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V: Você é o cara que me ajudou no outro dia, não é? Na praia?
H: Para alguém que não sabe quem eu sou, você conseguiu meu número com uma facilidade impressionante.
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ligação --> henrich
V: Você é o cara que me ajudou no outro dia, não é? Na praia?
H: Para alguém que não sabe quem eu sou, você conseguiu meu número com uma facilidade impressionante.
ligação --> henrich
V: Alô?
H: Em que eu posso ajudar?
strcctxspirit:
- Eu vou me encontrar com Kane logo mais. Antes…. Tenho que convencer a gatinha aqui a me ajudar com outro problema doméstico. - Então, ela fez uma expressão irônica. - Afinal Niederman e papai não foram o suficiente, não é?
Viktoria revirou os olhos diante da menção dos nomes.
- Gotta. Bem...Se me dão licença, eu tenho meus proprios problemas domésticos para lidar por hora.
- O que você está fazendo? - A garota arregalou os olhos. - Enlouqueceu completamente? - Os air bags se acionaram, imediatamente, prendendo os passageiros contra os bancos.
- Descobrindo porque tem alguém atirando na praia em uma garotinha, aliás. Dica para vida: Atropele primeiro, pergunte depois. - Falou, retirando o próprio cinto e abrindo a porta do carro para sair.
strcctxspirit:
A garota suspirou e virou-se para a irmã então. - Ta vendo como ele me trata? Henrich é terrível.
Viktoria sequer sorriu.
A garota suspirou e pegou o celular. - Olhe só para vocês dois. Minha família. Será que minha vida pode ficar ainda mais estranha?
- A vida sempre pode piorar. - Viktoria expeliu a fumaça.
- Henrich.. Posso saber com quem vai sair? - Marya sempre tentava puxar conversa com o homem. Ainda que, na maior parte das vezes, os diálogos que mantinham fossem absolutamente estranhos.
- I agree with the freak. - Disse, fitando Viktoria. - Não somos parentes e não, não pode. Me mande uma mensagem assim que conseguir. Ah, aliás...Você não tinha um almoço com o Kane ou algo assim dessa relação esquisita de vocês?
strcctxspirit:
- Deu para me seguir, agora? - Marya franziu o cenho, fitando o homem.
- Preciso que destrave um celular para mim. É um pouco mais complexo do que eu estava esperando. E eu tenho um encontro. - Disse, dando de ombros e colocando o aparelho sobre a mesa, em frente a Marya.
livingontherazor-sedge:
A garota fez o que lhe foi mandado, colocando o cinto de segurança imediatamente. - Eu estou bem, obrigada. Quem é o senhor, aliás? - Ela fitou o homem, não lembrando de conhecê-lo.
- Henrich Scott Hooker. - Falou, como se seu nome por si só já carregasse tudo o que ela precisaria saber sobre ele. A carro não demorou muito até trombar contra algo, fazendo os corpos dentro dele sentirem o impacto da batida. Uma pessoa. O corpo caio de bruços sobre o chãos, ficando metade presa embaixo do carro.
livingontherazor-sedge:
Varna entrou no carro, ainda que não soubessem quem era o desconhecido. Era melhor que ficar ali e ser alvo de novos tiros. - Que desgraçado! - Ela rosnou. - O miserável deve ser profissional, para atirar tão bem no escuro. - Apertava o rosto para tentar conter o sangramento.
- Ou...Deve ter equipamentos muito bons para o escuro. Tem um kit de primeiros socorros no porta luvas. - Falou, ficando em silêncio depois, para localizar a direção dos tiros. - Eu sugiro que você coloque o cinto, aliás. - Falou, dando partida no carro, rumo ao local em que lhe pareciam vir os disparos.
analyse-andinterprxt:
- Hooker. - Viktoria sorriu. - Que surpresa desagradável! - Provocou-o, embora na verdade até tivesse gostado de trabalhar com o homem no passado.
Nem me fale, eu mal tomei café e já estou sendo obrigado a ver esse seu sorriso macabro. - Disse em provocação, revirando os olhos.
- Eu não nada a ver com isso. - Viktoria revirou os olhos.
- Você ainda é minha irmã. Por mais que tente negar incessantemente. E eu salvei sua vida. - Stelmarya rosnou para ela.
- Salvou é? - A garota punk acendeu um cigarro. - Minha memória diz o contrário. Devia pedir ajuda a Hooker. Ele é mais parente seu do que eu.
- Dear Lord, até quando não estou por perto estão falando de mim?
livingontherazor-sedge:
Varna ouviu mais um tiro, dessa vez de uma posição a sua esquerda. - O que diabos está acontecendo nessa praia esta noite? - Sussurrou baixo para si mesma. - QUEM ESTÁ AI? - Gritou o mais alto que podia.
Os olhos de Hooker finalmente alcançaram uma jovem, que parecia perdida no meio de toda aquela confusão. Após mais 3 tiros, o homem seguiu com o veiculo para um local que pudesse alcançá-la.
O tiro cortou sua sobrancelha e a garota caiu no chão, imediatamente. Levou os dedos ao ponto e, apesar de não estar sentindo muita dor, logo percebeu o sangue manchando os dígitos, na noite escuro. - Desgraçado… - Murmurou, antes de ouvir outro disparo. Dessa vez, no vazio. - Porcaria… - Quem diabos estaria atirando? Jack e o amigo dele? Duvidava muito. Na verdade, começou a engatinhar na areia, em meio a escuridão total, tentando justamente avançar na direção do ponto aonde eles estavam antes.
Henrich Hooker parecia estar sempre no lugar errado na hora errada, ou, se fosse olhar do angulo dele, na hora certa e no lugar certo. Com a boa audição que tinha, tratou de identificar de onde os tiros vinham, enquanto permanecia a paisana em um de seus carros. Arrumou a arma, apoiando-se em uma posição ligeiramente confortavel e dando o primeiro disparo.
Viktoria fechou o notebook e caiu deitada na cama, esperando o retorno da asiática. Tinha um sorriso nos lábios.
Henrich parou o carro em frente ao prédio onde Zipporah morava. Enviando uma mensagem “Ei, esquisita. Sabe onde a sua garota se meteu?”
xhedqvistx:
- Estamos trabalhando com a linha de que o desaparecimento das drogas foi o motivo do homicídio. Seria coincidência de mais, não? O responsável pela investigação do sumiço de meia tonelada de AIT de uma alfândega morre poucos dias após o seu início.
- Sim, detetive, faz bastante sentido. Mas, e eu vou dizer isso com todo respeito, vocês não se deram ao trabalho de investigar bem a vitima antes dessa ligação, se deram? Esse é o problema da polícia dos Hamptons...Tão superficial quanto os moradores.
xhedqvistx:
- Ligação? - Lisa não fazia ideia do que ele estava falando. - Referente ao desaparecimento do carregamento de drogas que ele investigava?
- Não exatamente. Mas...Conte-me mais sobre o que vocês acham que pode estar relacionado. - Comentou, preensando os lábios.
xhedqvistx:
- E como você sabe disso?
Heinrich deu de ombros, inclinando um pouco o corpo de modo a deixar seu tronco mais alinhado de frente para a mulher. - Eu estou desapontado, Detetive Hedqvist, achei que tivesse pesquisado um pouco mais sobre mim antes de me procurar. De qualquer forma, acredito que esse crime possa ter relação com um que ocorreu não tão distante assim daqui.
xhedqvistx:
A moça acabou assentindo e entrou no carro com ele. - Posso te entregar os dados do inquérito, caso ainda não tenha lido.
Heinrich balançou a cabeça e abriu um sorriso um tanto pretencioso. - Não acho que seja necessario. Aliás, o Hunt deixou passar algumas coisas no laudo. O homem estava morto umas três horas antes de ser colocado na forca.