No title available

Jimmy Eat World
No title available
"I'm Dorothy Gale from Kansas"

if i look back, i am lost
Game of Thrones Daily
noise dept.

oozey mess
No title available
Today's Document
Cosmic Funnies

❣ Chile in a Photography ❣
Noah Kahan

Discoholic 🪩
No title available
𓃗

gracie abrams
Claire Keane
almost home
YOU ARE THE REASON
seen from Canada
seen from Serbia
seen from United Kingdom
seen from United States

seen from United States

seen from Türkiye

seen from Canada
seen from Norway

seen from Australia

seen from China

seen from Brazil

seen from Malaysia

seen from United Kingdom

seen from United Kingdom

seen from Indonesia

seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from Argentina

seen from Malaysia
@heiyahe-blog
— Uh? Tem uma marca no meu ombro? Eu só sou desastrado, não é nada demais. — A ingenuidade no rosto de Hui era a arma perfeita para enganar as pessoas, afinal, o jeito infantil normalmente o livrava de questionamentos. — Você quer pintar alguma coisa no lugar dela? Eu gosto de me sujar de tinta, mas não alcanço direito essa região.
— Se você me dissesse que gosta de cores, desenhos ou algo do tipo, eu até entenderia, mas... Sujar de tinta? Mesmo?
— O que quer desenhar? — perguntou, concentrado em achar algum pincel ou algo que pudesse ajudar no desenho. Olhando a pele de Hui, mais uma vez perguntou, quase como um curioso em ação. — Já que gosta tanto de tintas e desenhos, já pensou em fazer alguma tatuagem? — Hansol tinha algumas tatuagens pelo corpo, e por gostar tanto, as vezes até arriscava tatuar alguns amigos do ramo. Imaginar desenhos em qualquer parte de um corpo era apenas uma parte do que a admiração por tal coisa lhe proporcionava.
flwrrboy:
— Claro que não! Quem te disse isso? Eu recebi várias avaliações perfeitas sobre os meus atendimentos e comportamento, muito obrigado.
— A maioria delas é brega, sério. Eu sei bem do que eu ‘tô falando, eu vim do lugar mais brega possível. — Até estufou o peito ao falar sobre sua cidade natal, mesmo que odiasse o local e não pensasse em voltar lá. Ouviu a música um tanto curioso, não era bem o seu estilo, mas não era ruim também. — É, essa é diferente, você me surpreende a cada dia! Mas assim, você já ouviu Shakira? Prefiro a Shakira.
— Aham. Suas performances de Shakira no setor devem ser de muita competência para ser considerada perfeitas, meus parabéns.
— Eu realmente não me lembro de onde veio, então não faz tanta diferença. — aproximou-se do ouvido de Yoojin. — Mas imaginar você no meio do nada, brincando ao som de Shakira, sim. — riu logo em seguida, era uma cena engraçada e poderia ser até mesmo real, já que a personalidade do outro mostrava coragem suficiente para isso.
myungdxxe:
❛❛ Oh. Eu não queria interromper à sua conexão com a música. Foi mal! ❜❜ Myungdae acaba por se sentir levemente culpado por tê-lo chamado, pois aparentemente o outro estava realmente conectado com à melodia. Quiçá o sentimento de remorso tenha sido ainda mais acentuado pelo fato de sua cerne artística ser tão sentimental e simbolista. ❛❛ Sério. Eu deveria ter percebido que você estava ocupado. Mas huh. Você sabe me dizer que rua é essa? Estou sem os meus óculos e a minha miopia só piora a situação. Eu tenho quase certeza que estou perdido. ❜❜
— Tudo bem. Acho que é melhor deixar para outro momento. — falou, enquanto procurava apoio para levantar do degrau no qual estava. — Você está… Próximo ao Rio Cheonggyecheon. Bem próximo, eu diria. — mexendo nos fios que insistiam em atrapalhar sua visão, fez menção com a cabeça, na tentativa de mostrar o riacho logo atrás do jovem rapaz. — Mesmo crendo que um GPS seja mais eficaz do que eu, posso tentar te ajudar, se me disser onde quer ir.
flwrrboy:
— Que moral, hein chefinho? Imagina se eu faço isso lá no SAC, os clientes me queimam em praça pública. — Suspirou, fingindo uma tremenda decepção, quando na verdade já conhecia aquele comportamento. — Mas vem cá, que música era? Garanto que era uma das suas músicas bregas.
— Pensei que eles já quisessem fazer isso, não? — o recém funcionário era conhecido por pregar peças em todos, e Hansol sabia disso, e não queria ser um de seus alvos, ou ao menos tentaria não ser.
— Minhas músicas não são bregas, você que não tem sensibilidade alguma. — com uma das palmas Hansol fez sinal no estofado para que o rapaz se aproximasse. Tirou o plug do fone e deu play, dessa vez para que todos ali presente, ele e Yoojin, pudessem ouvir. — Lights. Hurts. É uma das minhas favoritas. — Alguns segundos foram o suficiente para que Hansol fechasse os olhos e voltasse para sua distração de antes.
wastarving:
❛ —— Eu… Você não ouviu nada do que eu falei? —— Não sentia-se diretamente lesada pela falta de atenção do garoto ao que falava, já que parte de si ponderava o quanto estava exteriorizando e como se despôs o dia do outro e sua paciência. Na verdade havia certo fascínio de quão bem o mesmo abstraia —— Eu estava falando sobre o projeto socioeducativo que a… aish, deixa pra lá. —— Novamente, não sustentava chateação com Hansol, já que entendia como aquele podia ser. Não importava-se em guardar algumas palavras já que o menino não estivesse prestando atenção. —— Você está bem? —— A pergunta era importante a si, carregando mais significado do que apenas indagação rotineira e banal, ainda mais com distração de Hansol —— E não ouse usar essa desculpa comigo de novo.É sério. Eu mereço um pouco mais de esforço que isso ——
Balançou a cabeça em negação. Era mais fácil dizer logo a verdade do que ser pego na mentira pela vizinha, que de astuta tinha tudo. Os assuntos do qual ela falava eram interessantes e importantes, mas sua confusão mental nesse momento gritava por atenção. Ainda assim, mais uma vez, tentou focar na conversa com a jovem médica, que para variar, estava tentando cuidar de algo que não precisava de cuidados, ou talvez precisasse, só não admitia isso. — Por qual motivo não estaria? — levantou-se do sofá indo em direção a geladeira, precisava de água, não para hidratar necessariamente seu corpo, mas sua mente em específico. — Você merece a verdade e é que estou te dando. Sem neura, por favor. — finalizando um gole na garrafa de água, continuou: — Sabe, nem todo mundo precisa de cuidados, doutora. — com a garrafa posta sobre o balcão, Hansol agora ia em direção a jovem moça, puxando-a pela antebraço, chegaram até a janela, e mais uma vez, pôs-se a falar. — O Sol hoje está ótimo. Acho que ele gostaria de ser apreciado por alguém. — Por fim, seu melhor sorriso se fez presente. Talvez, só assim tal assunto fosse deixado de lado.
— Desculpe, o que disse? Estava focado na música. — falou, enquanto tirava os fones de ouvido e arrumava a postura um tanto desleixada até o momento.
— Sabe como é, essa coisa de imersão e profundidade que a música pode trazer.... — finalizou com um sorriso amarelo. Até que não foi uma desculpa tão ruim para justificar sua falta de atenção.