REGISTRO de JEON SETH.
Tem 21 ANOS e atualmente reside em BOWON-DONG e É NATIVO. Os monges que sua alma está ligada à LEE FELIX, talvez seja por isso tamanha semelhança. Atualmente se ocupa como CAIXA DA FARMÁCIA SEOSU'S.
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@gcn-seth
REGISTRO de JEON SETH.
Tem 21 ANOS e atualmente reside em BOWON-DONG e É NATIVO. Os monges que sua alma está ligada à LEE FELIX, talvez seja por isso tamanha semelhança. Atualmente se ocupa como CAIXA DA FARMÁCIA SEOSU'S.
when kafka said "all the love in the world is useless when there is total lack of understanding" and when richard siken said “if you love me, you don’t love me in a way I understand.”
Ask me anything
/ * ah, it is the fault of our science that it wants to explain all; and if it explain not, then it says there is nothing to explain. — #callingcn !
este é um chamado para a mini task (#dlugcn), aberto para uma (1) pessoa e com duas variantes a serem abordadas.
MUSE A também viu a luz estranha subindo da casa, mas sua reação é totalmente contrária a de Seth. Enquanto o loiro acaba se desesperando para entrar em contato com os moradores, de outrem somente recebe pedidos urgentes para que se afaste da casa ou dos ocorridos. Um conflito entre querer ajudar após ter uma sensação horrível e querer fugir.
MUSE B, por outro lado, não viu o ocorrido e apenas acaba o encontrando em choque em uma das vielas próximas a casa. É difícil entender o que ele diz, mas mesmo assim, há interesse e tentativa de compreensão do ocorrido. Basicamente o conforto durante a terrível sensação de que há algo ruim ali.
— geralmente eu quero mais é que o pessoal daqui vá se lascar, mas poxa, é um cachorrinho. você viu ele por aí? é uma akita, chama poppy e tudo mais, todo laranjinha. se você puder ser útil, qualquer informação é importante.
⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ “Não vi.” Respondeu seco, irônico mediante ao fato de tomar um bom gole de água da garrafa cheia de stickers que carregava em sua bolsa transversal. “Como eu posso ser útil?”
now playing self-steem for @gcn-seth!
como sempre, a madrugada era o horário do dia favorito de bandit. ele anda por todos os lugares que sua mente pode pensar antes que o sol ameaça nascer. mesmo que fraco, bandit sente que sua liberdade acaba quando todas as pessoas estão se preparando para sair de casa. mesmo sendo um sábado aqueles que trabalham ainda saem cedo. então, ele pensa no único lugar que talvez consiga manter sua liberdade por mais algumas horas até o sono bater e poder voltar para casa: o cemitério. não é o local que ele mais anda no mundo, porque, por mais que bandit tenha toda a imagem de uma pessoa que se divertiria muito em um cemitério, ele ainda aprecia mais andar do que ficar realmente parado em cima de uma lápide de uma pessoa qualquer. são por volta de cinco e meia da manhã, então ele consegue pegar o primeiro horário do mccafé em um mcdonalds qualquer, e, sinceramente, prefere isso do que uma cafeteria toda arrumada para clientes adinheirados. pega o cemitério aberto pelo simples fato de saber que só tinha uma pessoa maluca além de si mesmo que gostava de ficar ali, então entra sabendo bem que era seth ali, como sabia bem. “'cê gosta de mocha ou americano? comprei dois pra ver qual combina com meu humor dessa manhã, se eu vou estar amargo e ralo ou então suave e branquelo demais.”, fala quando nem mesmo está próximo, mas em uma distância boa que pode ser ouvido enquanto ainda se aproxima.
⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀𝕾extas-feiras tinham um peso diferente para cada pessoa. Eram as luzes da cidade viva que o chamavam para fora de casa durante a madrugada, mas seu destino final não estava nem perto da agitação da Love Hotel ou do Cassino, ia pra bem longe onde tudo passava ser plano de fundo da sua vida. Nos fones, o som calmo do instrumental dava a ambientação para a sua leitura, o tornando imerso à ponto de não notar a chegada da manhã e o clarear de mais um Sábado. Em breve teria que dar ao corpo cansado o rumo de casa, apesar da estação não trazer muito perigo para sua saúde, mas antes que pudesse pensar em se retirar dali, reconheceu a figura entre um dos mausoléus familiares.
⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀𝕼ue boa visão era ter o amigo caminhando em sua direção. Não escondia o sorriso e este dobrou quando o ouviu falar sobre o café.
⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀"Gosto de me manter longe do seu melaço, branquelo." Brincou tanto com a mania do mais velho de encher a bebida de açúcar, quanto com a escolha do seu desjejum naquela manhã. "Me diz que esse americano não vai me levar direto para o hospital desentupir minhas veias." A palma se esticou para pegar um copo e o corpo se ajeitou na estrutura gentil que guardava uma vida que teve seu fim, dando ao outro espaço para que sentasse perto. Quando provou do presente muito bem-vindo, a reação imediata podia ser motivo de risada e quase o derrubou da onde estava. "Eu jurava que era para ser amargo, mas parece que provei a Milky inteira nesse copo."
gcn-haseul:
* ⠀ / ⠀ Naquela tarde, a biblioteca não estava mais tão movimentada, Haseul acreditava que isso se dava pelo fato que a maioria dos estudantes já teria prestado o CSAT e muitos já deveriam estar com o recesso de inverno na cabeça, isso se já não tivessem sido liberados para as férias. Sendo assim, aproveitou do local quase vazio para se afastar de sua mesa e adiantar alguns dos afazeres que precisava cumprir até o final da semana, mais precisamente, tinha decidido que iria ajustar alguns livros que precisavam voltar aos seus devidos lugares nas prateleiras.
⠀ Foi assim, empurrando o carrinho com aquela pilha de livros, que Haseul foi atravessando o grandioso espaço da biblioteca, algumas vezes ignorando uma sessão ou outra pela simples vontade de levar o livro para si para ler e passar um pouco do tempo até o fim de seu expediente. Já tinha chegado em uma das sessões mais distantes - e uma das menos visitadas - quando a figura desconhecida apareceu em sua frente, encarando-a por um tempo antes de finalmente lhe dirigir a palavra.
⠀ “Ah…” Foi a primeira coisa que escapou por entre os lábios de Haseul que ainda estava digerindo a aproximação tão súbita, “Haseul… Me chamo Doh Haseul, e qual é o… Seu nome?” Tinha a impressão de já tê-lo visto andando pelas ruas da cidade à noite, mas tinha certeza de que nunca tinham se apresentado, gostaria de perguntar o que estava fazendo ali e o porquê do interesse em seu nome, mas talvez, fosse melhor deixar o interrogatório para depois.
⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ 𝕯e todas as formas que poderia se aproximar, seguindo o seu desejo, o jeito abrupto como continuava parado frente à ela era reflexo da nada gentil forma como tinha o seu corpo atravessado. Era como se aquela figura o chamasse, pedindo algum tipo de favor ou até acalanto, já que não entendia muito bem o que passava na sua mente como mensagens atrás da orelha. Quando ouviu o nome alheio foi como se um clarão iluminasse o nada em um flash rápido; fazia sentido mas não sabia o motivo. Tinha certeza que conhecia aquele nome, até os acentos carregados de um sotaque diferenciado, mas seria demais perguntá-lo da onde vinha o que tanto sentia e nisso ele apenas se curvou em educação àquela que havia se apresentado.
⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ “Jeon Seth.” A voz séria cortou o espaço entre os dois como um trovão, seus olhos se levantando da curvatura de sua postura para atravessar os dela e dar-lhe o mínimo de conforto que conseguia. Repentinamente, sua mente se tornou uma grande sala e Seth sentou em uma das cadeiras disponíveis, observando tudo que acontecia fora de seu controle.
⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ 𝖀ma das palmas rumou à frente, pedindo a dela em resposta e no canto dos lábios algo que não cabia com a personalidade dele brilhou. “Pode passear comigo? Gostei de você.” Um pedido que não esperou resposta, afinal, antes do fim já estava tomando rumo a sessão que se estendia por mais uns bons metros. Devagar e com as mãos para trás, ele tinha um ar que contrariava totalmente o corpo jovial. A experiência em seus ombros era quase algo concreto e mesmo assim ele parecia alheio ao que acontecia. “Me pergunto qual foi o último bom livro que você leu... Aquele com real significado, sabe?” Dito isso, seus dedos foram à uma das prateleiras, recolhendo um volume sem parar de andar e pacientemente o entregou ao cuidado da companhia. Na página aberta, uma mensagem escrita à mão.
@ venusflytrp on instagram : take me back !!
THE O.C. | 4x14 “The Shake Up”
응답하라 1988
/ * “i want you to believe...to believe in things that you cannot.”
acompanhado de @gcn-haseul na Biblioteca de Gaecheon.
⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀𝕮ontava os segundos para o fim do dia, lá pelas seis da tarde, na hora que o sol se escondia e dava para sair na rua sem se preocupar muito com o seu retorno imediato. Ainda carregava a garrafa decorada, assim como o protetor solar e o colírio, mas os óculos escuros não eram mais necessários, podia mais livremente ir até a Biblioteca, onde passava alguns finais de tarde procurando relíquias que ninguém se importava mais.
⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀𝕬o chegar, foi com caminho traçado até a sessão mais ao fim e começou a viajar entre os livros, quando uma sensação estranha arrepiou seus pelos, chamando a atenção para a mulher que ali chegava. Não era comum algo assim, essa vontade de se aproximar e acolher - diferente de como fazia quando menor. Assim, foi até ela e parou na sua frente, apenas olhando em seus olhos por um tempo.
⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀"Perdão. Qual seu nome?" Dobrou a postura, desculpando-se e aguardou que ela falasse algo.
Nature, especially flowers, gently and constantly reminds me of the beauty of life and of how blessed I am to be able to walk on this planet.
I’d like to share this lovely quote from Frances Hodgson Burnett with you: “If you look the right way, you can see that the whole world is a garden.”
“I am selfish, private and easily bored. Will this be a problem?”
— Neil Gaiman, A Study in Emerald (via wordsnquotes)
the older i get the more unnecessary it seems to tell people my business
“Sometimes you just need to distance yourself from people.”
— Unknown (via waywardreveries)
“Never, never tell them. Try and remember that. Never tell anyone anything ever. Never tell anyone anything again.”
— Ernest Hemingway (via quotemadness)