It’s in my nature to want to do the best I can. It makes me feel safe if I’m working hard, less lonely, somehow.

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Alicia Vikander being adorable on Jimmy Kimmel
schneiderlyra:
Porque eu meio que me comprometi com esse jantar, eu precisava tirar minha mãe do meu pé e ela estava ameaçando vir até aqui se eu não cooperasse. Eu quase estraguei tudo, cheguei atrasada e todos pareciam a beira de um colapso ou qualquer coisa do tipo, mas no fim acabei fazendo um acordo com Wolfgang, ele deixou claro que precisava desse noivado… Por isso disse que suas cartas são a unica chance, porque aparentemente eu não vou poder mais fazer nada para tentar acabar com isso, não com minhas próprias mãos e ideias. Não se preocupe, estou disposta a gastar o necessário para esquecer de tudo isso nem que seja só por dez minutos e que acabe com uma grande dor de cabeça amanhã. Espera, o capitão? E você deixou ele estragar tudo? Por Merlin! Parece até Wolfgang quando ficava me perseguindo por ai e fazia questão de que eu soubesse que ele estava por ai. Ele nem saiu da casa… Você tem certeza de que gosta desse cara? Nada contra, quem sou eu para falar disso, né? Sai de casa depois de quase 23 anos! Mas sério, você precisa dar um jeito nele.
Sentiu? Essa onde de vento frio apareceu no momento em que você citou sua mãe. Eu não sou lá muito medrosa, você sabe, sempre consegui encarar o Wolfgang e aquele inner circle de babacas dele de cabeça erguida, mas a sua mãe... Só de pensar na voz dela gritando o que é que você estava fazendo com a cigana já me dá arrepios. Ele fez o quê? Deixou claro que precisa desse noivado... Agora as coisas fazem mais sentido. Então ele está realmente muito desesperado. Você não pode fazer, mas é para isso que existem amigos, não? Pode contar comigo e tenho certeza que o seu melhor amigo também faria tudo para te ajudar. Maravilhoso, ainda bem que amanhã é sábado e podemos passar o dia dormindo e comendo besteira para curar a ressaca. Sim, o capitão! Lyra... Aquele homem é maravilhoso. É sério. Maravilhoso em todos os aspectos possíveis, é super educado, me tratava super bem e era ótimo na cama... mas ele não era para mim. Esse não foi o idiota quem estragou, simplesmente aconteceu. Ele nunca tinha conseguido realmente superar a ex e ela estava de casamento marcado, ficar com ele só seria doloroso a longo prazo.
Não tenho certeza de nada, se quer saber. As vezes pareço uma adolescente e isso me irrita tanto. Eu preciso dar um jeito nele? E eu lá tenho cara de mãe de um marmanjo de 23 anos, Lyra? Eu só quero que ele se resolva logo ou me deixe viver a minha vida em paz.
schneiderlyra:
Ah, agora sim, bem melhor! Você nem faz ideia do que eu tenho passado, acredita que tive que ir em um jantar e fazer todo o teatrinho de noiva satisfeita?! Que Morgana permita que o que quer que você tenha visto de bom nessas suas cartas se realize, por que, sinceramente, por mais que eu não acredite, é a única esperança que me restou. Pode deixar que a segunda rodada é por minha conta. Ah, o do Ministério? Por Merlin, Morjiana, você precisa fazer alguma coisa. Isso de ficar esperando por homem até ele decidir o que quer da vida está bem ultrapassado, sabia? Quem ele pensa que é pra ficar se metendo nos seus encontros, afinal?
Eu não faço ideia e sinceramente não queria estar na sua pele. Você teve o quê? Por quê raios você aceitou fazer o papel de noivinha satisfeita, Lyra? Vai se realizar, eu tenho certeza, as cartas nunca mentem. Muito obrigada, meu salário de secretária não é lá essas coisas para bancar uma noite inteira de bebida por minha conta. Sim, o próprio. Ei, eu não estou nessa esperando aquele idiota tomar uma decisão! Até parece que não me conhece. Eu conheci alguns outros caras, fui à alguns encontros... Sabe o capitão do Montrose Magpies? Eu saí algumas vezes com ele. Mas de alguma maneira o idiota parece sempre conseguir me localizar e acabar com o meu encontro. Já ‘tá ficando bem ridículo, a única coisa que parece importar para ele é que eu não vá para a cama com outro cara.
Exatamente! Quem ele pensa que é? É só um auror que ainda nem saiu da casa dos pais e nem ao menos tem coragem de assumir o que faz.
schneiderlyra:
Morj, desde quando você começou a refazer suas frases para amenizar para o lado dele? Eu sei com quem estamos lidando aqui muito bem e não precisa disso, sério. Tenho que me acostumar com a ideia infeliz de passar minha vida com ele anyway, certo? Aceito, estou realmente precisando de uma boa bebida e uma boa companhia, para variar um pouco.
Idiota é novo apelido pro cachorro ou? Me perco com tanto carinho.
Ufa, tava sendo uma morte horrível ter que amenizar minhas frases direcionadas àquele babaca que te arranjaram como noivo. Eu realmente não queria ser você tendo que se acostumar com a ideia de passar a vida toda com ele, é sério. Mas ainda há esperanças, não? Da última vez que tiramos as cartas seu futuro não parecia tão miserável, então algo ainda pode acontecer. Ótimo! Vamos, vamos, não vejo a hora de deixar esse Ministério para traz e tomar uma boa dose de firewhiskey. Nah, por mais que eu adore demonstrar meu grande carinho por seu noivo, esse idiota é outro. O cara que eu tava saindo, lembra? Aquele que não resolve se quer ficar comigo, mas também não me deixa sair com mais ninguém.
schneiderlyra:
Infelizmente o cachorro tem trabalho a fazer e eu preciso de alguma folga, não é mesmo? Mesmo que esteja fugindo das obrigações. Acho que vou para o céu depois de tudo isso.
Maravilhoso! Espero que o trabalho dele mantenha ele preso no inferno para sempre. Quer dizer, espero que o trabalho dele prospere e ele seja capaz de te dar uma vida de rainha. Precisa e merece uma folga! O que acha de uma bebida? Eu pago, preciso muito conseguir tomar alguma coisa sem aquele idiota me atrapalhando.
Saiu sozinha hoje? Digo, não está levando o cachorro para passear?
If you could change one thing about the world, what would it be?
Wolfgang Kuester living in it.
(flashback, january 1979) next time you point a finger i'll point you to the mirror / wolfgang & raina
w-kuester:
Wolfgang nunca havia se importado com os mestiços que dividiam os corredores com ele em Durmstrang, sempre deixava que seus amigos fossem os responsáveis por fazer piadinhas, humilha-los e maltrata-los. Era a forma dele de mostrar que ele realmente não dava a mínima para insignificância deles, mas de qualquer forma estava sempre rindo junto dos amigos com o resultado daqueles momentos. Porém as coisas mudaram quando Lyra Schneider colocará os pés naquele local. Orientado por seu pai, Wolf tinha que se aproximar da alemã por conta de interesses que a família Kuester tinha com a Schneider e sem pensar duas vezes, sem sequer questionar, havia feito o que lhe foi pedido. Era uma forma de conseguir também manter o quadribol em sua vida, quando seu pai já havia lhe pedido para parar inúmeras vezes, mas nunca havia feito porque era sempre recompensado por ter feito algo que agradava Niklas. E sua recompensa era se manter no quadribol.
O que o alemão não esperava era que a morena, pouco mais jovem que ele, não estava nenhum pouco interessada em fazer parte do seu círculo social, não queria ser amiga dos amigos dele. Não queria se aproximar e ele sequer entendera porquê. E o que fazia o sangue puríssimo, que corria pelas veias do loiro, ferver era o fato de que ele tinha interesse nela. Wolf não a achava bonita, seu coração não disparava ou prendia a respiração perto dela ou todas aquelas baboseiras que pessoas apaixonadas diziam sentir, porque ele nunca de fato foi apaixonado por Lyra. Apenas havia algo nela que lhe atraía, atraía o seu interesse, algo que raramente acontecia. Algo que somente Mia havia conseguido arrancar dele, já que era a única que de fato dividia com ele os momentos mais sombrios. Se aprendera uma coisa com isso, era que ele não havia nascido para lidar com rejeição, aquilo havia afetado o ego dele de uma forma que não era nada boa. E foi então que Wolf começou a ser como seus amigos, passou a fazer piadinhas, tentar humilhar e maltratar os mestiços que haviam ganhado a atenção de Lyra, mestiços que de alguma forma ela julgava serem melhores companhias do que ele e seu grupo de amigos extremamente importantes naquele território.
Raina, a amiga cigana da Schneider, havia sido por muito tempo um dos principais alvos de Wolf. Talvez fosse o fato de que ela como um todo fosse uma piada aos olhos dele, como aquele tipo de pessoa poderia ser melhor do que ele de alguma forma? Assim que acabou seus anos no colégio, Wolfgang nunca mais precisou ver a mulher e ele agradecia mentalmente por isso. E teria ficado ainda mais agradecido se ela não tivesse aparecido em sua vida anos mais tarde, ainda sendo amiga de Lyra e agora tentando envenená-la contra ele. Sabia que ela tinha motivos para aquilo, sabia que ele mesmo havia dado motivos para que a mulher nutrisse tanto ódio por ele. E como se já não bastasse todo o ódio que a própria Lyra nutria por ele, tinha que ter mais alguém ali dando apoio naquilo, lhe enchendo a cabeça com formas de acabar com aquele laço que agora existiam entre eles, ainda que fosse apenas algo simbólico e que ela não quisesse que aquilo se tornasse algo de verdade. Ele não podia negar que a presença de Raina lhe incomodava de uma forma extrema, aquela era a chance dele de conhecer Lyra e ela estava estragando tudo. Ainda que ele também não estivesse se ajudando sendo um completo babaca com sua noiva toda vez que a via, mas era algo mais forte que ele. Quase não conseguia se controlar, sua sinceridade ultrapassava os limites e passava a ser um defeito, dos grandes. E algo em seu interior amargo ficava satisfeito em ver que ela estava tão infeliz quanto ele, talvez assim ela passasse a entendê-lo da mesma forma como Mia conseguia fazer.
A moldava lhe tirava do sério e ela havia conseguido fazer aquilo de uma forma que Wolf precisou fazer algo numa tentativa de acabar com toda aquela situação. Não precisava ser um gênio para saber que se Raina agora atendia por Morjiana, algo de errado havia acontecido ou ela estava fazendo algo de errado. Porque pessoas insignificantes não trocavam de nome da noite pro dia, não sem um propósito, não sem um motivo. Reunindo sua influência e conhecidos, não foi difícil pra ele descobrir o que havia acontecido com ela e ter aquela carta na manga era algo que ele não podia desperdiçar. Se ele queria se livrar dela, precisaria jogar sujo, precisaria usar aquilo contra ela. Talvez Kuester deveria se sentir mal por estar fazendo aquilo, mas não tinha um pingo de remorso, um pingo de piedade. Se para conseguir paz definitiva, ele tivesse que entregar Raina, Morjiana ou o que diabos a moldava se chamava agora, ele faria. Sem arrependimentos ou sentimento de culpa. E foi com aquela intenção que o puro sangue resolveu encontra-la em seu lugar de trabalho, o Ministério da Magia Britânico.
Sabia que de alguma forma o trabalho era algo importante para a mestiça e que se usasse aqueles espaço enquanto tocava naquele assunto, seria uma ótima forma de confronto. E o plano estava todo arquitetado em sua mente quando Wolf parou diante da mesa de Morjiana com um sorriso nos lábios. “Bom dia, Raina” Disse baixo, apenas para que ela escutasse, mas alto o suficiente para que ela sentisse o medo percorrer o corpo dela caso alguém estivesse perto e fosse capaz de ouvir.
O primeiro mês de Morjiana trabalhando no Ministério fora diferente de tudo o que poderia imaginar. Por inúmeras vezes havia se sentido como uma atração de circo – e não, isso não tinha nada a ver com as roupas da jovem como algumas pessoas gostavam de apontar – todos por ali pareciam arranjar uma desculpa para ir até o escritório de Brian Gallagher e ver com os próprios olhos o projeto de hippie saída da Woodstock – termo esse que havia partido de Harold, Morjiana poderia jurar, era simplesmente a cara dele chamá-la de tal maneira. Reconhecia que a maneira de se vestir era bem diferente do habitual que via pelos corredores do Ministério e a jovem havia feito o possível para se misturar com os demais trabalhadores do Ministério da Magia Inglês: passara a usar seu cabelo em um coque e não mais com as duas trancinhas laterais, da maneira que as mulheres que gostavam de seguir à moda da Moldávia usavam – e que ela particularmente adorava; havia jogado seus vestidos longos e estampados no fundo do armário, investindo uma quantia considerável de dinheiro em novas roupas, saias e camisas mais comuns, do tipo que via milhares de vezes durante o dia enquanto assistia o vai e vem das mulheres que trabalhavam ali no Ministério, algumas saias longas permaneceram, entretanto nenhuma delas parecia uma toalha de mesa ou uma fantasia de Halloween; e também havia tristemente aposentado suas pulseiras, sempre barulhentas, mas que a jovem amava, era triste não ouvi-las mais batendo uma na outra quando movia o braço.
A questão é que após um mês de trabalho Morjiana já não era mais a atração principal do Ministério, ela podia passar todo o dia entretida nos papéis que Brian lhe designava sem ser interrompida por ninguém querendo se apresentar por qualquer motivo que fosse. E ela não reclamava em nada da falta da atenção por parte dos outros trabalhadores do Ministério. Era bom ter silencio e privacidade. E depois de um ano como secretária de Gallagher, Morjiana era apenas mais uma das centenas de funcionárias do Ministério da Magia.
Recomeçar sua vida sozinha na Inglaterra não era nenhum desafio para a jovem, havia passado boa parte de sua vida sozinha. Mesmo tendo cinco irmãos a pequena Raina sempre se sentia solitária em sua casa, nem mesmo a companhia cheia de afeto de Ceija era capaz de mandar aquela sensação embora. E o sentimento continuou quando deixou a Moldávia para iniciar seus estudos em Durmstrang. Ninguém parecia querer se envolver com a garota romani, sua origem era motivo de brincadeiras por parte das outras crianças. O sentimento de solidão apenas amenizou quando Freja passou a ajudar Raina com seu dom para adivinhação. E, um ano mais tarde, Durmstrang recebeu uma aluna transferida de Hogwarts que, de certo modo, recebia os mesmos olhares que Raina estava acostumada. Com isso em comum não demorou para que Lyra e Raina encontrassem uma na outra a amizade que a inglesa havia deixado na antiga escola e a romani nunca havia experimentado.
Entretanto, a amizade de Lyra trouxe para a jovem um ônus: era esperado de Schneider que ela se envolvesse com os alunos que estavam no círculo próximo de sua família e não de dois halfbloods, como era o caso de Alek e Raina. A negativa de Lyra para certo rapaz desencadeou os piores eventos de toda a estadia da jovem em Durmstrang. Antes disso ela era invisível, por vezes a cigana, mas a partir de então era perseguida e insistentemente zoada por Wolfgang Kuester e seu inner circle de babacas. Para Raina o alemão tinha algum tipo de sentimento mal resolvido por Lyra – a jovem vira amor se transformar em ódio por vezes suficiente para apostar naquela probabilidade - mas para a amiga era apenas o jeito arrogante dele. Mas Wolfgang aparecer depois de anos como noivo chiclete de Lyra fazia com que ela continuasse apostando naquela mesma teoria de quando eram apenas adolescentes. A moldava insistia em fazer a amiga dar um jeito de acabar com o noivado e, aparentemente, isso havia deixado Kuester puto da vida.
Morjiana estava organizando as pastas que Brian deixara ali para que a secretária devolvesse ao arquivo corrente quando ouviu aquela maldita voz, a mesma voz com aquele tom ridículo de deboche que ouvira repetidamente em Durmstrang. Aquela voz que ao mesmo tempo em que fazia a pequena e magricela Raina tremer, fazia também com que uma força descomunal queimasse dentro de Morjiana, segurando-se para não perder a razão e ataca-lo. Morjiana sabia que era apenas questão de tempo para que Wolfgang se lembrasse de seu verdadeiro nome. Ouvi-lo chama-la de Raina alto o suficiente para que Brian ou qualquer outra pessoa pudesse ouvir fez com que um arrepio subisse pela espinha da jovem. Engolindo em seco, ergueu seus olhos do documento para encarar Wolfgang. “Não temos nenhuma Raina por aqui, senhor.” Sua voz saiu mais alto do que ela havia planejado o que fez com que ela instintivamente olhasse para a porta de Brian há menos de dois metros de distancia de sua mesa.
Alicia Vikander photographed by Trunk Xu for Modern Weekly Style, September 2016
Vou testar esse realismo todo deixando meu bigode crescer até dar pra torcer ele como vilão e perguntar sua opinião a respeito…
Chama ele pra vir junto que pago uma rodada pra ele também. Aproveita que tô generoso. Só não vai ler nas cartas que eu tô prestes a falir nem nada assim, pelo amor de deus… que daí a generosidade vai embora e fica só o desespero.
Eu acho que... É melhor não, chefe. Não ia ficar nada legal em você. Continue aparando a barba e o bigode, que tudo fica certo e a loira da International Confederation pode até te dar uma chance for real.
Harold vai adorar o convite, tenho certeza. Ele é, tipo, seu maior fã. Gosta mais de você do que eu, as vezes tenho essa impressão. E se você pagar uma rodada para ele, capaz que ele peça você em casamento antes de sequer me pedir em namoro. Alias, pedir em namoro, isso existe? Tipo, as pessoas pedem uma a outra em namoro, não é algo que acontece quando elas entram em um consenso? Não sou muito experiente nessas coisas, os caras da Durmstrang não curtiam muito a menina com jeito de cigana e os rapazes da vila só queriam casar... E não se preocupe, se ver falência na sua leitura não lhe contarei.
Huh! I’m really quite gullible. Shame on me. Ei, não tenta consertar não que agora já era. Já sei seu esquema. Vai ter que fazer hora extra hoje pra compensar esse dia. E quando digo fazer hora extra quero dizer me deixar te pagar alguma bebida enquanto você lê minha sorte.
Não é bem um esquema, mas... É algo que faço algumas vezes... Ou, sempre. Mas é tudo baseado em elogios reais, nunca menti, mantenho os elogios bem realistas e bacanas. E esse é o tipo de hora extra que eu adoro, principalmente sabendo que você vai pagar a minha bebida, já estou meio cansada de pagar as do Harold.
Não era esse o plano o tempo todo quando você elogiou minha gravata semana passada? Aquilo foi um elogio genuíno?
Nem um, nem outro. O elogio da sua gravata na semana passada foi para conseguir sair mais cedo naquele dia, na verdade.
Mas a gravata era realmente bonita e combinava com a sua roupa.
brian-gallagher replied to your post:Brian continua um bom patrão ou já encheu o saco?
Acaba de garantir um aumento porque eu sou fácil assim.
Se eu soubesse que era fácil assim conseguir um aumento eu te elogiaria diariamente.
Brian continua um bom patrão ou já encheu o saco?
Brian nunca vai encher o saco! He’s just too good to be true. Como patrão, é claro. E como amigo também, ele é um amigo incrível.
É Sturgis, eu já te disse mil vezes. E boa ideia. Você em cima de uma vassoura, eu definitivamente pagaria pra ver essa cena. Então resolva o mistério do ano: Se você não é hippie, por que usa essas roupas? Desculpa, mas eu nunca vou me acostumar.
Ãh… Qual é sua dúvida quanto a, hm, isso?
Stuart, Sturgis, same difference. Não, não mesmo. Era uma vergonha alheia total, tenho certeza que todo mundo fingia que não me conhecia depois disso. Eu parei de usar as saias longas, parei com as pulseiras barulhentas e os colares. Eu até cortei o meu cabelo! Aquela era a moda do mundo trouxa, e a moda era levemente baseada no movimento hippie, mas eu não sou hippie. Não tenho nada a ver com Woodstock e LSD, menos ainda com o amor livre.
Eu não sei... Tipo eu já conheci seus pais e toda sua família, até mesmo a sua ex que vem a ser minha amiga, você já sabe o que me fez vir para cá e que meu nome é Raina, mas... Acho que eu não estou acostumada com isso. É estranho para você também?
Tá bom, tá bom, vou reclamar pra outra pessoa da próxima vez. As outras pessoas gostam muito. Você tinha que ver em Hogwarts, a cultura esportiva era um absurdo. Eu só acho uma perda de tempo, eu poderia estar trabalhando, estudando, praticando. Você não acha? Ou sua ideologia hippie é a favor de esportes?
Rolou um convite pra sair. Certo. E você disse não. Certo?
Reclame para aquele seu amigo, o loiro, como é o nome dele mesmo? Stuart? O da Wizengamot, ele com certeza ganha mais do que nós dois juntos. Em Durmstrang pessoal gostava bastante de quadribol também, mas eu nunca me envolvi muito nisso, nunca consegui ficar em cima da vassoura por mais de dois minutos. Qual é, Harold, quase dois anos e você ainda não entende que eu não sou hippie. Não sou hippie!
Eu disse que não podia aceitar e então ele me perguntou se eu estou saindo com alguém. E essa pergunta eu não soube como responder.