[ win metawin ] alto, quem vem lá? oh, é Ace Wachirawit Chittsawangdee, o príncipe da Tailândia de 25 anos, como é bom recebê-lo! está gostando da frança? tenho certeza que será muitíssimo bem tratado por nós aqui, sendo tão gentil e aventureiro. só não deixe transparecer ser imprudente e orgulhoso que sua estadia será excelente. por favor, por aqui, estão todos lhe esperando!
conexões. board.
O Reino da Tailândia pode não ter uma vasta extensão, mas supre essa falta com um desenvolvimento admirável, um lugar de primeiro mundo. Sua capital é Bangkok, a cidade dos anjos, onde a família real está situada desde os primórdios de sua existência. Falando nela, atualmente estamos em sua 45º geração, sendo marcada por uma fina disputa entre o atual rei e seu irmão mais novo, primeiro, porque o que tivesse um herdeiro primeiro podia garantir o trono (e o rei estava morrendo de medo de sua esposa não conseguir engravidar), felizmente Tutor Koraphat e Love Pranpriya foram agraciados com a chegada de seu amado herdeiro - e mais três em seguida -, e o pequeno conflito que parecia ter sido findado só foi arquivado até o momento, porque o trono está nas mãos de Ace Wachirawit e parece que não pode o assumir até estar casado, o que implica um pouco já que seu primo já está casado e tem filhos, ou seja, o que sempre almejou pode estar por um fio, mesmo que ele não esteja tão preocupado assim. Sinceramente, governaria sozinho sem problemas.
Contando com 75,6 bilhões de habitantes, a Tailândia é dividida em 75 changwats (províncias), todas comandadas por nobres de confiança do próprio rei e que mudam a cada dois anos, para existir uma rotatividade e novas ideias para evoluir a região, porque o foco do reino é o desenvolvimento e crescimento orgânico; sabem que não apresentam riscos a outros lugares, mas desejam atingir um patamar que sejam vistos como uma potência de importância, que outros podem contar. Conta com uma diversidade de fauna e flora, tendo lindos destinos tropicais, tanto que são conhecidos por suas belezas naturais e hospitalidade. Também são ricos em pedras preciosas e ouro, mesmo que o último esteja na composição de algumas estátuas ou em construções reais, alguns ousam dizer que os móveis do palácio são de ouro.
CONHEÇA O FUTURO MONARCA
Quase foi nomeado como ‘Sun’, porque nasceu em um dia ensolarado e por ser o primeiro filho, era a luz de seus pais. O primeiro herdeiro do trono tailandes e que trouxe um suspiro de alívio para muitos, porque se o rei não tivesse um filho logo, era capaz que o título fosse entregue ao irmão mais novo e o mesmo não era tão amado… Mas o garoto nasceu e trouxe a paz para todos, por isso, o pai resolveu o nomear como Ace, a carta mais valiosa do baralho e o melhor entre todos, coisa que ele seria mesmo. Ace Wachirawit, o futuro rei da Tailândia.
Além do herdeiro, era o mais velho entre os quatro herdeiros dos monarcas, mas não adiantava de nada ter três irmãos, se nem conseguia conversar com eles direito. Sempre soube de suas obrigações, não tinha abertura para brincadeiras fora de hora ou qualquer coisa que tirasse seu foco da coroa e de todo o futuro que o aguardava; na realidade, não tinha tanto contato com outras crianças ou pessoas de sua idade, era rodeado de adultos que lhe ensinavam de tudo um pouco, todos prontos para servir o futuro rei e pavimentar o caminho para o trono, visando boas recompensas quando a hora chegasse - mesmo ganhando horrores só por ensinar o menino. Mesmo com a distância forçada pelos pais, Ace buscava manter-se perto dos irmãos e mostrar que estava ali para o que fosse necessário, até conseguiu, mas com algumas pequenas exceções, porque seus irmãos tem certa mágoa de seu comportamento, achando que o rapaz apenas se achava por ser o futuro rei e não queria se misturar. Esse pensamento chegou ao fim quando todos cresceram, quatro adolescentes sem causa que queriam apenas se divertir e os três mais novos notaram que o irmão não era ruim, apenas foi privado de algumas coisas e quando conquistou uma possível liberdade, todos conseguiram notar que Ace não era metido, apenas centrado em seus objetivos.
O povo conhecia seu príncipe, amavam todos os mini monarcas desde o nascimento de cada um, seus aniversários eram feriados nacionais e todos festejavam, como se fosse seu próprio dia. Ace era o príncipe sorridente, Manow era a princesa gentil, Sunny era a princesa rebelde e Bright era o príncipe divertido; eles eram amados e adorados, sempre prontos para ajudar o reino a prosperar e o mais engraçado, mesmo que Ace tenha passado a vida sendo preparado para a coroa, depois que se aproximou dos irmãos, todos acabavam ajudando em alguma coisa… Pobre futura rainha consorte, que não teria voz ativa na presença dos cunhados já que Ace sempre daria razão aos irmãos.
Cresceu com a ideia de seu futuro e isso nunca foi um problema, porque mesmo que vivessem no tradicionalismo imperial, com um conselho conservador que seria sua dor de cabeça; não tinha como detestar a ideia, veio ao mundo para levar a Tailândia ao topo, para continuarem prósperos e sem conflitos. Sempre quis fazer tudo para seu povo e em todas as suas aparições buscava deixar claro que era grato por todos, apenas por existirem já que é esse tipo de pessoa, daquelas que busca agradar quem pode favorecer seu “ego”; mesmo sendo um tanto imprudente, porque assim, Ace tinha algumas ações que serviram para um questionamento ser enraizado: será que ele vai ser um bom rei ou vai nos afundar?
Uma figurinha muito conhecida em qualquer encontro de monarcas, qualquer reunião que pudesse atingir seu país já contava com sua presença já que queria estar dentro de todos os assuntos e isso é desde criança, nem tinha idade para participar, mas batia o pé e pedia para o pai, levava “não” com frequência, mas tinha tentado. Tanto que tinha um “espião” na comitiva do genitor, seu tio mais novo sempre estava por perto e prometia contar tudo ao sobrinho e ele fazia mesmo, contava tudo nos mínimos detalhes e mesmo que Ace não entendesse a maioria das coisas, ficava fascinado e com um sentimento de realização, porque tinha informações para o futuro… Mesmo que não recorde-se da metade delas ou as use no dia a dia.
Parece que só pensa em política e fortalecer relações, mas não é por esse caminho! Wachirawit exibe hobbies diversos, mais do que alguém se atreve a contar, tem um leque de assuntos que domina e pode manter qualquer conversa, um agradecimento aos seus diversos professores que notavam o quão aplicado o rapaz era, então o colocavam em prova, enchendo-o de desafios e conteúdos extras para manter o mesmo ocupado. É curioso demais, pode parecer tímido, mas é uma pequena fachada já que adora falar dos mais variados assuntos, o que, novamente, levanta o questionamento em uma parcela dos tailandeses… Um rei que fala de qualquer assunto, até dos mais bobos, em pleno pronunciamento real pode mesmo ser bom? Uma resposta ainda inexistente já que a) ainda não é rei b) ele não fez muitos pronunciamentos na vida, mas isso não impede os comentários a seu respeito.
Entre as monarquias asiáticas, talvez seja um dos príncipes mais comentados por seus feitos, sendo de forma positiva ou negativa, só sabe que gosta de estar na boca do povo já que isso gera questionamentos e o desejo de provar que o que falam está certo ou errado. Tudo bem que vem se metendo em algumas encrencas aqui e ali por conta de relacionamentos “secretos”, não tem como negar que Ace é um apaixonado pelo amor, o sentimento o deixa muito feliz e entusiasmado, mas ele nunca amou alguém a ponto de manter algo sério. Vive de casos breves, mas intensos e que deixam rastros, os mesmos que são transformados em fofocas e que causam uma reação negativa dentro de seu reino.
Os pais surtam consigo e ameaçam tirar sua coroa, no pior dos casos, mas seu problema está no conselho real, como diz “um bando de velho que quer se meter na minha vida”; não está errado, mas se aceitou ser o príncipe herdeiro, precisa seguir algumas regras e dentre elas está, bem claro, que ele deve manter a integridade e a descrição, sem casos ou fofocas envolvendo relações. Desde que completou 16 anos, enfrenta alguns embates com o conselho já que faz coisas que eles desaprovam, se fosse antes, Ace apenas acataria seus desejos e seguiria uma vida à risca, mas quando conheceu o mundo… Não conseguiu. Busca se manter dentro dos limites, mas sempre passa do ponto, como é o caso de seu problema em amar demais, mas o que pode fazer se ama um sentimento tão puro?
Não acredita que casamentos arranjados podem dar certo, talvez por não ter um exemplo em casa, porque os pais casaram por amor, apesar dos títulos bem próximos - um futuro rei e uma condessa - e ele também deseja ter um casamento dessa forma, apesar do cerco estar se fechando e virando algo insuportável. Perdeu a conta de quantas pretendentes conheceu e não se interessou, não que seus padrões são altos, mas o tailandes busca algo específico e que não consegue encontrar em ninguém - ou quase isso, porque algumas fofocas mostram que ele encontra muitas coisas especiais em seu guarda pessoal, em seu parceiro de esgrima e nas damas de companhia de suas irmãs.
Talvez esse tenha sido o motivo que os pais o enviaram para a França, ele não queria ir, tinha coisas a resolver na Tailândia - assuntos importantes, não seus lindos casos, mas quem sabe - e não desejava se afastar tão cedo, mas quando o rei falou mais alto, não teve como rebater. Infelizmente ainda não tinha voz ativa contra as ordens dos pais, era apenas o futuro rei e mesmo que muitos assuntos passassem por suas mãos antes da decisão final - muitas vezes, sendo a própria -, ainda era o príncipe meio regente. Em sua cabeça, Manow ou Sunny iriam para representar e entender o que estava acontecendo, visto que não tinham um pretendente certo e, quem sabe, se interessassem pela dinâmica, com todo o gosto, faria uma seleção para suas irmãs; mas não, os pais apenas o empurraram para um terreno que não era de seu gosto ou conhecimento.
Não tem nada contra a princesa ou ao país, na verdade, enxerga a mesma como uma inspiração já que queria ele ter peito o suficiente para anunciar, oficialmente, que podia arranjar um rei e não uma rainha para a Tailândia. Mas as coisas eram diferentes para si e em sua vivência; claro que começou a gostar da ideia de visitar a França e ver aquela seleção com os próprios olhos, podia retirar algo produtivo e bom para sua vida, além de tentar arranjar uma forma de fortalecer os laços entre os países. Tecnicamente devia ir como uma folga, um descanso merecido dos anos seguidos em que se doa para seu povo, mas ele lá quer saber de descanso, quer garantir uma vida boa para seu povo e se for necessário, até inventa um casamento com alguém importante para isso; mas seus pais não podem nem sonhar com essa realidade, então finge que está ali apenas para distrair a mente antes da coroa cair sobre ela.
Ainda não entende o motivo de sua presença ali, os pais não falaram muito, apenas o jogaram com tudo. No fundo, sente ter dedo do conselho, que desejam um casamento rápido para que o trono não fique fragilizado, visto que seu primo mais velho já está casado e querendo um espaço no palácio principal e ninguém deseja que a família secundária ganhe a coroa. O que importa, agora, é se preparar para ter uma coroa em sua cabeça o mais rápido possível e aproveitar de suas férias, mesmo que esconda seus desejos principais em fortalecer qualquer laço.
Seu nome é Ace, raramente atende como Wachirawit - apenas entre a família - já que acha difícil alguém saber da existência do nome real. O sobrenome é conhecido já que se apresenta como Ace Chittasawangdee, além do óbvio, ele é o futuro rei.
Seus apelidos são: Wach, Wit, Wangdee, Flor de lótus, Smiley. Mas sua mãe tem costume de o chamar de นางฟ้า (Nāngf̂ā) que significa anjo.
Seu aniversário é em 04 de abril, logo, é ariano com muita personalidade. Nasceu em Bangkok, em um quarto rodeado de florais e incensos, além das flores favoritas da rainha... Inclusive, sua primeira foto foi tirada em uma cama de flores.
Conhecido como o príncipe sorridente por seu povo, visto que está sempre com uma expressão feliz no rosto, até seus olhos parecem sorrir quando estão fechados.
Protetor acima de tudo, os irmãos são tudo para si, mesmo que tenha que lidar com a rebeldia do mais novo que não aceita a falta de interação que tiveram durante a a infância-adolescência; tanto que vive olhando boas opções de casamento para suas irmãs mais novas, pelas costas, é claro.
Ainda não é rei, precisa se casar para isso, mas não tem vontade. Mesmo sendo o príncipe semi regente, age como um rei em potencial, porque está envolvido em tudo que consegue. Preza pelo bem estar de seu povo e a prosperidade do reino.
Adora falar sobre os mais diversos assuntos, é um prazer pessoal, mesmo que engate em longas discussões que para si são legais, mas nem tanto para os outros.
É bissexual, mas não tem coragem de assumir publicamente já que o conselho real está sempre em seu pé. Tudo bem, não é surpresa para ninguém já que foi flagrado, mais de uma vez, de forma íntima com diversas pessoas... Mas sem uma confirmação oficial, só podem ser especulações.
Acredita que a melhor forma de conhecer um lugar é ver sua cultura e experimentar a culinária local, não sabe mexer no fogão, mas sabe comer muito bem.









