𝖘𝖎𝖓𝖇𝖆𝖉 (سندباد). Persian origin and means 𝖕𝖗𝖎𝖓𝖈𝖊, 𝕷𝖔𝖗𝖉 𝖔𝖋 𝖙𝖍𝖊 𝕾𝖆𝖌𝖊𝖘, and 𝖉𝖜𝖊𝖑𝖑𝖊𝖗 𝖋𝖗𝖔𝖒 𝕾𝖎𝖓𝖉. It comes from the Sanskrit सिद्धपथ or 𝘴𝘪𝘥𝘥𝘩𝘢𝘱𝘢𝘵𝘩𝘢, meaning 𝖕𝖆𝖙𝖍 𝖔𝖋 𝖙𝖍𝖊 𝖇𝖑𝖊𝖘𝖘𝖊𝖉.
Orientação sexual/romântica: Bissexual e birromântico.
Pronomes: Ele/dele.
Altura: 1,78.
Ocupação: Pirata e dono do navio Serpente do Mar. Normalmente, consegue dinheiro através dos roubos e furtos que realiza, mas no momento deu uma pausa em suas atividades em busca de recuperar o Livro da Paz.
Traços positivos: Determinado, inteligente, boa desenvoltura e ousado.
Traços negativos: Impaciente, desonesto, teimoso e levemente arrogante.
Lealdade: Neutro.
Habilidades: Sinbad é um excelente espadachim e também se sobressai em uma luta corporal.
Curiosidade: Poucos sabem, mas quando Sinbad era jovem e sonhava com a glória ligada ao seu nome ele fez um acordo com a deusa Eris para que ela resgatasse o navio Serpente do Mar do fundo do oceano e para que ela aumentasse sua força. A deusa fez o prometido e está chegando o momento de Sinbad honrar sua parte do acordo. Embora aparenta ser extremamente corajoso, arriscando sua vida sem nem pensar duas vezes, bem lá no fundo o pirata sabe que Eris é alguém que não deve ser subestimada.
𝙃𝙀𝘼𝘿𝘾𝘼𝙉𝙉𝙊𝙉𝙎
Sinbad não possui memórias claras a respeito de sua infância e tampouco conheceu seus pais, a única coisa que se lembra era de viver na região portuária de Syracuse em busca de dinheiro e comida para viver dia após dia.
Além de ser conhecido por ser uma criança bastante arteira, Sinbad se tornou conhecido pelos pequenos furtos e golpes que praticava. E foi numa (falha) tentativa de pegar algumas moedas de ouro que Sinbad se tornou amigo de Proteus, o jovem príncipe de Syracuse.
Sinbad sempre soube que seu destino estava ligado à pirataria, que mais cedo ou mais tarde iria seguir aquele caminho. Sendo assim, não pensou duas vezes antes de aceitar a proposta de ingressar como parte da tripulação de um importante pirata da região. Nem mesmo os protestos de seu melhor amigo, Proteus, foram capazes de fazer com que Sinbad mudasse de ideia. A possibilidade de explorar novos lugares, conhecer o desconhecido e encontrar tesouros era algo extremamente tentador. O dinheiro que a família de Proteus possuía podia garantir uma vida de conforto para Sinbad, mas ele nunca estaria completamente satisfeito.
Os anos foram se passando e Sinbad não só aprendeu bastante a respeito da pirataria e como as coisas funcionavam naquele negócio, como também construiu sua fama e até mesmo conquistou seu próprio navio e sua tripulação. Com o Serpente do Mar e acompanhado de marujos corajosos, Sinbad desenvolveu o gosto de procurar por tesouros lendários. Não importa o quão perigoso é, ou se é algo que pode despertar a ira dos deuses, Sinbad vai atrás.
A grande mudança, que mudou a vida de Sinbad e de seus marujos, ocorreu quando o pirata decidiu seguir um portal mágico em alto mar. Era algo diferente de tudo que já tinha visto. Era como se algo estivesse o atraindo para aquele lugar. E foi assim que Sinbad e sua tripulação foram transportados para Tão Tão Distante, um reino diferente de tudo que conhecia e que nunca tinha ouvido falar. Ao mesmo tempo em que está em busca de encontrar uma forma de sair de lá, Sinbad está envolvido na busca para recuperar o Livro da Paz, um valioso tesouro e que, se cair em mãos erradas, é capaz de causar um grande estrago.
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♡⸝⸝ Anna observava o rapaz a sua frente com certa curiosidade, ela adorava quando alguém passava pela biblioteca, todos sempre a procura de uma coisa mais curiosa e interessante do que a outra, e também não podia negar que o rapaz também não era nem um pouco feio, então não era ruim escuta-lo, era impressionante como aquele reino era repleto de pessoas bonitas. "Hm..." murmurou pensativa quando ele lhe disse o nome do livro, a biblioteca era imensa e ela nem de longe tinha conseguido olhar um bom número de livros, também tinha sua própria pesquisa para fazer, seu maior objetivo era ajudar seu povo, seu reino e principalmente sua irmã. "Não me lembro de ter visto ou ouvido falar nada de um livro com esse título, mas isso não é incomum, afinal esse lugar parece não ter fim." mordeu o canto interno da bochecha ainda pensativa. " Mas eles tem muitos livros que envolvem magia e tratados de paz naquele corredor, posso te ajudar a procurar se quiser? "
Sinbad tentou esconder sua frustração ao escutar a resposta da funcionária, afinal de contas precisava manter seu papel de um entusiasta do livro e que não tinha informações tão precisas. — Como disse, esse livro é uma lenda… Então, nunca se sabe — o pirata não sabia onde o livro poderia estar, mas era obrigado a admitir que a biblioteca era um bom lugar para esconder. Um pouco óbvio? Talvez. Aquele era o primeiro lugar que alguém pensaria em procurar, assim como o pirata estava fazendo. Porém, com tantos exemplares e com diversas prateleiras encontrar um livro tão específico como aquele era igual a probabilidade de encontrar uma agulha num palheiro. — Nunca se recusa uma ajuda, ainda mais diante de uma pessoa tão disposta a tentar auxiliar — respondeu de forma educada e atenciosa. — Pode guiar o caminho, milady.
♡⸝⸝ O dia estava lento, ninguém tinha entrado na biblioteca nas últimas duas horas, e a sensação era de que os próprios guardiões estavam tão entediados quanto Anna, que já tinha dado pelo menos umas 100 voltas ao redor de sua mesa. Eles finalmente se irritaram com ela, e a enviaram para algum corredor aleatório com a missão de reorganizar uma das grandes estantes. E lá estava a morena, na pontinha dos pés tentando alcançar um dos livros, quando a voz atrás de si fez com que quase se desequilibrasse, mas por um milagre, conseguiu parar de pé. "Opa! Olá" disse com um sorriso imenso, finalmente uma companhia. " Bom, basicamente são todos livros bem raros, e os de magia ficavam por ali " respondeu apontando para um corredor distante. " mas tudo parece sempre estar mudando por aqui. mas os guardiões podem ajudar, especialmente se estiver procurando algo específico, você sabe o título? "
— Boa tarde — disse de forma educada para a atendente. Julgando as expressões da mulher até que ela parecia animada demais considerando que trabalhava numa biblioteca. — Ah, sim. Isso por se só já é uma grande ajuda — saber por onde começar a procurar era o melhor ponto de partida, e considerando o tamanho da biblioteca, a quantidade de livros que deveriam estar sendo guardados lá, isso era fundamental para poupar tempo. — Para ser sincero com você não sei se o livro existe de fato, sempre escutei lendas e histórias sobre ele. Se não me engano se chama Livro Pacificador. Não, definitivamente não é isso. Livro do Pacífico. Também não… Já sei! Acho que era algo parecido como Livro da Paz — falou, demonstrando estar um pouco confuso e inseguro com sua própria resposta. Não passava apenas de uma encenação, afinal de contas não queria deixar seu real interesse pelo livro tão explícito.
"Mas que porra?" Drizella não tinha a língua mais doce do mundo, e por mais que passasse boa parte de suas noites nos bares mais imundos pouco se importando com sua imagem e com as coisas. Ela odiava acima de tudo quando jogavam cerveja nela. "Vocês piratas idiotas com sua falta de modos." Xingou enquanto bebia a própria cerveja. Já era tarde, e ela havia bebido provavelmente mais do que deveria, mas não se importava e na verdade não se importava em começar uma briga. Sabendo que conseguiria arranhar a cara de qualquer pirata rídiculo que estivesse em seu caminho. "Não vai nem pedir desculpas? Idiota."
O pirata tinha perdido a conta do quanto já tinha bebido quando foi para o quinto copo, de modo que Sinbad tinha apenas duas certezas: (1) ele já estava muito bêbado e o recomendável seria cortar o álcool, mas ele se conhecia muito bem para saber que aquilo não iria acontecer tão cedo; (2) aparentemente tinha derrubado parte de seu copo de bebida em alguém da festa. O marujo nem tinha percebido tal ato falho, somente foi se dar conta do ocorrido quando escutou a voz estridente e irritante da mulher reclamando. — Pedir desculpas sugere que eu me arrependo de algo que eu fiz. E, neste caso, meu único arrependimento é de ter desperdiçado um pouco da minha bebida — falou sem muita paciência, sentindo-se irritado por aquela cobrança sem sentido.
"Deixe essa lição para nós. Se for resolver tudo nos punhos você não será diferente de um bandido." Ele suspirou. Por mais que ele quisesse mostrar um bom trabalho, e dar o exemplo, Sinbad não parecia mais do que um homem que cometer um erro. Buzz era muito severo, mas não o suficiente para continuar aquela punição e estava certo. Algumas autoridades eram corruptas e agiam de maneira errada. Ele estava pronto para pegar as chaves da algema em suas coisas quando ele pediu para falar em privado. Então ele tinha outras intenções. Tinha razões ocultas. Mesmo que seu instinto gritasse que o outro era inocente aparentemente Sinbad tinha coisas a confessar. Aquilo era um progresso. "Temos. Temos uma sala que é abafada por magia. Se eu desligar as cameras ninguém nunca vai saber o que aconteceu, e eu dou minha palavra manter a reunião em segredo. Se você confiar em mim." A experiência de muitas pessoas com a polícia não era das melhores, e por isso que Buzz queria mudar isso mostrar para os outros que existiam figuras de poder, como polícias que poderiam ser confiáveis. "Você precisa de algo? Água ou algo assim?"
Mas eu não sou diferente dos bandidos que você combate e luta contra, pensou. Por mais que tivesse tomado uma atitude para defender sua amiga, uma das pessoas mais importantes em sua vida, Sinbad estava longe de ser uma pessoa completamente boa. O marujo não importava de roubar, saquear, chantagear e de quebrar a confiança das pessoas em benefício próprio. Sinbad estava longe de ser um exemplo de bússola moral ou de um padrão a se seguir e, nem mesmo em milhares de anos, seria capaz de chegar aos pés de Proteus. — Assim está melhor — assentiu ao ser levado para uma sala de interrogatório, sem olhares curiosos ou pessoas para escutar a conversa. O pirata se sentou em uma das cadeiras duras e desconfortáveis de metais. — A primeira coisa que você deve saber é que eu não sou desse reino, foi uma fonte misteriosa de magia que trouxe o meu barco e minha tripulação para cá. Acredite quando eu digo que não queria estar aqui — Tão Tão Distante não estava nos seus mapas e, mesmo se estivesse, Sinbad tinha uma lista enorme de lugares para conhecer e explorar. — E ao vir para cá roubaram um objeto que estava comigo. Muitos conhecem como o Livro da Paz, um livro raro e que não é deste mundo e ele é o responsável por garantir a segurança das 12 cidades. Esse livro pode fazer coisas incríveis, mas também pode causar o caos se cair em mãos erradas. Dependendo de quem tiver esse livro, te garanto que eu vou ser uma de suas últimas preocupações.
Ela suspirou. Deveria entender que as coisas não eram assim como desejava para o dia para noite. Ela estava acostumada a passar a eternidade em uma lâmpada. Se quisesse conquistar a confiança de alguém...tempo. Era algo que ela sempre teve um grande estigma. Suspirou e olhou para Sinbad. "Tudo bem, mas e se eu aparecer antes do ano novo? Se eu fizer você acreditar que eu realmente sou alguém que tem boas intenções?Posso até ajudar a reformar aqui. Notei que tem uns arranhões, consigo decorar com a magia e consertar em um passe de mágica. Literalmente." Estalou os dedos fazendo com que tintas e material aparecessem em cima da cabeça dos dois. Estalou os dedos novamente. "Ou podemos redecorar o local." Bandeiras aparecendo de todos os lados possível. "Eu só quero que você confie em mim, e estou disposta a trabalhar por isso, então...posso voltar amanhã?" Segurou a mão dele. Os olhos brilhando de empolgação de ter um novo projeto em mãos. Conquistar a amizade de um humano.
Todo mundo que convivia com o pirata sabia que ele tendia a ser extremamente protetor com o Serpente do Mar, de forma que chegou abrir a boca para protesta que Gente fizesse algo para concertar o navio. E se a magia desse errado? Ou o navio acabasse diferente do que era originalmente? Mas a criatura mágica foi mais rápido do que ele. — Até que não ficou tão ruim — a pintura que estava desgastada pela ação da natureza, agora estava com uma aparência completamente nova e brilhante. Os arranhões tinham desaparecido por completo. — Essa é uma oferta tentadora, Gente. Mas não vou aceitar. Você sempre faz tudo para todos, realiza dos desejos e vontades. Chegou a hora de deixar alguém fazer algo por você. Só peço que confie em mim.
━━━━━━━━━━━━ "Um pirata?", perguntou, repentinamente, surpreso. A própria existência de Kit era baseada em contos de fadas, mas, certamente, piratas, não eram algo que via em seu cotidiano. Parecia fantasioso demais até mesmo para o príncipe. "Certo, acredito que tenha um nome", com uma sobrancelha arqueada, virou-se para ele e tomou mais um gole da bebida que o próprio pirata havia lhe alcançado.
O marujo riu diante da reação do rapaz. — Sim, um pirata. Sinto de desapontar por não ter um tapa olho, um papagaio que fica me acompanhando no meu ombro e uma perna de pau — disse listando algumas das características clichês que as pessoas costumavam atribuir ao piratas, deixando apenas de fora o cheio de rum e tabaco que praticamente andavam impregnados com ele. — Não sei de onde você veio, mas de onde eu vim é algo muito comum — o pirata tinha crescido e sido criado na região portuária da ilha de Syracuse, de forma que seguir a pirataria tinha sido um caminho extremamente natural para ele. Qual outra alternativa tinha? Diferente de Proteus, ele não vinha de uma família nobre e importante, cheia de dinheiro e de possibilidades para o futuro, ele nem sabia quem eram seus pais. — As pessoas me chamam de Sinbad. E você?
━━━━━━━━━━━━ Lentamente, aproximou-se do fulano, como um gato em um ataque, passos singelos e tranquilos. Seus olhos seguiam-no com atenção, então ela assentiu. Preferência por encontrar tesouros perdidos... Por favor, Merida podia ser irresponsável. Mas jamais foi burra em sua vida. Falava com um pirata. "Bom, parece que eu e você estamos buscando a mesma coisa, então! Um objeto mágico", afirmou, deliberadamente. A esperança de que talvez ele pudesse ajudá-la achar a cura para sua maldição. Cobrasse o preço que fosse, ela pagaria. "Sinbad... Você é daqui, Sinbad? De Tão Tão Distante?", antes que percebesse sua boca grande, já tagarelava. "Mas devo dizer, essa floresta é grande demais para apenas um procurar... Eu... Poderia te ajudar, quem sabe", ofereceu, distraída. Quem sabe se ele não notasse a urgência em sua voz, não desse tanta importância, tampouco negaria.
— Achei que estava caçando algum animal… — comentou fazendo referencia ao encontro que tinham tido mais cedo, em que observara Merida quase abater uma presa. Mesmo que a ruiva não tivesse conseguido capturar o animal, tinha ficado claro a habilidade dela e que ela poderia ser mortal caso preciso. Sem gracinhas pra cima dela, lembrou a si mesmo. — … Mas um objeto mágico é muito mais interessante. O que você está procurando? — Perguntou, demonstrando um grande interesse na busca da jovem. — Acho que está claro o bastante que não sou da região, afinal de contas o mar é o o meu lar. Então, o que acha de irmos direto para a parte do acordo e negociações? Me diga qual seria seu preço pela ajuda.
Havia momentos em que Mushu não queria ser tão caótica. Um pouco de paz, até para ela, era apreciado de vez em quando. A biblioteca parecia ter sido a melhor opção para a dragão, e agora se encontrava concentrada em achar um livro que achasse minimamente interessante. Contudo, logo sua atenção era chamada por um rapaz, um sorriso amigável se formando na face. "Ah, oi, claro. Hm, raros eu não sei se eles vão ter aqui disponíveis livremente, o rei é meio controlador nisso, mas magia... se não me engano é a uns três corredores daqui. Ou cinco. Nunca fui naquela ala." E como parecia que as coisas menos convencionais a perseguiam, não conseguiu conter a curiosidade em saber porque aquele homem queria saber dos livros. "Mas por quê você quer saber de livros raros e mágicos? É uma mago? Fado?"
O pirata fez uma careta ao escutar que os livros raros não eram encontrados com facilidade. Sinbad tinha sido um verdadeiro tolo ao considerar que poderia encontrar o Livro da Paz tão facilmente, e sua busca apenas estava demonstrando o quão ingênuo tinha sido; por mais que odiasse admitir para si mesmo ele era um verdadeiro zé ninguém se comparado com outras pessoas que estavam procurando pelo livro. Sinbad era um pequeno peixe em um mar cercado de tubarões famintos. — Definitivamente não sou um fado e nem um mago — respondeu de bom humor. — Apenas um pirata que tem uma pré-disposição por itens raros e mágicos. E também tenho um enorme talento para atrair confusão.
Ela não pensava que Sinbad seria daquele jeito. Que realmente gostaria de informações ou assuntos de Jafar. Se decepcionou bastante achando que ele poderia ser um homem bom que faria algo de bom agrado para ajudar alguém. Não haviam mais pessoas assim, e ela tinha que começar a se acostumar que as pessoas eram mentirosas e egoístas. O quão mais rápido ela entendesse isso, melhor seria para conseguir lidar com as coisas naquela nova forma. Pelo menos, quando ela tinha a forma masculina os homens pareciam respeitá-la, agora...Ela não era nada. "Que informação você que? Já lhe digo, não sou uma boa espiã. Falo demais, e Jafar jamais confiaria em mim com algum segredo, mas trabalho na universidade, e tenho acesso a biblioteca, então...o que exatamente quer saber sobre Tão Tão Distante?"
Tecnicamente Sinbad deveria ser um pirata frio e sem coração, agir pensando em seus próprios interesses e somente naquilo, mas sentia que aos poucos seu coração estava se compadecendo por Gente. Seria aquilo algum tipo de magia? Manipulação? Ou uma pontada de bondade surgindo em seu coração? Ele apostava mais na primeira opção — Quer saber, é melhor deixar pra lá — o Livro da Paz era extremamente valioso e perigoso para falar sobre ele abertamente, contar sobre ele para alguém que falava pelos cotovelos como Genie. — Acredite em mim, realmente queria poder confiar em você, Genie — admitiu. Porém, tinha aprendido da pior forma possível que fazer acordo com seres mágicos e poderosos nunca terminava bem. — Não vou ceder meu navio, nem que seja por uma boa causa, mas apareça qui na noite de ano novo. Por favor.
━━━━━━━━━━━━ A expressão em seus olhos endureceu, culpava a espada que o outro carregava. Não lembrava de sua expressão, mas ela havia aprendido uma coisa: homens com espadas ou eram idiotas grandiosos ou grandiosos idiotas. “O que está caçando? Talvez eu possa te ajudar. Menos com menos dá mais, não?”, Merida sorriu mesmo assim. Estava hiper alerta? Com certeza! E achava que fazer a boa garota poderia lhe ser mais valioso naquele momento. Ela arrumou-se, esfregando as mãos no vestido verde para limpá-las, sem notar as folhas que haviam grudado em seu cabelo e dando pouca atenção às madeixas bagunçadas. “Merida e o prazer é todo meu. Você é?”
— Bem… — começou a falar, mas parou no meio da frase sem saber como prosseguir. Embora a jovem parecesse ser simpática, seria loucura confiar à ela as informações sobre o Livro da Paz. — … Digamos que eu tenho uma preferencia por encontrar tesouros perdidos, valiosos e até mesmo mágicos. E essa floresta parece lugar perfeito para esconder algo — resumiu. Desde que tinha chegado com sua tripulação em Tão Tão Distante, o marujo tinha escutado muita coisa a respeito da fama da floresta proibida e, ao final das contas, valia a pena dar uma conferida. Era preciso começar a busca por algum lugar. — Muito prazer, Merida. Pode me chamar de Sinbad.
ㅤ ㅤ ㅤ ㅤ ㅤa caçadora de recompensas sabia que seu dia seria agitado quando chegou em sua mesa, uma carta de simbad a chamando em seu navio, ela sinceramente esperava que ele não causasse mais problemas para ela, da última vez quase tinha morrido por causa das artimanhas do rapaz. quando ela chegou no barco e foi recebida pelos tripulantes, a morena arqueou a sobrancelha com as primeiras palavras dele. "eu não ia vir mesmo, você quase me matou na última vez com a sua ideia maluca." ela resmungou, adentrando a sala. minnie já tinha estado lá inúmeras vezes, mas decidiu ser direta, sentando-se em frente ao amigo, cruzando os braços, pegando uma de suas facas, começando a girar a mesma em sua mão. "desde que não seja algo como a última vez, eu posso ajudar, e só porque eu estou de bom humor, eu te dou desconto no meu pagamento, se eu morrer por sua causa juro que assombro você."
Sinbad não podia culpar a caçadora por reconsiderar aquele serviço, mas a menção da vez em que ele colocou os dois em perigo com uma ideia fantabulosa arrancou um sorriso sincero do marujo. — Pode reclamar o quanto for, pois te conheço e sei que você é uma das primeiras a embarcar nas minhas ideias — o pirata era impulsivo e na maioria das vezes não considerava o perigo de uma situação, ele simplesmente fazia. Com isso quase tinha morrido diversas vezes, e isso sem falar das pessoas que o acompanhavam nas missões. — Além disso, a morte é um dia que vale a pena viver — comentou. Aquele era um conselho que tinha recebido de um pirata mais velho, quando ainda estava conhecendo e desbravando os mistérios marítimos. Tudo aquilo tinha acontecido numa época bem distante, num período em que não tinha tantas responsabilidades, obrigações e preocupações. — Até que ter você me assombrando não seria algo tão ruim, Minnie. Você seria um belíssimo fantasma — até porque o pirata tinha preocupações maiores para lidar no momento. — Não sei se você já ouviu falar sobre a lenda do Livro da Paz, o tesouro inestimável das doze cidades. Esse livro pode fazer muitas coisas boas, mas também pode causar a ruína de grandes impérios. Não é um objeto mundano, e isso que o torna tão poderoso e ao mesmo tempo tão desejável — explicou de maneira sucinta para Jasmine, afinal de contas não tinha tempo para ficar entrando nos detalhes místicos da história. — Me ajude a recuperar o Livro da Paz e você ganha o que quiser, exceto o livro e o meu barco.
"Depende... O que faz na vida senhor? Se for marinheiro ou pirata é um bocado ridiculo." Uma risada baixa saiu dos seus lábios, aos poucos a saudade desaparecer da mente da jovem se focando assim nas falas do estranho "Prazer em o conhecer Simon. Meu nome é Wendy Darling... Pode me chamar de Wendy." A Darling fez uma pequena vénea com a cabeça como lhe ensinaram durante toda a sua vida ao se apresentar a um desconhecida "Se desejar, pode me fazer companhia. Estou apenas apreciar a beleza do mar e o por de sol."
O pirata soltou um pequeno riso; a doce, bela e ingênua Wendy não fazia ideia da verdade e da real intenção dele. — Trabalho como ferreiro — respondeu a pergunta da mulher. — Apenas forjo as armas, já usar elas numa luta é outra questão — o marujo falava as mentiras com uma facilidade impressionante, como se realmente acreditasse em cada uma das palavras que estava contando, como se aquela fosse sua história de vida. — É um prazer, Wendy — disse, e em um gesto delicado puxou a mão esquerda da mulher para depositar um singelo beijo. — É um belo nome, assim como você — arriscou dizer num tom levemente galanteador. — Não vou recusar a chance de te fazer companhia, quem sabe assim não descubro mais ao seu respeito. Até o momento sei apenas seu nome. Ou a senhorita é do tipo de pessoa que gosta de mistério?