A música que com o refrão me descreve sendo otimista haha
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@loperro-blog
A música que com o refrão me descreve sendo otimista haha
Palavras de um desconhecido
Palavras tem poder.
Palavras não tem poder.
Palavras são mais que palavras.
Palavras são só palavras.
O que você acredita pode ser verdadeiro
O que você acredita… Pode ser falso
Quem te disse isso? Porque disse?
Quem disse é próximo a você?
É por isso então que você acredita?
Talvez seja porque palavras tem poder
Talvez seja porque palavras… São só palavras
U.Pensador P.P
La Señora
Era uma vez…
Não, assim não pode começar, não é um conto de fadas
Acho que nem perto disso irei chegar
Vejamos…
A aventura começa quando…
Melhor assim, mas paremos de interrupção, vamos logo expor a ação.
A aventura começa, quando nosso herói equipa-se. Veste sua armadura, selecionada por ele mesmo. Com o termo armadura, surgi em nossa mente a imagem de um guerreiro, um cavaleiro. Mas NÃO. Não é a armadura de um guerreiro, mas chega perto de dizermos que seja de um cavaleiro, afinal, quem nunca errou quando quis dizer cavalheiro e disse cavaleiro. Pois bem, Eis que seja nosso herói um cavalheiro. Talvez surja em sua mente, a dúvida do porquê então ele recebe esse título de herói. Explicar-vos-ei ao fim da aventura, ou talvez não seja necessário, a própria história irá dizer-lhes o porquê.
Nosso herói já trajado, dirige-se ao ponto em que combinara de esperar seus parceiros. Ao lado do ponto de encontro de sempre (não seria essa a primeira aventura do nosso herói, mas nesta ele recebe este título), ele avista um comerciante e seus companheiros, que quando necessário, o substituíam em seu posto. Este ponto de encontro não era exclusivo do nosso herói e seus parceiros, tal que ali era também um ponto em que carruagens de metal grandes, passavam recolhendo viajantes que pudessem pagar por seu percurso. Alguns minutos de espera depois chegam os parceiros. Montados em cavalos azuis, grandes, bonitos e já no auge de suas idades. Eles passam primeiro chamando atenção de todos, depois voltam e param onde nosso cavalheiro está. Um cumprimento singelo, simples, mas verdadeiro, é esse o aperto de mão dos “cavalheiros de aventura”. Foi esse o nome dado por eles mesmo ao seu grupo. Após o aperto de mão, o parceiro domador dos cavalos azuis (espécie rara, só eles possuíam) entrega na mão do nosso herói uma minúscula casa azul, ao abrir a pequenina porta um brilho forte toma o local, e como num passe de mágica surge a montaria do nosso herói. E chamando mais atenção na partida, eles vão ao destino escolhido para àquela noite.
A viagem nem sempre era direta, eles tomavam vários caminhos antes de ir para onde de fato marcavam. Nesta na noite não foi diferente. O local de destino era o Baile dos Místicos, esse nome surgiu pelo fato de os frequentadores serem distintos, misteriosos, e muitas vezes mágicos, como descreviam as donzelas que iam à esses bailes. A primeira parada dos Cavalheiros foi em uma estrada de comerciantes, que era conhecida como “A estrada do comércio musical”, a explicação para esse outro nome era o fato de todas as noites muitas pessoas se reuniam para compartilhar de suas músicas, beber se divertirem. Após pouco tempo lá eles foram à uma taberna, beberam um pouco, encontraram alguns conhecidos e partiram novamente. A terceira parada foi próxima a uma caverna, já que os cavalos não conseguiam passar pelo estreito caminho até ela. Então nosso herói e seu parceiro domador ficaram ali. Já o cavalheiro que possuía conhecimento do terreno, deixou sua montaria as cuidados dos outros e foi até a caverna. O domador também possuía conhecimento do local, mas estava treinando o cavalheiro descobridor para ser um domador também, então esse tipo de experiência era necessária, o que para o descobridor não era nada demais já que possuía uma coragem pouco acima da dos outros, que eram enormes.
Chegando na entrada da caverna ele vê apenas uma luz bem mais ao fundo dela. Então ele entra. Caminhando devagar com olhos atentos ao ambiente escuro, a luz que parecia longe vai ficando mais próxima. E finalmente ele chega ao mago. A caverna era o paradeiro de um mago que poucos conheciam, e os que conheciam não divulgavam o local, que para ser encontrado teria a seguinte pista: “Um local esquecido, um abrigo isolado, pela floresta da mãe natureza um coração ali fora arrancado”. O que o Descobridor almejava estando ali era uma poção para que ele e seus parceiros aproveitassem a noite de forma constante, leve e frenética ao mesmo tempo. Então o mago lhe da um pote com um pó brilhante, tamanho era o brilho, que deixou o cavalheiro ali fascinado. O mago então disse “Curta a noite aproveite o dia, é esse o pó que aumentara sua alegria, jogue no rosto uma pitada, assim poderá aproveitar melhor sua noitada”. E Então o Descobridor saiu dali com o que queria agradecendo o mago com um sorriso no rosto.
Ao voltar para onde estevam seus parceiros ele já ativa o feitiço jogando nos rostos dos outros cavalheiros e em seu próprio como havia dito o mago. Já no mesmo instante eles sentem-se bem como nunca havia acontecido antes, e partem enfim para o Baile dos místicos.
Minutos depois chegam ao destino final, e felizes que estão com o feitiço deslumbram o magnífico baile. Sem perder tempo eles adentram o local, e já pedem ao garçom uma garrafa de bebida. A bebida chega, e eles brindam ouvindo a ótima música do local. Quando a bebida acaba eles partem para a pista de dança. Mesmo nosso herói e seu parceiro descobridor não sabendo dançar eles simplesmente se mexem e aproveitam aquele momento. Já o domador que possui uma experiência boa com dança, puxa a bonita donzela mais próxima e demonstra seus passos. Após um tempo razoavelmente longo de diversão, eles saem da pista e vão novamente pedir outra bebida.
A próxima garrafa chega às mãos deles, e novamente brindam, comemorando a noite. Minutos depois uma mulher matura passa ao lado do domador, feliz que estava, e sendo o mais velho entre os cavalheiros a chama para a roda dos parceiros, com pretensão de algo mais, mesmo ele nem a tendo observado muito. De bom grado ela se junta ao grupo. Bebe com eles, conversa. Desde o momento em que ela se juntara ao grupo nosso herói percebeu algo de diferente nela, e parecia que ela havia notado isso, mas depois de uns minutos ele resolveu não pensar muito sobre. Em determinado momento de distração do grupo, a mulher se revela uma bruxa, do tipo conhecida como ladra de almas, que são as bruxas que tiram a vida dos homens com um beijo. Todo o restante do grupo parece não perceber a sua identidade, e continuam distraídos, apenas nosso herói notou o fato. A bruxa então faz um movimento com a intensão de atacar o domador, e nosso herói percebe isso a tempo de intercepta-la no caminho. Porém o objetivo da bruxa era atacar nosso herói, e o faz com um sorriso no rosto, no momento que ele tem tentativa frustrada de impedir o ataque a seu parceiro. A bruxa então o beija. Então nosso herói fecha os olhos com o pensamento de que estava tudo acabado. Porém, para a surpresa de ambos, nosso herói era imune à aquele tipo de bruxa e seu feitiço, o que a fez perder a vida por não conseguir tomar a do nosso herói. Nesse momento então os cavalheiros se dão conta do que estava acontecendo ali, e rapidamente se aprontam para ajudar o Herói, porém ajuda já não se via mais necessária. Nosso herói respira aliviado então, enquanto os parceiros pagam outra rodada em comemoração a sobrevivência de todos. Eles degustam como nunca aquela bebida, e com olhares em códigos compartilhados começam a gargalhar. Voltam então a curtir a noite, mas ainda havia mais uma surpresa, um chefe oficial da segurança do reino estava ali disfarçado a procura daquela bruxa, e ao ver que nosso herói conseguiu detê-la, entrega-lhe a recompensa que havia sido espalhada pela bruxa. E a noite torna-se mais memorável.
Ao fim de baile eles pegam o caminho para retornar às suas casas. Se despedem com um sorriso grande no rosto e satisfação total. Com àquele desejo de quero mais decidem “faremos isso outra vez”.
“Um Pensador pensando no que pensar”
Um pensador
Um bom lugar para um pensador pensar no que pensar. Encontrado por acaso, isso não importa, vamos começar a rimar.