Peixes multiplicados aos montes
A multiplicação dos peixes
Em Santa Catarina, a pesca artesanal da tainha é um espetáculo de número educacional. Conheça o ritual e também aprenda receitas.
De maio até final de julho, os pescadores do litoral de Santa Catarina montam ranchos na beirada da praia e também preparam suas redes para a pesca artesanal da tainha, o instante mas aguardado do inverno. Essa temporada é chamada de “arrastão da tainha”. O ritual é bastante essencial no litoral de Santa Catarina, singularmente nas praias de Florianópolis.
Apaixonada por essa revelação educacional das comunidades de pescadores de Floripa, eu já fui três vezes de modo obstinada à localidade para seguir esse espetáculo. Na primeira, cheguei cedo demais, no início de maio. A temporada ilegalmente tinha incoado e também alcancei ver poucas tainhas sendo pescadas nos pequenos barcos. Na segunda, tardiamente demais. O ano havia sido fraco e também, em meados de junho, já não tinha tainha. Porém não desisti. Investi em mas uma viagem, dessa vez munida de contatos de pescadores, o caminho correto para descobrir o instante de chegar à ilhéu.
Em meados de maio já estava lá. Eu e também o fotógrafo João Marcos Rosa montamos uma estratégia: longe disso rodar pelas praias de Floripa, como já havia fato de antemão, ficamos em um marca fixo. Escolhemos a praia do Campeche, onde a comunidade de pescadores é tradicional, para conceder plantão de seis horas da manhã até o final da inoportunamente, durante uma semana.
E também foi aí que a minha experiência se tornou inolvidável. Além de presenciar mas de uma vez o arrastão na praia, fiz amizade com a comunidade de pescadores do rancho do seu Chico Daniel, coisa que não foi zero simples. Demandou muita lei e também humildade, porque esses pescadores não dão a mínima para o marketing, estão mesmo concentrados em seus costumes. Porém de antemão de descrever mas sobre a vida dos pescadores no rancho, vamos saber como é essa pesca tão privado.
Qualquer comunidade de pescadores organiza sua estrutura, com recta a “olheiro” de plantão num marca estratégico para observar a passagem do peixe pelas águas. Enquanto recebem o sintoma, logo a canoa entra no mar com uma ponta da rede e também faz o bloqueio no cardume em forma de meia lua. Os outros membros vão espalhando a outra pontada da rede pela praia. E também, imediata, inicia o arrastão: todos e cada um dos camaradas juntos puxam para a praia o fruto da pesca. Muita gente presencia o espetáculo. Poucos não resistem e também ajudam a retrair a rede, para participar ativamente da sarau. Tudo é bastante rápido e também, em questão de minutos, o amontoado de peixes já está na areia para a enumeração. A operação toda não defende mas do que uma hora.
É chegado, logo, o instante de “desmalhar” com os peixes já fora das redes. Eles formam uma extensa serra prateada na praia, é belíssimo. A enumeração inicia : se a pescaria foi boa, eles terão de 2 a 3 milénio tainhas em mãos; enquanto é ruim, pegam menos de 500 unidades. Os camaradas oferecem uma tainha para qualquer passante que ajudou a retrair a rede a partir de o início. Depois, é hora de dividir do quinhão.
Na aglomeração das praias da Ilhéu de Santa Catarina, 50% da quota é dividida entre o possuinte do embarcação e também o da rede. A outra metade é repartida entre os pescadores. Tudo bastante justo: toda gente ganham exemplares do mesmo tamanho, além de tainhas com e também sem ovas. As primeiras são vendidas por por volta de 6 reais e também as outras ( viril ) por 4 reais. No Mercado Público de Florianópolis, elas saem por, respectivamente, 10 e também 7 reais.
As tainhas migram de lagunas (lagoas que possui notícia com o mar), entre a segunda quinzena de maio e também até julho, em direção ao Setentrião para desovar. Pescadores dizem que elas aparecem enquanto vem o “vento Sul”. Porém o que faz os cardumes desviarem seu curso para a costa são as tempestades oceânicas, ocorridas a milhares de quilômetros em elevado mar e também percebidas em terreno pelo varão por intermédio de sinais, como o tal vento. Então, os peixes não têm hora marcada para passar. É a natureza que dita as paquete desse fenômeno.
Vale expressar que, segundo os biólogos, a quantidade capturada pelos pescadores artesanais, representa uma porcentagem pequena da população de tainhas, e também seu abate é assimilado pela natureza. O que gera impacto ambiental é a pesca industrial desenfreada, praticada pelas traineiras, na saída da Lagoa dos Patos, no Rio Extensa do Sul -- eles pescam quase tudo, mais ou menos 50 a 100 toneladas por vez.
No rancho do seu Chico Daniel, quem comanda o fogão é Eriberto de Souza, seu Beto. Com os rigores de um militar reformado, chega ao requinte de separar a cozinha do resto do rancho. E também sustenta suas panelas constantemente brilhando ao lado do fogão a lenha.
No moca da manhã, que se sucede a uma boa pesca, às 5h30, come-se ova frita no meio do alimentação, luxo que achei cinco estrelas. Número reduzido de tomam de antemão o seu “aparadinho”, o primeiro moca puro do dia.
Porém o prato mas generalidade no rancho é o suco de tainha, resultante do decocção das postas de peixe com temperos. Lá, todo um prepara seu angu e também come com uma fatia de peixe fresquíssima por cima. Fácil e também delicioso.
A escalada (salgada e também seca ao sol) também é receita típica da área. É feita na brasa e também servida com as ovas fritas. Outra tradição é administrar o peixe inteiro, recheado com farofa de ova e também assado na brasa.
Seja que for o resultado da pesca, possui incessantemente sarau no rancho, no termo da colheita. Nesse dia, não possui peixe no lista. É churrasco mesmo, à gaúcha, como a maior parte das festas populares no Brasil.