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Seminário Internacional de Políticas para as Artes - Imaginando Margens: confira a programação O encontro reunirá mais de 40 convidadas e convidados, nacionais e internacionais, entre os dias 17 e 19 de setembro, em São Paulo Compartilhe: Compartilhe por Facebook Compartilhe por LinkedIn Compartilhe por WhatsApplink para Copiar para área de transferência Publicado em 11/09/2024 13h57 Atualizado em 16/09/2024 10h17 Seminário .
AFundação Nacional de Artes (Funarte), o Ministério da Cultura e o Sesc São Paulo realizam o Seminário Internacional de Políticas para as Artes: Imaginando Margens, um espaço para reflexão e pensamento sobre temas atuais do campo das artes e suas políticas, com ênfase na construção da Política Nacional das Artes, a PNA. O seminário acontecerá de 17 a 19 de setembro, no Sesc 14 Bis, em São Paulo.
Após a performance inédita “Uma carta para as artes brasileiras de ontem, hoje e amanhã” da atriz e cantora brasileira Zezé Motta, a abertura institucional contará com a Presidenta da Funarte Maria Marighella, o secretário-executivo do Ministério da Cultura Marcio Tavares e o Diretor do Sesc São Paulo Luiz Galina, que irão saudar o público presente e as mais de 40 pessoas convidadas para compor a programação. São múltiplas vozes de diversos campos do conhecimento, participantes de todas as regiões do Brasil e vindos de 7 países: Bolívia, Canadá, Colômbia, Moçambique, Peru e Portugal.
Como primeira ação do Programa Funarte de Pesquisa e Reflexão, o seminário inaugura uma retomada da vocação histórica da Fundação na promoção de ações que incentivam o exercício do pensamento e marca também uma etapa importante para o atual processo de elaboração da Política Nacional das Artes (PNA), uma das prioridades da Funarte e do MinC. O seminário se propõe, portanto, a colocar em movimento reflexões, valores e diretrizes que possam contribuir para a construção dessa política, envolvendo entes públicos, instituições artísticas e as comunidades, na proteção e ampliação do direito às artes
Inspirados pela cartografia hidrográfica, a programação do seminário foi organizada em momentos intitulados como Mina D’Água (abertura performativa), Trilha das Nascentes (diálogos sobre princípios que inspiram a PNA), Confluência de Abertura (encontros e reflexões), Ideias Afluentes (entrevista pública), Conversas na Beira (mesa de debate sobre temas que podem inspirar diretrizes para a PNA), Delta de Experiências (relatos de boas práticas e programas continuados) e Foz-Encontro (espaço festivo de convívio e intervenções artísticas).
PROGRAMAÇÃO
DIA 1 | 17 DE SETEMBRO - Terça-feira
9H Credenciamento
10H MINA D’ÁGUA Uma carta para as artes brasileiras de ontem, hoje e amanhã Com Zezé Motta
A mina é o ponto onde se inicia um curso d’água que, assim como uma trajetória artística longeva, pode gerar múltiplos alcances, inspirar, estimular, ensinar e abrir caminhos. Percursos que também desenham técnicas e poéticas, e inauguram símbolos de momentos da realidade e da arte de um país. O que poderia dizer às nossas artes de ontem, hoje e amanhã uma artista brasileira com 80 anos de vida e mais de 55 anos de carreira?
11H Abertura Institucional Com a Presidenta da Funarte Maria Marighella, o secretário-executivo do Ministério da Cultura Marcio Tavares e o Diretor do Sesc São Paulo Luiz Galina
12H Intervalo
14H CONFLUÊNCIA DE ABERTURA Pertencer e lutar por este tempo Com Glicéria Tupinambá, Denise Ferreira da Silva (Canadá) e Fafá de Belém Mediação de Didi Couto
Quando penso no Brasil e numa política para as artes, o que desejo ou imagino? Essa pergunta, fincada no tempo presente, sem perder suas reverberações com os tempos idos e os tempos ainda por vir, dispara a conversa inaugural que reúne “três grandes rios” das artes brasileiras.
16H30 TRILHA DAS NASCENTES Liberdade Artística e Inventividade Com Arissana Pataxó, Guilherme Varella e Renata Carvalho Mediação de Marcio Braz
Os anos iniciais do século 21 no Brasil, marcados por aspectos como o avanço dos movimentos da extrema direita e das culturas digitais, o fenômeno das redes sociais, das fake news e da inteligência artificial, e casos de censura às artes, dão relevo a um debate inadiável sobre as liberdades no campo da arte e seu terreno privilegiado de inventividade. Como uma política para as artes pode contemplar a natureza movente, insurgente e em permanente transformação que marca o caráter inventivo e livre da prática artística?
18H TRILHA DAS NASCENTES Diversidade e Territorialidade Com Estela Lapponi, Paulo Tavares e Rafa Rafuagi Mediação de Preta Ferreira
A possibilidade de existir e ao mesmo tempo elaborar a existência que conflui nas práticas artísticas inspira ao exercício do comum e à experiência do coletivo. Corpos e narrativas são forças que habitam, transformam e são transformadas pelos territórios. Um território também são as singularidades e subjetividades expressas pelas artes, que plasmam o existir de um grupo, uma comunidade. Que caminhos uma política para as artes pode percorrer frente à valorização do sentido de coletividade e das singularidades, como existir em relação com o que é humano e mais que humano na experiência.
Sesc Pompéia 20H30 Foz-Encontro
Espaço para a interação e o convívio que estimula trocas, novas conexões e parcerias entre as pessoas que participarão do seminário.
Comedoria do Sesc Pompeia - R. Clélia, 93 - Água Branca
Nesta primeira noite, nos reunimos na Comedoria do Sesc Pompeia, envolvidos por imagens e sons do Norte do país, trazendo um recorte entre o ancestral e o contemporâneo sob o olhar das artistas e diretoras artísticas amazônicas.
DIA 2 - 18 DE SETEMBRO - Quarta-feira
9H Credenciamento
10H CONVERSA NA BEIRA Geografias e imaginários em trânsito Com Christiane Jatahy, Moacir dos Anjos e Quito Tembe (Moçambique) Mediação de Mariana Soares
As noções de viagem, trânsito, circulação, mobilidade, troca, nos acompanham desde os fluxos que resultaram na ocupação territorial do planeta que conhecemos hoje. Circuitos, intencionais ou não, que também expressam geopolíticas e seguem desenhando territórios, fronteiras e encontros. No caso específico das artes, o mapa dos deslocamentos também evidencia assimetrias de oportunidades e rotas hegemônicas. Que aspectos e elementos podem ser considerados numa política para as artes com o objetivo de fortalecer e consolidar uma rede de difusão nacional, além de orientar uma política de internacionalização para as artes brasileiras?
12H Intervalo
14H CONVERSA NA BEIRA Artistas como agentes da política pública Com Uýra Sodoma, Victor Drummond e Fernando García (Bolívia) Mediação de Cíntia Guedes
Os processos de criação artística participam profundamente das dinâmicas dos territórios em que se inscrevem e o trabalho dos agentes artísticos é o meio pelo qual o direito às artes se materializa na vida social. Como contemplar especificidades dos processos criativos, modos de organização, trabalho e direitos numa política para as artes? Como potencializar as relações entre coletivos, espaços e eventos artísticos com os territórios e o público?
16H30 IDEIAS AFLUENTES Entrevista Pública com Áurea Carolina, Dríade Aguiar e Léo Suricate Mediação de Didi Couto
Os afluentes pressupõem a ideia de encontro, de troca, de mistura de águas que se somam e irrigam as paisagens que são o futuro daquele ponto do rio. Em meio a reflexões sobre a Política Nacional das Artes, a entrevista pública é um espaço que tece conexões pautadas pela vivência artística nos territórios brasileiros de periferia e seus desdobramentos junto à juventude e às estratégias de comunicação social.
20H30 Foz-Encontro na Nave Coletiva Terminando o dia, que deságua na noite como o rio deságua na foz, nosso espaço de convivência, interação, diálogo e articulação ocupa a Nave.
DIA 3 - 19 DE SETEMBRO - Quinta-feira
9H Credenciamento
10H CONVERSA NA BEIRA Memória das artes como legado coletivo Com Anelis Assumpção, Ionara Silva e Karen Bernedo (Peru) Mediação de Daniele Ávila Small
Os debates contemporâneos sobre direito à memória vivem revisões profundas, escancarando apagamentos, colocando em disputa as próprias noções de acervo e patrimônio, e tensionando o convívio dos recursos da oralidade, da digitalidade e da inteligência artificial num atravessamento de tempos. Cada acervo de artista extrapola o âmbito privado e carrega as ressonâncias de um tempo para a arte e o país, constituindo uma coleção de vestígios e suportes de interesse público e ressaltando o valor coletivo de sua proteção. Que aspectos podem ser considerados estruturantes para uma política que reconheça, proteja e promova a memória das artes?
12H Intervalo
14H CONVERSA NA BEIRA Autonomia e aprendizagem nos ambientes artísticos Com Naine Terena, Rafael Bicudo e Olga Sorzano (Colômbia) Mediação de Maria Carolina Vasconcelos
A possibilidade de relação com os saberes e fazeres artísticos se realiza em espaços e modalidades diversas, bem como nas suas vertentes formal e informal. Se por um lado essa multiplicidade de ambientes revela a demanda social por formação, por outro, ela também desenha assimetrias e apagamentos. Como corrigir ausências e reconhecer saberes e fazeres invisibilizados ao pensar uma política para as artes? De que modo a produção de pensamento crítico sobre a arte participa das trajetórias formativas?
16H30 e 18H DELTA DE EXPERIÊNCIAS Programas que inspiram políticas
Um delta é o resultado do percurso de vários rios, a manutenção desse equilíbrio que o mantém vivo: uma rede de cursos d’água que insistem em desaguar juntos no mar. Nesta oportunidade, conheceremos programas continuados, marcos legais e práticas de gestão que podem inspirar as políticas para as artes e, sobretudo, possíveis direções para que essas políticas se inscrevam na vida das pessoas e seus territórios.
Bloco I Com Georgia Nicolau, Helena Barbosa, Rita Aquino e Paulo Pires do Vale (Portugal). Mediação de Lena Cunha
Bloco II Com Beth Ponte, Clarice Calixto, Galiana Brasil e SESC. Mediação de Lena Cunha
20H30 Foz-Encontro na Nave Coletiva
Terminando o dia, que deságua na noite como o rio deságua na foz, nosso espaço de convivência, interação, diálogo e articulação ocupa a Nave.
Seminário Internacional de Políticas para as Artes
Dias 17, 18 e 19 de setembro
São Paulo - SP
Sesc 14 Bis - R. Dr. Plínio Barreto, 285, Bela Vista
Comedoria do Sesc Pompeia - R. Clélia, 93 - Água Branca Nave Coletiva - R. José Bento, 106 - Cambuci
Transmissão ao vivo youtube.com/funarte
Categoria Cultura, Artes, História e Esportes Tags: Funarte
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Para não ficar perdido quando a conversa se transformar em siglas, é importante estar atento para o significado dos acrônimos mais utilizados. Confira quais foram as 20 abreviações mais procuradas nos últimos 12 meses, segundo uma pesquisa de palavras-chave compilada pelo QR Code Generator.Leia também
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1. NSFW – Not Safe for Work (Não Seguro para o Trabalho, em tradução literal): usado como um aviso para indicar que o conteúdo de uma mensagem, imagem, vídeo ou link pode ser inadequado para visualização no ambiente de trabalho ou em locais públicos;
2. DEI – Diversity, Equity and Inclusion (Diversidade, Equidade e Inclusão);
3. OTP – On the Phone (No Telefone): em mensagens ou chat, pode ser usado para indicar que alguém está falando ao telefone;
4. ETA – Estimated Time of Arrival (Hora Estimada de Chegada): no contexto corporativo, é utilizado para comunicar prazos e metas em projetos, tarefas ou entregas;
5. KPI – Key Performance Indicator (Indicador-Chave de Desempenho): métrica usada para avaliar o sucesso de uma organização, departamento, projeto ou indivíduo em relação aos seus objetivos estratégicos;
6. CRM – Customer Relationship Management (Gestão de Relacionamento com o Cliente): estratégia, sistema ou software utilizado pelas empresas para gerenciar e analisar interações e dados dos clientes com o objetivo de melhorar o relacionamento e a satisfação;
7. AWOL – Absent without Leave (Ausente sem Licença): usado informalmente para descrever alguém que está ausente de uma situação ou compromisso sem explicação ou aviso;
8. AFK – Away from Keyboard (Longe do Teclado): indica que alguém está temporariamente ausente e indisponível para responder ou participar de atividades;
9. DM – Direct Message (Mensagem Direta);
10. VPN – Virtual Private Network (Rede Privada Virtual): tecnologia que cria uma conexão segura e criptografada sobre uma rede pública, como a internet;
11. CEO – Chief Executive Officer (Diretor Executivo);
12. TBD – To Be Decided (A Ser Decidido);
13. NDA – Non-Disclosure Agreement (Acordo de Confidencialidade);
14. PTO – Paid Time Off (Folga Remunerada);
15. COO – Chief Operating Officer (Diretor de Operações);
16. ROI – Return on Investment (Retorno sobre Investimento): métrica financeira usada para avaliar a eficiência e a rentabilidade de um investimento;
17. WFH – Working from Home (Trabalhando de Casa);
18. SEO – Search Engine Optimization (Otimização para Motores de Busca): conjunto de práticas e estratégias usadas para melhorar a visibilidade e o posicionamento de um site nas páginas de resultados dos motores de busca, como o Google;
19. ICYMI – In Case You Missed It (Caso Você Tenha Perdido): expressão usada para destacar ou compartilhar informações, notícias ou atualizações que alguém pode não ter visto anteriormente;
20. RFP – Request for Proposal (Solicitação de Proposta): utilizado para solicitar propostas de fornecedores, prestadores de serviços ou consultores para a execução de um projeto ou fornecimento de produtos e serviços.
Por que alguns acrônimos são necessários
Muitos optam pela brevidade da comunicação em detrimento da clareza, principalmente em empresas de tecnologia. O resultado? Tentando parecer “antenadas”, essas pessoas falam rápido, mas correm o risco de serem mal compreendidas – especialmente em uma conversa com quem está fora da empresa ou do setor.
Adivinhe quem decide se sua comunicação é eficaz ou não? Seu público. Você está “falando a língua deles” ou usando frases de efeito que só você entende?Impacto na comunicação corporativa
O verdadeiro impacto vem com intenção, não necessariamente com as palavras (ou letras) que você escolhe. Autor e especialista em marketing e branding, Jeffrey Shaw afirma que, para entender a linguagem de alguém, é necessário saber do que essa pessoa precisa, mas não sabe pedir.
Afinal, se elas não entendem o que você está dizendo, como você avança na sua carreira? Como consegue a promoção, o novo emprego, o investimento na sua ideia de negócio ou o apoio da sua equipe?
Clareza é o mais importante. Fale a linguagem da pessoa que está à sua frente – não demonstre quantas abreviações você pode soltar em 60 segundos. Se está falando com investidores ou qualquer pessoa de fora do seu setor, usar acrônimos internos pode irritar seu público. Não abrevie seu impacto.
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*Chris Westfall é colaborador da Forbes USA. Ele é autor de livros, escreve sobre a importância da comunicação para a liderança e também é consultor de empresas e empreendedores, ajudando a criar culturas com melhor engajamento e colaboração