Você já se perguntou...
Quantas dores um sorriso pode esconder?
Por experiência própria, eu sei que um sorriso esconde muitas coisas

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@heli16
Você já se perguntou...
Quantas dores um sorriso pode esconder?
Por experiência própria, eu sei que um sorriso esconde muitas coisas
Depois que se prova do fruto...
é difícil parar de come-lo.
I can't see galaxy in my eyes
Todas as vezes que fecho os olhos... Vejo meus sonhos... Me vejo feliz... Sorrindo... Alegre e dançando... Quando abro os olhos, caiu em lágrimas Volto a péssima realidade Vejo tudo desmoronar... Meu sorriso sumir... Minha alma castigada... Meus sonhos arrancados... Sinto a chuva de tristeza pairando sobre mim Amor... Venha... Venha... Fechar meus olhos E liberte-me com um beijo surrealista Assim talvez... Eu aguente continuar vagando por esse Mundo de tragédia. -Heli
Apenas uma crônica vampiresca que escrevi ^~^... Se ficar realmente boa eu posto a continuação dessa *-*
Ela não sabia ao certo quanto tempo estava ali, seus braços estavam cansados, as pernas bambas e trêmulas, o suor escorria por seu corpo de vagar, sua expressão facial era de puro cansaço. O lugar onde se encotrava presa estavam completamente escuro, todas as velas apagadas, ela sentirá frio pois o cômodo não estará aquecido, além de utilizar poucas roupas, apenas um vestido branco muito fino e rasgado que chega a lhe cair transparente revelando não nitidamente as vergonhas. A cabeça dela se encontra baixa e seu cabelo cor de mel cai sobre seu rosto e ombros como uma cascata. O barulho da porta abrindo ecoa pelo cômodo e a sombra de um homem muito bem trajado se revela. A garota continua imóveis, o jovem de cabelos ruivos entra e acende apenas um candelabro com 5 velas, se aproxima dela e diz: - Minha querida Liz, espero que já tenha se recuperado, estou sedento -ele se aproxima e levanta delicadamente o rosto da jovem e tira seus cabelos da frente, passa a língua em seu pescoço- Eu anseio por você. Ao sentir a língua umedecida e gelada tocando a sua pele ela estremece e começa a lágrimar e diz em um tom de completa pena pedindo clemência: - Sr. Armand... Eu imploro... Não aguento mais... Por favor não faça... Meu corpo doi. O rapaz apenas da um pequeno sorriso malicioso e vira-se de costa e anda em direção a uma pequena mesa que há ali, ele olha para sua coleção de chicotes e diz: - Qual será que eu devo usar hoje? Você tem sido uma boa garota ultimamente então acho que esse aqui -ele pega um chicote de tamanho pequeno feito com várias tiras de pano e o observa. A garota olha mesmo apavorada ela sente um pouco aliviada pois aquele de todos os outros chicote era o que menos lhe machucava a pele. Mas para sua surpresa, Armand joga todos os chicotes no chão e avança em cima dela em uma velocidade sobre-humano e como se fosse papel ele rasga a frente do vestido da moça e diz olhando para seus mamilos agora descobertos: - Vamos fazer diferente hoje minha Dama Azul. Subitamente as velas se apagam e a porta pesada de madeira se fecha. E pelo corredor ecoa-se gritos femininos de pavor, medo e um pouco de excitação. -Heli
Tarde de preguiça
A chuva já havia parado, apesar de ensolarada a tarde estava agradável para ambos, talvez ele sentirá um pouco de frio, mas ela não, sempre com o sangue bastante quente correndo pelo corpo. Haviam passado a manhã inteira juntos, após o almoço decidiram ir para a casa dela, descansar ou ver algum seriado que ambos gostavam de acompanhar. Ao chegarem em casa, ela estava exausta e apenas se deitou na rede e ficou ali parada, trocaram poucas palavras pois o cansaço de ambos era recíproco. Logo ele se decidiu juntar-se a ela, então deitou-se em seu lado esquerdo da rede e a envolveu nos braços, ela o abraçou e ambos ficaram ali, calados, aproveitando a companhia um do outro, olhando para a paisagem da janela onde o sol ainda estava brilhando mas em um tom laranja agradável e sutil em conjunto com um belo céu azul e nuvens fofas e brancas. Não se passou muito tempo e ela adormeceu envolvida nos braços dele, ele continuou olhando a paisagem, ainda sem percebe que ela cairá no sono e ele disse em um tom de voz macio e suave: -Será que isso duraria para sempre? O silêncio chegou novamente, e ele abraçou mais uma vez, sentiu seu perfume, e adormeu junto a ela. By:Heli
The first
Todos aqui já tiveram seu "first love", ou melhor, seu primeiro amor. Parece bobagem... Mas no final das contas não é. Hoje senti vontade de dizer como foi o meu, então lá vai ^^: Cabelos curtos, bem cortados, negros e de uma maciez única... Aqueles olhinhos escuros puxados me encantava todas as vezes que eu o via. O coração batia mais forte, minhas mãos soavam, minhas bochechas ficavam rubras e febris. Era uma sensação tão estranha para mim na época, achava que estava doente, pois sentia aquela típica sensação de ter borboletas no meu estômago. Sempre que nossos olhos se encontravam e quando eu sabia que ele estava ali, isso acontecia. Ríamos e brincávamos muito, sempre tão ingenuamente doce... Eu sempre era a princesa que ele queria salvar. Era sempre assim, me sentia tão especial, quando saíamos por aí de mão dadas então correndo igual dois loucos, eu só faltava morrer do coração. Era lindo de mais. O tempo foi passando e nós fomos crescendo, e então eu percebi que aquilo que sentia quando estava junto a ele era amor (e não uma doença como eu achava quando era criança). O tempo continuou passando... E eu nunca disse a ele que gostava dele. Aprendi que se gostamos de alguém jamais devemos esconder isso dessa pessoa, porque um dia ela vai embora e não volta mais. Com toda a sinceridade não me arrependo de não ter dito para aquele garotinho de olhos puxados que gostava dele, éramos crianças apenas. Hoje provo de um amor único e sincero... Amo muito mais hoje do que antes, e me sinto muito mais feliz com isso. E vocês meus caros leitores? Como foi o primeiro amor de vocês? Eu quero saber 😉. -Heli
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Sim, a Sra. Observadora também gosta de pintar u.u