» winter formal — 𝑨𝒏𝒅𝒓𝒐𝒎𝒆𝒅𝒂 𝑩𝒍𝒂𝒄𝒌

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@imoutofblack
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ehedwardntheodore:
“Bom, ia…” arqueou o cenho, segurando um ar de riso. “Eu não sei qual emergência envolve um pote inteiro de biscoitos, mas parece grave, vai em frente.” deu de ombros, no fundo não ligava tanto pros biscoitos, nem pra a desculpa, só tinha achado engraçado. “Tem certeza de que não tem outra forma de você não comer a jarra inteira? Ou pelo menos me dar um dois?”
andromeda empertigou-se, costume de sua casa e sobrenome, querendo parecer superior mesmo abraçada a um pote decorativo cheio de biscoitos de limão e sem classe alguma. “é, então ia mesmo.“ podia dar meia volta e reafirmar sua fama, mas ponderou mesmo dividir os biscoitos depois do pedido. além disso, confraternizar com alguém de outra casa, ainda mais um lufano, ia ser uma boa forma de ‘encher o saco’ de seus parentes. “até o momento eu não consigo ver uma forma em que eu não mereça o pote inteiro, mas tudo bem, eu posso te dar um por você perceber que é uma emergência e se você me indicar um lugar onde eu possa me esconder por um tempo eu posso te dar mais.”
dillonxbrady:
Até demais?
Sério, acho que é a primeira vez que fico chocado com tudo, eles planejaram bem, mas ainda bem que é a última vez que eu passo por isso, pelo menos em Hogwarts - deu de ombros, sabia que teria inumeros bailes por causa da família e de toda a merda que carregaria pelos próximos anos, mas já era um alívio saber que não precisava passar por aquilo dentro das paredes de pedra do castelo - A banda também é muito boa, vai ser foda eu não dar uma de fanboy logo logo - riu com a ideia.
❝ olhar pro teto assim da até um pouco de frio.” estava acostumada com magia, afinal, a prática foi integrada à sua vida desde sempre, entretanto era difícil de desassociar sensações. “não pretende seguir carreira em hogwarts?” perguntou, mesmo que já imaginasse a resposta. “tá aí uma coisa que eu gostaria de ver, você perdendo a noção por uma banda. vai tentar subir no palco ou jogar sutiã?” brincou.
sem olhar pros lados, esticou-se pra pegar o pote inteiro de biscoitos de limão. não ligava pra quem fosse julgar, estava com raiva pela insinuação do primo e mais a conversa purista que se instaurou na sua mesa. foi criada no meio daquilo e embora fosse familiar, nos últimos tempos conheceu muita gente mais agradável mesmo sendo contra os valores de sua casa. irritada e extremamente confusa com o que estava sentido, achou melhor encher a boca do que arrumar uma briga.
❝ desculpa, você ia pegar? tomei a frente porque era uma emergência.” || @ehedwardntheodore
❝ eles capricharam bastante no teto esse ano, não acha?” na verdade, ela não tinha ideia quanto aos outros bailes, só fingia porque nunca tinha sido convidada por ninguém dos outros anos. “valeu a pena procurar pelo vestido e os saltos.”
rgsblack:
‘ sempre estou. não só pra isso. a mágoa que guardava do irmão destinava a andromeda também, mesmo que em doses menores, pois a via tomando o mesmo caminho e odiava isso. então implicar com ela logo faria parte de sua rotina também. ‘ quem é você pra julgar, deu pra perceber o tipo de gente com quem você andou essa semana.
nem pra vir pro baile com o rabastan, vai fazer o menino chorar no banheiro.
❝não duvido.” se tinha uma coisa que os blacks pareciam ser era seguros, ainda mais de si. arrumou o vestido, tentando não transparecer mais do que gostaria da irritação pela forma como o outro respondeu. “pensei que julgamentos fossem inerente aos black. exercício constante ou algo do tipo.” fugiu a falar de suas companhias porque sabia muito bem a postura do primo quanto a se misturar com outras casas. “eu pensei que só vir com alguém da sonserina já era o suficiente, tinha que ser com ele? não recebi o memorando.”
‘ eu vim sozinho porque eu quis. a única coisa que havia acumulado na noite até então era comida na mesa. o pessoal que a dividia saía para dançar, comer e fazer coisas proibidas nos banheiros. ‘ não estamos no século dezoito. essa coisa de… parzinho é cafona demais.
❝ hm... right.” estreitou os olhos, havia sentado ali só enquanto descansava os pés depois da péssima escolha de salto. devia ter pedido ajuda a narcisa. “eu não falei nada, ainda bem que você está seguro das suas escolhas...?”
“século dezoito ou não eu to achando bem engraçado certos casais inusitados. .”
“se a floresta é proibida, por que usar isso de punição pra aluno?” não que fosse contra a detenção de alguns alunos, mas isso sempre a fazia ficar intrigada. “todo mundo que volta conta vantagem, no fim nem fez nada demais, andou com um cachorro por aí, mas conta vantagem de ter voltado e meio que incentiva outros? é um sistema muito falho.”
rabaslestrange:
‘ e você era a única aluna na sala com a capacidade de me entregar… soou mais como afirmação do que pergunta, irritar andromeda era satisfatório de alguma forma. pegou o pergaminho e manteve enrolado em suas mãos sem a pretensão de abrí-lo na frente da morena. ‘ pra não dizer que sou ingrato, vou retribuir com uma informação. nossos pais estão planejando um jantar no fim de semana caso queira inventar uma desculpa.
“da sonserina sim, além do mais, não sei se todo mundo sabe que acabamos.” arrumou suas coisas contra o corpo e ia dar meia volta, sem vontade de ouvir a resposta do outro, mas como ele continuou, parou. “do além? por que você sabe disso e eu não?” uniu as sobrancelhas, mas logo lembrou da carta ignorada da mãe, desde que ela soube do quadribol, estava evitando ler.
rabaslestrange:
por mais que tentasse ignorar andromeda, era patético perceber que mendigava atenção da ex namorada. ‘ inventando desculpas pra falar comigo, black? manteve sua apatia olhando-a de cima a baixo. ‘ mas vou comprar essa história… o que quer me entregar?
ficou uns três segundos processando o que o outro falara, sua expressão saindo de amigável pra fechada. “ah, faça-me o favor.” não queria ser raiva do outro, mas ficava difícil. equilibrou o máximo de livros com um braço pra pegar um dos pergaminho e quase empurrar contra o peito do ex. “McGonnagall pediu pra que eu te devolvesse isso, você saiu antes que ela conseguisse.”
Tinha uns pergaminhos embaixo do braço e equilibrava alguns livros quando alcançou @rabaslestrange tentando fazê-lo parar sem ter que esbarrar nele, já que não tinha mão pra para-lo. “Rabas, eu tenho uma coisa pra te entregar.” Chamou, pra confirmar que fosse vista.
cygncslckwd:
“Andromeda! Você pode parar de querer me assustar com esses negócios? Eu sei que você não entende, você acabou de falar isso!” Protestou, na realidade, apenas querendo que ela confirmasse. Era péssimo naquela matéria, e não era como se ele pudesse duvidar do que alguém dizia. “Qual lance? O da morte?”
“Eu posso ter falado pra te confortar, mas agora parei pra pensar, você tem direito de saber. O de dissipar, eu não sei se é morte.”
🔥 (cygnus)
“Mas o que...?” Exclamou em sobressalto, saindo da frente de Cygnus no momento el que ele viera dançar perto dela. “Qual o problema dos caras da Sonserina?” Perguntou retoricamente, estava mesmo chateada com alguns e toda a história de que alguns concordavam com os ideais de Você Sabe Quem e esse separatismo que ela começou a perceber por entre os colegas de casa, não era algo pessoal com o outro. No entrando não queria se envolver com mais nenhum deles. “Pode parando com essa confiança pro meu lado ou eu rogo Conjunctivitis em você.”
( ✿ ) one muse hands the other a bouquet of flowers. (ted)
Tinha em mãos seu caderno de anotações, desenhava distraída em frente ao lago enquanto esperava Ted pra estudar. Na verdade não sabia se o que tinham combinado era mesmo pra estudar, mas gostava de pensar que era só isso, se o chamasse de amigo ou qualquer outra coisa sabia o quão sua família desaprovaria. Mal paravam de falar sobre aceitar meio-trouxas no colégio, imagina se soubesse que ela gostava de passar a tarde com um. Olhou pra cima quando o sol parou de bater na lateral do seu rosto, piscando ao olhar pra cima num momento de confusão. Reparou nas flores de imediato e tentou reprimir um sorriso, não sabia como reagir a gestos como aquele. “São pra mim?”
Levantou-se, deixando o que tinha trazido de lado e pegou o buquê comovida pela delicadeza. Era tão diferente de todo mundo da sua casa, família e escolar, com quem convivia, talvez fosse por essas que era tão fascinante andar com Ted. Se inclinou pra beijar o rosto do mais alto em agradecimento. “Espero que você não tenha arrumado problemas com a Sprout porque não acho que tenha dessas flores na floresta.”
do me a favor: meu muse dar um soco no seu, ou vice versa | rabastan
Murros e pontapés era algo que ela associava a selvagens, ou a trouxas, tudo com magia era mais fácil e com classe, só que a raiva que sentiu de Rabas no momento em que ele abriu a boca pra falar o que falara ela nem conseguira pensar. Sorte a dele, pensou depois do acontecido, um murro não era nada ao que podia conjurar com raiva. Apostava que ele ia preferir um soco ao que ela pensou que poderia ter feito depois de mais calma em seu dormitório, com certeza teria colado suas pernas ou o deixado com os olhos irritados por semanas, só pra ele aprender. Contudo, a raiva não a permitiu ser racional e agir como a bruxa que era e foi criada pra ser, o comentário de Rabastan a tirou tanto do sério que quando se deu conta já tinha a mão em punho pra choca-la contra o rosto do garoto. Estava tão contrariada que nem lembrou de seus princípios, só se deu conta do que fizera ao sentir a dor do choque do murro. Como não tinha prática, colocou o polegar no lugar errado e ao encontrar a boca do rapaz pode sentir também, o que lhe consolava era que pelo menos ele podia ter sofrido alguma coisa. “Eu não acredito que acabei de te bater.” Balançou a mão, seu orgulho a impedindo de pedir desculpas por mais que ainda sentisse apreço pelo ex namorado. Tinha agido errado, mas ainda se achava certa por ter reagido. “Tomara que você só abra a boca pra reclamar disso e nunca mais repita o que você tinha falado perto de mim, pelo bem do que a gente gosta um no outro ainda.”
❝If you can’t suck a cigarette, you sure as hell can’t suck a dick!❞ | evan
“Anotado, mas pode continuar treinando sozinho, eu prefiro não desenvolver essa técnica a morrer de câncer. Ou qualquer uma dessas doenças trouxas.”
❝You're so drunk when I'm pretty.❞ | gilderoy
“Verdade, eu preciso tá nesse nível de bêbada pra você tá bonito.” Tinha entendido o que o loiro queria dizer, ou achava, mas não ia perder a oportunidade. Afastou-se um pouco pelo cheiro de álcool vindo do outro. “Acho que tá na hora de você trocar essa garrafa por suco de abóbora, Roy.”