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alguém me explica esse babado do louis ter sido corno pela enésima vez pq to meio por fora e aproveitar p divulgar minha one jurássica onde ele foi corno tambem tadinho ⤻ I can't even
Lover, you should've come over 𝜗𝜚˚⋆ larry fanfiction 𝜗𝜚˚⋆ capítulo 1
Descrição: A vida do solteirão Louis é virada de cabeça para baixo quando uma linda bebê é deixada na porta de sua casa em meio a uma tempestade e mesmo com o pânico do momento, ele sente de alguma forma que deve ficar com ela, que era assim que realmente deveria ter sido. Com ajuda de seus amigos próximos, eles começam um novo tipo de família e não medem esforços para fazer o melhor pela garotinha.
Anos depois a vida de Louis vira de cabeça para baixo de novo quando Harry, um jovem artista melancólico com um passado nublado e destorcido entra em seu caminho, fazendo-o se apaixonar pela primeira vez depois de muitos anos.
avisos e tag's: nessa fanfic irá conter louis tops, harry bottom, mpreg, romance, slow burn, tentativa de comédia romântica, lidar com temas como luto, perda e dramas familiares, fora a menção de vícios e, claro, cenas de sexo.
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Tinha noites que Louis acordava e no relógio ainda eram pelo menos três da manhã, nunca mais do que isso.
Ele sempre acordava com aquele amargor na boca causado pela lembrança. Lembrança de sensações desagradáveis. E todas essas sensações causadas pela abstinência.
Nessas noites ele sentava no colchão que rangia um pouco as molas e colocava as pernas para fora da cama, sentindo a madeira gelada do assoalho em seus pés. Então ele ligava o abajur logo ao lado com um pequeno clique, então observava a ficha de “2 anos sóbrio” que deixava sobre a mesinha de cabeceira como um tipo de amuleto da sorte. Ou um tipo de objeto que afastava coisas ruins. Pensamentos ruins ou hábitos ruins, o que seja.
Ele estava indo mais do que bem, desde que tinha se mudado para Boston. Era lá que morava seu amigo de infância, Zayn, e o amigo dele Niall. Por mais que se conhecessem a muito tempo, Zayn não tinha noção da proporção que a bebida tinha de controle sobre a vida de Louis e de muitas decisões que já tinha feito.
Quando Louis se mudou para a cidade querendo começar tudo de novo, arrumar um novo emprego, lar e hábitos, decidiu que para seu próprio bem precisava assumir que a bebida era um problema para ele. Geralmente quando se tem um vício, as pessoas se tornam um tanto negacionistas sobre a situação fodida em que se encontram. Louis antes se recusava a aceitar que o álcool para ele estava se tornando algo fora da curva, mesmo que ele acordasse para trabalhar e já buscasse por seu cantil sempre cuidadosamente abastecido e nas pausas do trabalho se ocupasse em beber doses no bar que tinha na frente – e que muitas vezes passava de umas poucas doses e ele logo estava grogue, precisando dar um perdido do emprego e ir cambaleando para casa.
Então, quando chegou em Boston e estava hospedado por uns dias na casa de Zayn até ficar certo o contrato da casinha que estava tentando alugar, colocou as cartas na mesa e falou sobre o vício. Falou que estava disposto a realmente tentar ter uma vida sem precisar estar chapado, que na próxima semana começaria em um emprego novo como segurança em um hotel e que então acertaria para passar em uma psicóloga. Como ele já imaginava, a primeira reação honesta de Zayn foi oferecer ajuda com as sessões iniciais e procurar grupos de apoio, mas Louis afirmou veemente que ele estava bem por aquelas semanas e não precisava. Que só estava contando o caso para abrir o jogo de uma vez por todas, sentia que já havia mentido para si mesmo por tempo demais e tentado fazer o mesmo com aqueles à sua volta.
Desde então ele esteve na linha. Sua vida não era luxuosa, mas era boa. Ele tinha uma casa pequena e um pouco velha, mas que ficava em um bairro tranquilo e possuía certo charme, além de ser perto do apartamento de Zayn. Ele ainda trabalhava como segurança em um hotel, onde todos gostavam e confiavam muito nele. Nesse hotel ele tinha feito amigos importantes como Calum e Emily, manobrista e recepcionista do hotel. E ele também ia para terapia pelo menos uma vez por semana, com sua psicóloga muito perspicaz Meredith.
Mas ainda tinha aqueles momentos que Louis era atingido por uma enorme sensação de melancolia. Isso fazia ele sentir falta de quando era pequeno e estava em casa com sua mãe. Quando ajudava sua mãe com as irmãs pequenas, tudo parecia tão mais tranquilo e fácil.
Louis sabia que se sentia mais deprimido quando recebia ligações das irmãs. Elas contavam como estava na escola e em casa, que Mark às vezes dava duro tentando trabalho e aparecia com um pouco de dinheiro, mas que sempre voltava a beber de novo e coisas faltavam em casa. Então Louis prometia enviar uma quantia em dinheiro que ajudaria pelo restante do mês e recusava sempre que prometiam retribuir de alguma forma futuramente. Ele sempre falava com as gêmeas ou Felicite, pois Charlotte sempre estava trabalhando para tentar ajudar.
Sentir falta de casa, nem sempre significa que deva voltar para lá. E Louis aprendeu isso da pior forma. Sabia que suas irmãs infelizmente acabavam pagando por isso, mas retornar para Doncaster se tornava um gatilho para maus hábitos por si só. A falta que sentia da mãe, a culpa e flashes de um pai bêbado parecia ecoar por todas as partes.
Ele precisava se manter distante. Precisava de uma rotina, constância e ser cercado por hábitos bons. E estava conseguindo aquilo em Nova York.
𝜗𝜚˚⋆
12 anos atrás…
— Que bom que mudou de ideia sobre aquele Chevrolet. Juro pra você que vai uma graninha a mais nesse da Toyota, mas pelo menos é um carro que não decepciona.
— Ainda estou considerando. Eu realmente gosto da Chevrolet. — Louis falou com um dar de ombros, após ouvir mais de uma vez Calum repetir aquela mesma sequência de palavras. Ele viu o moreno rir balançando a cabeça em negação e acabou por rir também. — Tudo nele compensa mais para mim. É um carro confortável, econômico e… bom, é confiável. — Louis tinha um sorrisinho nos lábios, as mãos juntas em frente ao corpo em uma postura reta e confiante em seu terno preto, um fone em uma das orelhas e luvas nas mãos por conta do tempo frio.
Louis estava bem posicionado logo ao lado das enormes portas duplas de vidro do hotel com detalhes dourados. No chão se estendia um longo tapete vermelho até os degraus oval em mármore. Abaixo dos degraus estava Calum, usando seu uniforme onde a calça social era preta e o smoking já era branco. Ele também usava luvas por conta do frio e uma touca igual a de Louis, essas fornecidas pelo hotel.
Um carro se aproximou e parou em frente aos degraus e dele saiu Emily, usando seus costumeiros saltos altos preto e meia calça preta. Ela saiu do carro fechando a porta e esse logo seguiu o caminho, Louis observando que ela usava a saia social preta acima dos joelhos, camisa social branca e o terninho, mas um sobretudo preto de camurça para se aquecer.
— Boa noite, meninos. — Ela cumprimentou com um sorriso marcado pelo batom levemente avermelhado, tirando o capuz expondo o cabelo preto bem amarrado em um coque. Os dois imediatamente responderam o cumprimento e ela subiu os degraus com os saltos ferroando o tapete vermelho, Louis imediatamente abrindo a porta para ela. — Sempre cavalheiro, Louis. Ainda não deixou Calum fazê-lo mudar de ideia sobre o carro, certo? — Ela lançou um sorrisinho esperto em direção a Calum, que piscou para ela.
— Ainda não. — Louis já respondeu. — Eu e você sabemos bem que aquele carro é incrível e um clássico.
— Exatamente, Louis. Chevrolet como nenhum outro!
Emily entrou no hotel e no mesmo instante saiu dele o outro segurança, indicando para Louis que seu turno tinha acabado e ele estava dispensado. Os dois se cumprimentaram de modo educado, apesar de Louis não lembrar mais do nome dele, e Louis aproveitou para passar as orientações de que um hóspede na categoria 5 estrelas chegaria por volta das duas da manhã e queria o máximo de discrição.
Louis se despediu de Calum, que o desejou um bom descanso. Entrou no hotel aquecido e imediatamente se afastou na direção da porta onde tinha uma salinha para funcionários, encontrando Emily já ali sentada no sofá de dois lugares, pronta para comer sua salada antes de começar o expediente.
— Quando vai buscar o carro? — Louis ouviu ela perguntar, mesmo que tivesse passado por outra porta onde dava para o vestiário cheio de armários de funcionários marcados por números. Ele parou em frente ao 32, colocou o código no cadeado e abriu com um ranger velho, se adiantando em tirar o terno e pendurar no cabide adequadamente, antes de pegar o sobretudo enfiado ali mais cedo de qualquer jeito.
— Se tudo correr bem, ainda hoje. — Louis respondeu alto o suficiente para ela ouvir, saindo do vestiário fechando o sobretudo. Emily olhava para ele com um quê de preocupação, lábios franzidos.
— Mas hoje à noite vai ter aquela tempestade de neve. Acho que deveria remarcar isso para amanhã de manhã. — Emily orientou preocupada e continuou a falar, percebendo que Louis se oporia. — Você lembra o que aconteceu com Calum quando decidiu sair naquela tempestade? O vento era tão forte que ele escorregou no gelo e quebrou o cotovelo. Você vai amanhã de manhã, fique em casa esta noite.
Louis não lembrava de Emily alguma outra vez ter falado daquele jeito com ele, e por se tratar de uma situação não convencional, pensou que seria uma péssima ideia ir contra a orientação dela. Por isso ele cedeu e disse que tudo bem, ficaria em casa naquela noite e mandaria mensagem para a concessionária avisando que iria de manhã.
Os dois se despediram e Emily disse que se veriam depois de amanhã no horário de sempre. As duas últimas semanas foram uma loucura pela repentina mudança de horários. Louis, Emily e Calum sempre trabalharam juntos no turno da manhã, mas por causa da falta de funcionários as coisas precisaram mudar um pouco. Louis começou a entrar no horário da tarde para sair a noite, Calum entrava no meio da tarde e pouco depois Emily chegava, e os dois iam embora de madrugada juntos pois moravam próximos. A chefia prometeu que se tratava de algo temporário e por sorte foi, pois em breve pelo menos Louis e Emily voltavam ao horário da manhã.
Tinha um ponto de ônibus próximo do hotel e era ali que Louis pegava ônibus para ir para casa todos os dias. Ele colocou os fones no ouvido e conectou no celular aguardando seu ônibus chegar, se sentindo aliviado que em breve teria seu próprio carro e como seria mil vezes mais confortável para fazer suas coisas, pequenas viagens para cidades próximas.
No momento que Louis pegou o ônibus e tomou um lugar perto da janela, seu celular tocou e ele não demorou a atender quando viu o nome de Felicite no ecrã.
— Oi, Fizzy. — Louis cumprimentou com um sorrisinho, ouvindo no fundo da ligação as gêmeas pequenas rindo e brincando.
— Oi, Lou! Liguei pra saber como você está. Faz um tempinho que não ligo, me desculpe. A escola tá mais puxada, pois em breve farei os vestibulares e as notas contam bastante no processo.
— Eu imaginei, Fizzy. Você me avisou que poderia demorar um pouquinho pra entrar em contato. — Louis espiou pela janela as pessoas andando em passos rápidos pra chegar logo em seus carros e fugir da ventania. — Não liguei também porque não queria acabar atrapalhando nos estudos. Como estão as coisas?
— Tranquilas. A Lottie conseguiu um trabalho extra em um bar algumas noites por semana, então hoje ela foi trabalhar e eu estou com as gêmeas.
Foi difícil aquela informação não dar um pequeno nó na cabeça de Louis. Lembrava muito bem que a irmã trabalhava somente no período da tarde em um escritório de certo advogado da cidade, e na parte da noite ia para a faculdade de administração.
Parecia que as coisas tinham ficado ainda mais complicadas em Doncaster e Louis não fazia a mínima ideia. As irmãs com certeza tinham se esforçado de certo modo para não transparecer como a situação estava complicada em casa e de repente Louis se sentiu péssimo.
Felicite com certeza notou que a informação nova tinha deixado o irmão quieto demais.
— Louis, sinto muito não ter comentado nada antes, mas a Charlotte me fez prometer que não falaria nada pra não te preocupar. — Felicite falou. — Ela teve um problema com aquele advogado, Antony. Parece que ele estava confundindo as coisas e começou a ser meio invasivo com ela… A Lottie obviamente deu uma cortada nele, ele se sentiu ofendido e mandou ela embora.
— Nossa, Fizzy, não consigo acreditar nisso. — Louis suspirou e, mesmo com o frio que fazia, sentiu certo calor com a raiva que sentiu daquela história.
— A Lottie tentou muito não mudar a rotina e procurar empregos de meio período, mas esses ou eram muito longe de casa, ou não pagavam tão bem quanto o trabalho anterior. — Felicite informou e Louis pôde ouvi-la suspirar um pouquinho. — Uma amiga dela falou desse bar que estava contratando, agora ela trabalha das sete da noite até sete da manhã.
— Parece muito cansativo… ela ainda precisa cuidar de vocês.
— E é, mas você conhece a Lottie, nunca demonstra estar cansada pra ninguém… porém, ela parecia realmente triste de precisar largar a faculdade.
— Eu sinto muito… Depois eu irei ligar para Charlotte, vou ver algum valor a mais para enviar desta vez no começo e no fim do mês. — Louis disse, voltando a olhar pela janela. Ficou surpreso ao se dar conta de que já estava a poucas quadras da sua casa. — Vai dar tudo certo, Fizzy. Preciso que me prometa que vai continuar estudando, tentar aquela bolsa que tanto quer na Universidade de Nova York.
— Mas a Charlotte…
— Te prometo que vamos dar um jeito, ok? Quando você vier estudar em Nova York, posso ver de trazer todas para cá. Você vai ver, vou estar em uma casa maior e podem morar comigo até se estabilizarem, ou pelo tempo que quiserem. — Louis apertou o botão indicando que iria descer e levantou se direcionando para a porta.
— Tudo bem, Lou… Te amo, estamos com saudade.
— Também te amo, Fizzy. Amo todas vocês.
Eles se despediram e foi o tempo do ônibus parar e as portas abrirem. Louis desejou boa noite para o motorista e desceu, seguindo pela calçada reta até sua casa azul claro, que tinha a luz da varanda acesa.
Louis subiu os degraus da varanda que rangiam e buscou pela chave no bolso frontal da calça, a colocando na fechadura antes de girar com um estalo. Quando abriu a porta foi recebido por sua casa pequena, mas aconchegante. No andar de baixo tinha uma sala de estar de paredes amarelas integrada com uma cozinha americana de paredes azuis claro e móveis de madeira cor cinza, onde Louis foi colocar água para esquentar em uma chaleira. Na cozinha tinha mais duas portas, uma que dava para o quintal que tinha um ótimo tamanho para Louis e outra para uma despensa onde Louis deixava seus mantimentos.
Na sala de estar tinha um lance de escadas que dava para o segundo andar onde tinha apenas dois quartos pequenos, sendo um onde Louis dormia e o outro onde ele ainda mantinha caixas com suas coisas de quando tinha se mudado para lá há pelo menos três anos, e no final do pequeno corredor um banheiro que, apesar de pouco espaço, tinha uma banheira que Louis gostava muito.
Não era uma casa muito chique e moderna, na verdade estava bem longe disso, porém Louis realmente gostava do lugar. Era mais que confortável, o aquecedor era ótimo, ele tinha feito reparos no assoalho antes velho e tratou dos pequenos mofos que tinha nas paredes.
O fogão de Louis não era um dos melhores e ele sabia que a água ia demorar um pouco para ferver, então rapidamente subiu os degraus e foi até o banheiro tomar uma ducha rápida. No momento em que ele entrou no banheiro, teve a impressão de escutar batidas na porta. Ele até parou por um instante e esperou para ver se ouvia mais alguma coisa, e quando não ouviu se voltou para o chuveiro e tentar água quente.
No meio da ducha ele teve impressão de ouvir mais batidas e se adiantou um pouco mais no banho, ao mesmo tempo que pensava que deveria ser algum tipo de brincadeira idiota. Afinal, veja só o horário e porque não tocar a porcaria da campainha?
Saiu do banheiro se secando com a toalha até chegar ao quarto, onde pegou um moletom preto do guarda roupa, cueca e bermuda cinza. Ele jogou a toalha molhada no cabideiro e, enquanto descia as escadas, ouviu desta vez a campainha.
— Zayn? Se for você, pode deixar de ser idiota? — Louis bufou descendo os degraus sem muita pressa. Aquilo tinha cara de uma brincadeira idiota que o amigo de longa data faria para pertubá-lo.
Porém, quando Louis se aproximou da porta e por segurança olhou através do olho mágico primeiro, franziu o cenho confuso. Recuando um passo e antes que resolvesse deixar aquilo de lado, ouviu e viu o momento que uma pedrinha bateu contra a vidraça da janela da sala e quicou no parapeito de madeira.
— Quem estiver fazendo essa palhaçada, já chega! — Louis abriu a porta de uma vez, não viu nada além da rua escura e tranquila, uma ventania muito fria e maluca que fazia as árvores e pequenos arbustos da vizinhança balançarem loucamente.
Louis suspirou fazendo um pequeno ‘Tsc’ com a língua e antes que fechasse a porta, seu olhar fitou o chão onde deveria ter apenas um pequeno tapete rente a porta, mas o que viu ali quase fez seus olhos rolarem para fora das órbitas.
Ali tinha a droga de um pequeno bebê, em uma cesta grande e bem feita que parecia ser de crochê. O bebê estava dormindo, muito bem embalado em um pequeno cobertor fofo rosa pastel e uma mantinha em um tom de rosa um pouco mais escuro.
Louis ficou um tempo ali olhando, sem saber exatamente o que fazer. Quando colocou um pouco as ideias em seu devido lugar, correu descendo os três degraus da varanda e parou na calçada, olhando bem em volta, tentando enxergar qualquer pessoa naquele escuridão congelante.
O seu coração estava muito acelerado no peito, a cabeça dando algumas voltas pelo nervosismo, só então percebendo como estava tremendo tanto por conta do frio sinistro que fazia do lado de fora. Ele não estava com as roupas certas para ir ao lado de fora.
E se ele estava se tremendo tanto, não demorou para pensar naquele bebê na porta da sua casa. Então, ainda olhando para todos os lados, ele não demorou para voltar para casa e pegar aquela cestinha onde o bebê estava, levando-o para dentro com cuidado.
Quando Louis deixou a cesta sobre o sofá de dois lugares, viu então um tipo de envelope amarelo lacrado com cera derretida vermelha com um tipo de símbolo que lembrava a letra W.
Louis abriu o envelope e tinha dois papéis dentro, então leu aquele que era maior e estava dobrado, sendo uma carta escrita com caligrafia perfeita em cor preta. Quando abriu a carta, caiu dela um tipo de corrente prata com um pingente oval contendo pequenas pedras brilhantes.
Louis,
você não sabe quem eu sou, mas eu sei o suficiente sobre você para lhe confiar essa pequena vida. Sei que talvez deva estar pensando o que deve se passar na cabeça de alguém, para descartar um pequeno bebê desta forma, na porta de alguém. Gostaria que soubesse como eu realmente tentei evitar que isso acontecesse, mas envolve muitos fatores com pessoas importantes e realmente egoístas e gananciosas. Ela já estava em perigo desde o momento em que souberam que estava na barriga de sua mãe.
Sei que sua situação atual não é uma das melhores, por isso, junto a esta carta, lhe deixo um cheque com uma quantia que acredito servir de ajuda nos cuidados dessa criança.
Confio que vai tomar as melhores das decisões sobre essa pequena vida. Sei que vai zelar e cuidar como se fosse sua. E sei que o certo é ela estar com você, por mais que você possa duvidar disso.
Seu amigo, Zain Javadd Malik, é conhecido por ser um ótimo advogado em Nova York. Tenho certeza de que ele irá ajudá-lo.
Por favor, ame, proteja e cuide dessa criança.
Com a mão um pouco trêmula segurando a carta, Louis deixou de lado e pegou o que parecia ser o cheque mencionado e precisou sentar quando viu o valor de oito milhões de dólares. A cabeça de repente começou a doer e dar muitas, e muitas voltas.
Pelo menos uma hora tinha se passado e Louis estava sentado no mesmo lugar. Apenas tinha se levantado para desligar o fogão quando a chaleira tinha começado a chiar, nem mesmo se interessando em terminar de preparar o chá. Ele estava há um tempinho ali, parado, olhando a bebê de pele muito branquinha e bochechas coradas dormir tranquilamente.
De repente ele ouviu batidas na porta e vozes familiares, não demorando para reconhecer se tratar de Zayn e Niall. Ele tinha ligado para Zayn uma hora atrás, pedindo que viesse urgentemente para a sua casa, porque algo tinha acontecido. Zayn na mesma hora ficou preocupado achando, com certeza, se tratar de uma recaída pressionando Louis para dizer de uma vez por todas do que se tratava e pedindo que não fizesse besteira. Louis apenas disse que era delicado, por ligação não dava para contar e que, quando ele chegasse, não tocasse a campainha e sim batesse na porta.
Louis levantou do sofá e foi até a porta de entrada, abrindo e encontrando ali Zayn com os cabelos muito escuros e um pouco compridos em um pequena bagunça e Niall com a cara amassada de sono, trazendo três cafés em copos descartáveis. Niall também estava ali pois morava por enquanto junto com Zayn, por causa de alguns problemas.
— Caralho, você quase matou a gente do coração e parece estar perfeitamente… não, você não parece ótimo. — Niall se corrigiu quase imediatamente quando analisou melhor seu rosto.
— O que aconteceu, Louis? Estamos preocupados pra cacete. — Zayn disse e então Louis orientou que entrassem, ouvindo seus passos na sala de repente pararem.
Louis fechou a porta silenciosamente e se virou vendo Zayn e Niall olhando confusos e um pouco surpresos para a bebê dormindo serenamente ali. Os dois então olharam para ele em busca de respostas e Louis se aproximou da mesinha de centro, pegando ali a carta e o cheque, entregando para eles poderem ler.
Enquanto eles liam a carta com atenção, os olhos parecendo se arregalar mais a cada palavra, Louis ficou sentado olhando atentamente para a pequena bebê enquanto pensava no que deveria ser feito.
— Louis, isso é… é loucura! — Zayn falou chocado, enquanto Niall tinha os olhos azuis vidrados no cheque de valor altíssimo. — Como alguém que você não conhece, mas que de alguma forma conhece você, simplesmente larga aqui um bebê pra você cuidar?
— Não sei, Zayn. Eu sei que eu tô ficando maluco com essa porra.
— Temos que ir até a polícia. — Zayn disse de modo profissional e analítico, enquanto Niall franziu o cenho para isso.
— Você leu a carta. A pessoa conhecia o Louis e queria que ele ficasse com a bebê, que cuidasse dela.
— Ok, Niall, mas isso não se trata de um filme. É a vida real, é muito complicado. — Zayn disse de modo quase grosseiro, mas Louis o entendia. Não era brincadeira alguma aquilo que estava acontecendo, era muito sério.
— Mas essa pessoa de certa forma deu a entender que essa bebê estaria mais segura com o Louis, de alguma forma. — Niall teimou pegando a carta da mão de Zayn e relendo por cima o conteúdo. — Se esse bebê for para as autoridades? Se trata de pessoas poderosas, não? Se conseguissem facilmente encontrá-la e acontecer algo com ela?
— Estamos falando de suposições, Niall. Não sabemos o quanto do conteúdo da carta é verdadeiro.
— Ah, que tal a gente partir dessa análise com o cheque de fodendo oito milhões de dólares no nome do nosso amigão?
— Tudo bem, pessoal, chega. — Louis falou chamando atenção dos dois. — Estão falando um pouco alto, vão acabar acordando ela. Eu tô apavorado, todas essas coisas que vocês falaram, acreditem em mim, eu já pensei também…
— Então, você tá considerando ficar com ela? — Zayn perguntou um pouco incrédulo e Louis suspirou com um dar de ombros. — Louis, é muita responsabilidade, tem tanta burocracia…
— Acha que não sei? Eu não sei o que fazer, Zayn. Eu sei que se a gente entregá-la, não vamos ter direito algum de saber mais nada dela. Onde ela será deixada, como está. — Louis coçou a nuca e olhou direto nos olhos do amigo. — Ela foi deixada aqui, o que sei dessa história foi o que foi dito na carta e de repente sinto que agora ela é responsabilidade minha.
— Vamos fazer o seguinte, então… amanhã é outro dia. Vamos dormir, descansar um pouco e então pensar melhor sobre a situação. — Niall sugeriu. — Tem um mercadinho aberto no fim da rua. Vou comprar algo que ela possa precisar por essa noite, se acordar e sentir fome, ou fazer cocô igual os bebês fazem.
Niall dizia isso enquanto se afastava até a porta e não deu tempo de nenhum dos dois responderem nada sobre isso, antes de sair. Zayn suspirou abrindo o sobretudo que usava e caiu esparramado na poltrona marrom, os olhos âmbar observando Louis.
— Eu só tenho medo… que seja demais pra você. — Zayn disse com delicadeza em voz baixa e Louis assentiu, entendendo exatamente o que ele quis dizer. — Por favor, não me leve a mal, Louis.
— Claro que não, eu… também tenho medo.
— Eu faria meu melhor pra garantir que nada acontecesse com ela. Tenho uma conhecida que trabalha na Serviços de Proteção a Criança, posso falar com ela pra dar uma atenção especial pro caso.
Louis pensou um pouco sobre o que Zayn falou e assentiu. Ele queria mesmo que aquela criança tivesse os melhores cuidados e uma ótima família. Sabia que jamais faria algo que pudesse machucá-la e muito menos prejudicá-la.
Louis tinha sua bagagem de experiência cuidando das irmãs pequenas desde que se entendia por gente e sabia como cuidar de um bebê. Mas ele ainda temia que a pessoa que o escolheu, que escreveu aquela carta não tivesse tanta razão.
A garotinha merecia uma família de verdade, uma mãe e um pai, talvez irmãos em uma casa grande e incrível. Ela tinha mais chances de conseguir aquilo, talvez, se estivesse nas mãos da justiça.
❃❃❃
Já era manhã, pelo menos umas nove horas. Tinha alguns minutos que a bebê tinha acordado chorando. Louis conferiu que sua fralda estava cheia, a trocou por uma nova que Niall tinha comprado na noite anterior e ela até mesmo deu um sorrisinho que pegou Louis um pouco desprevenido. Depois de estar limpa e com uma nova fralda, Louis a vestiu novamente para que ficasse aquecida e a deu a mamadeira que Niall tinha ajudado a preparar.
Niall e Zayn tinham passado a noite ali para fazer companhia a Louis e ajudá-lo. A mamadeira tinha sido preparada por Niall de manhã antes de sair para trabalhar e Zayn continuava ali, tomando café na pequena mesa enquanto observava Louis sentado na poltrona alimentando a pequena.
Era difícil não perceber todo aquele cuidado que Louis estava tendo com a bebê. Como ele parecia saber exatamente o que e como deveria fazer, a embalando suavemente, enquanto essa sugava a mamadeira preguiçosamente.
Zayn suspirou, terminando o restinho do café em uma golada, se levantando para deixar a xícara na pia. Então ele adentrou a sala e sentou no braço do sofá olhando para Louis, que ao perceber que estava sendo observado olhou de volta.
— Nós vamos cuidar bem dela. — Zayn afirmou com uma certeza inabalável e Louis ergueu as sobrancelhas inegavelmente surpreso, antes de assentir.
— Vamos. — Louis assentiu e Zayn deu uma olhada no relógio de pulso.
— Você avisou mais cedo que não ia conseguir ir pro trabalho hoje, certo? — Zayn perguntou ficando de pé e Louis assentiu. — Ok. Vou atrás de preparar a papelada o mais rápido possível e resolver toda a situação. Então você vai ter que assinar umas coisas, marcar presença… essa pequena burocracia. — Zayn disse vestindo o sobretudo, indo até a porta.
— Claro, tudo bem.
— Tudo bem. — Zayn afirmou e abriu a porta, olhando para a bebê desta vez com um carinho que transparecia nos olhos desta vez. — Qualquer novidade eu te ligo.
Então ele saiu fechando a porta e Louis ficou ali, sentado com a pequena vida em seus braços, sussurrando uma promessa de que faria de tudo para protegê-la e oferecer as melhores coisas.
hi girl im gonna be kinda manipulator lol but on may 9th is my birthday! and im a huge fan of your writting like i told you already and i was watching the movie the time travelers wife and oh my god could you please write something like that but like the 40yo louis travels to the 18yo harry?? Louis obviously doesnt want anything with her bc he wants to be loyal to his wife (who is harry but in the future lol) but harry like a normal hormonal girl just begs him and he keeps rejecting her but then she spreads her legs and starts seducing him and well yeah they fuck, if you could add anal it would be perfect lol it sounds like a delivery order buT PLEASE IM BEGGING YOU PLEASE PLEASE PLEASE FOR MY BIRTHDAY OR BEFORE PLEASE PLEASE PLEASE I DONT THINK ANYONE COULD EVER WRITE THIS IDEA ANY BETTER PLEASE IM ON MY KNEES 😭😭😭😭🙏🙏🙏🙏🙏🙏
ok.... eu realmente gostei dessa ideia! mas eu não sei meu processo de escrita atual me permitiria terminar tudo tão rápido 😥
Ultimo teste pra ver se essa previa ganha atenção (lembrando que não é de nenhuma das outras previas, é uma nova que tá indo MUITO BEM)
Baby, i get down on my knees for you 🩵
“A verdade é que Tomlinson não sabia o que responder. Namoravam a muito tempo e nunca tiveram perguntas ou momentos íntimos como aquele, ele sabia que o menino não estava pronto e não queria forçá-lo a nada, por isso reconheceu que deveria confortar o mesmo.
— Amor? — Ele chamou — Não precisa sentir vergonha de sua pergunta, estou aberto a responder e até fazer qualquer coisa por você, bichinho.
Harry se virou lentamente sorrindo, o moreno lhe lançando um sorriso de volta e apertando seu nariz.
— Você é um doce — Harry disse.
Louis gargalhou sutilmente.
— Amor, você não se olha no espelho?
Chegando mais perto de Harry e alisando seus cabelos novamente.
Louis nunca mentiria para seu namorado, e definitivamente não mentiu quando disse que faria de tudo por ele, qualquer coisa para agradar seu menino lhe faria sorrir. Porém ele não contava com a reação inesperada e até desesperada de Harry naquele momento.
Em um lapso de segundos, o cacheado sentou-se ao lado de Louis de forma tão rápida que ele nem sequer percebeu, segurou em sua nuca fortemente e o beijou como nunca havia beijado em todo o seu relacionamento.
Sua língua invadiu os lábios de Tomlinson enquanto o mais novo gemia atordoado, era uma sensação que nunca havia experimentado.
Logo, o mais velho estava segurando em sua cintura e apertando-o enquanto o beijo se intensificava cada vez mais. Era como se tivessem sido restringidos por mil anos e os gemidos cortados pelo beijo, de Harry, faziam Tomlinson querer morrer pelo tesão reprimido.
O beijo se tornava cada vez mais intenso de forma que agora era Louis que estava gemendo junto a Harry. Veja bem, namoravam há um ano e meio sem sexo, sem boquetes, sem nem mesmo umas mãos bobas, Louis tinha que se tocar no chuveiro todas as vezes que saia da casa de Harry.
Os movimentos e o beijo começaram a ficar mais lento e dessa forma eles conseguiam se esfregar um no outro mais facilmente, foi quando o mais velho se apoiou na cabeceira trazendo Harry junto para si e o mais novo sentou em seu colo, rebolando lentamente em cima de seu pau.
O movimento foi tão bom e inesperado que Harry interrompeu o beijo apenas para soltar um gemido alto e forte que rompeu em sua garganta, enquanto continuava rebolando no mais velho. Louis respirava muito forte enquanto observava seu menino fechar os olhos com força e franzir o cenho, perdido nas reação do menino.”
acho que uma coisa que nunca vai mudar aqui, é a quantidade de homens que mandam mensagem achando mesmo que você tá interessada em trocar uma ideia 😵💫 apenas me deixem em paz! estou aqui apenas para postar minhas coisinhas, responder perguntinhas de quem me segue ou gosta do que posto e papinhos de garota que amam os larry!!❤️🩹🫂💋