lugar 🎼 okê caboclo
Saravá Cabocla Okê Cabocla
E assim, aos poucos, ela se esquece dos socos, pontapés, golpes baixos que a vida lhe deu, lhe dará. A moça — levanta e segue em frente. Não por ser forte, e sim pelo contrário: por saber que é fraca o bastante para não conseguir ter ódio no seu coração, na sua alma, na sua essência. E ama, sabendo que vai chorar muitas vezes ainda. Afinal, foi chorando que ela, você e todos os outros, vieram ao mundo.
Dom Casmurro. (via p4r4normal)
Nunca sequer gostei de refrigerante na vida, mas semana passada fui ao médico e ele proibiu terminantemente de beber. Saindo do consultório, me veio a vontade louca de tomar um gole e sentir aquele líquido gaseificado e aromatizado artificialmente passando pela minha garganta. No outro dia, nada mais já me importava na vida a não ser esse bendito fruto proibido. Eu só tinha olhos para o refrigerante. Só pensava no refrigerante. Acordava e ia dormir querendo refrigerante. Não por gostar, mas por saber que eu não posso. É mais ou menos assim com você.
Iolanda Valentim. (via inverbos)
Me conta de você, por onde andou, quem amou, quem esqueceu, quem você espera. Me conta mais da sua vida, quem sabe eu encontro um cantinho pra ficar. Quem sabe sou eu quem falta nesse teu coração. Me conta tudo, tenho tempo.
Caio Augusto Leite. (via divindade)
Tava na mata tava trabalhando, tava na mata tava trabalhando. Cabocla Jandira passou me chamando, cabocla Jandira passou me chamando. Eu vou, eu vou, onde ela mora. Ela mora nas águas de nossa senhora. Quando ela vem, ela vem trabalhar, ela é a cabocla Jandira, é da tribo de Já.
(via praquemedeboanoite)
Sou quente como o fogo, livre como o vento e densa como a terra.
Iansã. (via aquarela-nordestina)
meu vizinho tava ouvindo marcelo camelo e eu fiquei esticada na janela chorando, porque queria te cantar e te contar tanta coisa. e eu tento me distrair com outras coisas, juro. tô de férias, mas já respondi 72 questões de química, to lendo um livro com 500 páginas. já tentei fazer amigos, dietas, planos. o problema é que no fim do dia quando eu escuto marcelo e lembro de você alguma coisa em mim desaba e dói e ainda assim sorri.
ps: vermelho é minha cor favorita (por você e por Iansã).
🌿🌿🌿🌿🌻🌻🌻☁🌊🌎🙌
‘Quando se é da umbanda, tudo é do Santo. Até as cores ganha significados de Orixás, o mar vira Iemanjá, o Rio vira Oxum, a comida que chega, Oxóssi quem traz. O aço do medalhão que carrego, Ogum quem me deu, até a argila que uso para me lambuzar traz ponto de Nanã para completar. Quando se é do Santo, nenhum ato é de graça, nem mesmo a nuvem que passa, passa despercebida, foi Iansã quem levou… Quando se é macumbeiro, nao se teme cemiterio, pede bênção pra entrar pois é a casa do mais velho. E la dentro sinal de respeito é Atotô. O ciclo da vida virá Oxumaré. A máscara que caiu, a desilusão, a recompensa e a mentira que se desmentiu foram os olhos que Xangô abriu. A voz que não falha, a intuição que parece minha, escuto para me corrigir e a mão que vem me acariciar é velha e é preta, tem cheiro de fumo e gole doce de cachaça. Preto Velho curandeiro ta aqui pra me segurar. E por sorte tudo isso se junta nas encruzilhadas da vida ou da esquina que junta a rua da minha casa com a rua do Exu pra me guiar - que esse não se perde no caminho - e pra me lembrar que tudo que vai nessa vida, tem hora pra voltar e que se for eu quem precisar levar, ta ele aqui pra me ajudar…’
Autoria desconhecida Foto creditos olhar de um cipó
Vida de um Médium Então Sexta - Feira ele saiu apressado do escritório. Antes de entrar no carro recusou o convite para um copo de cerveja com o pessoal do trabalho. Ouviu uma ou duas piadas mas nem se importou, já estava acostumado com aquela situação. Seus amigos não entendiam a tamanha dedicação que ele tinha por sua religião. Chegou em sua casa e foi direto se preparar para o banho, seus pensamentos já estavam todos focados no que aconteceria naquela noite. Passou pelo quintal e pegou uma vasilha com um líquido de ervas dentro. Ele havia preparado no dia anterior, e deixou lá tomando sol e sereno. Alguém lhe dissera que isto potencializava energia daquele macerado . Banho tomado, líquido com as ervas no corpo derramado, e lá estava ele. Já nem parecia mais o executivo de terno e gravata, celulares e compromissos importantes. Todo de branco, cabelo sem gel e uma felicidade estampada no semblante. Beliscou um pedacinho de pão caseiro que estava sobre a mesa, pois naquela noite não iria jantar. Olhou no relógio como quem calcula minuto por minuto para não se atrasar. Coração já começara a bater mais forte, pois a semana inteira esperou por este dia. Voltou ao quintal e entrou em algo que parecia um quartinho. No local, em cima de algumas prateleiras forradas com toalhas brancas, imagens, pedras, velas, incensos e um curioso bem estar. Acendeu uma vela branca bem ao centro, fez suas orações pedindo à espiritualidade que lhe acompanhasse. Olhou para a imagem de um índio que estava na prateleira ao lado, e, em silêncio, como quem fala com o olhar, pediu para ele também lhe acompanhar. Bateu a cabeça naquele altar, respirou fundo e sentiu as batidas de seu coração aumentar. Logo já estava lá, uma casa simples, porém, muito bem organizada. Na entrada se curvou como quem cumprimenta alguém. Abraçou seus amigos, pediu a benção para uma senhora, guardou uma mochila que trazia com ele. Bateu a cabeça em algo muito parecido com o altar que ele tinha em sua casa, mas bem maior. Posicionou-se como que fazendo parte de um círculo de pessoas. Todos em silêncio, em oração. Estava ele em uma corrente de irmãos. Fora da corrente, pessoas se acomodavam em bancos. Novos, velhos, pobres, ricos, brancos, pretos e amarelos. Não havia distinção. Todos seriam atendidos naquela noite. Reunião de pessoas encarnadas e desencarnadas, em nome do amor. Uma lata perfurada, com ervas sobre a brasa, é passada de um lado para outro. Nesta hora seu coração ficou sereno. Não está mais ansioso, está entregue de corpo, alma e pensamento. Pedindo a Deus que faça dele seu instrumento. Mais adiante, depois de algumas canções e palmas, ouve-se uma letra que fala das matas, dos nativos da floresta. Seu pensamento se volta até a imagem do índio com quem trocou olhares em sua casa. Sente então uma presença ao lado, e mesmo sem nada ver, sabe que é ele que está ali. Sabe que ele lhe escutou, atendeu seu pedido e lhe acompanhou. Nesse momento seu coração novamente disparou. Toda a espera da semana, as preparações que antecederam este momento e a recusa do copo com o pessoal do trabalho. Seu mentor unido a ele espiritualmente para mais uma noite de caridade, mais uma noite cumprindo sua missão. Mais uma noite na VIDA DE UM MÉDIUM DE CORAÇÃO. Vida de um Médium Vida de médium que respeita, ama, e tem fé. Vida de médium que se conduz nos ensinamentos, e que agradece o que tem ao seu redor, que és abençoado e ganga bênção sempre, pois sabe que ser médium é amor.
Casa de Oração e Caridade Mãe Maria Conga. Sacerdotisa Heloísa (via filhadasfolhas)
“Não tenha medo de ser você mesmo. Todo ser humano está sujeito a desvios, erros e sublimações. O universo não tem limites e nada como se deparar com o novo, o inusitado, o imprevisível.”
Elisa Bartlett. (via desfolhada)
O amor acaba sim! Amor é amor até quando se ama, quando se deixa de amar, simples, fim. V.
Eu tenho milhares de erros. Mas quer saber? Um (uns?) dos meus melhores acertos foi sempre acreditar. Sim, acreditar. Na vida, nos meus sonhos, em mim, em dias bonitos, em finais felizes, em contos de fadas, em anjos, em tudo que faz o meu coração acalmar. Quem diz que tudo que eu acredito não existe pra mim é burro. Um completo burro, ignorante e que não sabe nada da vida.
Clarissa Corrêa. (via calibrador)
Mas é tão bom você virar para o lado e ver alguém. Mais do que isso até, e que ás vezes, o que você necessita mesmo, com urgência, é de alguém puxando teu braço, te sacudindo e falando que você está fazendo tudo errado. Você precisa de alguém que faça você seguir frente sem olhar para trás. Alguém que sinta sua falta. Alguém que não vai embora, e muito menos que vai te deixa para trás no momento que você vai mas precisar. Você precisa de alguém que se importe o suficiente para te falar a verdade, alguém que te faça se sentir seguro.
Fernanda Gomes. (via calibrador)