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@manhos
Maravilhosa
Mistress Alexandra Snow Hard Whipping
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Delícia
Maravilhosa
Diálogo entre amigas.
Só posso dizer que tudo começou com um bilhetinho que o Junior me entregou durante um final de semana. Dizia assim: "To lembrando das conversar e dos seus lindos pés com seus chinelos havaianas brancos que estava usando no final de semana, um pouco maior que seu pés, né?
- É sim, gosto muito de usar chinelos maiores que meus pés. Não posso esperar mais para perguntar uma coisa: quando é que ele vai deixar a minha bunda em brasa?
ps. não estou mais me segurando... ass. Teu escravo rebelde".
Só digo que naquele dia meus chinelos entraram em ação, e para valer!
Junior aprendeu a não brincar com fogo... Foi o terceiro ritual mágico da nossa relação.
- E então? Como você reagiu ao ler aquele bilhetinho?
- Fiquei pensando um pouquinho e escrevi uma resposta:
Ah... não tá conseguindo segurar a bunda na cadeira, é? Quer que o meu chinelo dê um jeito nela? Pois vai dar, e hoje mesmo! Você vai aprender da forma mais dolorida e quem decide sobre chineladas sou eu, e não você. Agora trata de ficar quietinho aí, pensando na má ideia que teve. Se prepare pra mais tarde e a partir de agora me trate por Sra. Ass: tua Dona (de tpm).
Dobrei o papelzinho e dei um jeito de entregar para ele discretamente, no fundo do quintal.
- Caraaamba! Foi curta e grossa... E como ele reagiu?
- Nem fiquei olhando, estava meio estressada aquele dia, sabe?
Só lembro que me entregou outro bilhetinho uns minutos depois: - Por que má ideia, senhora? Não estamos conversando sobre isso há tempos, sobre uma surra que queria me dar, lembra?
O qual respondi: A má ideia foi pedir para apanhar, entendeu agora? Se não, hoje à tarde você vai entender. A segunda má ideia foi mandar outro bilhetinho, quando eu mandei ficar calado. Agora, vai apanhar em dobro por causa disso, e não adianta pedir desculpa. Espero ter sido clara e outra coisa estará ocupado toda a tarde.
- Imagina a aflição do coitado ao ler isso! Que maldade... E ele parou de mandar bilhetinhos?
- Parou, claro. Caiu a ficha dele de que eu não estava de brincadeira. Durante o dia pude perceber, com o canto do olho quando passava por mim, o quanto ele estava aflito, me olhando. Mas naquele dia, além da tpm, eu estava afim de ser má, e o Junior iria sofrer. Ah, se ia... hehehe!
- Nossa, já senti o clima! Não queria estar na pele do Junior naquele dia.
- Não ia querer mesmo. Olha... eu judiei!
- Conta aí, please!
- Naquele dia eu já tinha xingado ele por causa dos bilhetes, eu tinha avisado da tpm mas ele insistia. Quando o Junior resolve ser chato... Na parte da tarde quando estava tudo calmo e a casa estava vazia, comecei o terror psicológico já no caminho de uma edícula nos fundos da casa:
- Quer dizer quer que você lembrava dos pés nos meus chinelos, é? Gostou deles?
Junior respondeu timidamente; estava meio desconfiado das minhas intenções.
Sabia que as flores mais belas são venenosas? - continuei.
Por que a senhora tá falando isso?
Por quê? Boa pergunta... É melhor eu mostrar, em vez de dizer, né? Tá preparado?
Junior não sabia mais o que responder. Já estava com medo de mim.
- Até eu já estou! Hehehe!
- Haha, boba! Bom, continuei o terrorzinho:
Daqui a pouco você vai conhecê-los bem de pertinho. Será que eles vão ser bonzinhos contigo, ou vão te ferir como os espinhos de uma rosa?
Ele só me dirigia olhares aflitos, rapidamente, e baixava a cabeça, caminhando em silêncio.
Seria muita ingratidão se eles te fizessem sofrer, né? Afinal, você os quer tão bem....
O que a senhora vai fazer comigo? - Junior enfim perguntou.
Ora, vou te deixar matar a saudade dos meus chinelos havaianas de uma forma toda especial.
Afinal, você não esqueceu deles... Ao mesmo tempo, vai receber umas liçõezinhas.
Por favor, senhora...
O quê? Tá com medo?
Não, é que... não tô acostumado...
Não recebia chineladas da mamãe?
Não. - Junior respondeu, envergonhado.
Que peninhaaa... - fiz um biquinho de deboche - Dá até dó... Mas agora tens uma dona e teu bumbum pertence a ela, concorda? Além de que, não foi você quem pediu?
Aquele dia eu estava muito má.
- Tô vendo! O suplício já começou no caminho.
- Bem, chegamos a edícula e fomos direto para o um quarto que estava meio abandonado por ser usado pouco. Mandei-o sentar na cama, abaixei e peguei meus chinelos havaianas branco 39/40 dos meus pés e entreguei-os em suas mãos. Pode matar as saudades - ordenei.
Junior ficou meio sem saber o que fazer, manuseando aqueles chinelos, passando a mão no solado, nas marquinhas dos meus dedos, nas tiras. Fez menção de levá-los ao rosto, mas deteve-se. Me olhava a toda hora, tentando adivinhar o que eu estava pensando.
Depois você vai poder calçá-las, para ver como são gostosas de caminhar. Mas só depois que terminarmos. Ele me olhou com um ar de preocupação, sem coragem de perguntar terminarmos o quê?. - Mas você é especialista em terror psicológico, hein! Pobrezinho!
- Pior que eu nunca tinha feito antes. Quer dizer, só com minha irmã, mas não com aqueles requintes.
- E a surra? - Pois então. Disse para ele: Agora eu vou na cozinha beber alguma coisa e dar umas instruções para empregada. Volto em quinze ou vinte minutos. Me espera peladinho, ok? Totalmente. Pode se distrair com meus chinelos até eu chegar.
- Mais quinze minutos de terror... quantos requintes...
- Eheh! Eu falei que aquele dia eu estava o próprio capeta!
- Tô curiosíssima! Conta a sequência, conta!
- Demorei uns vinte e cinco minutos. Voltando ao quarto, lá estava ele, sentadinho, nu em pêlo, ainda acariciando os meus chinelos. Me olhou com uma carinha chorosa... quase desisto, mas minha tpm falou mais alto. Matou a saudade?, perguntei.
Junior chegava a tremer. Estendi a mão e ele me entregou os chinelos havaianas.
Deita, ordenei. Ele obedeceu. Tremia tanto que chegava a ranger a cama.
Tranqüilinho, tá? Eu sou tua dona e sei o que estou fazendo. Não pode gritar, senão a empregada ouve. Quer alguma coisa pra morder?
Ante a negativa, segurei suas pernas pelos calcanhares, como quem vai trocar a fralda do bebê, ergui-as um pouco, expondo bem o traseiro, e comecei a desferir as chineladas. Uma sequência de 15 na nádega esquerda, bem aplicadas, causando um vermelhão imediato. A primeira lágrima brotou de seus olhos. Mais 15 na outra nádega, impiedosas, pegando em cheio na pele branca e delicada. Junior começou a soluçar. Sabe por que está apanhando?, perguntei.
Junior fez que sim com a cabeça, sem abrir os olhos. Ótimo!
Desferi mais quinze na nádega em que comecei, ainda mais enérgicas. A cada lambada, afastava bem o braço. Junior já chorava abertamente, ainda que em silêncio. Mais quinze na nádega direita, bem estaladas, reforçando a vermelhidão. Cheguei a esquecer que estava castigando uma bundinha virgem, que nunca experimentara chinelo, ainda mais do solado novo dos meus chinelos.
Tá bom, minha Sra!
Ouvi-a balbuciar. Ah, tá bom? Já apanhou bastante?
Apanhei, Junior murmurou.
Pois eu acho que não! Você não estava louquinho por esse momento, lá na casa?, perguntei, dando uma chinelada a cada palavra. Sim Sra!, foi a resposta, entre lágrimas.
Hum... que bom!, continuei, sem interromper as chineladas, mas eu falei que o arrependimento ia ser grande, não falei?. Junior apenas chorava. Vários contornos do chinelo se destacavam naquela bundinha macia. Parei.
- Meu deus... você não ficou com dó do pobrezinho, não?
- Falei que eu estava possuída, eheh! Não pretendia terminar ali, não, mas ouvi barulho na porta do quarto da edícula. Deve ser minha irmã. Você vai ficar aqui, quietinho. Não se vista porque ainda não acabou. Já volto. Calcei os chinelos e saí do quarto, sem dar atenção aos lamurio de Junior.
Era mesmo a Cíntia, minha irmã, que chegava. Queria minha opinião sobre a roupa que iria vestir à noite, numa festa de formatura. Ajudei-a a experimentar várias peças, depois tomamos um chazinho e ela foi para academia. Voltei ao quarto levando uma surpresa.
- Um presente para o Junior?
- Mais ou menos, eheh.
Olha só que graça o chinelinho da mana! O que achou? Vamos experimentar?
Junior só me olhou, de semblante indecifrável. Grossas lágrimas ainda delineavam seu rosto.
Deite de bruço encima deste travesseiro, quero sua bundinha bem empinada!, ordenei.
Meu escravo já na posição, expus novamente a bundinha, já vermelha, acariciei-a de leve e retomei o castigo. O chinelo da mana era mais pesado, uma havaianas preta 39/40, por isso não precisei erguê-lo alto o braço a cada chinelada.
- Por que continuou o castigo com o chinelo da tua irmã?
- Foi uma ideia que eu tive na hora mesmo. Queria ver como o Junior iria reagir, naquele momento e depois, quando eu o apresentasse à Cíntia. Queria ver se aquelas chineladas fariam com que ele tivesse uma atitude submissa em relação à mana. Foi só uma experiência, hehe!
- Que mente sórdida...
- Foram muitas chineladas com o chinelo de Cintia. Continuei interrogando-o, enquanto batia. Adoro isso, alternar palavras e chineladas. Acho que herdei esse gosto da minha mãe.
Sabe por que ainda tá apanhando?
Junior fez que sim com a cabeça.
Está doendo?. Aceno positivo. Que bom!, emendei.
Vai me mandar bilhetinho pedindo chinelada de novo?
Sinal negativo dele.
Já apanhou o suficiente?
Junior não se atreveu a responder.
Muito bem!. Dei umas cinco chineladas, bem estaladas, e parei. O pobre bumbum, outrora branco como leite, já tava completamente tomado de contornos vermelhos. Deixei-o ir ao banheiro se aliviar, enquanto isso fui na cozinha beber suco (Junior ainda nu) e depois ficamos no quarto, conversando sobre a faculdade. Ele achava que tinha terminado, por isso pediu para se vestir, mas não permiti.
Nu, além de lindo, ele ficava mais submisso. - Mas não tinha terminado?
- Não, eheh! Mas a parte final foi bem mais carinhosa.
- Como assim?
- Toquei no assunto de ele nunca ter levado chineladas. Lembra o que Junior tinha me contado no caminho? Ele disse que o quanto apanhara naquela tarde, porém, compensava muito bem essa falta por parte de sua mãe. Mas isso não me sensibilizou... :-) - Ai, ai, ai... bateu ainda mais no pobrezinho?
- Sim, mas já disse, foi uma coisa mais delicada. Falei do quanto eu apanhei quando era pequena, do modo como minha mãe me batia, do chinelo havaiana que ela usava, bem mais dolorido que os chinelos que o Junior acabara de experimentar, das cintadas, dos castigos. Neste momento tive uma ideia, falei que voltava logo, fui ao quarto de minha mãe, peguei um chinelo havaiana que ela ainda tinha e que muito usara em mim era grande 41/42 de cor amarelo, voltei ao quarto da edícula onde Junior me aguardava aflito e com o bumbum bem castigado e vermelho.
- Já estava tudo planejado, né? Danada...
- Horas antes! Hahaha! Junior já fez sua carinha de desconfiança, que eu bem conheço. Como eu ainda não o tinha autorizado a se vestir, começou a ligar os pontos. Já de volta ao quarto, Junior diz.
Mas a senhora vai só me mostrar, né?, perguntou, carinha de quem imaginava que não vinha boa coisa. Respondi com meu risinho sarcástico, nem um pouco preocupada em confortá-lo.
Olha o que achei, os chinelos havaianas estava lá no fundão do armário, tirei o pó e entreguei-os a Junior. Pobrezinho, já pressentia o perigo.
Olha só o solado, falei. Era uma borracha super dura e pesada. Pior que o chinelo da Cintia, não acha? Tem ideia do quanto eu já apanhei com esses chinelos havaianas?
Junior, na minha frente, em pé e de cabeça baixa, só esperava a ordem que já sabia qual seria.
Não era à toa que sua dona o queria pelado.
Você brincava de mamãe e filhinho, quando era criança, ainda perguntei, aumentando a expectativa.
Junior acedeu com a cabeça. Vamos brincar?, convidei.
Ela me olhou. Sentada na cama, com a mão esquerda dei batidinhas na minha coxa, convidando-o.
Na mão direita, o famigerado chinelo havaianas amarelo 41/42 de minha mãe, que tanto me fez chorar. Iniciara-se o desfecho da tarde de castigo. - Nossa... bateu muito?
- Menos do que minha mãe, pode ter certeza. Poupei o bumbum do Junior, já bastante vitimado pela minha ira, minha tpm, meus chinelos e os da Cintia. Reproduzi uma das poucas cenas de surra da mamãe que eu me lembrava, com palavras e tudo. Tive a impressão de que Junior também entrou no clima, sabe? Agiu realmente como um moleque pego no flagra pela mamãe severa. Esperneava e chorava como uma criança, vivenciando o que, segundo afirmara, nunca tinha sofrido.
Talvez fosse algo de que sempre tivera vontade, mas nunca confiara completamente em sua mãe para que se entregasse. Achara, enfim, o colinho confortante e disciplinador. Contorcia-se, mas será que queria sair? - Que lindo...
- E foi mesmo. Depois de várias chineladas e xingamentos à lá mamãe, e de promessas de não faço mais de Junior, ficamos lá por um tempo, ele ainda no meu colo, bundinha exposta. Ficamos em silêncio, eu acariciando o bumbum quente, delicadamente, e ele chorando, mais de emoção do que de dor. Acariciava a minha perna, meus pés, lacrimejava sobre eles. Pediu para se tocar. Disse que podia mas que iria apanhar enquanto não gozasse. Junior ficou em pé e começou a se masturbar, peguei novamente meu chinelo havaiana branco e comecei a dar várias chineladas no bumbum do Junior que gozou gostoso. Gozou muito. Um momento de muita cumplicidade, de muito amor. Nem lembro quanto tempo ficamos. Por ele, poderia ser eternamente.
- Caramba... nem sei o que dizer...
Nossa estou muito excitada com tudo que me contou, fiquei até com vontade também....
Este dia foi muito maravilhoso, quer dizer que gostou, quer castigar o Junior também?...
Será possível, gostaria muito....Vou ver um dia e te convido será uma tarde muito gostosa....e as duas rimos por algum tempo e acabamos falando de outros assunto sempre voltando no assunto inicial.
Passado alguns dias e a excitação de Cida nas lembranças do que a Fernanda havia lhe contado, só aumentava, já não se aguentava até que um dia conversando com a Fernanda em uma festa de família, eis que aparece Junior nos cumprimenta e começamos a conversar os três. Fernanda com uma cara que já conhecia, estava querendo aprontar algo e em um determinado momento me dá uma piscadinha bem discreta e olha para Junior e diz: - E ai Junior saudade do meu chinelo?
A pergunta pegou Junior desarmado, ficou sem saber o que falar e Fernanda emendou: A Cida sabe de tudo e até gostaria de te dar algumas chineladas, o que acha? – Junior pensa um pouco e com uma voz tremula diz que sem problema desde que sua Sra autorizasse. Fernanda dá o consentimento na hora e diz que iria ver o momento certo e que avisaria os dois. Cida eufórica com uma cara feliz diz a Junior: - Se prepara gosto muito de usar o chinelo para disciplinar. No final da conversa dava para vez que os três gostaram da conversa e logo foram curtir o resto da festa. No final da festa Cida vai em direção do Junior e o chama de canto: - Está tudo combinado será daqui a duas semanas no mesmo lugar onde a Fernanda te castigou, vou levar meus chinelos, tenho alguns pares de chinelos havaianas e gostaria de usa-los para te castigar, Junior também estava muito excitado com tudo. Cida deixa Junior com seus pensamentos e sai extasiada.
Alguns dias se passaram, Junior está aflito, estava chegando o dia em que Cida iria disciplina-lo, iria conhecer e sentir todos os chinelos que Cida disse que tinha. Próximo do final de semana Cida liga para Junior, queria conhece-lo um pouco mais, fez várias perguntas, no final da ligação disse que não via a hora dele estar sob seus cuidados e convidou Junior para ir de carro com ela, pois iria sozinha, Junior aceito sem pestanejar. Sexta-feira Cida para na casa do Junior, como estava calor vestia roupas leves, camisa, shorts e chinelo, não teve como fez um comentário: Hummm adorei o visual, está pronto.... Junior dá um sorriso e entra no carro, os dois vão conversando falando de vários assuntos, um papo bem descontraído, leve tanto que a viajem foi bem rápida. Chegando na cada Fernanda já está esperando seus convidados, estava linda como sempre e não poderia de estar com seus chinelos havaianas branco, Junior a cumprimenta, todos estavam felizes, rindo bastante.
Já na sala os três estavam numa conversa só, falando de vários assuntos até que Fernanda diz:
- Este final de semana vai ser muito especial, pois ficaremos bem à vontade não virá mais ninguém.
Junior olhou para Fernanda e Cida que estavam me olhando, Cida olha para mim e manda eu pegar as bagagens no carro, vou sem demora. Ao retornar com as malas Fernanda determina os quartos onde ficaríamos, ordenou que levasse as bagagens aos quartos e retornasse a sala o mais rápido possível.
Quem dera encontrar uma mulher assim
Carolina era uma mulher linda e autoritária que se formou professora, pois era viciada em disciplina. Resolveu então que iria dar aulas em um colégio tradicional, quase um internato onde ainda se usava a tradicional punição. Sabia que lá se sentiria realizada cada vez que tivesse que surrar um de seus alunos. O único problema é que ela causava furor em seus alunos que babavam por ela, uma moça jovem com seus vinte e poucos anos e corpo escultural. Andava sempre bem arrumada, roupas serias, cabelos presos em um coque e seus óculos que davam um ar intelectual. Gostava de usar um chinelo havaianas 41/42, sempre na sala diante de outros alunos como forma de humilha-los e pra que os outros aprendessem a lição. A maioria deles odiava aquilo, apesar de serem loucos por ela, choravam, imploravam, nada adiantava, aliás só aumentava o prazer dela em puni-los com mais rigor. Mas um aluno em especial chamava sua atenção, Carlinhos um menino de 18 anos aprontava quase sempre e apanhava quase sempre também. Parecia que gostava das surras, eram bem doloridas, e ele sempre chorava, mas sua paixão por ela crescia a cada dia, e estranhamente ele gostava de provoca-la, de sentir sua fúria, e percebia nela o imenso prazer que ela tinha ao fazer aquilo. No começo ela nem percebeu a paixão que ele nutria, e nem percebeu o quanto aquilo mexia com ela, até que um dia tudo mudou. Era sábado e os alunos iam sempre pra casa, e os professores também. Mas naquele fim de semana Carlinhos não foi ver seus pais e apareceu de surpresa na casa de Carolina que estranhou a visita. Ele então declarou seu amor por ela, e que estava disposto a servi-la, e ser disciplinado por ela do jeito que ela quisesse. Ela quis manda-lo embora mas já estava completamente envolvida com a ideia de ter um aluno só pra ela e o mandou entrar. Começou então a dar ordens e ele obedeceu sem questionar, lavou louça, cozinhou, fez faxina, tudo sobre o olhar atento de sua tutora que no final lhe deu uma dolorosa surra com um chinelo havaiana preto semelhante ao que usa na escola, uma surra como ele jamais tinha levado antes, e dizia que isso era só o começo, e que estava sendo punido pela ousadia de ter aparecido em sua casa, ele chorava, implorava pra que ela parasse, pedia perdão, mas nada adiantava, ela o surrava com gosto até que cansou e mandou então que ele dormisse no chão da sala e foi para o seu quarto sentindo um enorme tesão, nunca tinha sentido aquilo, não daquele jeito, gostava da disciplina, mas aquele dia foi diferente, se sentia como uma verdadeira disciplinadora, dando ordens que normalmente não daria na escola e sendo obedecida em tudo. Masturbou-se e nem percebeu que seu aluno a observava pela fresta na porta. No dia seguinte repetiram a dose. E repetiram quase todo final de semana. Na escola ela o humilhava dando surras na frente da classe sabia como ele se sentia, e aquilo foi a deixando cada vez mais excitada. Um dia, depois de muitas sessões, ela o pegou espionando enquanto se masturbava, Carlinhos ficou apavorado, pois sabia que iria levar uma surra daquelas, mas pra sua surpresa ela o mandou entrar e o fez chupar sua buceta molhada de tanto tesão e gozou em sua boca, ele quis se masturbar ali mesmo mas ela o proibiu, ele só faria quando ela deixasse, agora ele também era seu escravo sexual, ela foi a primeira mulher com que ele teve contato sexual, agora sua disciplinadora estava cada vez mais cruel, e ele cada vez mais envolvido com tudo aquilo. Mas toda vez que ela permitia que ele gozasse era uma explosão de prazer imenso como ele jamais havia sentido. Nenhum dos dois tinham noção do que acontecia, as vezes se sentiam culpados com aquilo como se fizessem algo errado, mas sabiam que algo tão bom não podia parar. E assim seguiram suas sessões, sempre com novas descobertas, leram Sade, Masoch e se encantaram com aquele novo mundo que se abria diante deles. Experimentaram de tudo, novas torturas, psicológicas, físicas, joguinhos que começavam na escola e terminavam sua casa. E assim seguiram suas vidas, felizes e sem medo de ser o que eram. Carolina descob
D+
Girl Receives A Bedtime Spanking In Front Of Her Friend From Her Aunt.
Surra de verdade
Como era bom essa sensação
Stern Aunt Jennifer
Ótimas chineladas
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Chineladas boas
Esse chinelo deve doer muito
Breaking school rules lead to discipline from mom at home.
Amo essa imagem
Nossa que delicia 43/44
Otk spanking
Estão sumidos
Amo essa sena
Mãe raiz