Cochilar à beira da eternidade?
“Desperta, tu que dormes” (Efésios 5:14)
Santos adormecidos! Que incongruência! Acomodados, enquanto ameaçados por um perigo. Espreguiçando-se em vez de combaterem o bom combate da fé. Desprezando oportunidades para glorificar seu Salvador, em vez de remir o tempo; enferrujando, em vez de se desgastarem em Seu serviço. Falamos com espanto e horror sobre Nero tocando harpa enquanto Roma ardia, porém, muito mais surpreendente e condenável é um Cristão descuidado que se afastou de Deus, enfeitiçado por um mundo que está condenado à destruição eterna. Tal farsa e tragédia está longe de ser excepcional. Ambos, observação e ensino das Escrituras provam que esta é uma ocorrência comum. Tais passagens como as seguintes tornam por demais evidente que o povo de Deus é, assim, subjugado. “E isto digo, conhecendo o tempo, que já é hora de despertarmos do sono; porque a nossa salvação está agora mais perto de nós do que quando aceitamos a fé” (Romanos 13:11). “Vigiai justamente e não pequeis” (1 Coríntios 15:34). “Desperta, tu que dormes” (Efésios 5:14). Cada uma dessas clamores urgentes é feito aos santos. Assim, também, é esta exortação dirigida a eles: “Porque todos vós sois filhos da luz e filhos do dia; nós não somos da noite nem das trevas. Não durmamos, pois, como os demais, mas vigiemos, e sejamos sóbrios” (1 Tessalonicenses 5:5-6).
Extraído: Santos Sonolentos . A. W. Pink (ebook) Agradecimento: O Estandarte de Cristo








