“Algum dia há de dar certo. Se não for do jeito que sonhamos, será de um jeito muito melhor.”
— September, 1998
hello vonnie
noise dept.
I'd rather be in outer space 🛸
styofa doing anything
taylor price
KIROKAZE

JVL
Alisa U Zemlji Chuda

if i look back, i am lost
Cosimo Galluzzi

oozey mess
Show & Tell
Cosmic Funnies
Sweet Seals For You, Always

祝日 / Permanent Vacation
Today's Document

⁂
Three Goblin Art
art blog(derogatory)

pixel skylines

seen from Türkiye

seen from United States
seen from Germany
seen from United States

seen from United Kingdom
seen from United States
seen from United States
seen from United States

seen from Malaysia

seen from Germany
seen from Germany

seen from United States
seen from United States
seen from Türkiye

seen from Poland
seen from United Kingdom
seen from France
seen from Indonesia

seen from Türkiye

seen from United States
@illumiinado
“Algum dia há de dar certo. Se não for do jeito que sonhamos, será de um jeito muito melhor.”
— September, 1998
O que pensar de uma máquina de teletransporte?
Bom, todos vocês devem conhecer ou pelo menos já ouviram falar da máquina de teletransporte, certo?
Imagina que bacana, conseguirmos entrar em uma máquina, que nos fizesse, em um piscar de olhos, aparecer em outro lugar do outro lado do mundo!
Mas, toda essa maravilha precisa de uma explicação, certo? Isso realmente é possível? Quais as dificuldades desse processo, o que alguns estudos indicam, e qual o motivo de ainda não conseguirmos nos teletransportar nos dias de hoje?
Assim, precisamos começar com a primeira questão.
O que seria uma máquina de teletransporte?
De forma simples e resumida, podemos compreender a máquina como um equipamento responsável por transferir matéria de um lugar para outro.
Claro, assim fica muito simplista, mas não deixa de ser a realidade. Agora, quando paramos para realmente observar a frase, será que é tão simplista assim? Quando percebemos a complexidade entre transferir matéria entre duas máquinas em dois lugares diferentes no mundo, começamos a refletir certas situações.
O que a física entende com isso?
A ciência nos mostra que não há uma lei da física que permita a clonagem de matéria, ou seja, para fazermos com que algo entre em uma máquina e saia em outra, o processo seria mais ou menos da seguinte forma:
01 – Colocamos o objeto a ser teletransportado na máquina;
02 – A máquina “copia” o objeto, como um scanner;
03 – O objeto é destruído, e replicado nas exatas mesmas condições no destino do teletransporte.
Mas, como assim? Morreríamos ao sermos teletransportados, e uma cópia nossa apareceria no destino em questão?
Mesmo que seja uma cópia exata, com as mesmas lembranças e pensamentos, essa cópia ainda seria eu?
Realmente, essas dúvidas e pensamentos filosóficos são inevitáveis quando pensamos na máquina de teletransporte, e muitos paradoxos são criados com isso. Uma das maneiras de tentar descrever este paradoxo, é a conhecida história a seguir:
O Barco de Teseu
Um barco de madeira sempre fica no mesmo porto, onde ocorrem muitas tempestades!
A cada tempestade, uma tábua desse barco é quebrada, e após o fim das chuvas, um funcionário do porto é responsável por realizar a troca da tábua, colocando uma nova.
Porém, com o passar do tempo e das diversas tempestades, todas as tábuas do barco foram trocadas, nos deixando com uma certa dúvida...
O barco que está ancorado no porto, ainda é o mesmo, agora que todas as tábuas mudaram?
Para ajudá-los na reflexão. Pense que o funcionário responsável por trocar as tábuas do barco foi cuidadoso o suficiente em guardar todas as tábuas antigas. E com a troca da última tábua, o mesmo conseguiu posicionar todas juntas, e assim, remontar o barco original.
Agora, o porto contém dois barcos, qual é o novo, e qual é o original?
Conseguiram entender o paradoxo e as dúvidas intelectuais e filosóficas que partem disso tudo?
O teletransporte é como a história de Teseu, onde nós humanos somos o barco. Será que a cópia realmente é meu “eu” original?
Possui meus sentimentos, lembranças, ambições, sonhos e interesses?
Sou eu, ou não sou eu no destino escolhido na máquina?
A maior diferença da história de Teseu para o paradoxo do teletransporte é: Nós temos consciência. Podemos pensar e refletir sobre o ocorrido, e causar essas diversas dúvidas sobre meu “eu” original ou minha cópia.
Mesmo copiando todos os átomos e replicado nas mesmas exatas condições, quem sairia do outro lado do mundo?
Bom, infelizmente ainda não sabemos as respostas para todas essas dúvidas, mas a realidade é essa, e cabe a nós refletirmos sobre o que acreditamos, e não só o que realmente seja a máquina de teletransporte e seus paradoxos, mas também, o que e quem realmente somos nós.
Agradecimento e Aprofundamento
Pessoal, quero deixar aqui meu grande agradecimento ao Pedro Loos e ao seu canal do Youtube “Ciência Todo Dia”, a carta de hoje se baseou em um de seus vídeos, e sei que podemos aprender muito com ele e com sua nobre caminhada de também compartilhar conhecimento!
Quem ainda tem interesse em conhecer um pouco mais sobre o paradoxo e a máquina de teletransporte, aprofundem o conhecimento, começando com o vídeo dele abaixo:
https://www.youtube.com/watch?v=2LqqyxmEWnY
Essa é a Carta do Conhecimento número 01. Entre no site, e conheça nosso projeto!
https://www.eternoaprendiiz.com/
As informações passadas na carta são relacionadas as interpretações do autor, assim, não se concretizando como conhecimento único imutável, e sendo cabível de novas e diferentes interpretações.
“Gente estúpida misturada com gente estúpida. Que se estupidifiquem entre eles.”
— Charles Bukowski.
A solidão é algo difícil de ser explicado. Não sou alguém solitário, tenho pessoas que amo e que me acompanham nessa vida cheia de obstáculos. Porém, tenho sim momentos em que me encontro sem alguém, e não sei bem se isso é bom ou ruim.
Por um lado, acho maravilhoso! Ouço minhas músicas, tomo minha bebida, e reflito sobre o que tenho que refletir. Mas nada disso dura muito tempo... Eu sempre preciso de alguém novamente.
Sei que não é assim para todos, sei que para muitos, “momentos de paz” são sagrados e desejados, e eu os entendo, e os admiro, meus momentos de paz são maravilhosos, mas não nego, são curtos.
Sinto falta de alguns amigos.
Há alguns dias tive uma atividade na faculdade onde a professora nos questionava sobre o que seria ser homem e o que seria ser mulher na sociedade atual, e eu me pego pensando que, mesmo sabendo de todas as diferenças tristes e reais que existem, eu penso uma coisa sempre, o mundo está em uma constante evolução. Tempos atrás pessoas com conhecimentos diferentes eram enforcados por serem "bruxos e bruxas", a igreja vivia em cruzadas em nome de um Deus que não prega essa guerra, mulheres não votavam nem trabalhavam, negros eram escravos (de um jeito pior, pelo menos) e diversas situações. Sei que é difícil pensar nesse lado, mas o mundo está sim em uma constante evolução, e por mais que tenha MUITO o que melhorar, já superamos coisas piores, então pensando na atividade que foi proposta, eu penso o seguinte: Infelizmente, devido à história da humanidade, o homem criou um estereótipo de superioridade, onde por séculos, o mesmo foi visto como alguém de mais poder, portador de escolhas, e quem deve proteger e comandar a casa, comunidade e ambientes que exigissem liderança, enquanto a mulher tomava o lugar de dona de casa, criadora e cuidadora das crianças, responsável para reprodução, preparo de alimentação e inata em ações que houvesse ideais e opiniões. Todos esses estereótipos foram criados pela história da humanidade, pelas leis escritas por homens, pelas consequências de guerras, disputas e busca pelo poder, que eram completamente voltadas para o ser masculino. Porém, na sociedade atual, também devido ao progresso histórico, houve uma mudança nesses conceitos e uma quebra de paradigmas. As mulheres (como sempre mais fortes e lutando) passarem a ter poder no voto, depois, chances em cargos importantes, logo conquistaram voz para presidência, e com a luta cotidiana, de pouco em pouco, elas vão atrás de seus direitos, e de, consequentemente, serem tratadas de igual para igual com o homem, em busca de um dia não precisarmos responder questões sobre o que é ser homem e o que é ser mulher nesses dias (nem homossexual, bissexual, trans e afins), mas sim, apenas responder o que é ser humano na sociedade em que vivemos.
Guilherme Gomes.
- E quem é você?
- Putz amigo, ai fica difícil em...
Olha, eu sou filho, eu sou irmão, eu sou marido, sou psicólogo, sou escritor, sou amigo, sou ouvinte e sou falante. Sou o caos mas também sou a calmaria, sou a raiva e a paciência no mesmo instante, sou a tristeza que nunca deixa de estar alegre, sou tão forte que facilmente fico fraco, sou difícil, sou chato, e um dia serei pai, serei melhor, serei mais.
Mas pra resumir, acho que uma coisa pode me definir bem. Eu sou muita coisa e não sou nada, mas pode ter certeza, eu simplesmente sou alguém, que ainda busca ser.
Guilherme Gomes.
“O problema é que ela mente...”
- Guilherme Gomes.
- Porque você deixou que fizessem essas coisas com você?
- Odeio perder pessoas.
- E o que mudou agora?
- Eu percebi que cada vez que as fazia ficar, eu me perdia um pouco mais.
- Guilherme Gomes.
Mas ela diz que me ama. Ela chega de fininho como quem não quer nada, pega minha mão, toca no meu cabelo e depois a ouço dizer coisas como - “Ah, não vai embora, tá cedo”. Mas eu não dou ouvido, quer dizer, bem que tento. A verdade é que ela não sabe falar coisas bonitas, não sabe como fazer eu me sentir realmente desejado e quando tenta parecer uma garota normal, acaba parecendo um daqueles pepinos estragados que não mudam de cor, sabe? Eles são verdes de qualquer jeito. Certo dia ela tentou me matar, digo, falar que me ama, pode isso? Nos conhecemos há anos, nos pegávamos sempre que tínhamos chance e essa vadia resolveu estragar tudo falando do seu amor por mim - fiquei triste é claro – mas dei um sorriso forçado e fingi que não havia escutado. O silêncio foi nossa conversa pelos próximos 5 minutos, tudo bem, ela sempre faz isso, pensei. Ela sempre gostou de me fazer chegar ao céu e em seguida me jogar lá de cima sabendo que eu nunca aguento o impacto. Eu perguntei se ela sabia o que acabara de me contar e ela me responde que sim, com uma cara de quem na verdade não sabe nem se comeu. O fato é que a gente se meteu numa confusão, eu sei e você sabe também que, você nunca sabe o que diz nem o que quer. O que está acontecendo? – pergunto – Você tá carente? Você não conseguiu pegar o cara que planejava pegar na noitada? Porque se for, pode ir parando. – ela responde com um sentimentalismo barato, diz que sou um idiota e que sou só mais um garoto como os que ela pega nas noites da “vida” – que seja. Na semana seguinte à minha morte, eu a vejo novamente com um vestidinho até os joelhos e uma blusa com uma estampa “floral”, (uma espécie de estampa com flores). Ela me parecia um pouco diferente do normal, não só pela delicadeza que a blusa transmitia, mas pelo penteado que normalmente não é penteado e sim só uma “passada de mão”, como eu costumo chamar. Eu nunca fui uma pessoa boa em puxar conversa, muito menos quando preciso conversar. Nunca fui bom em pedir desculpas e sempre achei que meu orgulho nada mais era que minha falta de jeito com esse tipo de coisa. Tudo bem, eu precisava, não queria perder alguém que por mais cretina que fosse, - às vezes, quase sempre – era meu ponto de paz. – Bem, não sei como dizer isso, acho que eu acabei exagerando no outro dia e queria pedir desculpas. – ela não me olha, sabe que na verdade eu não to muito afim de fazer isso. Pedir desculpa, tem coisa mais complicada? – não, pensei – Sabe, Yasmin, você não pode falar que me ama e em seguida me deixar no silêncio, caramba. Você sabe o poder que tem sobre mim e abusa da minha insegurança comigo mesmo pra falar coisas do tipo. Você pensa que eu não saquei, né, mas eu saquei. Você vem segurando minha mão e depois toca no meu cabelo achando que isso vai me fazer querer que você faça carinho, pois bem, eu não quero. Tá, talvez eu queira… Talvez seja legal segurar tua mão enquanto tu pega no meu cabelo com a outra. Droga, eu não queria me apaixonar, não de novo. A gente já passou por isso antes, não? Você vai me fazer voar e depois cortar minhas asas, é sempre assim. – ela me olha com um sorriso e me pergunta o que eu tenho contra o amor correspondido – bom, esses são os piores, não? É o tipo de amor que te mata e depois te faz viver de verdade.
Marcos Filipe. (via motivando)
- Do meu ovo. - Para de graça. - Você nem vai acreditar! - O que foi? - Parei de fumar... - HAHAHAHA, ai ai. - Tá rindo de que? - Acho engraçado. Você tem dezessete anos não tem? - Tenho. E...? - De acordo com a lei, nem idade você tem pra fumar, e já fumou o suficiente pra nunca mais fumar? - A lei que se foda. Mas pensa assim, ainda bem que eu parei cedo. - Boa resposta, então continue assim e não volte pelo menos. - É o plano. - Como tá indo a loja de roupas lá? - To com medo. - De que? - Do meu ovo. - Maturidade tá elegante. - Brincadeira. Sei lá cara, muita grana pra investir, pode dar errado, não sei se eu começo ou não, por enquanto tá tudo na mente. - Tem quem fica vendo navios, e tem quem chega longe de jangada. - Isso ai é Djonga. - Não é feio compartilhar frases ditas com mensagens importantes. - Ainda é meio plágio. - Django também tá achando... - To com saudade da minha ex. - Não fode. - Só penso nela as vezes. - Quer voltar? - Acho que não. - É bom pra te fazer pensar bem. Dar atenção nas suas atitudes e valorizar o que você tem, depois que perde irmão, a saudade não traz ninguém de volta não. - Tô de boa, só comentei. Na real, também penso em falar com a mina do mercado lá. - E porque não falou ainda? - Sei lá, sempre que eu chego perto dela me dá uma tremedeira sabe? - Hahaha, tremedeira do que meu? - Do meu ovo. - Eu vou te agredir.
Amigos de rua.
Temos a mania de achar que amor é algo que se busca. Buscamos o amor nos bares, buscamos o amor na internet, buscamos o amor na parada de ônibus. Como num jogo de esconde-esconde, procuramos pelo amor que está oculto dentro das boates, nas salas de aula, nas plateias dos teatros. Ele certamente está por ali, você quase pode sentir seu cheiro, precisa apenas descobri-lo e agarrá-lo o mais rápido possível, pois só o amor constrói, só o amor salva, só o amor traz felicidade. Há quem acredite que amor é medicamento. Pelo contrário. Se você está deprimido, histérico ou ansioso demais, o amor não se aproxima, e, caso o faça, vai frustrar sua expectativa, porque o amor quer ser recebido com saúde e leveza, ele não suporta a ideia de ser ingerido de quatro em quatro horas, como um antibiótico para combater as bactérias da solidão e da falta de auto-estima. Você já ouviu muitas vezes alguém dizer: “Quando eu menos esperava, quando eu havia desistido de procurar, o amor apareceu”. Claro, o amor não é bobo, quer ser bem tratado, por isso escolhe as pessoas que, antes de tudo, tratam bem de si mesmas. O amor, ao contrário do que se pensa, não tem de vir antes de tudo. Antes de estabilizar a carreira profissional, antes de fazer amigos, de viajar pelo mundo, de curtir a vida. Ele não é uma garantia de que, a partir de seu surgimento, tudo o mais dará certo. Queremos o amor como pré-requisito para o sucesso nos outros setores, quando, na verdade, o amor espera primeiro você ser feliz para só então surgir, sem máscara e sem fantasia. É esta a condição. É pegar ou largar. Para quem acha que isso é chantagem, arrisco-me a sair em defesa do amor: Ser feliz é uma exigência razoável, e não é tarefa tão complicada. Felizes são aqueles que aprendem a administrar seus conflitos, que aceitam suas oscilações de humor, que dão o melhor de si e não se auto-flagelam por causa dos erros que cometem. Felicidade é serenidade. Não tem nada a ver com piscinas, carros e muito menos com príncipes (ou princesas) encantados(as). O amor é o prêmio para quem relaxa. As pessoas ficam procurando o amor como solução para todos os seus problemas quando, na realidade, o amor é a recompensa por você ter resolvido os seus problemas.
Martha Medeiros. (via combaterei)
Pedir desculpas é uma atitude admirável. Mas parar de dar vacilos, é melhor ainda!
Guilherme Gomes.
Preciso de um texto urgentemente sobre amizade ,um pedido de desculpas,eu errei muito feio com meu amigo 😞
Oloco, quer que eu escreva pra você usar, ou pra ler e melhorar?
Desculpa ter esperado tanto de ti.
Autor Desconhecido. (via combaterei)
Eu sou a calmaria no meio do caos, Mas sou o caos, quando a calmaria é demais. Eu sou o amor no meio da guerra, Mas sou a guerra, quando o amor se divide e se vai.
Guilherme Gomes.
Amo ver os raios do sol, Mas prefiro a luz do luar. O Sol sabe tudo o que eu faço, Mas a lua conhece todos os meus segredos.
Guilherme Gomes.
Vergonha? Desconheço.
Guilherme Gomes.