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YOU ARE THE REASON
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Aqua Utopia|海の底で記憶を紡ぐ
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@kitkitkitttty
convidado: x
local: NEGRITO
Colar dado pela cristaleira.
vibra com criatura mágica
ativa com o olhar
frio - todas
quente - vampiro
Finnick: All the sudden I got a random burst of energy, and I think it's my body's last hurrah before it completely shuts down.
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"...Sério, cara, só meia hora. Já viu a confusão que tá no lado de fora? Ninguém vai notar. Eu preciso da sua cama." O filho de Hipnos sussurrou a última parte para que pudesse passar despercebido do resto, dando seu melhor no charme de cachorro chutado, segurando a porta do chalé de Hefesto aberta. "Uma cochilada só! Que tipo de amigo nega um sono da tarde? Eu tenho certeza que você nem vai usá-la agora."
"O objetivo de dormir para passar é justamente fugir da confusão lá fora." Não, não era ressaca eterna. Kit não tinha essas coisas. Contudo, o cansaço acumulou rapidinho na reunião, e trabalho, dos Ferreiros. E ele, como sempre, pensando num projeto solo de criar algo mais para facilitar a movimentação pela fenda. "O que, seguindo o óbvio, explica de eu estar usando a cama nesse exato momento." Kit não sussurrou de volta, a voz grogue saindo do montinho de lençóis que era ele. Eu devia ter deixado uma luz mais forte. "Vem, Meu Patinho Feio. Nós podemos dividir." Jogou a borda para o outro lado e se arrastou para trás, abrindo espaço para o semideus.
"Queria estar surpresa por ter alguém a mais envolvido nessa história. Mas não dá. Quando não se está matando monstros, um semideus precisa viver seus próprios dramas românticos, né?" Encolheu os ombros ao mencionar aquele fato, ciente de que se encaixa na própria definição do que eram os afazeres dentro do Acampamento: quando não estava curando alguém, estava tendo de lidar com sua sina como filha de Afrodite, fosse no sentido de suas amizades ou no aspecto romântico e relacional da coisa. "Naquela ali." Respondeu prontamente depois de ter ido um pouquinho só para o lado, para não ser acertada também, indicando com o dedo para a silhueta que agora estava por baixo, mas, outrora, estivera por cima e havia dado bastante trabalho para sua adversária. Por fim, pessoas finalmente entraram na contenda e separaram as partes caóticas envolvidas, fazendo com que Devora pedisse licença rapidamente a Kit para se aproximar da criatura mais machucada, com um nariz sangrando e um aparente mau jeito no braço. Com isso, bastou que a Dolokhvrzsky gentilmente a abraçasse e recuasse instantes depois, para tê-la curada e, finalmente, Devora voltar para junto de Kit e de sua pipoca. "Mas e você, chefão? Veio pro rolê pra ficar de olho na gente ou só tá querendo curtir mesmo?"
( F l a s h b a c k )
Se importava? Sim. Kit Culpepper prezava a segurança dos outros acima de qualquer outra coisa (nessa situação, veja bem), por isso não foi para cima. Não tinha como se machucarem de verdade, não do jeito que cada um se preocupava desde o ataque na colina. E confiando nisso, ficou nos bastidores comendo pipoca e soltando uma dica ou outra quando levaram os envolvidos para longe. "Um pouco dos dois?" Arriscou em seu tom mais esperançoso. Mas quem estava tentando enganar? O filho de Hefesto riu, a cabeça jogada para trás e seu sorriso abrindo os lábios, arrebitando-os naquele bico sedutor. "Estoy cansado, Jefe. Vim aqui na vã esperança de não trabalhar, fugir do que me faz trabalhar, olhar para tudo menos para o trabalho. Só que... É difícil se livrar de velhos hábitos, sabe? Olho para o lado e já penso: se eu fizer isso, vai ajudar fulaninho ou ciclaninha." A cabeça tombou, olhinhos piscando para a semideusa. "E também para arrumar alguém para mais tarde? Faz um tempinho, Devoradora. Tô a tanto tempo aqui que devem me achar um artefato, mais NPC do que interesse. E nem ajuda a filha de Quione nem olhar pra mim..." Suspirou. A mente trazendo possibilidades sem muita esperança.
Bishop revirou os olhos, mas não escondeu o sorriso divertido em seu rosto. Arrancá-la uma risadinha não era tão difícil quanto parecia (embora ela, de fato, tentasse cultivar o imaginário que sim). “Eu estava falando da festa. A temática gótica raiz foi 100% ideia minha.” Ela repetiu o termo que Kit havia usado, que para ela era deveras cômico — provavelmente estaria aderindo a ele. “É, eu meio que gosto quando minha comida é comível. Só não sei se vai durar mais que dez minutos, pela quantidade de gente chegando.” A semideusa olhou ao redor, a beira da cachoeira já cheia de campistas bebendo, dançando ou se preparando para um mergulho noturno. “Se já comeu, devia experimentar o vinho. Haelena que fez e é bem bom. Se você beber, claro. Mas alguém deve ter contrabandeado umas garrafas de refrigerante também… entre outras coisas.”
( F l a s h b a c k )
"Uma pena. Tenho um look gótico muito bom guardado na gaveta e não tenho oportunidade para usar." Por vezes o detalhe passava sem ser percebido pelo filho de Hefesto, caindo tão no desuso que era cômico. Sua mãe o mataria se convivesse no acampamento, presenciando suas escolhas de roupa... Priorização do conforto à variedade. "Mas isso é bom, não é? Comida acaba rápido por duas razões: muito boa ou não tem mais nada para comer. Ah, pera, tem mais uma: muito bêbado para notar qualquer coisa. Estamos no início da festa e temos variedade... Seus dez minutos com certeza vão ser de fama positiva." Ergueu as mãos com os polegares erguidos, os dedos logo mudando a forma para oks. "Vinho ou refrigerante. Apenas essas opções? Cadê as crias de Deméter para fazer uma plantaçãozinha aparecer aqui? Uns temperos, umas frutas, colocar uma cornucópia saudável. Eu faço uma sangria de fazer inveja." Olhando ao redor, Kit bateu as mãos nas calças e voltou... Olhando-a com simpatia. "Tá precisando de ajuda? Ofereço minhas mãos de ferro para controlar a fila. Dois por pessoa, por favor."
Torcer o nariz quando o assunto surgia era uma reação quase que automática. Sendo muçulmano por criação, mas filho de uma deusa de um panteão politeísta, era difícil se posicionar quando o assunto era religião. Era de admirar que alguns semideuses ainda tentassem. ‘ Considerando que está aqui há uns duzentos anos, acho que tem mais que a obrigação de providenciar uma garrafa de tequila pro resto de nós... Quero dizer, o que são as regras de merda do Dionísio pra você? ’ ele confiava que Kit era experiente o suficiente para já ter visto muita coisa, o que significava que sabia como sair do Meio Sangue sem fazer alarde. ‘ Quer dizer que tem até dedo seu nisso aqui? ’ arqueou uma das sobrancelhas. ‘ Pode ser que eu diga agora que a iluminação até que não está ruim ’ repuxou um dos cantos da boca enquanto encarava o filho de Hefesto, ciente de que, em se tratando de outro, não voltaria atrás em suas ofensas. ‘ Tem certeza? ’ se animou com a menção ao clube, mas só porque essa era uma das poucas coisas que lhe interessavam ultimamente. ‘ Nem se eu disser que você pode usar armaduras mirabolantes? Pense no quão fodão vai parecer ’
( F l a s h b a c k )
"Ei ei ei, esse desrespeito gratuito? Tem necessidade?" Kit deu um belo tapa na lateral do braço alheio, uma coisa mais som do que golpe de fato. "Nenhuma, nenhuma necessidade de receber isso de alguém que parece mais velho do que eu. Enquanto eu sigo com a minha beleza etérea e cachinhos invejáveis, você... Não preciso comentar, certo?" Agora precisou menear a cabeça e concordar pela metade. O acampamento era mais uma salvação do que prisão, como uns semideuses falavam aí, e Dionísio teve uma bela atuação num certo incidente secreto. "Eu poderia, mas não seria uma tequila da boa. Não vou gastar a minha top das tops num evento que eu nem sou o Conselheiro. E nunca jamais traria para um trabalho tão feito às pressas. Por mais que você, agora, esteja apreciando." Kit só não se arrependeu de ter trazido o assunto à tona porque Remzi parecia feliz. E sorria. Culpepper amava sorrisos.. E porque era sempre uma surpresa ver os argumentos para ser convencido. "Como se isso se aplicasse a mim, Zircônia. E eu não faria uma para outro competidor, sou competitivo demais para não levar todo o crédito." Ainda estava sóbrio o suficiente para erguer a mão e ativar os poderes, pele e metal brincando num padrão marmorizado. Os dedos esticaram, afinando nas pontas, juntando-se em garras de Harpia. "Besides, você já deve estar lotado de membros... Né?"
🟣 ━━━━━━━━━━ Todo o show de Kit divertia bastante Toni. Ela riu baixinho com a mão se mexendo de maneira irônica, então, pegou o baralho na mão, para observá-lo melhor e poder embaralhar. No orfanato católico, por vezes, as crianças se divertiam jogando baralho longe da visão das freiras que odiavam aquilo. "Só tirar e obedecer?", perguntou mais uma vez e puxou uma carta. Jogue como um T-Rex. "Que idiota", riu baixo e então pegou a bolinha na mão, após ver os copos organizados. "Raaaawr", rosnou, mãozinhas curtas, próximas ao corpo, e jogou a bolinha. Ela quicou e acertou um copo, roubando mais um riso de Toni. "É a carta da sorte", anunciou.
( F l a s h b a c k )
"Não sei porquê alguém ia querer deixar mais difícil do que isso. Olha a quantidade de copo que precisamos zerar para acabar???? Complexo não vai dar certo." Ainda bem que conseguiu falar antes da demonstração da melhor carta do baralho. Kit tinha elas decoradas? Sim. Ele era viciado nesse jogo. Mas deixava ele menos divertido? Nope. O único arrependimento era não ter uma câmera. Ou ar suficiente nos pulmões para continuar a rir. Chega se dobrou, estômago doendo, antes de virar todo o copo num gole triunfante. "A sorte é sua, mas a satisfação é minha." Na sua vez de tirar, Culpepper sorriu maliciosamente. "Essa daqui não tem como ninguém resistir." Ficou de costas, dobrou os joelhos, apoiou as mãos e testou. Uma, duas, três quebradas de quadril num twerk lento. O ângulo ficando mais pronunciado, o movimento mais rápido e puff. A bola desceu pela coluna e ergueu no ar com a rebolada, quicando duas vezes na mesa e caindo no primeiro copo da fileira da semideusa. "Essa é pra você, Tornado."
Ara estava levemente atordoada com a sequencia de toques, mas talvez por causa da embriaguez, não achou de todo ruim, afinal Kit estava a ajudando. Piscando algumas vezes, ela o fitou e deixou a cabeça cair levemente, reflexiva. — Para falar a verdade... Não, acho que ninguém nunca me ensinou a beber, acho que por isso eu não bebo normalmente. Hoje foi um dia atípico, pensei que seria legal experimentar, mas não achei que esse corpinho fosse ser tão fraco... — um novo beicinho de formou nos lábios da garota, cabisbaixa. Tinha bebido apenas 2 copos, como poderia não estar se aguentando em pé? Ara apenas divagou em seus próprios pensamentos, quase como um transe alcóolico, ali sentada, parecendo quase uma criança. Foi trazida a realidade quando sentiu a mão em seu rosto, o que a fez encará-lo. — Ara Kim, 24 anos, Long Island? Eu parei de contar a data quando voltei para o Acampamento, acho que... 2024? Primeiro Deus... Hefesto?! Oras, por quê tantas perguntas difíceis, afinal? — mesmo reclamando, Ara o obedeceu, abrindo um pouco a boca, ainda o fitando.
( F l a s h b a c k )
"Eu não sou nenhum seguidor de Dionísio. Pelo contrário, quase entro no grupo celibatário alcóolico. Maaaaaaas, sei beber como ninguém. Nunca tive uma ressaca, cê acredita?" Kit não tinha sangue brasileiro, mas tinha convivido tanto com a meia irmã do Brasil e se apaixonado pelo país que ele bem podia ser. Ele tentou, tentou de verdade, mas a última expressão saiu de forma cantada e na língua brasileira. Isso interferia em alguma coisa? Não mesmo. Ele ainda tinha o olho nela, arrumando-a para que não caísse no banco caso precisasse sair rapidinho. "Hefesto, hein? Isso foi tudo para me agradar?" Kit riu ao tocar a ponta do nariz alheio antes de colocar o primeiro salgado para dentro da semideusa. Com as costas do dedo dobrado, empurrou o queixo estimulando o mastigar. "São perguntas básicas para avaliar o seu estado de embriaguez. Sabe, me ajudar a escolher entre te alimentar ou colocar nos braços e correr para a enfermaria. Não é nada bonito, nem saudável, ficar assim por muito tempo, viu?" Quando pediu um copo d'água, Kit quase perdeu a mão de tanto que abanou para negar a ação automática: transformar em vinho. Colocou o copo na mão dela. "E eu acho legal ver até onde vai essa... Inibição. Teve uma vez que eu perguntei sobre... Coisas para alguém e a resposta foi tão surpreendente... Tenho arrepios só de lembrar." Partiu mais alguns salgados num prato e o equilibrou sobre as pernas alheias. "Você sente a necessidade urgente de compartilhar alguma coisa? Hum?"
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• inspo: eunwol e muse fazem um cover a capela (e completamente aleatório) de pocket of sunshine.
"Com todo respeito aos filhos de Apolo, eu já vi cantorias em volta da fogueira melhores...", Eunwol falou, parada em frente a Kit e outros semideuses, com seu copo cheio da bebida misteriosa. "Eles cantam bem, não tô dizendo o contrário, quem sou eu pra criticar alguém né?", ergueu os braços, como se estivesse se rendendo, mas seguiu com os argumentos. "Longe de mim criticar, mas acho que as músicas podiam ter sido melhor escolhidas...", balançou a cabeça positivamente.
Os filhos de Apolo eram cheios de talentos com a música, claro! Mas naquela noite em específico, Eunwol não parecia satisfeita, porém quem poderia culpá-la? Ela tinha um gosto musical muito peculiar e apesar de Céline Dion e Whitney Houston não serem péssimas escolhas — muito pelo contrário —, as músicas podiam ser mais animadas. Era uma festa clandestina, ora essa!
"Vou pegar uma bebida, você vem Kit?", perguntou com um fraco sorriso, ela sua forma delicada — ou talvez nem tanto — de sair de perto do grupo sem graça de semideuses que acabaram se misturando. Quem era ela pra julgar, não é mesmo? Mas estava, principalmente com o álcool a deixando mais sincera e aberta que o normal.
( F l a s h b a c k )
Kit ficou calado do início ao fim. Quer dizer, depois de ter soltado o gogó na melhor versão da melhor música de todos os tempos. Take me awaaaaaay! Ainda reverberando em seus pensamentos, completamente coberta com o orgulho da nota alcançada e mantida. Eita, calma, recapitulando. Kit pode ter ficado quieto, mas sua expressão era tão explícita que era impossível não saber o que pensava. YOU GO GURL! Gritava da expressão, os dedinhos coçando para estalar no ar e os lábios, de fazer um bico esnobe. Ele mesmo, filho de Hefesto cheio de direito, tinha pedido mudança de música desde, bem, desde que chegara. "Com certeza, eu vou com você." Pronunciou rapidinho, balançando a cabeça com veemência. Podia ser o mais velho ali, ter toda a confiança do mundo para garantir seu bom gosto, mas ficar depois desse esculacho? Na-na-ni-na-não. Ainda resta um pouco de amor próprio e preservação à vida aqui. "Uma festa desse calibre com essa proposta do cara mais tempero merece uma trilha sonora à altura." Sua mão erguia no ar, ilustrando um nível bem acima do estabelecido pelos organizadores. "É como... Como... As bebidas! Nada contra um vinhozinho, BUT um toque destilado de força espirituosa alcóolica dobrada? Perdoe-me, mas hell yeah." Com o polegar, Culpepper pressionou o botão oculto de um anel no dedo do meio. Um segundo e o copo metálico repousa na mão do semideus. Sem cerimônias, encheu-o de vinho e jogou umas especiarias dispostas nas proximidades. "Os filhos de Apolo estão tão menos filhos de Apolo que capaz de... É, vou assumir minha skin Apolítica que todo mundo diz que eu tenho. Quer uma serenata, lobinha? Uma cantada no pé do ouvido?"
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Sentada em um dos poucos bancos dispostos pelo local, Juliet observava os demais campistas aproveitando a festa, prestando atenção principalmente na pista de dança e na cachoeira enquanto terminava o que deveria ser seu "terceiro último" copo de vinho. Estava decidida a não prolongar a noite desde o início, mas talvez ainda não estivesse pronta para encarar a realidade de novo uma vez que tivesse deixado ela para trás. Não foi difícil reconhecer Kit entre os outro, mas ainda assim a filha de Perséfone se surpreendeu pela forma que o outro parecia aproveitar a festa como se o tempo não tivesse passado. Acompanhou os movimentos dele com o olhar atento, não contendo o riso divertido, até que ele ficou próximo o suficiente para que pudesse ouvi-la. "Ei, você! Vai ter que me contar o segredo para essa energia"
"Música boa." A resposta foi tão direta e reta que o rosto acompanhou, ficando sério. Kit se aproximou e girou sobre os calcanhares, posicionando-se ao lado de Juliet e encostando em seu ombro. Levantou as mãos, os dígitos de uma pressionado contra os da outra. "Juliet, você pode fazer tudo com uma trilha sonora que combine, e essas? Vou dar um beijo em cada um dos responsáveis porque só estão me deixando lá em cima. Tirando a Olivia Rodrigo. Ela no meio daquela sessão foi o mesmo que frear no meio da Highway 10." Meneou a cabeça, um sorrisinho cúmplice nos lábios. "Posso estar um pouco bêbado além do limite, mas ainda perfeitamente funcional. Só não me peça para fazer o 4 com as pernas. Nem beber mais vinho. Acredita que não tô gostando mais? Acho que foi culpa da Willy com a aguardente do Hades."
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where: pista de dança improvisada
prompt: ❛ we just can’t seem to get it right, huh? ❜
A musica parecia uma balada dos anos oitenta, ao algo muito próximo disso, dado o improviso dos filhos de Apolo. De qualquer modo, parecia dançante o suficiente para que Lysander ficasse parada e para a infelicidade, ou não, de Kit, ele foi o seu alvo para acompanhá-la naquele momento meio constrangedor. A morena aproximou-se dizendo que não passariam vergonha, que era só lhe seguir nos passos, mas verdade seja dita: aquilo não era musica de tiktok, a única coisa que Lys conseguia dominar minimamente. As mãos pareciam perdidas, os pés trocados e por algumas vezes, chegou a esbarrar no outro, até que ouviu seu comentário e o interpretou como algo divertindo, deixando que um riso alegre se perdesse no ar antes de sua replica. "É, eu realmente acho que não. Desculpe desapontá-lo.", brincou, vendo a necessidade de aproximar-se para ser ouvida. "Mas pelo menos estamos nos divertindo, e quem disse que temos que seguir um padrão de dança? Vamos fazê-lo do nosso jeito.", propôs, tomando a liberdade de pegar as mãos do mais velho, para balançá-lo no seu ritmo.
Não, Kit Culpepper não era um exímio dançarino. Errado. Com uma mãe tão inserida no mundo na moda, convidada de honra em festas e casamentos, a tarefa de ser o brilho da família caía nos ombros do filho encantador. Kit puxador de mocinhas para dança? Esse sim era um título condizente. "Não, não me venha com essa palavra feia. Desapontar." Estalava a língua na boca com a negativa, o indicador frenético em apoio do primeiro. "Não existe dança errada. Existe dança certa no momento errado. Manda tocar um guy.exe para você ver como encaixaria isso tudinho que a gente fez." Com a mão dela na sua, Culpepper fez um gracejo ao puxá-la para perto e conduzir num giro. Os pés alargando a base para melhor equilíbrio e a mão na cintura, empurrando mais um da semideusa. "E todos os passos da época que eles estão tocando são os mais autoexplicativos possível! Possíveis? Você me entendeu. Dancinha do robô, passada do fio, minhoca, dab, moonwalk." Entre cada exemplo dito, o filho de Hefesto fazia uma demonstração ao vivo. Com exceção do último.
Rolou os olhos após a fala alheia, rindo logo em seguida. Achava graça na competitividade alheia, apesar de Alara também ter os seus momentos. "Não se preocupe, Kit. Eu vou deixar para te derrubar apenas em campo. Se eu fizesse isso aqui, eu não ganharia nada, não é mesmo? Então não teria graça." Virou-se para a mesa novamente afim de pegar os doces que gostaria tanto de ver o mais velho provando. Não fazia ideia de como os responsáveis pela comida conseguiram trazer o seu pedido, mas estava satisfeita que aconteceu. "Se você cuspir, só vai deixar claro que tem um péssimo gosto." Oras, era impossível que alguém não gostasse de baklava turca, com pistache, nozes, massa filo e mel. "Não tem nenhum desses ingredientes no meu doce. Está vendo como não me interessa te matar? Sou filha de Macária e sei que essas coisas precisam acontecer no tempo certo."
Concordou com a maior solenidade possível. "E seria suspeita de matar o mais velho semideus do acampa- Quer dizer, da festa. Aqui e agora." Conferiu os rosto mais próximos rapidamente, confirmando que ainda detinha o cinturão ao redor da cintura. E, quem diria, estabelecendo um recorde a cada dia que acordava. "Ou que você não sabe escolher o melhor para cada gosto. Não posso levar a culpa toda sozinho. Mas... Considerando o buraco no meu estômago, mesmo ruim vou comer tudo." Kit deixou o tom neutro, sem dicas do que realmente queria dizer. Seria brincadeira? Seria de verdade? Não vou dizer. E o sorrisinho debochado fez um leve bico nos lábios do semideus. "If I die young, bury me in satin. Lay me down on a bed of rooooooses..." E continuou cantando com a boca aberta (só os sons, por favor, não temos um ventríloquo aqui), esperando a dita experiência.
"I didn’t dare approach it." @kitdeferramentas
Ela finalmente havia dado uma pausa nas bebidas para que pudesse focar nos petiscos. No caso, tinha em uma das mãos um pacote de pipocas agridoces tipicamente russas, enquanto fitava uma dupla específica que se estapeava por algum motivo que Devora desconhecia, pouco atenta aos arredores até ouvir uma voz conhecida que indagava a origem da cena. Ao reconhecer que se tratava de Kit, a Dolokhvrzsky voltou sua atenção para ele, sorrindo de canto, realmente entretida com o momento. "Sei lá o que tá rolando. Eu cheguei e elas já estavam assim. Eu não ousei me aproximar." Meneou levemente a cabeça enquanto finalizava mais uma porção de suas pipocas antes de estendê-las na direção do mais velho. Devora não tinha muito apreço por outros semideuses em geral, mas como conhecia o filho de Hefesto desde que havia pisado naquele Acampamento, realmente tinha alguma consideração significativa por ele. "Servido?"
Kit gostava de uma boa fofoca como qualquer... Bom, insira aí o deus mais conhecido pela fofoca (na sua opinião, vamos trocar figurinhas!). Então, nada mais natural do que zanzar perto para ouvir alguma coisa. Qualquer pedaço de informação e acusação. Até trocar de lugar para ficar na primeira fila. "Eu entendi que tem uma terceira pessoa na jogada, só não define o sexo desse anônimo. Não que vá clarear qualquer coisa, mas... Não era ele que meia-irmã 'tá com o ruivo... O de... Aquele que veio de Nova Roma." Estalava os dedos achando que o barulho fosse puxar o nome dele no meio da névoa ébria, cada vez mais densa. "Pelas cracas de Poseidon, o nome fugiu completamente. Ah, Devoradora, obrigada." Pegou uma e fez uma careta, hmmmm, mas a cada mordida o rosto mudava e ele se deleitava com o sabor. "Parecem essa pipoca... Cada- Ei!" Desviou a tempo de alguma coisa jogada, infelizmente coincidindo com a sua posição. "Em quem você aposta?"