❝ — Um pouco tarde para alertar-me quanto a isto, não acha, padre? Já não importa o que eu diga ou não neste recinto, vez que minha entrada para o suposto paraíso já foi impedida com mínimas dificuldades pelo papa em pessoa. Uma honra e tanto, se me permite apontar tal fato. Pena que não caiba em minhas crenças, porém, tal ideia de que hei de queimar no fogo do inferno pois, caso fosse o contrário, estaria em sérios problemas. Mas isto não vem ao caso. Estou aqui apenas a fazer um favor a alguém, que diz-se pecador, por quem guardo muito afeto, afinal, foi capaz de convencer-me a entrar aqui e perturbar a paz e vossa fé. Por tal razão, desculpo-me. Quanto à blasfêmia… Pois bem, tal mostra de arrependimento fica para outra hora.❞ -Calma e respeitosamente constatara, gesticulando às flores que carregava em mãos, uma oferta à fé que deveria fazer em nome da mãe.-
‘ Nunca é tarde para um conselho banhado em boa fé. E mesmo que tenha em seu destino a desgraça pelo desacato direto à Deus, não significa que detenha o direito de pronunciar as palavras que bem entende em Sua morada, agredindo todos ao seu redor com coisas de tal cunho. Não cabe a mim julgar, no entanto... Apenas tentar guiá-lo ao melhor caminho possível, mesmo que minhas palavras nada signifiquem perante vossa pessoa, Joffrey. E a quem deve sua presença aqui, se permite-me exercer parte de minha curiosidade? ’











