new age
- Minha amiga vai fazer aniversário em maio e já está planejando a festa.
- E você?
- O meu só é em abril.
- Mas abril já é no mês que vem. Você não está pensando ainda no que vai fazer?
- Sim. Advinha o que vou fazer: vou fazer 31.

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@itanoca
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- Minha amiga vai fazer aniversário em maio e já está planejando a festa.
- E você?
- O meu só é em abril.
- Mas abril já é no mês que vem. Você não está pensando ainda no que vai fazer?
- Sim. Advinha o que vou fazer: vou fazer 31.
DESAFIO DA FELICIDADE
Me desafiaram a fazer uma lista com "10 coisas que me fazem genuinamente feliz", sendo que não devo relacionar com comidas. Bom, não foi tão difícil assim, mas eu não listei na ordem, simplesmente fui lembrando das coisas.
#DESAFIO DA FELICIDADE# #1 Banho de mar #2 Ouvir música #3 Me balançar na rede #4 Contar piadas com os amigos #5 Estudar idiomas #6 Jogar papo fora #7 Jogar buraco #8 Ler livros ENVOLVENTES #9 Falar ao telefone com amigos #10 Dirigir meu carro
Sente a minha falta?
Às vezes, o silêncio é um pedido de socorro.
Faça isso e observe mudanças acontecerem em sua vida. 💜
Ontem, achei uma velha caderneta com vários rabiscos, ideias, rascunhos e sentimentos avulsos. Gostei desse poema que se perdeu no tempo. Não faço a mínima ideia de quando escrevi, mas deve ter sido entre 2013 e 2014. "No dia que me perdi (...) entendi pq me sentia presa, pq me sentia pequena, pq nunca tinha ido tão longe." GOMES, Itana
O caminho até o sucesso é longo, mas um dia a gente chega lá!
As lágrimas que não caem doem mais que o desabar do pranto.
Quando a tristeza vem e os olhos não transbordam
Aí sim, o caso é sério
E aí você percebe como chorar liberta.
Piadas para disfarçar constrangimento rs
- Você tem uma voz interessante. Já pensou em trabalhar com locução? - hahaha Se eu ganhasse 1 real para cada vez que ouvisse isso... - Então?! - ... eu acabaria de ganhar meu primeiro real. - Chata! - hahaha 🙊
Piadas para disfarçar constrangimento rs
- Você tem uma voz interessante. Já pensou em trabalhar com locução? - hahaha Se eu ganhasse 1 real para cada vez que ouvisse isso... - Então?! - ... eu acabaria de ganhar meu primeiro real. - Chata! - hahaha 🙊
Aquele 1%
Nove vezes te convidei pra sair
Entre boas desculpas
E vagas esquivas
Finalmente, na décima vez, ouvi um sim
réveillon
Banho de chuva
Banho de música
Banho de espumante
Banho de suor
Banho de areia
Banho de mar
Banho de alegria
FELIZ ANO NOVO!
Agora me leva daqui e vamos tomar um banho a dois
Aprendendo a lidar com o luto
Estou voltando a usar esse tumblr como um espaço (mais) pessoal. A ideia disso aqui sempre foi "desabafar".
Hoje eu queria falar sobre o luto.
Eu nunca lidei bem com a morte, sempre tive medo dela. O primeiro "contato" que eu tive com a morte, que me lembro vagamente, foi a despedida de meu avô Trindade. Lembro que ele estava no hospital, muito doente e que a família estava muito triste. Um grande branco ficou em minha mente depois disso e não consigo lembrar de como foi no momento que ele morreu. Anos depois, lembro de pensar nele com saudade e de perguntar várias coisas para minha avó, querendo saber mais sobre ele e pensando em como seria legal jogar baralho com ele. Hoje, ao ver fotos, não me lembro direito de tê-lo conhecido, afinal eu era muito nova. Mas, a cada foto, sinto ternura e saudade. A morte dele me gerou um medo inconsciente de "pegar câncer"(a mente de uma criança pode ser muito inventiva) e, por um tempo, criei uma repulsa com fumantes, achando que o cigarro era uma droga absurdamente letal.
A segunda experiência marcante foi com o falecimento de minha bisavó. Eu já era uma pré adolescente mas achei o velório um lugar inapropriado para mim, e mesmo assim participei de tudo. Madrugada fria, muito choro, velas, frio, adultos bebendo café, flores, caixão, um corpo morto numa caixa cheia de flores. Ela não parecia dormir. Me lembro das pessoas usando roupas pretas e de ter chorado muito. A partir desse dia tive consciência da fragilidade da vida e comecei a ter muito medo de perder os meus pais. Eu pensava o tempo todo que poderia acontecer um acidente a qualquer momento e nunca mais os veria. Depois pensava que eu poderia morrer primeiro, e que eles iriam ficar muito tristes. Sempre fui muito carinhosa e amorosa com a família, mas acho que comecei a ser ainda mais, pois era como se cada abraço pudesse ser o último dado e cada "eu te amo" o último dito.
A terceira experiência que me lembro foi a morte de minha avó materna. Minha vó Maria se foi com um infarte fulminante e ninguém pode se despedir. Pegou todo mundo de surpresa. Ela deixou muitos filhos, netos, amigos e vizinhos. Uma pessoa muito querida. Minha mãe ficou inconsolável e chorava o tempo todo. Cortava meu coração vê-la chorar e eu me perguntava como poderia suportar perdê-la quando chegasse a minha vez. Meu medo da morte voltou. Eu nunca conversei com ninguém sobre isso porque ninguém falava sobre a morte. Era como um tabu. Minha avó havia partido para sempre mas toda vez que eu olhava para minha mãe sabia que nada que eu dissesse a faria sentir melhor. Minha mãe ficou verdadeiramente em luto e não era a cor da roupa que determinava isso.
O tempo passou e superamos. Consegui me manter distante da morte por um bom tempo. Perdi familiares distantes, mas, como dizem "o que os olhos não veem, o coração não sente". Eu já havia amadurecido e sabia que a morte fazia parte da vida e que não era possível fugir dela: a hora de todos chegaria, mais cedo ou mais tarde. Ok. Tentei me encontrar pesquisando sobre varias religiões e estando em contato com pessoas de diversas ideologias, mas a única coisa que eu tinha certeza era da existência de Deus. Eu me perguntava para onde iria tudo depois que meu corpo virasse pó. Se existisse um céu e um inferno talvez eu encontrasse com minha família após a morte e ficasse tudo bem. Mas se todo mundo era imperfeito e todo mundo pecava, todo mundo iria pro inferno, eu pensava. Tive contato com alguns romances espíritas e apesar de achar as histórias legais não acreditava em reencarnação. Morrer e fazer contato com os vivos até que dava pra aceitar como "algo possível", mas ter vidas passadas e voltar pra terminar coisas inacabadas era "besteira".
Um dia, inesperadamente, a mãe de uma amiga minha faleceu, de infarto. Amigo é para essas coisas e eu não podia deixar de dar meu apoio nessa hora difícil. Ela era filha única e morava com a mãe, que faleceu dentro de casa. Acompanhei até a funerária, ajudei a comprar caixão, achar vaga em cemitério, escolher a roupa que o corpo iria usar, estive ao lado de minha amiga na difícil tarefa de ligar pra família e colegas de trabalho da mãe dela, comunicando o velório. Foi um velório difícil, pois eu já estava adulta e me achava numa posição que me forçava mais uma vez a pensar na fragilidade da vida. Como consolar uma amiga diante de algo tão inevitável como a morte?
A vida colocou em meu caminho outras pessoas que também perderam familiares e eu afirmava e reafirmava que eu tinha um problema com a morte e que não poderia ajudar ninguém. Mas acho que eu acabava ajudando. Felizmente, meu lado espiritual evoluiu um pouco mais e a consciência de que e preciso fazer o bem e o melhor enquanto eu estiver viva aflorou. Tive momentos de fazer besteiras pensando que "posso morrer qualquer dia, então tenho pressa de viver" e tive momentos de apatia, deixando passar várias oportunidades de crescer pensando que "posso morrer qualquer dia, então não posso me arriscar". Tempos conflituosos e confusos. Aprendi muito com a minha dor e com a dor dos outros. Meu medo diminuiu.
Em 2015, a mãe de outra amiga minha faleceu e vi mais uma pessoa querida perder o chão, não estando preparada para lidar com uma vida sem sua mainha. Mais um apoio, mais um velório difícil, mais palavras de consolo, mais uma missa de sétimo dia, mais tristeza.
Em fevereiro de 2016, meu tio estava internado em estado muito muito muito grave e iminência da sua morte fortaleceu a fé de minha família. E a minha também. E ele sobreviveu. Que vitória, que felicidade! Vencemos a morte! Mês de julho e ele continua bem. Viva! Que coisa boa! Agosto, setembro, outubro, que maravilha, nossas preces foram atendidas.
Em 3 de novembro de 2016, a morte volta a me incomodar. (Até quando?) Meu primo foi levado de nossa família tão novinho, com menos de 2 anos de idade. Conseguir vê-lo um dia antes de seu falecimento, mas não considero uma despedida. Eu desejei tanto que ele melhorasse que estava otimista. A partida desse anjinho me fez repensar o meu tempo. E todos os momentos que perdi da infância de meu primo? Será que estou dando valor suficiente a minha família? Qual o tempo que dedico a eles? Não fui ao velório nem ao cemitério. Não pude comparecer a missa de 7º dia. Mesmo assim me vesti de luto. Me vesti de preto para mostrar minha dor, apesar de ser um gesto quase que inexpressivo diante do que acontece em nossa mente nesse período. Em tempos de mídias sociais, demonstrei solidariedade a minha família trocando a foto de meu perfil no Facebook e Whastapp. Usei preto por uns 3 ou 4 dias. Gosto de roupas pretas, mas nesse caso, elas só pioram meu estado emocional pois não me deixa esquecer o que aconteceu. Aí alguém vem conversar e pergunta se está tudo bem e eu não sei o que responder. Não sei consolar nem ser consolada.
Apesar de não ser religiosa, acredito que Deus tem um plano para todos nós e que nada acontece por acaso. Ainda assim foi difícil. Ninguém tem as respostas, mas sinto que todo mundo vai acabar passando por algo parecido algum dia. Somente hoje troquei a foto do meu perfil, que tinha a imagem duma rosa preta, que usei para expressar meu pesar e apoio. Pensando bem, acho que já aprendi a lidar com o luto. Já aprendi a lidar um pouco melhor com a morte. Ainda não sei falar sobre ela e me sinto muito desconfortável com o assunto, mas escrever isso tudo aqui foi uma espécie de alívio, um desabafo.
Não lembro quando comecei a sentir medo da morte. A vida vai passando E a gente tem medo do final. Não saber como tudo vai acabar me apavora. Não pela incerteza do futuro. Posso virar pó ou virar luz ou não virar nada. Também não é medo da forma de partir. Se vai doer, se vai ser consciente, se vai ser de repente. O medo do final não existe por causa do gramado, urna ou dos restos mortais. O grande temor é não ter marcado minha história nas páginas da vida. Ter sido em vão. Não ter descoberto minha missão. Não ter tido tempo tendo todo tempo do mundo ao meu dispor. Fiz com o tempo o que ele faz comigo. Matei os minutos com descaso, fugas e recusas
[postei esse texto hoje, mas como estava salvo no rascunho não lembro quando escrevi]
Vintage women being badass. You’re welcome.
Don’t fool yourself into thinking ladies were demure and silent in the past.
I would like more female characters being this open
"Quero assistir ao sol nascer Ver as águas dos rios correr Ouvir os pássaros cantar Eu quero nascer Quero viver."
Cartola
Tenho raiva dessa pergunta
Aí você está num grupo de amigos, conhecidos, colegas e outras pessoas que acabou de conhecer. Naturalmente surge um papo sobre o passado, como eram as coisas "no meu tempo" e essas coisas que adoramos conversar. Aí alguém me pergunta: - Você tem quantos anos, Itana? - 29, e você? - Quantos anos você me dá? Affffffff 😡 Ódio mortal dessa pergunta: "qual a idade que você acha que eu tenho?". Tá, não fico com ódio-ódio-querendo matar-a-pessoa, mas fico irritada e nem quero saber mais a idade. Falo logo que perguntei por perguntar ou digo "não sei". Ando sem paciência para essas pessoas que tentam arrancar elogios querendo ouvir uma idade menor que a sua, pq obviamente seria muito indelicado eu dizer: - Ah, acho que você tem uns 40, acertei? Talvez, aí sim a pessoa de uns 20 e tantos pare com isso. Não vejo problema em dizer minha idade e também não vejo problema em alguém que diz que prefere não revelar a idade. Ok. Mas pra quê isso de adivinhe quantos anos eu tenho? Me deixe viu!?
Maquiagem
Eu: meu batom manchou? Ele: que batom? E mais uma vez nos beijamos.