Eddie and Clara’s moodboard: Eddie’s point of view.
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@moonylikeclara
Eddie and Clara’s moodboard: Eddie’s point of view.
moonylikeclara:
– O que? – cruzou os braços e o analisou com as sobrancelhas franzidas e um olhar de descaso – Você realmente se acha o centro do universo, não? Sabia que não devia ter vindo até aqui. – bufou e rolou os olhos – Eu só quero um favor, você é apenas a pessoa mais acessÃvel, mas se não quiser ajudar tenho mais uma lista de pessoas que o fariam com o maior prazer. – deu de ombros e arqueou as sobrancelhas, deixando um sorriso presunçoso escapar. – Então, vai ajudar ou não?
Eu não me acho o centro do universo, mas as vezes você faz parecer como se eu fosse e ai a culpa não é minha. – deu de ombros rindo da expressão alheia – Se por um acaso esse seu discurso era uma tentativa de mascarar que você precisa de mim 24/7, devo dizer que você falhou miseravalmente nisso. Porque isso só me fez acreditar que você realmente precisa de mim pra tudo. – torceu os lábios segurando uma risada – O que você quer, Olson?Â
Você é irritante e eu não preciso de você para nada, Rickards. Nadinha. Se eu te procuro tanto é porque me importo um pouco, bem pouco, só o suficiente para te dar o prazer da minha presença de vez em quando e te tirar dessa monotonia que você chama de vida. -- colocou as duas mãos na cintura e assentiu, mais uma vez forçando um sorriso doce -- Certo... Hum, quão confortável você se sente com arrombamento a essa hora da madrugada? -- mordeu a parte interna dos lábios e o fitou na expectativa de uma resposta positiva.
moonylikeclara:
– Rickards, pare tudo o que está fazendo, preciso de ajuda. Agora. Digo, por favor. – disse ao entrar no quarto dele sem ao menos bater. Olhou para Eddie com a sua melhor expressão angelical. – E prometo que dessa vez não vamos envolver a polÃcia, ok?
Não sabe mais bater? – disse mantendo uma expressão séria pra garota que acabará de envadir seu quarto –  Eu não sei qual é o tipo de obsessão que você tem comigo e nem quero saber. You always say “I hate you’, but when you needs help you come running to me. I really don’t understand you, Olson. Precisando de alguém pra apagar seu fogo? – arqueou uma sobrancelha, mandando pro inferno a expressão séria e enfim esboçando um meio sorriso no canto dos lábios.Â
-- O que? -- cruzou os braços e o analisou com as sobrancelhas franzidas e um olhar de descaso -- Você realmente se acha o centro do universo, não? Sabia que não devia ter vindo até aqui. -- bufou e rolou os olhos -- Eu só quero um favor, você é apenas a pessoa mais acessÃvel, mas se não quiser ajudar tenho mais uma lista de pessoas que o fariam com o maior prazer. -- deu de ombros e arqueou as sobrancelhas, deixando um sorriso presunçoso escapar. -- Então, vai ajudar ou não?
-- Rickards, pare tudo o que está fazendo, preciso de ajuda. Agora. Digo, por favor. -- disse ao entrar no quarto dele sem ao menos bater. Olhou para Eddie com a sua melhor expressão angelical. -- E prometo que dessa vez não vamos envolver a polÃcia, ok?
Céus, garota! Você não tem pena disso? Eu não sei, mas acho engraçado. Elas ficaram taxadas como enxeridas e eu como saidinha, nada que já não soubessem. — Riu, dando de ombros. — De qualquer forma, foi bem divertido. Eu repetiria a dose! — A olhou curiosa e logo que sentiu os lábios dela sobre os seus, tratou de seguir os movimentos que ela fazia, inclinando-se sobre ela e a acompanhando, sem pressa.
Nem um pouco, ele é quem estava errado, ué, eu até fui dar um oizinho a ele no hospital -- assentiu com um tanto de descaso -- O arrependimento vem só no dia seguinte, nos outros dias tudo o que queremos é viver aquilo de novo -- riu baixo. Ao perceber que a garota havia correspondido o beijo, Clara intensificou-o um pouco e levou uma das mãos a nuca dela, a trazendo para perto.
Você nunca liga pra nada e esse é mais um dos seus problemas.  – fez uma careta, mas riu em seguida com a fala dela.  – Não, até porque eu guardo todo o meu lado ogro especialmente pra você. Deveria era agradecer por ser especial e não ficar ai desdenhando.  – Deu de ombros, se jogando na cama em seguida. Colocou os braços atrás da cabeça e parou para observava a garota.  – Agora você ficaria bem melhor de lingerie parada ai. Consigo até imaginar a cena,  mas você não quer que eu mostre minhas habilidades então. E eu não preciso mais ter essa vista, a minha imaginação trabalha nela.  – Piscou para a garota com um sorriso no canto dos lábios.  – Parece interessante. Como se você precisasse me ignorar, o local vai ter música, bebidas e mulheres. Provavelmente você só vai ver a minha cara no dia de voltar pra cá.
Claro, porque você inclusive se deu o trabalho de fazer uma lista de todos os meus problemas que lhe irritam -- ironizou com um rolar de olhos -- Oh, agora eu tenho que me sentir privilegiada porque você guarda toda a sua ogrisse para mim? Wow, muito obrigada, Eddie, estou realmente honrada por ser especial a esse ponto -- falou em tom sarcástico. -- Eu sempre soube que estava presente nos seus sonhos, docinhos, só controle o seu amiguinho enquanto eu estiver aqui, iria ser uma pena desapontá-lo. -- fez bico e colocou as mãos na cintura, mas logo sorriu -- Bom, então acho que temos um acordo, nós desviamos do caminho um do outro e tudo vai ficar bem até a hora de irmos embora, fechado?
O que exatamente seria isso que você me deu para provar? É diferente de tudo já que experimentei, mas é bom.
Milkshake de avelã, calda de morango, ovomaltine e um pouco de essência de menta. Receita de famÃlia... Que começou comigo.
Você gostou mesmo?
Quebrar a porta não vai ajudar e nada – sorri aproximando da mulher – Toma, tenta com a minha, aconteceu a mesma coisa no meu quarto.
Desculpa se eu não tenho a sua delicadeza, princesa, mas não estou com paciência -- resmungou e pegou a chave dela -- Eu duvido muito que isso vá dar certo, mas ok... -- falou enquanto colocava a chave na fechadura e a girava, conseguindo, surpreendentemente, abrir a porta -- Qual o seu poder? Clarividência? -- perguntou a fitando com os olhos estreitos.
Eu estou sendo muito boazinha com você, Rickards – ergueu as sobrancelhas com ar desafiador e sentou-se na cama ao lado dele, inclinando-se em sua direção – Tudo bem, vou mudar minha oferta. Você me empresta as chaves do seu carro e eu não incendeio o seu quarto até tudo isso aqui ser apenas cinzas, inclusive você. – sorriu sarcástica.
Acho valido te lembrar que eu estou aqui especialmente pra apagar seu fogo sempre que for necessário. - Piscou pra garota, retribuindo o sorriso sarcástico - E nesse caso literalmente. - Riu baixo, meneando a cabeça em negativo. - Você realmente vai precisar aumentar a oferta se quiser o carro.Â
Oh, claro, como pude me esquecer de que você pode entrar no modo hidrante a qualquer momento? Veremos se você é eficiente o suficiente para apagar o meu fogo então. – manteve o sorriso e concentrou-se em uma pilha de roupas no canto do quarto, fazendo com que uma pequena chama começasse ali – Seja direto, o que você quer para me emprestar o carro? Quer ir comigo? Sente tanta falta assim de passar um tempo comigo em um carro?
Não sei, talvez você ande com problemas de memória. Eu não duvidaria disso. - Olhou pra direção que a garota olhava - PUTA MERDA, CLARA! MINHAS ROUPAS NÃO! - Resmungou, rapidamente se concentrando para que a água que pingava na torneira do banheiro aumentasse a quantidade e a direcionou para a pilha de roupas. - Claro que eu sinto, foi a melhor viagem da minha vida. - Disse irônico - Não aprecio a sua companhia, a não ser que você esteja nua ou de lingerie. Mas já que não tenho muita opção, acho bom você me levar junto ou sem carro pra você.
Soltou uma risada divertida ou ouvi-lo gritar e encolheu as pernas para cima da cama para evitar que a água a molhasse – É sempre um prazer te tirar do sério – disse ainda rindo – Não duvido que tenha sido, sua vida não parece lá muito interessante – deu de ombros – Oh, você é realmente um gentleman, mas o dia em que eu aparecer nua voluntariamente para você será o mesmo dia em que me internarão em um hospÃcio – sorriu falsamente – Se esse é realmente o único jeito de ir, você me pega à s nove amanhã? Espero que goste de festivais, porque nós vamos para um.
Você tem sérios problemas, garota. - Revirou os olhos, enquanto fazia a água voltar a diminuir e parar por completo. - E a sua é muito interessante, né? - Deu de ombros pra ela, mas logo aproximou o rosto do ouvido dela - Bom, de lingerie eu já vi e confesso que a visão foi realmente boa. Mas quando quiser aparecer nua, prometo que não vai se arrepender. Sei muito bem como deixar uma garota molhada. - Sussurrou e se afastou dela antes que levasse um tapa, rindo em seguida - Pode ser. Depende, que tipo de festival seria?
Você provavelmente está certo, mas não é como se eu ligasse, então... -- estalou a lÃngua e voltou a sorrir de forma pretensiosa, mas o sorriso logo foi desfeito quando sentiu-se arrepiar pela voz do dele em seu ouvido e engoliu em seco -- Você é a pessoa mais nojenta do mundo, alguém já te disse isso? -- disse em tom irritado e levantou-se da cama -- Que bom que apreciou a vista, porque certamente não vai tê-la de novo. -- assentiu com um sorriso falso -- Música alternativa, são bandas locais, mas o lugar parece bom, é ao ar livre e não tem nenhum diretor ou monitor para me encher a paciência, o que já é o suficiente pra mim. Quer dizer, tem você ainda, mas não é tão difÃcil de ignorar assim.
Clássico porre, esse deve ter sido dos bons. E você tem essas fotos a� – ergueu as sobrancelhas curiosa – Oh, esse definitivamente não foi um bom desafio, porque você quase acabou com a garrafa inteira – disse rindo e pegou a garrafa, dando alguns goles – É a sua vez.
Eu acho que sim. Devem estar no meu notebook, porque quando eu falo, ninguém acredita. — Olhou para ela e riu, dando de lÃngua e fazendo uma careta em seguida — Não me faça desafios com bebidas, Clara. Eu não resisto. Hum, vamos ver…. Uma coisa que você tem vontade de fazer, mas nunca fez.
Só um cara tentou tirar fotos minhas seminua, ele caiu da minha varanda e ainda está atado a uma cama de hospital -- sorriu inocentemente -- Não resiste? -- arqueou apenas uma das sobrancelhas e sorriu de canto -- Talvez isso seja bom. -- assentiu lentamente -- Nós estamos em uma cozinha e não tem muito além de comida, mas acho que tem algo que eu nunca fiz e gostaria de fazer sim. -- falou pensativa e a fitou novamente, deu um gole da garrafa e a deixou de lado. Clara mordeu de leve o próprio lábio inferior e sorriu, aproximando seu rosto do da garota até que seus lábios estivessem unidos.
Oh, sério? O meu também! Foi em uma festa que teve na casa de umas garotas em Malibu e no dia seguinte acordei na carroceria de um carro com um cara de quem até hoje não sei o nome – riu junto com ela e sentou-se ao seu lado, virando-se um pouco para que pudesse olhar diretamente para a garota – Bem melhor mesmo – assentiu fitando-a – Certo, vou pegar leve no primeiro desafio. Desafio você a passar dez segundos completos virando essa garrafa e sem careta no final.
Eu não lembro como cheguei em casa. Só lembro que depois de alguns dias, quando voltei para a escola, umas meninas tinham fotos minhas de lingerie. O que é bem engraçado! Eu acho. — Riu, suspirando fundo ao concordar com o desafio. Pegou a garrafa e bebeu o que deu em dez segundos, mordendo o lábio inferior ao final e soltando um suspiro em seguida — Wow!
Clássico porre, esse deve ter sido dos bons. E você tem essas fotos a� -- ergueu as sobrancelhas curiosa -- Oh, esse definitivamente não foi um bom desafio, porque você quase acabou com a garrafa inteira -- disse rindo e pegou a garrafa, dando alguns goles -- É a sua vez.
Eu estou sendo muito boazinha com você, Rickards – ergueu as sobrancelhas com ar desafiador e sentou-se na cama ao lado dele, inclinando-se em sua direção – Tudo bem, vou mudar minha oferta. Você me empresta as chaves do seu carro e eu não incendeio o seu quarto até tudo isso aqui ser apenas cinzas, inclusive você. – sorriu sarcástica.
Acho valido te lembrar que eu estou aqui especialmente pra apagar seu fogo sempre que for necessário. - Piscou pra garota, retribuindo o sorriso sarcástico - E nesse caso literalmente. - Riu baixo, meneando a cabeça em negativo. - Você realmente vai precisar aumentar a oferta se quiser o carro.Â
Oh, claro, como pude me esquecer de que você pode entrar no modo hidrante a qualquer momento? Veremos se você é eficiente o suficiente para apagar o meu fogo então. – manteve o sorriso e concentrou-se em uma pilha de roupas no canto do quarto, fazendo com que uma pequena chama começasse ali – Seja direto, o que você quer para me emprestar o carro? Quer ir comigo? Sente tanta falta assim de passar um tempo comigo em um carro?
Não sei, talvez você ande com problemas de memória. Eu não duvidaria disso. - Olhou pra direção que a garota olhava - PUTA MERDA, CLARA! MINHAS ROUPAS NÃO! - Resmungou, rapidamente se concentrando para que a água que pingava na torneira do banheiro aumentasse a quantidade e a direcionou para a pilha de roupas. - Claro que eu sinto, foi a melhor viagem da minha vida. - Disse irônico - Não aprecio a sua companhia, a não ser que você esteja nua ou de lingerie. Mas já que não tenho muita opção, acho bom você me levar junto ou sem carro pra você.
Soltou uma risada divertida ou ouvi-lo gritar e encolheu as pernas para cima da cama para evitar que a água a molhasse -- É sempre um prazer te tirar do sério -- disse ainda rindo -- Não duvido que tenha sido, sua vida não parece lá muito interessante -- deu de ombros -- Oh, você é realmente um gentleman, mas o dia em que eu aparecer nua voluntariamente para você será o mesmo dia em que me internarão em um hospÃcio -- sorriu falsamente -- Se esse é realmente o único jeito de ir, você me pega à s nove amanhã? Espero que goste de festivais, porque nós vamos para um.
Eles mudam a fechadura do meu quarto e não me dão as chaves certas, bela merda – bufou depois de dar um soco fraco na porta.
Já tentou outras possibilidades? Só porque não esteja conseguindo entrar, não significa que sejam as chaves. – murmurou, estendendo a mão. – Se importar de emprestar as chaves para ver o que era?
Acredite, já tentei colocá-la nessa fechadura de todos os jeitos possÃveis, mas nada parece funcionar, Sam -- bufou e entregou a chave a ela -- Boa sorte, se conseguir será minha salvadora, se não conseguir acamparei no corredor. Melhor, vou invadir a sala do diretor e dormir por lá mesmo.
Deve ser Lucas o nome dele, o cara da piadas irritantes, mas do bom estoque de álcool – deu de ombros e abriu a garrafa, dando um curto gole e fazendo uma careta – É um chá especial, se é que me entende – sorriu com malÃcia – É tequila e das boas – esticou a garrafa para ela – Tudo bem. Hum… – pensou por um instante olhando para a garota e sorriu – A alça dessa blusa está incomodando bastante, não está? Por que não tira ela?
Assentiu, prensando os lábios um contra o outro. Riu quando ela fez a careta e pegou a garrafa, bebendo um gole. Novamente se encostou na ilha, pegando impulso e sentando. — A primeira vez que tomei tequila, foi também a primeira vez na qual eu tomei o maior porre da minha vida. Foi tão engraçado, que a dona Petúnia estava desesperadamente preocupada porque eu passei l dia inteiro dormindo. — Riu, olhando para o macacão e abaixando ele até a altura da cintura e prendendo ele — Assim está melhor.
Oh, sério? O meu também! Foi em uma festa que teve na casa de umas garotas em Malibu e no dia seguinte acordei na carroceria de um carro com um cara de quem até hoje não sei o nome -- riu junto com ela e sentou-se ao seu lado, virando-se um pouco para que pudesse olhar diretamente para a garota -- Bem melhor mesmo -- assentiu fitando-a -- Certo, vou pegar leve no primeiro desafio. Desafio você a passar dez segundos completos virando essa garrafa e sem careta no final.
Eu estou sendo muito boazinha com você, Rickards – ergueu as sobrancelhas com ar desafiador e sentou-se na cama ao lado dele, inclinando-se em sua direção – Tudo bem, vou mudar minha oferta. Você me empresta as chaves do seu carro e eu não incendeio o seu quarto até tudo isso aqui ser apenas cinzas, inclusive você. – sorriu sarcástica.
Acho valido te lembrar que eu estou aqui especialmente pra apagar seu fogo sempre que for necessário. - Piscou pra garota, retribuindo o sorriso sarcástico - E nesse caso literalmente. - Riu baixo, meneando a cabeça em negativo. - Você realmente vai precisar aumentar a oferta se quiser o carro.Â
Oh, claro, como pude me esquecer de que você pode entrar no modo hidrante a qualquer momento? Veremos se você é eficiente o suficiente para apagar o meu fogo então. -- manteve o sorriso e concentrou-se em uma pilha de roupas no canto do quarto, fazendo com que uma pequena chama começasse ali -- Seja direto, o que você quer para me emprestar o carro? Quer ir comigo? Sente tanta falta assim de passar um tempo comigo em um carro?
Porque ele claramente é amargurado por ela tê-lo deixado, esse também provavelmente é o motivo das rugas de decepção dele, pensei em ajudar, mas ele não levou muito bem. – fez bico e depois soltou uma risada um tanto debochada – Nada de pimenta, anotado. Você está certa, falta emoção e um pouco de… – abaixou-se para abrir a porta do armário do balcão – Hum, onde foi que aquele magrelo guardou a garrafa de chá gelado? Ah, aqui. Um pouco disso. – disse tirando uma garrafa de chá do armário e sorrindo de canto – Você começa?
Riu enquanto ela falava sobre o psicólogo, o que realmente não deixou de ser engraçado a forma como ela o retratava — Magrelo? Você tá falando do Lucas? — Novamente a morena riu, mandando a cabeça para ambos os lados. — Bem, você começa. E só chá? Não consegue algo mais forte? Vamos ver se alguém tem escondido. Ou até aqui pela cozinha mesmo.
Deve ser Lucas o nome dele, o cara da piadas irritantes, mas do bom estoque de álcool -- deu de ombros e abriu a garrafa, dando um curto gole e fazendo uma careta -- É um chá especial, se é que me entende -- sorriu com malÃcia -- É tequila e das boas -- esticou a garrafa para ela -- Tudo bem. Hum... -- pensou por um instante olhando para a garota e sorriu -- A alça dessa blusa está incomodando bastante, não está? Por que não tira ela?
Eles mudam a fechadura do meu quarto e não me dão as chaves certas, bela merda -- bufou depois de dar um soco fraco na porta.