A gente se vê por aí, a gente se cruza em qualquer outra histórinha de amor. E que tal a gente se rende? Que tal a gente se entende?

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A gente se vê por aí, a gente se cruza em qualquer outra histórinha de amor. E que tal a gente se rende? Que tal a gente se entende?
Lembro-me da ultima vez que a gente se falou, alias de quando eu falei por mim e por você. Lembro-me vagamente, mas lembro. Lembro que você só acenava com a cabeça, e sorria. Demostrava claramente que eu incomodava e que não estava prestando atenção. Aquilo me doía, eu falava de como as coisas tinham mudado na minha vida. E perguntava a você se a tua andava bem, esperando que você me respondesse: “não, a verdade é que eu sinto tua falta.” Mas tu fazia sinal que sim, olhava pra mim e sorria. Abaixava a cabeça mais uma vez e continuava a mexer e remexer se entretendo com o celular. E eu pensava comigo mesma: “cara, como eu queria que ela olhasse pra mim e me notasse, olhasse com outros olhos. Eu sei que eu não sou o cara mais bonito e bem dotado que ela pode ter, não. Ela pode conseguir melhores, em vão. Caras, que vão ligar pra ela no fim da noite pra dizer que não querem mais, ou que nem se atrevem a ligar, apenas acabam. Eles, que não deixam que teu dia termine bem. Eles, que mandam “estou pensando em você” pra você e pra mais cinco. Eles, que só vão passar pela sua vida pra te fazer cair e desistir. Mas eu vou estar aqui. Te olhando de longe há cada segundo, pra cada vez que você cair eu ir sorrateiramente te levantar. Mas mesmo assim, você ainda nem vai me notar. Disso, eu já sei.
(via de-certa-forma-foi-o-destino)
Não estou bem, mas vou ficar. É uma questão de tempo. Sempre é. Com o tempo essa dor absurda e essa saudade gritante vão perder a frequência. Com o tempo a dor diminui e as cicatrizes vão se fechar quase que imperceptivelmente. As coisas voltarão para os seus devidos lugares, assim como os sentimentos confusos. Lugares esses, de onde nunca deveriam ter saído. A tempestade vai embora e junto com ela todas as minhas lágrimas. Porque a vida não para e o relógio só se atrasa por falta de bateria ou quando se acaba o horário de verão.
Querido John (via querido--john)
“Cansei de me sentir sozinha. Cansei de tanta mentira. Cansei dos dias iguais, da rotina. Cansei de mim e de me deixar sempre em última opção. Cansei de procurar meus amigos. Cansei de mentir pra mim, pra ver se dói menos. Cansei de me preocupar com quem não se preocupa comigo. Cansei de sofrer e de acordar indisposta. Cansei de sentir o coração bater mais forte, com uma sensação de arrependimento, de erro. Cansei de tudo.”
Clarice Lispector. (via ternurices)
Dessa vez, vou deixar o assunto rotineiro de lado. As pessoas não aguentam mais ler ou ouvir falar sobre o amor. E eu, cansei de me queixar de você. Simplesmente não vale mais a pena. Não me leve a mal. Digo, agora, hoje, nesse exato instante, nesse momento da minha vida, não vale a pena. Sim, já valeu. Cada ficha que eu apostei na gente, valeu. Só que cansa apertar o replay de uma história que você sabe que não vai ter uma reprise. Chega a ser redundante. E eu odeio andar em círculos.
Querido John (via querido--john)
Eu me embolei em você, eu me agarrei tanto a você… Que quando você quis ir embora, eu não soube te soltar.
Robin and Stubb. (via romantizar)
Tudo que começa errado não tem como terminar certo.
Casa comigo? Mesmo sabendo que haverá brigas de vez em quando, que você irá se chatear pela minha bagunça? Casa comigo mesmo que eu não saiba cozinhar? Casa comigo? Eu prometo te colocar pra dormir, te acordar com beijos e te dar todo o amor do mundo todos os dias.
Estou te escrevendo e espero que essa seja a última vez. Porque eu realmente espero que você leia e tenho lá um fundo, uma faísca de esperança de que você entenda que esse texto é pra você. Pelo menos dessa vez. Olha, eu não sei dar um nome ao que temos. E nem preciso. Só quero que você perceba que esta me perdendo aos poucos. A cada dia que passa sem ouvir minha voz e eu a sua. A cada dia que você se distancia. Não vou correr atrás. Não vou se quer mandar um torpedo pedindo desculpas. Afinal, eu deveria pedir desculpas pelo que? Por ser quem eu sou? Há quantas luas você me conhece? Acho que já teve oportunidade suficiente pra me entender, ou pelo menos me aceitar. Até porque me decifrar acho que você nunca vai conseguir mesmo. Mas você disse que se sente bem ao meu lado. Que gosta de conversar comigo e que estaria sendo muito idiota ao tentar me afastar. Mas é isso o que você está fazendo. Me afastando. De você e disso que temos mas que eu não sei o nome.
Querido John (via querido--john)
Foi aí que percebi que queria ela comigo naquela noite e talvez pelo restante das outras noites. E como eu queria um colo, uma risada gostosa, os dedos dela se encaixando nas aberturas da minha mão, ah, como eu queria ela bocejando, como eu queria ouvir ela falando sobre o dia dela, sobre as aventuras, o café que caiu na calça dela, o bonitão do metrô que ela ignorou com gosto, as músicas que ela ouviu enquanto eu estava fora, e como eu queria o coração dela fazendo um barulho mais alto que o da TV, o jeito criança dela, as palavras dela. Como eu queria aquela felicidade que vai chegando rápido e inunda a alma, como se não houvesse mais espaço para nada além daquilo, além dela. E se estiver frio, eu fecho a janela, dou meu cobertor a ela, um espaço no lugar mais apertado do sofá,e a gente se aquece. E ela fala do jornal, e comenta sobre o almoço do final de semana, e mais uma vez eu percebo, que quero ela comigo, que não importa o que ela esteja falando, o timbre da voz dela, ela. É assim que a noite funciona, nada de sexo, ela fala sobre o mundo dela, enquanto eu escuto o meu mundo falar. Essas coisas, essas noites, esses desejos, a gente segura, mas, segura bem forte, com a esperança que nada tome, nada mude, nada se transforme. Mas, se a noite acabar e o sol nascer, o que importa? A gente aproveita o restante do dia.
Orquestrando. (via querido--john)
Mas entre os problemas, acho que ainda sei sorrir.
Jorge e Mateus. (via a-smallpoet)
Se tu lembrar que esqueceu, não esqueceu.
Esteban. (via falso-obsessivo)
Nostalgia: de dia saudade, de noite insônia.
Carol Alves, umapequenapoeta. (via restou)
Tecnicamente eu sei que devo esquece-la, que não vale a pena, tecnicamente… Mas de vez enquanto da uma vontade de estar perto, de correr atrás, de vê-la de novo, pode não ser amor, mas nada não é, talvez… Recaídas, paixonite… Vai entender.
Steeve (via icanfixyou)
todo mundo in love com esse google ~
Você me deixa sabendo que vai voltar e eu arrumo tudo só pra ter o prazer de ver você bagunçar.
robin and stubb. (via indecisa0)