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Wireframe do protótipo feito no Workshop 2° semestre
O que são jogos indie - item 3 do sumário da monografia
A principal característica que define o gênero é pelo fato dele ser criado por uma pequena equipe de desenvolvedores e sem a ajuda de publicadoras grandes.
Então você já sabe porque ele é independente, estes tipos de jogos não recebem a ajuda no marketing e na criação por grandes empresas ou patrocinadoras, eles estão livres de interferências externas ao do que o criador tem em mente.
Jogos indies, como também são chamados os jogos independentes, cresceram muito nos últimos anos. Se antigamente eles eram conhecidos como produtos de “segunda” e jogos de baixo orçamento, hoje são referência na indústria de games e também na forma como a relação comercial funciona – o que gerou até mesmo a produção de um filme/documentário sobre este mercado, o Indie Game: The Movie.
Algumas das maiores provas estão aí para nos mostrar o resultado do bom trabalho que os desenvolvedores independentes estão fazendo. Mesmo sem o apoio de grandes empresas por trás, jogos como Minecraft, Super Meat Boy e FTL fazem enorme sucesso – em uma indústria onde até mesmo grandes nomes fracassam em vendas e grandes empresas de outrora são fechadas sem mais nem menos.
Mesmo com recursos e até mesmo equipes limitadas, as produtoras independentes conseguiram se destacar no mercado e até criar um mercado à parte – com jogos que são lançados sem nenhuma amarra comercial, acordo abusivo ou preço muito acima do que o jogo vale, como muitas das vezes ocorre.
fonte: https://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2012/10/entenda-o-que-sao-jogos-indies-e-confira-os-principais-titulos-ja-lancados.html
https://seugame.com/jogo-indie/
A história dos games - item 2 do sumário da monografia
Para muitos, o primeiro jogo eletrônico da história foi desenvolvido em 1962 por Slug Russel, Wayne Witanen e Martin Graetz, colegas do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts), EUA. Com o fim de criar algo útil para as horas vagas, os estudantes idealizaram um jogo de batalha espacial capaz de rodar nos arcaicos computadores DEC PDP-1: o SpaceWar.
No entanto, alguns historiadores dizem que o tataravô dos jogos fora desenvolvido quatro anos antes, em 1958, pelo físico Willy Higinbotham, mais conhecido por ter sido um dos criadores da bomba atômica. Tratava-se de um joguinho de tênis mostrado em um osciloscópio e processado por um computador analógico, uma espécie de atrativo para os visitantes de seu laboratório.
Em 1968 temos um importante capítulo da história do videogame, por meio da figura do alemão erradicado nos Estados Unidos, Ralph Baer. Após ter se formado em engenharia eletrônica e trabalhado em diversas empresas de rádio e TV, Baer teve a brilhante ideia de criar um aparelho capaz de rodar jogos eletrônicos por meio da televisão. Tal fato foi de grande importância para o futuro dos games pelo fato de que, até aquele momento, os jogos só rodavam nos computadores e o acesso aos mesmos era restrito a pequenos grupos de estudantes universitários. O alemão desenvolveu e patenteou um aparelho chamado “Brown Box”, capaz de rodar diferentes tipos de jogos, fato que tornou Ralph Baer no “pai” dos videogames.
O primeiro console comercializado da história foi o Odissey, elaborado pela empresa Magnavox, em 1972, nos Estados Unidos. O aparelho foi vendido no Brasil mais tarde, no final da década de 70. Fabricado pela Philco e Ford, o console ficou conhecido como Telejogo, o qual basicamente consistia em traços que subiam e desciam para rebater um quadrado.
Atari 2600
Mesmo com todo esse sucesso, a Atari passou por sérios problemas financeiros durante a década, ao mesmo tempo em que a japonesa Nintendo começava a erguer seu império. Seu primeiro sucesso de vendas foi o console Famicom, de 8 bits, o qual foi rebatizado de NES (Nintendo Entertainment System). Sob esta plataforma foram feitos jogos famosíssimos, como Mario e Donkey Kong, por exemplo.
Enquanto a Nintendo crescia e se consolidava como a maior do mundo dos consoles, a SEGA, outra companhia japonesa, também se desenvolvia. Para concorrer com o NES, a empresa lançou o conhecido Master System. Porém, sabendo que não iria ultrapassar a Nintendo na guerra dos 8 bits, se viu obrigada a direcionar seus esforços na criação de um novo console, de 16 bits: o Mega Drive.
A líder Nintendo obviamente entrou na disputa e lançou um dos maiores sucessos de toda a história do videogame: o Super NES. Este é um dos clássicos episódios da batalha dos consoles. Enquanto o aparelho da SEGA tinha mais jogos, o da Nintendo era mais avançado e possuía melhores gráficos. Afinal, quem nunca ouviu falar da disputa entre Mario e Sonic, Nintendo e Sega, respectivamente?
Super NES
Após esta longa competição, entrou uma nova e forte concorrente no mundo dos games: a Sony, abrindo caminho para o surgimento de uma nova geração de consoles. Naquele momento, a SEGA lançou sem muito sucesso seu 32 bits, Saturn. A Nintendo surpreendeu todo o mundo anunciando o N64, com gráficos de 64 bits. Outro importantíssimo fato foi o lançamento do Playstation, da Sony, que por possuir uma grande biblioteca de jogos, se tornou líder de vendas e bateu a incrível marca de 100 milhões de consoles vendidos.
Por ser recente, a penúltima geração dos videogames é conhecida até mesmo pelas crianças: o bem-sucedido Playstation 2, da Sony, lançado no ano 2000, o qual continuou a história de sucesso do Playstation e passou a ter mídias em formato DVD, o GameCube, da Nintendo, sucessor natural do N64, e a novidade Xbox, da gigante dos softwares Microsoft.
A mais recente geração de consoles se resume a três lançamentos das mesmas fabricantes da geração passada: Playstation 4, da Sony, Wii U, da Nintendo, e Xbox One, da Microsoft. De fato, o mercado dos games só cresce a cada dia. Uma prova disso é fato de que, de 1999 a 2004, o mesmo faturou 21 bilhões de dólares, mais que duas vezes o faturamento de todos os filmes de Hollywood no mesmo período.
fonte: https://www.historiadetudo.com/videogame
Antes: o usuário chega em casa e fica feliz com o lançamento de um jogo novo que ele queria jogar.
Durante: ele liga o PC vai no site Start e de lá ele compra o jogo, ele fica meio chateado pelo jogo estar um pouco caro mas mesmo assim ele compra e baixa o jogo.
Depois: agora chega a hora mais esperada do dia, ele acaba de baixar o jogo e vai jogar ele.
Casos análogos - games indie
Nuuvem - Brasileira
Steam - Valve
Origin - EA
Battlenet - Blizzard
Uplay - Ubisoft
Patreon - Doações para o desenvolvedor
Epic games
Casos análogos
Em andamento...
Possíveis recortes
1. Gestão de tráfego
À medida que as cidades se expandiram e a riqueza se alastrou, continuou a haver um aumento no número de carros e motoristas, o que vem com o inevitável problema de congestionamento e maior incidência de acidentes. Várias inovações foram feitas para resolver o problema, desde semáforos redesenhados até sistemas de estacionamento melhorados, mas ainda é um grande problema na maioria das cidades.
A primeira maneira pela qual a IoT está lidando com problemas de tráfego é substituindo o sistema atual de auto-relatos fragmentados e não confiáveis por motoristas com um sistema abrangente que fornece informações precisas e em tempo real sobre a dispersão do tráfego, facilitando a orientação de outros motoristas. estradas ou para que os veículos autônomos simplesmente redirecionem por conta própria.
A automação de estacionamento é outra área em desenvolvimento. Em Xangai, um programa piloto está sendo executado pela cidade para permitir que os motoristas procurem, reservem e naveguem até um estacionamento, bem como paguem diretamente com seus smartphones. Automação como essa reduz a perda de produtividade, enquanto as pessoas circulam os blocos em busca de espaço e também fornecem receita extra.
2. Arquitetura inteligente e gerenciamento de energia
Tudo, desde a forma e estrutura dos edifícios até a iluminação neles está sendo direcionado para ser mais ecológico e ter um impacto mínimo sobre o meio ambiente, especialmente porque a eficiência energética tem um grande efeito na construção de valor. A IoT oferece um potencial empolgante para aproveitar o uso de energia de maneira mais eficiente.
“A eficiência e a cobertura de energia devem desempenhar um papel fundamental na implementação de novas tecnologias para o desenvolvimento da cidade”, disse Sheen Xin Hu, CEO da Fundação MXC. "Às vezes, a solução mais eficiente não é a solução mais usada."
As lâmpadas inteligentes já são bastante comuns, e até os elevadores estão sendo modificados para torná-los responsivos a fatores populacionais ao longo do dia e reduzir o desperdício de horas-homem (um estudo de 2010 da IBM mostrou que, na cidade de Nova York, as pessoas esperavam um total de 22,5 anos para elevadores). A Allied Market Research espera que o mercado de elevadores inteligentes quase dobre de US $ 12 bilhões em 2015 para US $ 23 bilhões em 2020.
Iluminação pública e sistemas de medição para recursos como água, gás e eletricidade também estão sendo atualizados. Um recente programa de Amsterdã instalou medidores inteligentes de eletricidade em residências para permitir o gerenciamento automático da energia solar gerada e a venda de eletricidade excedente para a rede central.
3. Segurança e privacidade
A área mais óbvia na qual a IoT foi implementada para melhorar a segurança em áreas urbanas é a vigilância por vídeo, que permite que a polícia monitore feeds ao vivo de uma cidade inteira, contando com sistemas de inteligência artificial para detectar e relatar incidentes de crime ou avistamentos. de pessoas ou veículos procurados.
À medida que administradores municipais e desenvolvedores de tecnologia trabalham para encontrar um equilíbrio entre privacidade e eficácia, alguns programas já foram implementados, incluindo uma tecnologia de detecção de tiros em algumas partes da cidade de Nova York, que alerta automaticamente policiais próximos sempre que um tiro é capturado.
Em última análise, há um grande potencial para inovar e lucrar com a mudança em direção à IoT em vários setores, incluindo o planejamento urbano. A diferença entre os empreendedores que terão sucesso na indústria de IoT e aqueles que não terão é se suas inovações maximizam ou não as características da Internet das coisas para melhorar a eficiência e reduzir o impacto ambiental, ao mesmo tempo em que mantêm os direitos de privacidade fortes.
Case sobre segurança - China Mobile Streetlighting
Iluminação de rua de LED está transformando o ambiente urbano e tornando a manutenção e o controle de iluminação pública mais direta. No passado, as lâmpadas de sódio eram caras de instalar e manter, exigindo inspeção manual e controles manuais. Em toda a China, esses métodos tradicionais de iluminação estão sendo substituídos por iluminação inteligente por LED. A iluminação por LED é mais fácil de controlar e mais barata de operar, e ao conectar as lâmpadas a um centro de controle, é possível obter um controle dinâmico, eliminando a necessidade de inspeções e intervenções manuais.
A China Mobile tem um serviço de iluminação pública inteligente com tecnologia 2G / GPRS já disponível. Isso foi implantado em várias cidades, incluindo a cidade de Longnan, a cidade de Bahzou e o distrito de Wudang, na cidade de Guizhou. A solução China Mobile pode integrar vários tipos de sensores na lâmpada de rua conectada, incluindo monitoramento ambiental, de tráfego e de segurança, fazendo uso total dos nós de conectividade.
IoT for Smart cities
Porque não juntar o útil com o agradável?
Eu lhes apresento IOT para Cidades Inteligentes.
Aproximadamente 70% da população mundial deve viver nas cidades até 2050, de acordo com o Gartner. Esse rápido crescimento urbano já está colocando uma pressão considerável na infra-estrutura existente, e com mais pessoas fazendo a mudança para a vida urbana, isso só vai piorar nos próximos anos.
Para acomodar essa nova demanda nas cidades, os municípios em todo o mundo estão recorrendo à inovação da Internet das Coisas para aprimorar seus serviços, reduzir custos e melhorar a comunicação e a interação. Embora o potencial esteja presente para a IoT melhorar quase todos os aspectos da vida urbana, existem três aplicativos de IoT para cidades inteligentes.
https://internet-of-things-innovation.com/insights/the-blog/iot-applications-smart-cities/#.XIBK-IhKiUk
Temas possíveis
IOT (internet das coisas)
A internet das coisas nada mais é que uma rede de objetos físicos (veículos, prédios e outros dotados de tecnologia embarcada, sensores e conexão com a rede) capaz de coletar e transmitir dados. É uma extensão da internet atual que possibilita que objetos do dia-a-dia (quaisquer que sejam, mas com capacidade computacional e de comunicação) se conectem à Internet. A conexão com a rede mundial de computadores possibilita, em primeiro lugar, controlar remotamente os objetos e, em segundo lugar, que os próprios objetos sejam acessados como provedores de serviços. Essas novas capacidades dos objetos comuns geram um grande número de possibilidades, tanto no âmbito acadêmico quanto no industrial. Todavia, tais possibilidades apresentam riscos e representam grandes desafios técnicos e sociais.
Smart cities
Cidades inteligentes (CI) são projetos nos quais um determinado espaço urbano é palco de experiências de uso intensivo de tecnologias de comunicação e informações sensíveis ao contexto (IoT), de gestão urbana e ação social dirigidos por dados (Data-Driven Urbanism). Esses projetos agregam, portanto, três áreas principais: Internet das Coisas (objetos com capacidades infocomunicacionais avançadas), Big Data (processamento e análise de grandes quantidades de informação) e Governança Algorítmica (gestão e planejamento com base em ações construídas por algoritmos aplicados à vida urbana). O objetivo maior é criar condições de sustentabilidade, melhoria das condições de existência das populações e fomentar a criação de uma economia criativa pela gestão baseada em análise de dados.
As cidades nunca estiveram tão populosas. Há 200 anos apenas Londres, Tóquio e Pequim tinham mais de um milhão de habitantes. Hoje são 442 metrópoles que bateram os sete dígitos. Mais de metade da população mundial já vive em centros urbanos e, segundo estimativas da ONU, até 2030, esse percentual deve subir para 70%. Com tanta gente aglomerada, surgem problemas — de trânsito, poluição, falta de moradia e acesso à saúde —, mas também inovações — e elas estão cada vez mais hi-tech.
https://www.visualcapitalist.com/anatomy-smart-city/
Crowdfunding
Financiamento coletivo, também conhecido como crowdfunding, consiste na obtenção de capital para iniciativas de interesse coletivo através da agregação de múltiplas fontes de financiamento, em geral pessoas físicas interessadas na iniciativa. O termo é muitas vezes usado para descrever especificamente ações na Internet com o objetivo de arrecadar dinheiro para artistas, jornalismo cidadão, pequenos negócios e empresas emergentes, campanhas políticas, iniciativas de software livre, filantropia e ajuda a regiões atingidas por desastres, entre outros.
É usual que seja estipulada uma meta de arrecadação que deve ser atingida para que o projeto seja viabilizado. Caso os recursos arrecadados sejam inferiores à meta, o projeto não é financiado e o montante arrecadado volta para os doadores. Segundo Vinicius Maximiliano, autor da primeira obra literária no Brasil sobre o tema, "De forma mais simplista, nada mais é do que utilizar sua rede social digital para, através da divulgação também digital do seu projeto, pedir doações em troca de prêmios para pessoas que gostariam que o objetivo fosse alcançado. Um grande valor rateado por milhares torna-se muito pouco para quem contribui, por, muito para quem, somando todos, recebe. Este é o principio básico do financiamento coletivo.
Estilos de vídeo games - parte 01
Action: aqui você pode esperar de tudo desde jogos calminhos até jogos com explosões etc.
Casual: pra quem gosta de se divertir com a família ou com um pessoal mais leve.
Indie: é um tipo de jogos com feito por desenvolvedores independentes ou de baixo custo.
Massive Multiplayer Online: como o próprio nome já diz, jogo com capacidade de muitos jogadores jogando ao mesmo tempo podendo ser um RPG ou não.
Racing: pra quem gosta de correr por aí ou adora gráficos ultra realistas.
RPG: Role-playing game são jogos de fantasia que tem uma progressão por níveis, de vez em quando tem contato com outros jogadores e também tem modo offline.
Simulation: são jogos pra quem gosta de realismo de verdade.
Strategy: jogos assim testam você assim sendo o típico tipo de jogador que quer desafios.
Três trabalhos que mais se identificou ao longo da jornada acadêmica.
#1 - Quem não gosta de um belo GIF né, GIF’s sempre estarão presentes na minha vida, adoro os movimentos suaves.
https://www.behance.net/gallery/62286713/GIFs
#2 - Já usei esse trabalho como inspiração para um novo trabalho, ele foi muito importante para abrir minha mente.
https://www.behance.net/gallery/30181066/2015-Sun-Tzus-Art-of-War-poster-design
#3 - Usei esse infográfico como base para o meu infográfico da revista Galilei
Link para ver ele inteiro abaixo:
https://goo.gl/3c1dKe
Quais características eu tenho como designer? Eu sou / eu não sou
Eu sou: criativo, proativo, fã genuíno da arte do design, humilde, confiante, talentoso, comunicativo, inovador, crítico, empático, liderança.
Eu não sou: do tipo que gosta de rotina ou de isolamento