"Everything is grey, his hair, his smoke, his dreams. And now he's so devoid of color. He don't know what it means"

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"Everything is grey, his hair, his smoke, his dreams. And now he's so devoid of color. He don't know what it means"
Vem, vamos embora, que esperar não é saber. Quem sabe faz a hora e não espera acontecer.
VANDRÉ, Geraldo.
Melhor versão, dps da Jessica Lange #NowPlaying Life on Mars de Anggun
Here is my Harry Potter Name. Find yours now!
See the mice in their million hordes From Ibeza to the Norfolk Broads Rule Britannia is out of bounds To my mother, my dog, and clowns
Salmo 77 (consolo nas horas de tristeza)
Eu grito bem alto para Deus; grito, ele me ouve. Nas horas de aflição eu oro ao Senhor; durante a noite, levanto as mãos em oração, porém não encontro consolo. Penso em Deus e começo a gemer; começo a pensar e fico desanimado.
Deus não me deixa dormir. Estou tão preocupado, que não posso falar. Penso nos dias que já passaram e nos anos que se foram há muito tempo. Gasto as noites em pensamentos profundos, começo a meditar e a mim mesmo faço estas perguntas:
“Será que o Senhor vai nos rejeitar para sempre? Será que ele nunca mais vai ficar contente conosco? Será que deixou de nos amar? Será que a sua promessa não tem mais valor? Será que Deus esqueceu de ser bondoso? Será que a ira tomou o lugar da sua compaixão?” Então eu disse assim: “O pior de tudo é que o Deus Altíssimo não quer nos ajudar mais como antes.”
Ó Senhor Deus, eu lembrarei dos teus feitos maravilhosos! Recordarei as maravilhas que fizeste no passado. Pensarei em tudo o que tens feito, meditarei em todos os teus atos poderosos.
Ó Deus, tudo o que fazes é santo. Não há deus que seja tão grande como o nosso Deus. Tu és o Deus que faz milagres; tu tens mostrado o teu poder entre as nações. Pela tua força, salvaste o teu povo, os descendentes de Jacó e de José.
Ó Deus, quando as águas te viram, ficaram com medo, as águas profundas do mar tremeram. As nuvens derramaram chuva, houve trovoada nas alturas, e os relâmpagos riscaram o céu em todas as direções. O estrondo dos teus trovões se espalhou por toda parte; os relâmpagos iluminaram o mundo inteiro, e a terra foi sacudida e tremeu.
Tu andaste pelo meio do mar, abriste caminho no oceano profundo, mas ninguém viu as marcas dos teus pés. Como um pastor, dirigiste o teu povo pelas mãos de Moisés e de Arão.
Quem está pronto para a maratona?
Michael, que saudades você faz!
Pra não dizer que não falei do ódio
[...] Ainda sinto nojo, sinto pena e raiva de alguém Mas sei que meu jeito, meu mal, Meu defeito fazem com que alguém sinta isso por mim também [...] Hoje o que eu quero é só sorrir Meu coração blindado limita as palavras que podem atingir [...] Cada um escuta a voz de Deus de um jeito Então se tu quer me mudar pra que eu faça direito, Então faça você já que tu és tão perfeito Vejo que falta disciplina, é Pode deixar que os "mal-criado" a vida ensina Coleciono parceiros na caminhada Inimigos não coleciono, não me relaciono, Não me emociono por eles não sinto nada! Digo obrigado ao meu Senhor por ser quem sou Por conhecer quem conheci, Por ter amado quem me amou, por ter vivido o que vivi, e sim Obrigado, Senhor, por ter mais gente por mim Do que contra mim! Ninguém pagou minhas contas, Ninguém enxugou minhas lágrimas Ninguém viveu minha vida, Ninguém escreveu minhas páginas Deus nos deu boca sim, pra comer, pra falar Mas ele não deu só a boca, a bosta sai de outro lugar Meu sentimento cresce, cria asas quer voar Daí escrevo um rap e solto pra alguém escutar Agrada alguns, naturalmente outros vão detestar Mas eu faço por mim, errado é se eu mudar pra te agradar E pra não dizer que eu não falei do ódio Digo: "Pra que falar?" Falar sobre o demônio, é igual a um convite pra ele entrar Já vi espíritos por mais que ninguém acredite E o meu palpite é de que entre os vivos Existe muito mais maldade, por isso é preciso que evite Politicagem demais, promessas de um mundo melhor Mal ensina a escrever, Dizer que é o bastante saber tabuada de cor Limitaram o menor, sem chance pro menino virar doutor Mas foi o bastante pra ele ir pra rua, Na febre do rato, de fato tocando o terror [...] Mundo louco que leva meus manos, Vão sumindo ao longo dos anos De onde viemos, pra onde vamos, Todos pecamos, porque nos julgamos então? Só quero mesmo é um bom rolê com os meus parceiros Pra ver que na vida da gente, A gente precisa buscar bem mais que dinheiro [...] Folhas caíram, tempos passaram, Muitos mentiram, muitos erraram Mas muitos correram atrás do "preju", Dedicaram então deram a volta por cima e acertaram [...] Pra quem se identifica, mostra pros amigos E pode dizer que essa é sua, falou? Já tive ódio demais, hoje eu só busco o amor.
C'est la guerre!
Minhas relações com as Matemáticas nunca foram boas - e exagero ao falar em Matemáticas, no plural e em maiúscula. Nem mesmo a elementar aritmética privou de muita intimidade com meu impenetrável cérebro. Por todos os chamados bancos escolares que lustrei em minhas andanças sempre deixei a merecida fama de refratário aos números, às operações, às frações e às regras de três. Não cito os logaritmos porque seria um escárnio de minha parte mencionar tais entidades. Não morri de fome pelas sarjetas - como um certo professor um dia profetizou, mas tenho passado vexames abomináveis e tido irrelevantes prejuízos nos trocos. Nada mais do que isso. Paralela ao meu desamor pelas matemáticas, ou fruto dele, surgiu uma babosa admiração pelas máquinas capazes de fazer aquilo que não sei nem posso fazer. Não admiro um guindaste, nem um trator - sei que são máquinas movidas por cavalos-vapor, e sei o que seja um cavalo e imagino o que seja um cavalo em forma de vapor de energia. Mas diante de uma simples máquina de somar, tremo os joelhos de emoção e respeito. Já não falo dos cérebros eletrônicos, esses monstros capazes de calcular eclipses, marés, trajetórias planetárias e de jogar xadrez. Não jogo xadrez e pouco ligo para as trajetórias planetárias e para os eclipses. Sei que os cérebros eletrônicos são capazes até de fazer poema, o que não conta no saco de seus infindáveis méritos: muito cara de pau por aí, muito cérebro ruim também é capaz de fazer poemas, e os poemas terminam em antologias e o cérebro, na Academia. Mas voltemos às matemáticas. No outro dia tive babosa admiração não pela máquina de somar, mas por mim mesmo. Deu-se que fui pagar umas contas, dessas contas pequeninas e complicadas que não desprezam os desprezíveis centavos cujo epitáfio o bardo Drummond magistralmente cantou há dias. A fila do guichê era enorme e para ganhar tempo arrisquei fazer a soma dos meus incontáveis débitos. Chegaria ao guichê com o cheque já preenchido e evitaria a justa animosidade dos que esperavam a vez. Apanhei um papel qualquer, escrevi as parcelas com o máximo escrúpulo, tomei coragem e iniciei a soma. Obtive um resultado que ia apelar para uma rígida revisão das contas quando a fila andou e eu tive de andar. Preenchi o cheque e de repente fiquei alarmado: e se a conta estivesse errada? O caixa faria péssimo juízo do meu caráter e os companheiros da fila teriam redobrada razão para me mandarem ao diabo no recôndito de seus ódios e pressas. Eis que o homem do guichê apanhou meus papéis, foi registrando números naquela máquina insignificante, bateu numa tecla achatada e vermelha, puxou uma manivela, a máquina fez um rangido, os mecanismos atritaram lá dentro, e surgiu no mostrador um número que, por espantosa coincidência, era o mesmo que eu havia obtido sem teclas, sem manivelas e sem mecanismos outros que não os do meu parco saber. Sim, minhas pernas tremeram de emoção. Olhei a máquina do homem como um aliado, “aí está uma coisa que reconhece o que valho”, e saí para a rua, leve, a alma em festa. Einstein, ao ver confirmada pelo eclipse de 1927 a sua teoria restrita da relatividade, deve ter sentido o que senti naquele momento. Euclides, Newton, Descartes - cheguei! Custei mas cheguei. Daqui em diante, surgiu um concorrente sério. Tremei em vossas covas que lá vou eu. Por ora, vou exercitar-me honestamente nas contas de subtração. Depois - é guerra.
Vida em Marte (tradução)
É um lindo romance atroz Pra garota com bela voz Sua mãe sempre disse "Não" Seu pai segue o coração Seu amigo não foi mais visto E agora está num imprevisto Sempre foi e será elegante E viciada na tela grande
Mas o filme, a chatice só Já viu tanto que lhe deu dó Já perdeu todos os mistérios Já viu todos os seus
Marujos dançando no salão Meu Deus, olhe essa expressão É o show dos horrores Olhe esse robusto Achando que é injusto Meu Deus, um dia ele saberá Que é o melhor desse show Existe vida em Marte?
É uma tortura, que estupidez O Mickey Mouse cresceu de vez Agora, olhe ele tem fama Por conta da bela dama Veja os ratos em seus milhões Todos privados das relações Já procurei-te em todo espaço Pra ter dar aquele abraço
Mas o filme, a chatice só Já vi tanto que me deu dó Já perdeu todos os mistérios Já vi todos os seus
Marujos dançando no salão Meu Deus, olhe essa expressão É o show dos horrores Olhe esse robusto Achando que é injusto Meu Deus, um dia ele saberá Que é o melhor desse show Existe vida em Marte?
Life on Mars
It's a god-awful small affair To the girl with the mousy hair But her mummy is yelling "No" And her daddy has told her to go But her friend is nowhere to be seen Now she walks through her sunken dream To the seat with the clearest view And she's hooked to the silver screen
But the film is a saddening bore For she's lived it ten times or more She could spit in the eyes of fools As they ask her to focus on
Sailors fighting in the dance hall Oh man, look at those cavemen go It's the freakiest show Take a look at the Lawman Beating up the wrong guy Oh man, wonder if he'll ever know He's in the best selling show Is there life on Mars?
It's on Amerika's tortured brow That Mickey Mouse has grown up a cow Now the workers have struck for fame 'Cause Lennon's on sale again See the mice in their million hordes From Ibeza to the Norfolk Broads Rule Britannia is out of bounds To my mother, my dog, and clowns
But the film is a saddening bore 'Cause I wrote it ten times or more It's about to be writ again As I ask you to focus on
Sailors fighting in the dance hall Oh man, look at those cavemen go It's the freakiest show Take a look at the Lawman Beating up the wrong guy Oh man, wonder if he'll ever know He's in the best selling show Is there life on Mars?
Imagine
Imagine there's no heaven It's easy if you try No hell below us Above us only sky Imagine all the people Living for today Imagine there's no countries It isn't hard to do Nothing to kill or die for And no religion too Imagine all the people Living life in peace You may say, I'm a dreamer But I'm not the only one I hope someday you'll join us And the world will be as one Imagine no possessions I wonder if you can No need for greed or hunger A Brotherhood of man Imagine all the people Sharing all the world You may say, I'm a dreamer But I'm not the only one I hope someday you'll join us And the world will live as one
O outono pareceu chegar de repente naquele ano. A manhã do dia primeiro de Setembro estava revigorante e dourada como uma maçã, e, quando a pequena família atravessou saltitante a rua, em direção à grande estação encardida, a fumaça que os carros expeliam e a respiração dos pedestres cintilavam como teias de aranhas no ar frio. Duas grandes gaiolas sacudiam em cima dos carrinhos cheios que os pais empurravam; as corujas dentro delas piavam indignadas, e a menina ruiva acompanhava chorosa os irmãos, agarrada à mão do pai. – Não vai demorar muito, e você também irá – disse-lhe Harry.
HARRY POTTER E AS RELÍQUIAS DA MORTE, EPÍLOGO
Sem comentários... Lagartas maconheiros
As pessoas que acreditam na própria superioridade podem ser irritantes, ridículas ou intimidadoras, depende da circunstância em que elas se encontram
J.K. Rowling