registro de bandit han-ayon. tem 24 anos e atualmente reside em gimpo-dong e veio de lyon há cinco anos. os monges dizem que sua alma está ligada à do hanse, talvez seja por isso tamanha semelhança. atualmente se ocupa como bartender no love hotel.
* dear god, fuck you.
01. filho único de uma pintora e um arquiteto, nascido e crescido na mágica lyon, frança, a única coisa que descreve seu começo de vida é a tinta. o cheiro da guache é o que lembra sua infância completa, vivendo no ateliê dos pais e aprendendo com eles. quando atendia a escola não passava de um garoto quieto e recluso, que usava roupas escuras demais e não cortava o cabelo. o mesmo menino que compartilhou sempre a fascinação por assustar as pessoas ao seu redor, criando seu estilo de desenho o mais sombrio possível, onde espalhava as folhas pela escola e fazia os mais fortes e maiores tremerem de medo. desde sempre achou extremamente cômico, mas sua vida ruiu no começo da adolescência, quando o pai se afundou em jogos de azar.
02. afundado em dívidas que não sabiam mais como lidar, o pai foi preso por especulação imobiliária e lavagem de dinheiro deixando a mãe sozinha com a criança esquisita e bizarra que assustava os próprios pais com seus hobbies e estilo incomum. fora inevitável que ela o abandonasse nas casas do avó, esses que nunca esperaram isso e tentaram acolher bandit, mas sendo extremamente religiosos acabaram por o matricular em um internato católico. ele não era uma pessoa religiosa, aprendeu da pior forma a cultuar deus e suas palavras. os salmos eram marcados com palmadas e as rezas enraizadas em dias de confinamento, momentos esses que criaram toda a obscuridade de sua mente. momentos de pânico e medo que o fizeram alguém agressivo consigo mesmo. ele odiou com todas as forças o internato, odiou com todo o corpo a deus e toda a religião católica, entretanto nos momentos escuros eram os únicos que o confortava, assim como os desenhos que decoravam sua fria cela. quando finalmente se formou, bandit quebrou todas as vidraças decoradas da capela e voltou para a casa doa avós.
03. chegou em gaecheon pela necessidade da independência, porque mesmo depois de anos religiosa sua mãe ainda o desprezava, mas o que mais o chamava atenção era toda a aura bizarramente aterrorizante que a ilha emanava. sentia-se mais em casa do jamais sentiu, mas ele não é uma pessoa de cultuar sonhos. trabalhou por todos os anos em que estivera em gaecheon no bingo motel, até se ver em meio a ambição de seguir sua carreira artística e divulgar seu trabalho. entretanto, como nenhum artista é valorizado no mundo, ele arranjou um trabalho quase parecido no love hotel, o que o garante, de certa forma, a mesma diversão que tinha no bingo.
* dear god, fuck you.
tem crise de pânico e ansiedade, controlada com medicamentos fortes que ele é dependente. não acredita na medicina como um todo, talvez por ter um caráter religioso ainda, então nunca pensou em atender a um psiquiatra, quando fica muito nervoso ele começa a desenhar.
tem um histórico de automutilação e foi assim que integrou a cor carmesim em suas obras. não apenas pulsos, como tem marcas pálidas no pescoço e nas coxas que são locais de fácil acesso para as unhas e objetos cortantes que improvisava.
ainda compartilha do hobby de assustar as pessoas, faz isso sempre da mesma forma, com desenhos ou recados completamente bizarros, escuros, apenas em preto fundo e rabiscos que beiram o desconexo. é alguém quase imoral e prefere fazer isso com crianças pequenas.
sempre troca o dia pela noite, adora caminhar sozinho na madrugada e sempre toma café da manhã em restaurantes, fast foods 24 horas, lojas de conveniência ou padarias para conversar com as pessoas que acordaram agora. odeia dormir e faz isso por poucas horas no dia, algumas vezes vira mais de 72 horas sem dormir.
tem uma identidade artística muito forte, sendo majoritariamente rabiscos que formam imagens agonizantes. todas em preto ou vermelho bem carmesim puxado pro vinho, simulando sangue. ele gosta de representar os sentimentos de agonia e medo em suas obras, é o seu sentimento principal e sua única inspiração no momento.
* dear god, fuck you.
O EXTERNO. uma assombração viva, ou quase isso. quando ainda trabalhando no bingo ele gostava de pensar que era um fofoqueiro sempre de olho na vida dos outros, depois que o motel fechou, ele conseguiu se mostrar uma pessoa mais focada no seu futuro depois de uma crise de pânico latejante. ainda assim se prende ao se hobby de assustar as pessoas e é alguém muito mais escuro do que jamais foi depois de arranjar um emprego na love hotel. talvez porque sua criatividade sinistra e bizarra seja liberada nos drinks. ainda é alguém que gosta de conversar e está sempre fofocando com alguém, tem todas as informações das pessoas mais sórdidas do mundo e chama para debates muito ocasionalmente. não é necessariamente alguém alto astral, pelo contrário, tem toda uma aura escura e triste por trás das piadas, comumente humorizando detalhes sombrios da vida. não é alguém aberto, com toda a certeza e todos podem notar isso, nunca fala sobre sua vida, passado ou família.
A PERSONALIDADE. curioso, objetivo (+) / insensível, desconectado. (-) é uma pessoa cheia de controvérsias, nada faz muito sentido sobre bandit. ele gosta de perguntar, de ser indelicado até conseguir as informações que estiver pairando, como um bom artista tem o sentimento de querer se inserir no mundo em que vive, mesmo que ele seja mais alheio do que todos possam ver. entretanto, não tende a rondar muito, ele é direto e decisivo sempre que fala ou age. pode parecer exagerado quanto a isso, porque não só é insensível ao partir pro ponto objetivo, mas também se ele precisa de algo tem de ser do jeito que ele quer e não mais do que isso. raramente precisa de algo, mas se já presenciou bandit comprando alguma coisa, ele costuma procurar por coisas extremamente específicas para o que quer. não tem tato às emoções alheia, mas não de forma fria, talvez um pouco distante demais, porque ainda é uma pessoa calorosa. tende a deixar de lado a sensibilidade quanto a todos os assuntos delicados, ele tem uma leve ansiedade social e isso pode transparecer quando está rodeado de pessoas conversando. costuma desconectar da realidade, quase dissociando em vários momentos, faz isso porque sua mente vai à mil em todos os momentos que não está sozinho e isso costuma o atrapalhar bastante. é quase impossível conversar com bandit quando ele está estático.
O INTERNO. fraco, bizarro e sem rumo. bandit odeia sentir medo e, mesmo que seja claustrofóbico, ele rodeia qualquer assunto sobre isso. possa até parecer por diversão que ele assusta os outros moradores com desenhos e recados, mas é porque bandit tem a necessidade de assustar os outros para se desviar dos próprios medos e receios. sabe que é alguém que tem de pisar sobre os outros para se sentir melhor, mas acredita que tenha o direito disso por ter sido pisado em todos os momentos de sua vida sem descanso algum. odeia ter que estar em contato consigo mesmo, porque incrivelmente, bandit foi condicionado a se odiar enquanto estava no internato e acaba sendo verdade, ele odeia a pessoa que é e o que ser odiado por todos que um dia confiou fez com ele. sua falta de ambição parte de não acreditar que tenha um lugar maior no mundo, ele se força a enquadrar em um local que não é dele: de cidadão comum. ele busca ser diferente de todos e seguir todas as tendências mais bizarras para que nunca seja colocado dentro de uma caixa, não gosta de pertencer e saber que existem pessoas que possam ser parecidas com ele, não por uma síndrome de protagonista, mas porque constantemente está entediado e a perspectiva de ser diferente o proporciona mais diversão nesses momentos. constantemente muda de personalidade em uma mesma conversa pelo mesmo tédio de sempre, mas ele viu isso em um jogo e acabou adotando esse hábito incomum.
* dear god, fuck you.
see here some wanted connections.
tba.



















