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@krsa-ignis
Is that 𝐈𝐆𝐍𝐈𝐒? I don’t think so... He’s 𝘍𝘙𝘈𝘕𝘒 𝘊𝘈𝘚𝘛𝘓𝘌, 𝘛𝘏𝘌 𝘗𝘜𝘕𝘐𝘚𝘏𝘌𝘙 here.
si vis pacem,
para BELLUM.
“Como assim? O que isso quer dizer? Você vai simplesmente me deixar na mão, é isso? Não~, você não pode! Jinjja, você nem vai precisar se levantar! É só fazer caretas ‘pra ele que ele para de chorar. É muito divertido!”
“All that we want! Ou pelo menos eu acho que quase tudo que quisermos... Você quer a minha? Eu não posso beber, tenho que cuidar do meu filho mais tarde. Troca de turnos com a mulher, sabe?! Não posso confrontar, senão ela me mata.”
@krsa-ignis & @krsa-gipsydanger
Quando Belle e seu pai trocaram olhares cúmplices, significava que a hora havia chegado. Hyunjin apenas desfazia as suas malas inocentemente, sem saber o interrogatório que o aguardava; Belle não conseguia se controlar e acabava soltando umas risadinhas de vez em quando, já que sabia muito bem o motivo do sumiço do irmão mais velho durante a sua data comemorativa favorita, fazendo com que ambos ela e o pai ficassem nervosos. Esse tal motivo possuía nome e era muito bonito, inclusive - ou devemos dizer bonita? — Maninho, vem cá. — Belle disse quando ele parou de arrumar as malas, dando tapinhas no pedaço de cama ao seu lado. — Eu e o pai queremos saber onde você se meteu quando sumiu completamente na noite de Natal. Para falar a verdade, eu já sei muito bem quem é… Ops, qual é o motivo. — Sorriu.
HyunJin estava apressado. Depois de tudo que havia acontecido no Natal, ele estava elétrico, tendo a cabeça inundada por pensamentos que não compreendia, mas o faziam querer fazer várias coisas ao mesmo tempo; contudo o primeiro objetivo de sua lista era encontrar HyeRyung de novo. Pelo amor de todos os deuses da história do planeta Terra, eles haviam se beijado em plena uma chuva de meteoros! Depois de tudo aquilo ele tinha que fazer alguma coisa, ok, não fazia ideia do que iria fazer, mas tinha que fazer alguma coisa. ▬ O que foi? ▬ sentou-se ao lado da irmã tendo medo do que aquela pequena mente inteligente demais poderia estar pensando. O questionamento o fizera congelar por alguns segundos, mas tudo que ele que conseguiria contornar a situação o suficiente para que não tivesse que lidar com os dois animados demais pro algo que ele não conseguia denominar. ▬ O que… eu fui ver um avião caído que tinha nas proximidades da cidade, só isso, o que… do que você… o que você sabe, Lils? ▬ o que ele não previra era que até mesmo quando HyeRyung não estava por perto, ela fazia seus 187 de Q.I se tornarem completamente inúteis, então era óbvio para qualquer um que estava escondendo algo.
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Deitar-se como uma musa na cama --- que mais parecia seu divã, foi o melhor jeito que conseguiu de instaurar o clima no ar. Só faltavam as uvas, mas as jujubas no saquinho que havia comprado para Lily --- e que pai desnaturado esse que compra algo para a filha e logo em seguida come --- supriam a falta destas. Quando a filha falou, finalmente, e Taehyun olhou o semblante do filho, totalmente desnorteado com a pergunta, sua primeira reação foi a de quase engasgar com a jujuba, pois queria rir ao mesmo tempo. Rolou para que pudesse se isolar com suas tosses e logo depois se virou novamente para fitar o outro. “Adeulnim~~” A voz suplicante já deixava claro o que viria em seguida. Se não fosse pelo sorriso estampado nos lábios, certamente seria um sermão. “Nós somos uma família, huh? Você acha mesmo que consegue guardar algum segredo da gente? Nós estamos aqui com você ‘pra tudo, filho.” Após erguer-se e tocar o ombro do mesmo daquele jeito confidente e animador que ambos se tratavam, Taehyun deu alguns passos para trás para sentar-se bem do lado da filha, enlaçando o próprio braço no braço dela e oferecendo o saquinho de jujubas para que a mesma comesse. “Agora conta. Esse avião que caiu foi a flecha do cupido por acaso?”
Ignis viajou para muitos países a trabalho, mas todos se resumiram a Ásia e poucos lugares da América; Entretanto, no clima de natal, decidiu que passaria um tempo com seus filhos no Brasil para sentir o clima quente a fim de lhes tirar do costumeiro frio. Mas o único erro de Ignis foi o de não verificar se a família estava dentro do jato. Quando viu Netuno, ficou abismado! Tinham trocado os vôos, e agora? Não dava para virar de curso, seria um prejuízo tremendo, então decidiram passar o tempo no Brasil juntos. Quando chegaram, festejaram bastante; Netuno aprendeu a sarrar --- pena que ignis não entendeu o que significava aquilo, Ignis aprendeu que não se anda com a carteira nas mãos, porque logo no primeiro dia foi roubado. Aproveitaram de tudo, até levando consigo uma recordação: um CD com uma compilação de hinos abrasileirados. Tiveram de voltar antes do período combinado pela falta que os documentos de Ignis faziam, já como tinha sido roubado a identidade, dinheiro, cartões de crédito e débito, além das fotos em família que ele guardava por costume.
PLAYLIST.
ih caraio bônus track.
“Meu filho, uma pessoa que é muito esperta e acha brechas em qualquer ponto, o que fazer com ele? A Lily é muito boazinha ‘pra fazer uma coisa dessas, eu só confio na sua capacidade ‘pra isso. Aliás, você esquece que eu tenho um dom? Eu sei ver o melhor nas pessoas e você é o puro bem. Já disse que não gosto quando você fala assim de você, como se ‘tivesse arranjando motivos ‘pra ser a ovelha negra. Você não é; você é bom e é por isso que é meu filho. Agora, vem cá, repete. O que foi que você disse sobre dirigir? Eu não ouvi direito…”
“Garoto, nem pense. Eu já tive que te tirar da delegacia uma vez, você me prometeu que nunca mais ia acontecer isso de novo. ‘Tô contando com você!”
“Devia ‘tá pensando em coisas tipo... ‘Eu posso construir uma pista de corrida para eu andar com uns carrinhos elétricos pacificamente, sem destruir nada e de um jeito que não afete ninguém’, sabe?”
“Ah, então aqui faz tatuagem, hn?... Aish~... Se aquele moleque ‘tiver roubando ‘pra pegar dinheiro e fazer essas coisas sem que eu saiba, ele ‘tá muito enganado.”
“Você por acaso lembra do rosto de algum dos seus clientes? Tipo um garotinho, mais ou menos do seu tamanho, com umas covinhas nas bochechas... Ou nomes? Tipo... Hyunjin?...”
“Ai, para, mentira! Deixa de onda, não é ‘pra tanto!”
“Minha filha diz que eu sou um palhaço mesmo, mas é porque ela é muito gentil, não quer dizer que eu realmente seja. Mas falando assim até parece que eu, de fato, seja muito engraçado. Claro, eu às vezes me supero bastante até, só que ainda acho que poderia ser menos brincalhão e mais sério; pegar mais no pé, sabe? Mas é que é um costume ser assim, meus filhos adoram e é muito bom ver o sorriso no rosto deles, bem felizinhos e gargalhando.”
“Não o presidente. É só o Simba mesmo, o mentor dos times junior. E a fada dos dentes é a Nala. Ela tem umas asas que são apetrechos, que realmente fazem ela voar. É bem maneiro até. Minha filha gosta muito disso!”
“Que pensamento horrível o seu. Pessoas faleceram, você quer mesmo coisa de defunto? Vão te assombrar se pegar algo deles, e isso é pior. Mas não tem problema por mim, pode pegar. Depois só não me volte reclamando que sua boneca ‘tá amaldiçoada, rindo bizarramente e se balançando sozinha na cadeira.”
“Claro que não está, eu posso jogar com você!”
“Eu também! Caralho, porra, merda! Não quero mais essa droga.”
whatever it takes, imagine dragons