Folhagens para dentro de casa
Ei gente, é Luiza de Castro aqui com mais um post verde! O que seria de mim sem as plantas, né não? Nosso primeiro post do blog foi sobre 10 plantas para interiores, e aqui estamos de volta com mais ideias lindas pra sua casa ou seu apartamento. Vale lembrar que algumas espécies são mais fáceis ou mais enjoadinhas, algumas são exigentes, outras, bem independentes. Vamos lá!
Zamioculca: Essa moça do nome diferente é uma das mais resistentes dessa lista. Claro, ela possui lindas folhagens envernizadas e um verde profundo, mas a maior habilidade dessa espécie é sobreviver onde há pouca luz, ou seja, dentro de casa, em corredores e saguões. Como sua estrutura é bem “gordinha”, ela guarda bastante água (como os cactos, sabe?) e pode ficar dias sem ser regada.
Palmeira Leque: Com folhagens grandes e elegantes, a palmeira leque prefere ambientes bem iluminados com luz difusa. Tem o crescimento lento, portanto você pode adquirir uma palmeira do tamanho certo para seu ambiente. Na foto, o vaso de cimento é uma tendência no design contemporâneo por ser um elemento rústico, posicionado na área debaixo da escada com ótima iluminação indireta. Os seixos dão acabamento ao paisagismo, dando um ar de jardim de inverno aberto com mais interação com a casa.
Ráfis: Essa palmeira é muito comum no Brasil em jardins de casas e condomínios. A ráfis pode ser um pouco exigente, pois não tolera ventos nem ar condicionado de forma constante e precisa de regas frequentes para não deixar a terra seca. A ráfis fica bem em salas de estar, corredores, halls de entrada e até no quintal de casa, se protegida dos ventos fortes. Suas folhas podem ser de verde claro a escuro e dão um ar de tropicalidade ao ambiente!
Maranta: A maranta é uma graça e tem bastante variedades de folhas – existem marantas cinza, riscada, folha de prata etc. É uma planta de origem latina que gosta de ficar dentro de casa, especialmente porque não tolera altas temperaturas nem raios diretos do sol. A rega pode ser feita com pouca água em dias alternados ou de forma a manter o substrato levemente úmido. Pode ser usada em vasos compridos ou redondos, e fica uma graça como centro de mesa.
Dólar: Também chamada de planta do dinheiro (mas, por mais que a gente queira, dinheiro continua não dando em árvore, haha), essa espécie é utilizada como pendente, fazendo um belo cacho de folhas redondas, brilhantes e verdes. Vive à meia sombra e também pega um pouco de sol. Pode ser usada, além de pendente, como forração de jardins (bem mais charmosa do que a velha e conhecida grama).
Ciclanto: O ciclanto é uma folhagem maravilhosa verde clara. No paisagismo, essa espécie ainda não é muito popular, e quando utilizada, deve ser para ambientes úmidos e à meia sombra. Suas longas folhas, assim como a palmeira leque e a palmeira ráfis, que já falamos lá pra cima, dá um ar de refresco para o ambiente. Deve ser regada frequentemente para que seu substrato não perca a umidade.
Avenca: Frágil e delicada, essa espécie tem uma folhagem muito bonita e graciosa. É uma planta para quem já tem alguma experiência na área, porque é bem exigente. A avenca é originária de florestas, onde recebe muita luz e ar úmido, então nem pensar em deixá-la no sol ou no ar condicionado. O substrato deve ficar sempre levemente úmido. Tem uma aparência parecida com as samambaias, porém com folhas com um formato entre coração e trevo.
Jiboia: Para fechar esse post de lindas folhagens, não poderia faltar a espécie mais fácil e versátil de se usar. A jiboia tem esse nome por se enroscar em qualquer coisa que esteja pela frente, por causa de suas raízes aéreas. Se você se desanimou com a avenca, pode ir parando, porque a jiboia pode ser usada em jardins verticais, em vasos em cascata e trepadeira, tudo isso sem reclamar. Experiência própria: mesmo nos primeiros dias de inexperiência com plantas, nunca perdi nenhum pezinho dela, é uma guerreira. Fica bem no sol, na sombra, no quarto, no banheiro, na sala, na varanda, ufa! E de quebra é uma das plantas purificadoras de ar.
Para as plantas em geral, é importante regar todos os dias ao anoitecer em dias de temperaturas mais altas, e alternadamente nos dias mais frios. Regando à noitinha, a água evapora lentamente, regando de manhã, o sol logo vai secá-la. Se você quer uma dica mais rápida, minha avó sempre dizia, coloque o dedo na terra. Se estiver seco, molhe. Se estiver úmido, espere. Ah, Luíza, minha planta está murcha, o que eu faço? É melhor checar a umidade. Se estiver pegando muito sol, mude de lugar aos poucos (não vai tirar do sol pra por dentro do banheiro, por favor). Lembre-se de adubar de vez em quando, e fique de olho nas pragas, as conchinilhas e os pulgões são uns inconvenientes (mas isso é assunto pro próximo post de plantas e paisagismo).
Já escolheu seu pezinho verde? Ficou com alguma dúvida? Mande mensagem pra gente! Bom feriado e descanso a todos! <3
Post por Luíza de Castro @luizadecastro1
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