dirt enthusiast

JBB: An Artblog!

❣ Chile in a Photography ❣

tannertan36
todays bird
cherry valley forever
sheepfilms
noise dept.

izzy's playlists!

ellievsbear
🪼

⁂
No title available
Stranger Things
i don't do bad sauce passes
we're not kids anymore.

roma★
2025 on Tumblr: Trends That Defined the Year
No title available
PUT YOUR BEARD IN MY MOUTH

seen from Canada
seen from Singapore

seen from United States

seen from United States

seen from United States

seen from United States

seen from United States
seen from United States

seen from United States

seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from United States

seen from United States

seen from Türkiye
seen from United States

seen from T1

seen from Brazil
@flawkes-wolf
truth or dare ; sierra, snow & flawkes
Andrew já tinha perido as contas de quantas cervejas já tinha tomado. A Hotline havia conseguido algo fantástico naquela semana e, nada mais justo, que o grande Lobo chamasse seus dois homens de confiança para comemorar. E francamente não tinha percebido quando o tanto de cervejas o fez ficar alegre e rir como se fosse um homem livre dos tantos pecados que tinha. Viu John girar uma garrafa e nem se lembrava de ter topado a brincadeira. No fundo estava bem feliz por ter aquele momento descontraído com seus dois melhores amigos. Nos últimos tempos só estava sendo briga atrás de briga. Se não fosse James, John já estaria morto há eras. Ouvia as risadas enquanto se ajeitava na cadeira em que estava e esperava a garrafa parar.
Trust in my rage | David & Andrew
David não mais fumava ou direcionava o olhar para o outro homem, uma vez que sua pergunta um tanto quanto petulante - mas não sem fundamento - poderia ter resultados inesperados e mortais. Em outras situações, o ruivo jamais teria se atrevido a tanto, não considerava de seu direito questionar que qualquer relação que Andrew tivesse fora de seu posto como líder. Mas depois de tantas mudanças drásticas e de um pedido que, na humilde opinião do mais velho, era insano, nada realmente era o que parecia ser. A verdade era que, por mais leal que fosse ao lobo, pouco sabia sobre esse.
Enquanto sua dúvida era sanada por nada mais que sentenças vazias, Falcone concluiu que, o que quer que tivesse acontecido entre aqueles homens no passado, não seria pescando através deles que iria descobrir alguma coisa. Não tinha nem certeza se realmente queria saber, mas ficar no escuro era algo que não lhe agradava. Os dentes morderam sutilmente o lábio inferior antes de umedece-los e acenar com a cabeça que sim, havia entendido e não mais faria perguntas. No entanto, não estava convencido tampouco satisfeito.
- Entendi. - Sua voz saíra mais baixa e rouca do que realmente queria, talvez Andrew sequer tivesse lhe ouvido. Aquilo era o tipo de coisa que não se via em David exceto quando este estava pensando. Se moveu de onde estava com certa rapidez, espatando seus pensamentos incertos por hora para voltar a encarar o outro homem. - Certo. Considere feito. - As mãos não abandonaram os bolsos da calça, os dedos brincando uns com os outros. - Mais alguma ordem?
Não era que Andrew conhecesse bem ao Urso, mas conhecia bem a sensação de estar frustrado por ter respostas vagas. O fato de não falar a respeito de Harris com o Dave não era falta de confiança no outro, mas sim apenas por acreditar que a história devia continuar morta sem que mais pessoas duvidassem de sua capacidade.
Coçou os olhos com as duas mãos, sentindo-se um pouco cansado. Talvez fosse o peso de tudo o que estava fazendo caindo em seus ombros. Algo lhe dizia que seu plano -- por mais que fosse mais improviso -- poderia falhar e que talvez Jason tivesse mudado um pouco mais do que Andy conseguia prever. De qualquer forma, suspirou e soltou o ar como se estivesse fumando, embora não houvesse fumado nada.
-- Nina. -- Falou num rompante. -- Não sei em que ponto está seu disfarce com o Harris, mas se você já estiver na casa dele, conquiste a confiança dela ou arme para salvá-la de alguma coisa. Só não se atreva a feri-la. Ela é como uma mãe para o Harris. -- E, de fato, era. E era também a pessoa que tinha cuidado do próprio Andrew como uma mãe na época em que ele foi pra casa deles cumprir com seu plano maluco. E havia chegado aos seus ouvidos que Nina havia chorado no dia de sua morte. E daria um jeito de vê-la, ainda que fosse de longe.
-- Não por hora. -- Disse encolhendo os ombros. -- Provavelmente, meus planos logo começam a entrar em ação e eu comece a precisar das informações. Só fique atento, teddy bear.
The spaces that have grown between us | The savages
O amor e a dedicação que James começara a nutrir pela Hotline desde o momento em que colocara os pés na sede da gangue eram sentimentos de outro planeta. Perdido e sozinho no mundo, apenas Andrew fora capaz de fazê-lo lembrar de como era fazer parte de uma família e, por isso, ele sempre seria grato ao amigo e ao antigo império. Com os Savages era diferente: talvez ainda não tivessem alcançado um terço do êxito da Hotline, mas ainda assim era especial para o Tigre. Era uma conquista própria dele, que demandava respeito em Nova York e fazia com que o homem se sentisse grande. Por isso, reconhecia as palavras do outro. Sabia que, se assim desejasse, poderia fazer da sua gangue algo grande também. E uma guerra, com o objetivo de derrubar todos os outros mafiosos da cidade, certamente seria necessária. Como sempre, Andrew estava mais certo do que nunca e James se decidiu por não acrescentar mais nada ao assunto. Com o tempo, tudo aconteceria exatamente da maneira que deveria acontecer.
“Você falando comigo desse jeito até me faz mesmo sentir como se eu fosse a sua mulher. E agora ainda ganho um cartão de crédito para gastar como quiser?” Brincou, pegando das mãos de Andrew o cartão que ele lhe entregava. Estava no nome de Narciso Tortorella, certamente um dos vários disfarces que o amigo escolhera para si. James já considerara a possibilidade de fazer esse tipo de coisas também: encomendar passaportes falsos, documentos e o que mais fosse necessário para que pudesse ter uma fuga segura caso fosse descoberto. Mas não achava que realmente precisava daquilo. Não achava que sua vida valesse todo aquele esforço; não que fosse depressivo ou inseguro, era simplesmente preguiçoso demais. Talvez devesse ser um pouco mais visionário. Se um dia viesse a se apaixonar ou formar uma família, aí sim começaria a considerar a possibilidade de se proteger melhor. Pensou em Maya e em Lucy. Eram as duas únicas mulheres no mundo que James conseguia enxergar ao seu lado e, ao mesmo tempo, sabia que as duas hipóteses eram estranhamente impossíveis. “Pelo menos o meu homem me banca, tem sido tão difícil arranjar um macho que preste.” Disse com um sorriso no lábios, tentando arrancar à força a imagem de Lucy de sua mente. Podia discutir a respeito do presente (ou investimento, como o Lobo preferira dizer), mas sabia que seria uma briga perdida. Além disso, Andrew possuía ainda mais zeros em sua conta bancária do que James, então resolveu deixar a questão de lado, enfiando o cartão na própria carteira. Apenas acrescentou um “Obrigado.”
Era impressionante como tinha sentido falta de momentos como aquele ao lado do amigo, por isso simplesmente adiantou-se no sofá para trazer Flawkes para um abraço. Podia repetir um milhão de vezes que Andrew era mais importante e precisava se manter vivo custasse o que for, tinha plena ciência de que o outro rebateria com uma teimosia impressionante. Por isso, deixou que a “discussão” fosse encerrada com a mais singela demonstração de amor e gratidão que o Tigre havia encontrado. “Eu que me pergunto o que seria da trigresa sem o seu dono. Já estava prestes a começar a cortar os pulsos sem você aqui, irmão.” Assim dito, depositou um beijo no topo da cabeça do outro, afastando-se do aperto para levantar-se do sofá. “Estou louco para encontrar esse policial e questioná-lo sobre assuntos pendentes, então sinta-se à vontade para levar munição em dobro. Vou encontrar Patrick daqui a pouco e inteirá-lo sobre o seu plano suicida, depois nos encontramos para dar um chacoalho nesse policial. Tudo bem?” Questionou com tranquilidade, espreguiçando-se e dando de ombros em seguida.
A mente do Lobo voltou um pouco no tempo. Quando era apenas John e Andy começando a Hotline, quando John era seu melhor amigo e vice de sua maior conquista. Com o tempo, James lhe chamou atenção pela dedicação e amor que demonstrava enquanto aquele que se dizia seu melhor amigo só lhe enfiava facadas pelas costas e, em passos largos, se tornava pior do que o King. Se lembrava que era James quem se colocava em frente às brigas dos líderes até que, literalmente, o mais racional tomou o lugar do monstro e James se tornou parte do que faltava em Andy. Apenas parte, porque naquele tempo o homem ainda estava ferido demais e agia como uma fera nesse estado. Balançou a cabeça para voltar pra realidade onde precisava se manter o mais racional possível para fazer tudo de acordo com seu plano de tomar NY de volta. James agora era tudo o que ele tinha, era sua fraqueza, mas também era sua força. E isso o deixava com um pouco de medo.
“Depois de alguns meses fora, eu tenho mesmo que mimar minha mulher pra ver se ela me perdoa sem eu ter que me ajoelhar e implorar.” Também disse em tom de brincadeira. Poucos conheciam aquele lado mais brincalhão de Andy, mas quando estava fora era uma das coisas que ele mais sentia falta. Embora seria fácil dizer que ele sentia falta do amigo como um todo, não só das brincadeiras. “É que você vai precisar de uns brinquedinhos novos, tigresa. Eu preciso cuidar bem de você e... Hey, que história é essa de outros machos? Quem te disse que eu divido minha tigresa com outro macho por aí?” Cruzou os braços e formou um bico infantil em seus lábios como se fosse uma criança mimada, entretanto isso foi desfeito logo em seguida. Assentiu apenas com o agradecimento alheio. “Você e eu contra o mundo, lembra?” E essa tinha sido a primeira frase que Andrew disse ao James quando juntos decidiram que o melhor era dar uma segunda chance ao maldito Sierra que agora causava tanta sujeira. Porém, o que eles poderiam esperar de um porco?
Flawkes enlaçou a cintura alheia em um abraço e o puxou para seu colo. Foi meio que no automático. Seu rosto bateu contra o peito alheio e ele fechou fortemente os olhos. Estava precisando ser acolhido, abraçado por alguns segundos de um modo puro e se sentira abençoado ao sentir os lábios do melhor amigo em sua testa. “Quer morrer, morre direito, amor. Cortar pulsos não é uma morte decente pra minha tigresa.” Andy falou. Ele havia planejado a própria morte em detalhes pelas mãos de Jason Harris. Seria uma morte lenta e seria com a arma antiga que o próprio Lobo tinha comprado. Se era pra morrer pelas mãos de alguém, que fosse em grande estilo.
“Certo, ahn... Meu plano não é suicida. O máximo que vai acontecer é o Jay fugir como o rato que ele é. Você vai ver.” Encolheu os ombros levantando-se do sofá. A verdade era que Andrew poderia ficar ali conversando com James para o resto da vida,mas queria a cabeça de Holt numa bandeja. “Eu espero você.” Assentiu outra vez. “E vê se não morre na minha ausência, uh?“ e deu um beijo na bochecha do melhor amigo, demorando-se um pouco mais que o necessário pra se afastar.
If you say so, boss.
Perdemos alguns atiradores e uma carga valiosa de armas. Foi obra sua também? Uma festa. Quem será o banquete?
Sim... As armas estão comigo. Serão bem úteis em breve. Não precisar tirar dinheiro pra ter uma boa qualidade é quase um sonho.
Se tudo sair como planejado, uma leva italiana deve chegar semana que vem junto com um pessoal da GP e seus amigos da Break. Os nomes. O que de informação tem pra mim, teddy bear?
Keep reading
Ajudou ele a tirar seu vestido, jogando a peça na mesma direção onde foi parar a camiseta dele. Ficou olhando o peito de Andy e passou os dedos pelos músculos enquanto mordia o lábio inferior. Apenas de lingerie na cama, ela tentava imaginar o quanto lhe seria bom finalmente ter um homem dentro de si, um que saberia como lhe dar prazer.
Tenho certeza de que alguns por aí pensam diferente. Mas eu também gosto de chutar traseiros.
Pensei que nem precisasse ser convidado, Puppy. Mas já que insiste e eu não tenho nada melhor pra fazer… Qual é a segunda parte?
Eu não ligo pra esses alguns. Eles morrem no final.
Eu sou um cara educado.Jason reclamou de algumas baixas? Tinha uns dez nomes na minha lista pro Jasper. Enfim.Digamos que eu vou dar uma festinha, eu, James, você outros seletos convidados.
Andy a respeitava e ia com calma, mesmo no beijo faminto. Podia sentir a real vontade dele em ter seu corpo. Normalmente ela não gostava de ser pega daquele jeito, mas até aquilo Andy fazia melhor que os outros. Sentiu a boca alheia em seu pescoço e soltou um gemido alto. Deitou na cama e foi puxando a barra da camiseta dele para cima. A pele fervia.
Afastou-se do beijo e da garota apenas quando decidiu tirar a camiseta que usava ainda que pela gola mesmo. Logo o tecido foi parar no chão. Voltou a se encaixar e a deslizar os lábios pelo pescoço da garota enquanto as mãos procuravam um modo de arrancar aquela roupa de uma vez por todas.
The spaces that have grown between us | The savages
John Sierra já havia sido poupado de muito sofrimento graças à James. Se hoje ele possuía a Guns Party e aquele chiqueiro que ele gostava de chamar de boate, devia a oportunidade justamente ao Tigre. Afinal, se todas as decisões dependessem pura e simplesmente da vontade sanguinária de Andrew, dezenas de cabeças que rondavam Nova York teriam sido decapitadas. E a de Sierra entrava nessa lista numa das primeiras posições. Atualmente, no entanto, depois de poder acompanhar o trabalho nojento do outro bem de perto, como o tráfico de mulheres, e tomar conhecimento da história completa de Lucy Simms, o seu sentimento de piedade tinha mudado drasticamente. John não merecia uma terceira chance. Aliás, não merecia absolutamente nada além de uma morte dolorosa e sofrida. “Na verdade, o que me incomoda nessa sua sugestão é só uma bala na cabeça e pronto. Se não estiver disposto a torturas, tudo bem, deixe essa parte comigo.” James com certeza se certificaria que os animais que tinham compactuado com os crimes imperdoáveis que aconteciam dentro da Guns Club sofressem a punição necessária.
“Escute… Falando em King e toda essa coisa do passado, o que você pretende fazer a respeito da Hotline?” Levantou os olhos para encarar o Lobo. “Acho que vai ser difícil reconstruir todo aquele império de um dia para o outro.” As suas palavras eram cautelosas, sabia que a culpa da gangue ter caído era justamente sua, já que não conseguira mantê-la no topo, mas, ao mesmo tempo, assumir os seus erros em voz alta deixaria-o extremamente envergonhado. Já o tinha feito uma vez, era o bastante. Esperava que Flawkes pudesse perdoá-lo. “Sei que os Savages não são grande coisa no momento, mas os garotos são fiéis e os negócios começaram a melhorar nesse último mês. Enquanto você não decide o que fazer, pode ficar no comando de tudo comigo. Se quiser.” Sorriu. Ter o apoio de Andrew de volta seria no mínimo satisfatório.
Então revirou os olhos com as palavras do amigo. “Se eu tiver que me jogar na frente de uma bala para te salvar, Andrew, eu vou. Aceite. Não existe essa de ‘fazer minha morte valer a pena’. As coisas só valem a pena se você estiver aqui. Eu achei que você tivesse morrido, eu sei como é ficar sem você. De verdade. Não só afastado. Para mim, tinha te perdido pro resto da vida. Você não sabe como é isso, ok? Então simplesmente não discuta. Cale a sua boca e concorde.” Respirou fundo. Tinha falado tudo rápido demais, era bom poder colocar os seus sentimentos para fora pelo menos por um momento. Ultimamente, a única pessoa com quem James conseguia conversar era Lucy e mesmo assim não era possível se livrar de tudo aquilo que carregava no peito. Ela não entenderia.
Andy franziu o cenho com as palavras alheias.Suas sobrancelhas foram arqueadas e uma risada escapou. “Quem é você e o que você fez com o meu amigo?” Claro que o tom de voz era brincalhão. Sabia que mudanças como aquelas eram desagradáveis mas completamente necessárias. “Mas agora, sério. Deixo a Guns nas tuas mãos, tigresa. Eu vou estar do seu lado quando você os torturar, apenas para dar cobertura.” Disse sinceramente. Andy não queria perder tempo torturando aquele monte de porcos, estava com outros planos em mente e não queria perder o foco. Andy via a Guns apenas como uma pedra no sapato e assim que a tirasse do caminho, bem, só teria que se preocupar com os italianos.
O Lobo começou a estalar os dedos um a um apenas por falta do que fazer enquanto olhava para o Tigre. “Não fale assim dos Savages, meu amor. Eu era um só quando derrotei o império do King. Não pedi ajuda de ninguém e cheguei até onde cheguei.” Disse encolhendo os ombros tombando a cabeça para trás. Fechou os olhos e deixou um suspiro longo sair. “Eu tenho planos de colocar os Savages no topo, já lhe disse isso, mas não é assim tão difícil. Só precisamos começar uma guerra. O resto é resto, meu caro amigo. E eu sei exatamente como essa guerra vai começar.”
Flawkes virou seus olhos para seu amigo, surpreendendo-se com a proposta dele. Não imaginava que ele fosse convidar para algo assim. Não depois que soube que o maldito Holt não tinha cumprido suas ordens ao bel-prazer. “Te contarei detalhes do meu plano, meu caro, mas não agora. Tenho que deixar registrado que essa sua cara querendo sangue quase me deixou com vontade de levá-lo pra cama e fazê-lo gritar, como nos velhos tempos.“ Riu baixo e negou com a cabeça. “Eu aceito, mas só se você aceitar algo meu. Acima disso, aceito se ficar em segredo. Assim que a polícia descobrir que eu tô aqui vão me caçar.” Tirou do bolso a carteira e um cartão que estava no nome de Narciso Tortorella. “Aceite como um investimento. Essa era uma das contas da Hotline. Eu tripliquei os valores lá fora. Não me pergunte como.” Entregou o cartão a ele.
“Para de ser teimoso, amor.” Andy riu ao ouvir as palavras alheias. “Eu não ou aceitar isso calado e se eu tiver que pular no que for pra te salvar, eu também vou. Eu posso não ter tido uma experiência como a que está me relatando, mas você... Droga, Jimmy! O que eu seria sem você? O que eu faria da minha vida patética se não tivesse você para me parar quando eu exagerasse? Eu preciso de você comigo. Da mesma forma que não vale a pena sem mim, não vale a pena sem você.” Soltou um outro suspiro voltando a encarar o nada.Seus olhos logo se deixaram levar pela fúria dos seus pensamentos. Basicamente, a filosofia poderia ser “não sacaneie as pessoas” e Andy não achava de toda ruim, exceto pelo fato de Andrew ter adaptado a mesma da forma que ele precisava ser: “Não sacaneie o James” porque quem o fizesse tinha decretada sua sentença de morte . “Eu preciso dar uma prensa num policial. Quer vir comigo? Ele te deixou sem notícias minhas.”
Sentiu as costas contra a cama e sorriu. Ficava olhando para ele envergonhada, era a primeira vez que se sentia assim. Se Andy fosse realmente rico, poderia ter qualquer moça em New York, e queria ela. Olhou a jaqueta cair. E as armas. Não queria perguntar porque ele andava armado. Talvez fosse segurança. Ou policial. Não. Andy definitivamente não era policial. Yolanda se ajeitou, ficando de joelhos na cama.
Andrew se aproximou novamente da mulher e colocou as duas mãos dentre seus fios morenos. Voltou a beijá-la,mas dessa vez com muito mais vigor e fome do que todos os outros beijos que já deram até ali. Deslizou os lábios para o pescoço dela e a empurrou pra cama, deitando-se sobre Yolanda imediatamente.
Parece-me que sua obsessão por mim tem contagiado outras pessoas, amor.
Na verdade, acho que é ao contrário, querido.
Um porco? A que ponto você chegou, querido. Sabe, se você desse uma de stripper para mim, eu poderia até pensar no seu caso e abrir minha boca. Só não posso garantir que seria para falar alguma coisa.
Você continua sem entender, querido. Não houve um só momento em que eu não tenha desejado ir atrás de você. Porém, eu não podia, pois achava que… Não importa mais. Para ser sincero, eu estou cansado de pensar nos “e se” sempre que discutimos o que aconteceu. É tão ruim imaginar isso agora quanto era naquela época. Importa, Andrew, tudo isso importa. As duas, Lucy e Maya, são garotas maravilhosas que aguentam muitas coisas ao nosso lado e merecem mais, muito mais, do que você ou eu podemos dar ou ser. Sim, querido, você consegue interferir na vida de todos vivo ou morto, perto ou longe. Mas não é de todo mal. Que eu mereço? Ora, por favor! Que nós merecíamos. Te fazer feliz e completo era a única coisa que importava… E eu não era capaz de fazê-lo, sinto muito. Pode discordar quantas vezes quiser, mas é a verdade. Enquanto você era capaz de sonhar, algo que sempre me encantou, eu sempre fui realista demais. Seria mentira dizer que não queria as mesmas coisas, jamais desejei isso, porém via o quanto esses sonhos eram inconsistentes, inacessíveis, impossíveis. Eu aceito e compreendo seus motivos. Só não me peça para concordar, você tem responsabilidades maiores do que com minha vida e morte. Não posso falar, Drew, não agora.
Eu não faço negócios com mulheres e eu conheço você até nisso. Você não me daria o que eu quero, mesmo se eu te desse a stripper. Nem se eu permitisse que matasse minha tigresa.
É nesse ponto que eu me sinto falho, Jason. Seu pai ainda fala em sua consciência e coisas como esse absurdo. Eu amava você e parece que você não percebeu do que eu sou capaz por quem eu amo. Você era parte de mim, mas aí seu pai continua falando essas asneiras na sua cabeça e você continua a acreditar. Importa? Ser egoísta o bastante pra não libertar a Lucy e deixá-la viver da forma que ela merece com alguém que ela merece? Não importa. Não agora. A pior parte disso é ter que negar à Maya alguma coisa. Eu não merecia, Jay. Não mereço e não merecerei durante muito tempo ainda. Tenho erros demais pra consertar antes e você quer parar de repetir isso? Eu só podia ser feliz ao seu lado. Me faça entender isso? Me convença de que não poderia me fazer feliz? “Um corpo não vive só com cérebro ou só com o coração.” Não, não tenho. Não tenho liderança de nada, não tenho obrigação de nada. Só da sua vida e morte nesse momento.
Você é inacreditável, Andrew. Se é que essa palavra pode lhe traduzir de uma forma literal.
E qual seria essa ideia?
Não, amor, eu sou realista e completamente visionário. Por isso cheguei onde cheguei. Sem falar que eu gosto de chutar traseiros.
Digamos que já está em prática. Jasper já matou algumas pessoas das outras psseudo-gangues pra mim, falta a segunda parte. Logo a toca do Lobo vai estar cheia de diversão. Quer ser convidado ou vai ficar de fora, Teddy Bear?
E se arriscando por diversão também?
Isso aqui não é um risco. Testemunha demais e, vamos ser sinceros, New York pertence à Savages, amor. Só temos uma limpeza pra fazer e umas bundas italianas pra chutar.
Yolanda sentiu o beijo antes que pudesse responder. E não tentaria, porque as palavras lhe fugiram e ela não sabia mais como verbalizar nada. Ficava apenas olhando Andy a carregar até o andar de cima. Apontou para o seu quarto, no fim do corredor. Queria saber como era ter um homem como ele em sua cama. “Quero ir com calma. Eu tenho tempo…”
Andy abriu os olhos apenas para saber onde era o quarto. Segurava a mulher como se fosse um casal recém-casado. Ao entrar no quarto a colocou em cima da cama com gentileza. A primeira peça de roupa que caiu no chão foi a jaqueta que revelou o coldre com duas armas que também foi logo para o chão a fim de evitar qualquer nervosismo por parte da mulher. “Tudo bem, amor.”
Estava me seguindo ou estarmos no mesmo restaurante é mera coincidência?
Estava seguindo você só por diversão, Dave.