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Aqua Utopia|海の底で記憶を紡ぐ
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@marketingparaestudar
Conversei com uma amiga que é founder e lidera o marketing de uma marca DTC em moda com base forte em comunidade (community-led growth). Ela
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🚨 O outro lado das franquias: o caso Cacau Show e os cuidados essenciais antes de investir Nos últimos dias, surgiram diversas denúncias de
🚨 O outro lado das franquias: o caso Cacau Show e os cuidados essenciais antes de investir Nos últimos dias, surgiram diversas denúncias de franqueados e funcionários da Cacau Show relatando abusos e práticas consideradas desleais por parte da franqueadora. Segundo relatos, muitos franqueados foram levados a assumir unidades pouco lucrativas, sofreram imposições contratuais rígidas e enfrentaram falta de suporte adequado, além de outros problemas graves relacionados à gestão de pessoas. Esses casos acendem um alerta importante sobre o modelo de franquias, que, embora seja visto como uma opção "mais segura" de empreender, também possui riscos significativos. ✅ Por que as franquias atraem tantos empreendedores? Marca já consolidada. - Modelos de gestão e operação testados. - Apoio e suporte técnico inicial. - Acesso facilitado a fornecedores. Porém, o outro lado da moeda nem sempre é visível para quem está entrando: ⚠️ Principais riscos e cuidados antes de investir em uma franquia: Leia com atenção a Circular de Oferta de Franquia (COF): esse é um documento obrigatório e fundamental, que traz informações sobre a saúde financeira da franqueadora, processos judiciais, histórico e responsabilidades de ambas as partes. Converse com outros franqueados: busque opiniões sinceras, inclusive de quem já saiu da rede, para entender as dificuldades. Avalie a autonomia do negócio: muitas franquias são extremamente engessadas, o que pode limitar decisões importantes sobre gestão, marketing e finanças. Desconfie de promessas de lucro fácil: toda operação comercial envolve riscos. Se a franqueadora só apresenta projeções positivas, é um sinal de alerta. Conheça o suporte real oferecido: muitas vezes, o suporte prometido não corresponde ao que será, de fato, prestado. Analise a saturação de mercado: há franquias que crescem de forma desenfreada, abrindo unidades próximas umas das outras e, com isso, canibalizando seus próprios franqueados. O modelo de franquias é uma das bases do empreendedorismo brasileiro, mas exige muita responsabilidade, análise criteriosa e, principalmente, consciência de que, apesar de ter uma marca conhecida, o risco de prejuízo continua existindo. O recente caso da Cacau Show serve como um convite para uma reflexão mais profunda sobre as relações entre franqueadores e franqueados: - Até que ponto há uma relação de parceria? - Quando se transforma em uma relação de subordinação e abuso? Empreender é, antes de tudo, assumir riscos — mas nunca deve significar abrir mão da dignidade, da transparência e do respeito. 👉 E você? Já pensou em ter uma franquia ou tem alguma experiência nesse modelo? Compartilhe nos comentários! hashtag#Franquias hashtag#Empreendedorismo hashtag#GestãoDeNegócios hashtag#CacauShow hashtag#ModelosDeNegócio hashtag#Reflexão hashtag#EmpreenderComResponsabilidade hashtag#DireitoEmpresarial hashtag
#BoasPráticas
Analisei mais de 140 anúncios no LinkedIn Ads! Meu raciocínio foi o seguinte: 📍 Se estou buscando fazer algo diferente, preciso entender o
Analisei mais de 140 anúncios no LinkedIn Ads! Meu raciocínio foi o seguinte: 📍 Se estou buscando fazer algo diferente, preciso entender o que já está sendo feito — e, a partir daí, traçar um novo caminho. Para isso, selecionei e categorizei manualmente cada um dos mais de 140 anúncios. Fiz uma análise não só do visual, mas também dos gatilhos, do propósito e de vários outros elementos. (Neste post, mostro apenas a avaliação visual.) E uma coisa é fato: 👉 O B2B precisa ser mais ousado. Em conversa com o André Wendler, da ads2in, entendi o papel real desses anúncios na estratégia: 👉 se chama atenção e gera o clique, é mais proveitoso.
📊 Qual formato de conteúdo você mais consome hoje? 🔎 Apesar do hype dos Reels, TikToks e Shorts, os dados mostram que o consumo vai muito a
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Lara Faria CarvalhoLara Faria Carvalho • 2º • 2ºProject Manager at V360 | Customer Relati
Você sabe quem vende mais iPhones no Brasil? Não é a Apple, Magalu e Operadoras de telefonia,… O maior vendedor de iPhones no Brasil é o Itaú Unibanco Mas por quê? O Itaú não vende apenas um celular. Ele vende relacionamento de longo prazo. O iPhone é apenas o meio para isso. Já viu o Itaú parcelando iPhones em 36 vezes? Enquanto a Apple parcela no máximo em 12x. Claro, ao comprar pelo Itaú, você precisa manter sua conta ativa para continuar pagando essas parcelas “suaves”. Com essa estratégia, o banco garante a retenção do cliente, lucra com os juros embutidos e, mais importante: acessa seu histórico e comportamento financeiro. Com esses dados, o Itaú pode te oferecer produtos personalizados como investimentos, consórcios, seguros e linhas de crédito, tudo de acordo com o seu perfil de consumo. Enquanto isso, Apple, Casas Bahia e outras lojas vendem apenas um eletrônico. A grande lição do Itaú? O produto não é o fim, mas o meio para um negócio maior. E os dados são o ativo mais valioso dessa relação.
Entenda o que é o modelo Product-Service System e como sua empresa pode transformar o mercado adotando o mindset. Acesse agora!
Que tal repensar seu modelo de negócios para um mindset mais sustentável? Na era ESG, essa é a missão de qualquer gestor. Product-Service System representa uma nova forma de nos relacionarmos com produtos.
E se dissermos que a eficiência energética de muitos processos domésticos e industriais não chega a 50%? Grande parte dos recursos que utilizamos termina como lixo, sem reaproveitamento. A mudança radical para esse problema está na forma como lidamos com os nossos padrões de consumo. Product-Service System é a solução para o problema.
No post de hoje, vamos mostrar todos os detalhes desse modelo que promete revolucionar a forma como concebemos produtos e serviços para a sociedade. Acompanhe com a gente!
Afinal, o que é Product-Service System?
Product-Service System (ou Servitização) parte da premissa de que as empresas devem oferecer a função do produto, não o produto em si. É um amadurecimento a respeito das necessidades reais do consumidor, que não quer necessariamente ter a posse das coisas, mas se beneficiar com o uso delas.
O modelo é um dos pilares para a melhoria da eficiência energética, já que o foco é produzirmos coisas de uma maneira racional — apenas o suficiente para que todos possam usufruir dos seus benefícios.
Como estamos falando sobre a sustentabilidade de toda a cadeia produtiva, o Product-Service System também trata da manutenção desses produtos-serviços, da reciclagem e, quando necessário, a substituição desse produto. Assim, diminuímos o impacto ambiental de todo o ciclo.Acesse grátis
Tudo sobre ESG: a sigla que vai mudar o mercado em 2021
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Como o Product-Service System funciona?
Vamos observar alguns exemplos práticos?
A IBM, por exemplo, resolveu alugar servidores, em vez de vender unidades diretamente para as empresas.
A Philips, por outro lado, tem um serviço pay-per-lux, em que os clientes compram o nível prometido de iluminação para determinado edifício.
Também temos casos como a Drover, que trabalha com um sistema de aluguel de carros em vez da venda deste tipo de produto.
Quais são os agentes da mudança?
Até aqui, já deve ter percebido que a mudança para um Product-Service System requer uma transformação cultural de toda a sociedade.
O desapego à posse é um dos pilares para que possamos viver essa nova realidade, melhorando muito a forma como trabalhamos questões como a eficiência energética e o próprio desperdícios de recursos.
O “ter” passa a ser o vilão, e o “ser” o mindset mais adequado para chegarmos lá. Alguns agentes podem ajudar a avançarmos nesse sentido, vamos entender quais são?
O poder dos consumidores
No fim das contas, quem vai decidir se o Product-Service System vai funcionar ou não são os consumidores. Afinal, é a cultura que molda a importância que damos às coisas, que afeta diretamente nossas preferências de consumo.
A boa notícia é que estamos mudando. Neste momento, ESG se torna pauta não por uma demanda do governo ou das empresas, mas pela própria mudança de perfil da sociedade — e, consequentemente, dos investidores.
A influência do governo
O governo também pode ter um papel na virada de chave para um consumo mais consciente e na transformação dessa relação.
É o Estado que controla os tributos e pode favorecer empresas que trabalhem com um modelo mais inteligente, como o Product-Service System. Além disso, criar leis que desburocratizem esse tipo de relacionamento entre empresas e consumidores também é um caminho para a mudança.
O papel da indústria
Por fim, a indústria tem como pensar fora da caixa, repensar o design dos seus produtos e serviços para o cliente.
A indústria precisa remodelar seu negócio para estar mais antenada com os novos padrões de consumo. É preciso, mais do que nunca, inovar.
7 benefícios do Product-Service System
A Servitização é um modelo extremamente alinhado com as atuais demandas da sociedade, principalmente quando pensamos no modelo de consumo.
A seguir, vamos listar cada um deles:
Economia mais sustentável;
Aumento de empregos no setor de serviços;
Fim da manutenção de produtos, e os custos associados a ela, por parte dos clientes;
Oportunidade para inovar no mercado;
Maior alinhamento entre necessidades do consumidor e empresas;
Criação de um relacionamento de longo prazo entre consumidor e empresas;
Redução de problemas ligados ao reaproveitamento de resíduos;
Ou seja, motivos não faltam para que embarque nesse novo modelo de negócios. Ajustar agora a sua empresa para o novo mindset é o melhor caminho para estar alinhado com uma tendência que vai ser consolidar.
A discussão sobre novos modelos sustentáveis já chegou no seu negócio? Então pode ser interessante levar o Product-Service System para as discussões.
Repensar a forma como as coisas são feitas na sua empresa é uma urgência, principalmente quando consideramos tendências como o ESG, que está transformando o mercado financeiro como o conhecemos.
Guta Tolmasquim
Falei sobre testes de incremento que tenho visto e teve gente que ficou chateada. Deixa eu tentar explicar de forma simples: teste de incremento é quando o marketing isola alguma parte dos consumidores para testar a comunicação e vai desligando suas mídias para ver o que de fato funciona para vender. Uma praça tem uma mídia ativada, a outra não. Um pedaço da audiência vê um criativo, outro não. As vezes é apagão total de um canal. Assim vai, por comparação (ou entre clientes, ou entre regiões, ou entre presente e passado) vendo o que de fato dá resultado. Defendi que o que não funciona deve ser desligado, afinal, não faz sentido gastar dinheiro com o que não é efetivo. Ficaram chateados. Parece que fui contra o conceito da mídia 360. Não fui. É comprovado que a mídia em múltiplos canais é mais eficiente do que em um só. Só que eu sou a favor de usar somente os que funcionam. Aí, tem uma pergunta que faz total sentido. Mas e a mídia que tá la para construir posicionamento? De fato essa é uma boa pergunta. Porque tem mídias que tão ali pra fazer as pessoas lembrarem de coisas na hora de comprar. Isso faz pessoas comprarem mais. Fato. Mas não na hora (o Purple consegue identificar esse resultado, inclusive). O ponto é: tem mídias que não são feitas para vender. Então devo desligar se elas não vendem? Não. Deve desligar se ela não faz o que você quer que ela faça, que no caso é fazer as pessoas lembrarem de alguma coisa. Eficiência nesse caso é testar se as pessoas tão lembrando. Se não tão, aí sim, deve desligar. Porque a gente (o marketing) não é empresa de entretenimento. Nossa função não é gastar dinheiro para que a comunicação entretenha as pessoas. A gente quer gastar dinheiro para vender produtos. Parte dessa venda é posicionar a marca, parte é ativar a venda. Mas pra alguma coisa a mídia tem que tá funcionando. Se ela não tá, eu não gastaria dinheiro com ela.
45.7% do VOLUME de buscas no Google contém marca. 36.9% dos TERMOS buscados contém marca. E depois de 4 anos trabalhando no Google, digo mais: Era comum ~50% do RESULTADO no Google Ads de grandes anunciantes vir de termos com a marca também. Agora vem o discurso “simplista” padrão: a solução é investir em “branding”. E que a maioria interpreta como “fazer campanhas de awareness”. Errado. Pra você ter mais buscas pela sua marca você precisa investir em CRESCIMENTO. > Abertura de lojas gera mais buscas pela marca > Lançar novos produtos gera mais buscas pela marca > Melhorar o produto e indicação gera mais buscas pela marca > Influenciadores falando do seu produto gera mais buscas pela marca > Fazer PR gera mais buscas pela marca O “Branding” faz parte de TODOS os pontos acima. Você pode fazer os itens acima e o resultado ser inexpressivo. Enquanto outras marcas fazem a mesma “lista de tarefas” e vão explodir de vender. A diferença? A qualidade do “Branding” por trás. Ou seja: qual foi a ESTRATÉGIA + qualidade de EXECUÇÃO da marca em cada uma dessas entregas. Precisa ficar claro que fazer CAMPANHA DE AWARENESS e INVESTIR EM BRANDING não são a mesma coisa. Se seu branding é ruim, provavelmente é pq lá na ponta seu CEO ou CMO está perdido. E fazer campanha de Awareness não vai resolver.
45.7% do VOLUME de buscas no Google contém marca. 36.9% dos TERMOS buscados contém marca. E depois de 4 anos trabalhando no Google, digo m
It's going to be a long 7 years of me stalking this thing. LV flagship, 5th Ave.
Explore como a mídia Out Of Home pode potencializar seu marketing. Descubra formatos e razões para integrá-la às suas campanhas.
A seguir, 5 exemplos para considerar a mídia OOH na sua estratégia de marketing.
Campanhas de conscientização A mídia OOH pode ser utilizada para conscientizar o público sobre questões sociais, ambientais ou de saúde. Por exemplo, uma organização sem fins lucrativos pode veicular anúncios em outdoors ou telas digitais para promover a conscientização sobre a importância da reciclagem ou prevenção de doenças.
Campanhas de conscientização Promoções e ofertas especiais As marcas podem utilizar a mídia OOH para promover promoções e ofertas especiais. Por exemplo, um restaurante pode veicular anúncios em pontos de ônibus ou estações de metrô anunciando um desconto especial em determinado prato durante o horário do almoço.
Lançamento de produtos O lançamento de novos produtos pode ser impulsionado pela mídia OOH. Por exemplo, uma empresa de tecnologia pode usar anúncios em telas digitais em áreas urbanas movimentadas para gerar expectativa e interesse em torno do lançamento de um novo smartphone.
Eventos e ativações de marca As marcas podem utilizar a mídia OOH para promover eventos e ativações de marca. Por exemplo, uma marca de roupas esportivas pode veicular anúncios em outdoors ou pontos de ônibus anunciando um evento de corrida patrocinado pela marca.
Reforço de marca A mídia OOH pode ser utilizada para reforçar a imagem e a identidade da marca. Por exemplo, uma empresa de bebidas pode veicular anúncios em outdoors ou telas digitais em áreas turísticas para associar sua marca a momentos de lazer e descontração.
Por quais motivos investir em mídia OOH?
A mídia OOH oferece uma série de vantagens para o trabalho de marca, como percebido a partir do exposto até agora.
Mas, se você ainda não se convenceu de que investir em mídia OOH é essencial, trazemos mais motivos.
Amplo alcance
A mídia OOH alcança um público vasto e diversificado, incluindo pessoas que podem não ser expostas a outras formas de publicidade, como anúncios online ou na televisão.
Exposição contínua
Os anúncios OOH estão sempre presentes no ambiente urbano, oferecendo uma exposição constante para o público-alvo. Mesmo que as pessoas não estejam ativamente buscando informações sobre uma marca ou produto, elas podem ser expostas aos anúncios OOH
durante suas atividades diárias.
Impacto visual
Esse tipo de mídia permite que as marcas criem anúncios visualmente impactantes e criativos que capturam a atenção do público de forma eficaz. Com cores vibrantes, imagens chamativas e mensagens concisas, os anúncios OOH se destacam no ambiente urbano e deixam uma impressão duradoura na mente do consumidor.
Flexibilidade criativa
Por oferecer uma ampla gama de formatos e possibilidades criativas, permitindo que as marcas adaptem seus anúncios para atender às necessidades e objetivos específicos de suas campanhas. Seja através de outdoors, telas digitais, anúncios em transporte público ou instalações artísticas, as possibilidades são praticamente ilimitadas.
Adaptabilidade na jornada do consumidor
A mídia OOH pode figurar em variados pontos de contato na jornada do consumidor, como em anúncios de suporte online ou offline, digital ou impresso. Por isso, oferece uma abordagem integrada e abrangente para alcançar o público-alvo em diferentes momentos e contextos. Ao combinar mídias OOH com outras estratégias de marketing, as marcas podem aumentar significativamente a eficácia das campanhas e alcançar melhores resultados.
Lindo! Mas, mensurar tudo isso permanece um desafio, não é verdade?
Como calcular retorno de mídia OOH?
Calcular o retorno da mídia Out Of Home pode ser desafiador, mas existem várias métricas e métodos que podem ajudar a avaliar o impacto e o sucesso das campanhas OOH.
Aqui estão algumas métricas e maneiras de calcular o retorno de mídia OOH, na prática, para você:
Reconhecimento de marca | Realize pesquisas de reconhecimento de marca para avaliar o impacto das campanhas OOH na conscientização e percepção da marca pelo público-alvo. Perguntas sobre o reconhecimento do anúncio, associação com a marca e intenção de compra podem fornecer insights valiosos sobre a eficácia da campanha.
Vendas e conversões | Meça o impacto das campanhas OOH nas vendas e conversões da marca. Isso pode ser feito através de análises de vendas antes, durante e após a veiculação da campanha, comparando os resultados com períodos anteriores ou regiões onde a campanha não foi veiculada.
Engajamento | Analise o engajamento dos consumidores com os anúncios OOH, como interações com códigos QR, visitas ao site da marca após a exposição ao anúncio ou compartilhamentos nas redes sociais. Essas métricas podem fornecer insights valiosos sobre o impacto da campanha na audiência.
Volume de buscas pela brandword | Entenda o alcance digital da marca ao fazer consultas às buscas realizadas na internet sobre ela dentro de um setor específico, sempre em relação a outras brandwords concorrentes mapeadas. É uma forma de visualizar o market share da marca e verificar os impactos da campanha OOH, nos períodos de interesse, por exemplo.
ROI (Retorno sobre o Investimento) | Calcule o ROI da campanha OOH comparando os custos da campanha com os benefícios gerados, como aumento nas vendas, reconhecimento da marca ou engajamento do consumidor. Isso pode ajudar a determinar se o investimento em mídia OOH está gerando um retorno positivo para a marca.
Cases de sucesso
São mais de 15 anos de inovação, métodos e caminhos próprios no marketing, conectando pessoas e marcas, fazendo e contando histórias envolventes.
Por isso, acesse e conheça alguns dos cases de sucesso da Mega com estratégias de mídia Out Of Home (OOH).
Rôgga Empreendimentos | Novo formato de showcase para a marca foi desenvolvido pela Mega Comunicação Estratégica.
Pão de Queijo Mineirinho | Estratégia de branding para mais humanização e relevância da marca.
Hacasa Empreendimentos | Em parceria com Mega, a empresa alcança resultados expressivos em autoridade de marca e geração de leads ao aliar branding e performance em ações coordenadas de comunicação 360° on e off.