kingofgado.
› —— riu da resposta, achando que era válida mesmo que implicasse em julgamentos a partir da aparência de alguém. a questão é que sequer percebeu que aquela era uma forma de desviar da questão apesar de notar o desconforto do mais novo. preferiu deixar aquele assunto de lado por hora, dando espaço para ele falar se quisesse. ‹ justo. reddish vale milhares de dólares, é verdade. › balançou a cabeça em concordância, prendendo o riso cínico para parecer o mais sério possível. ‹ bem, não estou julgando. se você precisa de algo, é bom que tenha. e combina contigo mesmo. o smith’s não fazia a sua cara. › analisava o rosto de antonio, confirmando mentalmente que, de fato, não conseguia imaginar o outro vivendo no prédio velho por mais tempo que o necessário. sorriu com o abraço, abrindo uma gargalhada quando este se afastou. ‹ eu sei que você está ansioso pra ser meu vizinho de novo. vai ser divertido. › observou o outro se levantar, fazendo o mesmo e se espreguiçando. ‹ se ela for como a zelda ela vai amar. anyway, eu queria agradecer de novo pela a ajuda. como pode ter notado eu teria só jogado as coisas dentro de uma caixa só e odin que cuidasse do resto. › deu de ombros, pegando um cigarro comum em um maço que estava sobre o criado-mudo. o acendeu com o isqueiro que sempre levava no bolso e então o colocou na boca, dando uma tragada. ‹ vai fazer alguma coisa agora? eu tô pensando em ir naquela lanchonete perto do parque. ›
Depois que o outro pediu a ajuda dele para arrumar as suas coisas havia separado parte do seu dia para ser um bom amigo para o outro. Poderia negar quantas vezes quisesse mas Ajay era alguém importante para ele, então gostava de ajudar sempre que precisasse, pois sabia que ele faria o mesmo por ele. Porém havia separado o resto do dia para terminar uma roupa que havia planejado de usar em um evento com Tariq, então não poderia ficar mais tempo que o necessário falando com o outro, mesmo que não se importaria realmente de ir até a lanchonete. Pegou o celular e reparou que ainda era bastante cedo, talvez pudesse realmente ir comer alguma coisa antes de ir para casa e ficar de cara para a sua maquina de costura e com os mil cachorros do Tariq... Os mil cachorros do Tariq. Só de lembrar fez com que Antonio criasse em sua cabeça mil e uma desculpas para não voltar para casa. “Você chegaria lá com a metade das coisas quebradas.” Comentou. “E eu aceito você me levar para uma lanchonete. Faz um tempo que alguém não me compra alguma coisa.” Brincou rindo para ele.
















