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Um novo trabalho, com uma nova equipa.
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Um novo trabalho, com uma nova equipa.
Porque só o cartaz já vale a pena.
Desvio - Mostra de Jazzes na Parede
(via https://www.youtube.com/watch?v=0ubSHRWMRpk)
Água Prateada - Um Auto-Retrato da Síria
A ouvir em doses exageradas.
Break through Collect the wires And writhe in your heart Mine 'till the end
António Dacosta: Dois limões em férias, 1983.
É difícil escolher só uma música do novo álbum de James Blake para servir de apresentação. Incrível voz e talento.
A aparente simplicidade deste disco pode levar a pensar que é fácil fazer música assim. Não é. Nem The Baron in The Trees é tão simples como uma primeira audição pode dar a entender, nem a música mais directa é necessariamente a mais acessível de se fazer. E é assim porque para ser boa essa música tem de se sustentar a si própria, sem muletas ou disfarces. Ou bem que se fazem grandes canções ou então a exposição das limitações dos intérpretes deita tudo a perder.
No caso dos The Loafing Heroes o truque é que eles sabem mesmo compor grandes canções (com natural destaque para Bartholomew Ryan, que as escreveu quase todas). Oriundos de várias geografias, estes heróis errantes apresentam-se como um grupo muito coeso de vozes talentosas, guitarras melodiosas e com um conjunto de metais e cordas excelentemente curados.
Demonstram especial talento para aconchegar os temas com belíssimas orquestrações e um cuidado notável nos arranjos. The Baron in The Trees é composto por 12 canções muito bonitas. Gosto particularmente de Gypsy Waltz (brilho e escuridão que a dado momento me remetem para o universo de Where The Wild Roses Grow), Collapsing Star, Caitlin Maude, God's Spies e Javali (que podia muito bem ter sido escrita por Justin Vernon).
Nota-se uma intimidade entre música e literatura que vai além do nome do disco e da própria banda. Pode comprovar-se isso mesmo nos curiosos agradecimentos que a banda faz a Italo Calvino, Shakespeare e W.B. Yeats no livrete do disco (trabalho gráfico também muito interessante, já agora). A admiração pela palavra escrita é visível nas letras das canções e na forma como elas são interpretadas, sempre com uma dicção irrepreensível, mostrando-nos que aqui todas as palavras importam.
The Baron In The Trees, editado no dia 6 de maio, é já o quinto trabalho de originais dos The Loafing Heroes. Eu não os conhecia, mas agora só os posso recomendar.
Os Youthless são formados pelo londrino Sebastiano Ferranti (baixo e vozes) e pelo nova iorquino Alex Klimovitsky (bateria, sintetizador e vozes), os dois radicados em Portugal.
No início de Março, lançaram This Glorious No Age, o seu primeiro longa duração, misturado por Justin Garrish (Vampire Weekend, The Strokes, Weezer). Em Portugal, o trabalho foi editado pela NOS Discos e a Club.the.mamoth/Kartel é responsável pelo lançamento em Inglaterra.
Trata-se de um disco conceptual, que versa sobre a transição do velho do mundo para o novo mundo. Gira em torno das ideias de Marshall McLuhan acerca da descoberta da electricidade e do impacto que ela teve.
A banda usa as suas experiências pessoais para abordar os conceitos universais que colam todo o disco e, diga-se, este adeus ao mundo antigo (ou a despedida do acústico) para abraçar o ruído e a confusão da era eléctrica não é um processo pacífico. É que quando duas realidades desta dimensão colidem, não o fazem sem o devido estrondo.
Assim é também This Glorious No Age, uma viagem atribulada feita de despedidas, de novos encontros e cada vez mais possibilidades. Ruidoso e sujo, repleto de feedback, mas também muito melódico e harmonioso, com coros e arranjos com contornos épicos como os momentos que cantam.
O disco é também uma forma muito própria de contar a história do rock e nos títulos das músicas estão escondidos os nomes de famosos duos do rock que a banda pretende desta forma homenagear.
O maior feito destes dois músicos é misturar tudo isto, tanto som, tanta gente, tanto conceito e, ainda assim, conseguir apresentar um disco equilibrado. É um trabalho intelectualizado, preocupado em igual medida com a forma e com o conteúdo, mas nada sisudo e que carrega uma jovialidade e um entusiasmo quase adolescentes.
Conta com a participação de Francisco Ferreira (Capitão Fausto, Bispo), João Pereira (Riding Pânico, LaMa), Chris Common (These Arms are Snakes, Le Butcherettes), Francisca Cortesão (Minta and the Brook Trout) e Duarte Ornelas.
Alinhamento:
1. Sail On 2. Death of the Tyrannosaurus Rex 3. Golden Spoon 4. Neu Wave Suicide 5. Smersh 6. Mechanical Bride 7. Silver Apples 8. Attention 9. Pale Horse and Rider 10. Lightning Bolt 11. Skull and Bones 12. Black Keys White Lights 13. High Places 14. Holy Ghost 15. This Glorious No Age 16. Fuck Buttons and Knobs 17. Lucky Dragons
Disco disponível para audição e download aqui.
All I want is the best for our lives my dear, And you know my wishes are sincere. What's to say for the days I cannot bear A Sunday smile you wore it for a while. A cemetery mile we paused and sang.
Fotografia de Berthold Laufer, 1904. Why people never smiled in old photos
Konono N°1 meets Batida - new album teaser
Endings in a novel confer a kind of liberty that life stubbornly denies us: to come to a full stop that is not death and discover exactly where we are in relation to the events leading to a conclusion.
https://www.brainpickings.org/2015/03/30/susan-sontag-writing-storytelling-at-the-same-time/
We are living in an age when sleep is more comfortable than ever and yet more elusive. Even the worst dorm-room mattress in America is luxurious compared to sleeping arrangements that were common not long ago. During the Victorian era, for instance, laborers living in workhouses slept sitting on benches, with their arms dangling over a taut rope in front of them. They paid for this privilege, implying that it was better than the alternatives. Families up to the time of the Industrial Revolution engaged in the nightly ritual of checking for rats and mites burrowing in the one shared bedroom. Modernity brought about a drastic improvement in living standards, but with it came electric lights, television, and other kinds of entertainment that have thrown our sleep patterns into chaos. Work has morphed into a twenty-four-hour fact of life, bringing its own set of standards and expectations when it comes to sleep … Sleep is ingrained in our cultural ethos as something that can be put off, dosed with coffee, or ignored. And yet maintaining a healthy sleep schedule is now thought of as one of the best forms of preventative medicine.
https://www.brainpickings.org/2012/08/21/dreamland-science-of-sleep-david-randall/