s t a t s
Nome: Johanna Kristina Rascher Idade: 78 anos Parente divino: Mercúrio Extra: Feiticeira de Circe Arma: Adagas envenenadas MBTI: ENTJ Alinhamento: caótica e má Eneagrama: 8w7 Pontos fortes: Inteligência, magia, acrobacia, percepção e enganação. Pontos fracos: Força, diplomacia, história, natureza e lidar com animais. FC: Lucy Boynton
s t o r y
TW: abuso parental, violência doméstica, homicídio
Quando a Segunda Guerra Mundial chegou ao fim e o marido de Ilse Rascher foi executado pelos soviéticos, ela não viu alternativa senão escapar do país, tornando a capital dos Estados Unidos seu novo lar. Lá, começou a trabalhar como contadora e conheceu um homem bonito, charmoso e engraçado que a convenceu a ter relações sexuais prometendo matrimônio. O homem era Mercúrio e, claro, não se casou com Ilse, mas lhe deu uma filha.
Quando Johanna nasceu, sua mãe já estava casada novamente, com um cientista da NASA, também vindo da Alemanha. Ninguém duvidava que ela havia sido concebida pelo casal, no entanto, Ilse descontava todo o rancor de ter sido enganada na criança. Anos mais tarde, nasceu Jackelyn, que viria a ser a filha preferida. Pareciam uma família perfeita, se não fosse pelo pai sempre distante e agressivo, a mãe deprimida e a caçula sempre doente.
Ninguém conseguia entender o que acontecia com a pequena. Enquanto Jo era saudável e levava uma vida normal, Jackie precisava estudar em casa e passava a maior parte do tempo na cama, mimada por Ilse. Era um completo mistério até que a primogênita flagrou a mãe colocando veneno de rato na comida das filhas. Com medo e em negação, ela não disse nada. Quando Jo tinha 12 anos, Jackie morreu.
Depois disso, a família se mudou para a costa oeste e Jo descobriu o motivo de não ser afetada pelo veneno tão facilmente: era uma semideusa. Passou a frequentar o Acampamento Júpiter e servir a legião pela II Coorte (achava deplorável não ter sido aceita pela I). Durante o ano letivo, frequentava a escola, e assim, no começo dos anos 70, entrou em contato pela primeira vez com o feminismo radical.
Todas aquelas ideias novas fizeram com que Jo entendesse melhor sua mãe, que via agora como uma mulher doente abusada pelo marido. Aquilo poderia se transformar em algo bom, porém esse não era o destino da semideusa. Aos dezoito, com anos de raiva acumulada, Jo flagrou o padrasto agredindo Ilse e perdeu o controle, o esfaqueando pelas costas a sangue-frio. Esperava finalmente receber a validação materna que tanto almejava, mas foi apenas acusada de ser um monstro. No fim daquele dia, Jo tirou a vida da própria mãe.
Para a sorte da filha de Mercúrio, havia mais de um assassino em série ativo em Los Angeles naquela época, o que impediu que ligassem o crime a ela. Conseguiu muito bem fingir luto pela família quando os outros campistas mencionavam o assunto, até que se juntou às feiticeiras de Circe e não precisou mais ser lembrada de seu passado.
Em todas as guerras divinas iniciadas por mulheres, Jo decidiu se voltar contra Zeus e os acampamentos, mesmo que fosse necessário matar e incriminar inocentes no processo. Ela acredita que todo mal do mundo é proveniente dos homens, independente de raça e classe social, por isso não demonstra nenhum resquício de empatia para com eles e está disposta a sabotar mesmo seus aliados.
Disclaimer: eu, player, não compactuo com as ideias da personagem. Ela é construída como uma caricatura de vilã e não deve ser romantizada.
e x t r a
Inspirações da personagem: Vilanelle de Killing Eve, Catherine Tramell de Instinto Selvagem e Kathryn Merteuil de Segundas Intenções.
Pinterest em breve.
Ela toma um pouco de veneno todos os dias, como aprendeu com a mãe, para se tornar mais resistente.
Ela sente atração por homens e mulheres, mas se define como uma “lésbica política”, que seria alguém que escolhe não se relacionar com homens por ideologia.
Na verdade, Jo costuma ser indiferente a sexo e romance, usa esses conceitos mais para conseguir o que deseja.
Além da própria Circe e suas colegas feiticeiras, admira Diana, Margaret Tatcher, Hillary Clinton e J.K. Rowling.
(continua amanhã)
m a t e s
Uma mulher (de preferência mais manipulável) que ela esteja tentando seduzir e doutrinar.
(continua amanhã)
Ps: conexões disponíveis para todos os gêneros.









