NĂŁo venho aqui desde o ano passado, jĂĄ nem sei como essa mĂdia social tem funcionado.
Uso-a como um diårio pessoal onde, vez ou outra, esvazio o copo, coração, cabeça ou intestino.
Sinto-me cada vez mais absorta numa realidade onde tenho que agradar a todos. Sinto um navio estacionado sobre as costas. Um navio que nĂŁo pretende zarpar tĂŁo cedo, muito menos retornar ao porto original.
Hoje tenho um filho, uma cicatriz ainda aberta que com muita frequĂȘncia me lembra da fraqueza humana.
O que esperar do mundo para o meu bebĂȘ?
O futuro me assusta, me Ă© sombrio, mas pretendo criar o melhor que puder ao meu filho.
Pensamentos obscuros ainda cruzam minha mente. Hoje eu apenas agradeço, pois voltei a ser a Ășnica a senti-los.
















