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Esposa liberada.
Eu me tornei uma hotwife com consentimento do meu marido (Agosto - 2024)
By; Iza
Oi, me chamo Iza, tenho 29 anos e sou casada com o Bruno que tem 33 anos.
A primeira vez que ouvi sobre hotwifing foi pelo meu marido, Bruno. Estamos juntos há praticamente dez anos. E ele me colocou nesse mundo no momento certo, nesse mês de Agosto aconteceu o que vou contar a vocês.
Em uma conversa onde ele falou que deveríamos tentar algo novo ele falou do hotwfing, eu de imediato perguntei a ele;
– Você fantasia comigo dando para outros homens? – Perguntei, surpresa.
– Exatamente. – Ele disse. – Só de te ouvir falar assim fico excitado.
Me mostrou o pau duro. Era impossível não acreditar que ele estivesse falando sério.
– E como isso funciona? – Perguntei.
– Na minha cabeça é simples. Você escolhe, conhece outros caras e decide se quer ter alguma coisa com eles.
– Como se fosse solteira?
– Pode se dizer que sim.
A pica dele seguia dura enquanto conversávamos.
– Se eu tiver afim de, por exemplo, Nathan, do meu trabalho, podemos sair juntos?
– Você gostaria de sair com ele?
Fiquei nervosa quando ouvi a pergunta. Nathan era meu colega de trabalho há quase dois anos e tinha certeza que ele me dava bola. Assim como dava em cima de todas as garotas do escritório. Devia ter quase uns trinta anos.
– Talvez? – Respondi com outra pergunta.
– Iza, não precisa se assustar. Se você tem vontade de transar, tem minha permissão.
– Ok, eu quero transar.
Seu pau latejou algumas vezes. Era difícil, de uma hora para outra, falar na cara do meu marido, que desejava ficar com outra pessoa, mas Bruno fez de tudo para que me sentisse segura.
Dormi pensando na proposta e sonhei com Nathan. Quando acordei, estava com tanto tesão que fiz algo que não fazia há muito tempo: acordei Bruno com um boquete.
– Ual! Acho que não acordo bem assim há quase dez anos! – Exclamou.
Caímos na risada e fomos tomar café.
– Pelo visto alguém ficou excitada com o papo de ontem. – Bruno comentou.
– Depois desses dez anos que estamos juntos eu havia esquecido o que era pensar putaria com outros caras. – Falei.
– Pretende relembrar algo no trabalho hoje?
Quase engasgo com o café.
– Hoje?
– Porque perder tempo? Só preciso criar uma regra: quero que você filme tudo e me conte os detalhes pré e pós.
Não eram exigências difíceis de cumprir. O que uma esposa negaria para o marido que acabava de impulsionar o desejo que ela tinha de fazer sexo com outra pessoa?
Fui pensativa durante o caminho até a empresa.
Ao chegar, depois de deixar as coisas em minha mesa, fui direto a copa. Nathan estava lá, sozinho. Meu coração acelerou. Me sentia como uma garota no colégio dando de cara com o garoto que ela estava afim. Eu nunca havia o enxergado daquele jeito. A possibilidade real de ter alguma coisa me trouxe um mar de sentimentos.
Depois de nos darmos bom dia, fui me servir de café na máquina.
– Está quebrada. – Me avisou. – Hoje estamos sem café. Posso oferecer apenas leite. – Complementou.
– Então quero leite. – Falei, sabendo que ele estava fazendo uma brincadeira de duplo sentido.
Nathan riu achando que eu não havia entendido, se virou e foi embora.
Voltei para minha mesa sem conseguir tirar da cabeça a imagem de Nathan me dando leite. Foi difícil me concentrar para trabalhar durante o turno da manhã. Falei por mensagem para Bruno o que havia feito e ele me disse que gozou enquanto me imaginava fazendo aquele pedido para Nathan.
Quando chegou a hora do almoço, Nathan me envia uma mensagem perguntando onde eu pretendia ir almoçar. Respondi falando que não tinha planos.
– Quer almoçar comigo? – Perguntou.
Esse convite não era normal. Nunca havia dado o mínimo de bola para Nathan porque sabia que era um cafajeste, então sempre rolou um certo nível de respeito. Imaginei que depois da nossa conversinha, ele estaria testando as águas para saber se eu tinha realmente entendido o que havia dito.
– Não. Você me negou leite de manhã. – Respondi.
Ele riu e me perguntou se eu sabia de que leite ele se referia.
– Não sou uma criança, Nathan.
Ele seguia sem acreditar. Então resolvi o torturar.
– Quem não entendeu foi você e perdeu o melhor boquete da sua vida.
Em menos de um minuto esse homem brotou desesperado ao lado da minha mesa. Tentava se justificar de todas as formas imagináveis. Mesmo querendo dar risada, tentei permanecer impassível, fingindo que ele havia perdido uma oportunidade única.
– Vou pensar se te dou uma segunda chance. Até o fim do dia te dou uma resposta. – Falei e encerrei a conversa.
Fui almoçar sozinha e conversei com Bruno. Queria saber o que meu marido pensava e a única coisa que me dizia era para fazer o que eu mais tinha vontade. Pensei por pouco tempo e lembrei que o escritório tinha uma salinha que costumava ser do zelador até que um dia demitiram e nunca o substituíram, então a salinha começou a ser chamada de “salinha da sujeira” porque virou um depósito de coisas velhas.
– Vou convida-lo para a salinha no final do expediente e vou chupar o pau dele, posso? – Perguntei a Bruno sabendo bem qual era a resposta.
Respondeu com uma foto do pau ereto e assumi que era um sim.
Perto do fim da tarde mando a mensagem. Primeiro Nathan sai e, discretamente, cinco minutos depois vou atrás. A salinha está com a porta semi aberta e lá dentro encontro um Nathan ansioso.
– Caralho, não acredito que isso seja verdade! – Disse assim que me viu entrando.
Tento não rir e aviso que se ele me negar leite mais uma vez, nunca mais terá uma chance comigo. Que vai precisar me dar leite sempre que eu pedir.
Nathan aceita rápido. Entrego meu celular em sua mão e o mando gravar. Puxo uma cadeira que estava num canto e me sento de frente para o seu corpo.
– O que está esperando? – Perguntei e o vi desabotoar a calça e botar o pau meia bomba para fora.
Estava acostumada com o pau de Bruno. Depois de dez anos era como se eu nunca tivesse visto um outro membro masculino em minha frente. E como meu marido era humilde no quesito do tamanho, fiquei levemente chocada com a grossura e cumprimento de Nathan. Quando segurei senti a diferença nas mãos. Me sentia como uma virgem que nunca havia segurado uma pica. O masturbei de leve e o vi terminar de crescer e engrossar. Era um pauzão de respeito.
O frio na barriga aumentava a cada ato. Quando me aproximei com a boca cheguei ao ápice. Era melhor do que na minha primeira vez porque dessa vez eu sabia o que fazer e não me sentia pressionada. Era uma mulher casada e amada pelo marido, bem sucedida em sua carreira, estável financeiramente e feliz em todos aspectos. Pôr a boca naquela pica era apenas diversão.
Precisei abrir bem a boca para engolir aquela cabeça. Fiz questão de lamber tudo, deixar minha saliva escorrer e deixar a pica bem molhada. Chupei suas bolas enquanto o masturbava e ele gostou tanto que parecia que nunca tinha tido as bolas chupadas. Quando comecei a tentar engoli-lo por inteiro, o cafajeste pôs a mão atrás da minha cabeça para “ajudar”. Eu havia esquecido em como essa força que os homens fazem na minha cabeça enquanto chupo era excitante.
Parei de resistir e o deixei me conduzir. Estava quase ficando sem ar e tinha engolido um pouco mais da metade. Havia muito pela frente. Engasguei e tirei o pau da boca. O safado bateu com a pica no meu rosto, como se me punisse por não ter engolido. A piroca era tão grande que senti como um tapa. Não me deixou recuperar todo o folego e me forçou a voltar a chupar.
– Vai, cachorra, engole tudo! – Disse, ofegante.
Fui ficando cada vez mais molhada. Sempre que engasgava, ele não tinha dó de mim e me forçava a manter o pau na boca. Eu recuperava o folego as pressas e tentava engolir mais uma vez. Milímetro por milímetro. Não havia amor, carinho ou respeito. Em nenhum momento me perguntou se estava tudo bem. Após dez anos casada, eu havia esquecido o que era ser a puta de alguém.
Ele me manteve desse jeito, “fodendo minha boca”, e eu o deixei. De vez em quando Nathan parava para bater e esfregar a pica no meu rosto, me chamar de puta, cachorra, safada ou qualquer outro adjetivo desse tipo. Eu gemia ofegante e reabria a boca para que ele enfiasse o pau.
– É assim que eu faço com toda puta que pede leite! Gosta, safada?
– Uhum. – Respondo da forma que consigo de boca cheia.
Seus urros de prazer me alertaram que a hora estava chegando. Forçou minha cabeça com mais velocidade e, quando percebeu que iria gozar, empurrou a pica o máximo. Quase não consigo respirar e apenas consigo sentir os jatos de porra sendo jorrados diretamente em minha garganta. Engasguei e sentia que teria porra saindo pelo meu nariz.
Após gozar, parecia que aquele animal havia sido domesticado. Me olhou e perguntou se eu estava bem e se havia gostado. Terminou a gravação e devolveu o celular. Com calma, chupei e limpei o resto de porra que escorria da cabeça da piroca dele enquanto tossia e lacrimejava.
– Caralho! Nunca gozei tão rápido e tão gostoso.
– Não quero saber de nenhuma putinha desse escritório tomando meu leite, entendeu? – Falei.
– Claro! Agora ele é todo seu! Quando você quiser!
Adoro um homem obediente.
Usando a câmera frontal do celular me dei conta que estava um desastre. Cabelo bagunçado, batom borrado, maquiagem destruída e a mancha na parte de cima da blusa eu não sabia identificar. Era esperma ou saliva?
Fiz Nathan ir pegar minha bolsa porque eu não poderia sair pela empresa daquele jeito. Fiz uma rápida maquiagem para disfarçar e sai primeiro. Cinco minutos depois ele saiu e também voltou a sala de trabalho.
Avisei para Bruno e ele disse que mal podia esperar que eu chegasse em casa com o vídeo. Me sentia nervosa por ter medo da reação dele ao ver que a fantasia tinha se tornado realidade.
Assim que cheguei, fui recebida por um longo beijo cheio de vontade. Em seguida sentamos no sofá e colocamos o vídeo na TV.
– Tenho a esposa mais sexy desse mundo. – Foi a primeira coisa que ele disse ao me ver babando em Nathan.
Ri de nervoso, mas estava voltando a ficar molhada ao relembrar o momento.
– Parece que você gostou bastante, não? – Ele perguntou.
Concordei.
– E você? Gostando? – Perguntei.
Bruno colocou o pau duro para fora, latejando de prazer. Suspirei de tesão. Havia algo mágico em ter feito outro cara gozar e ver meu marido ali, excitado, assistindo tudo. Cai de boca sem falar nada. Abocanhei e engoli por inteiro de primeira. Não engasguei nem por um momento. Estava bem treinada no pau de Nathan.
Ele me pegou pela cabeça assim como no vídeo e me fez repetir a chupada. Quando gozou, encheu minha boca de esperma e eu deixei a porra escorrer por seu pau. A quantidade do seu prazer era o indicativo ideal para que eu tivesse certeza que ele tinha amado.
Quando acabei de chupar, me dei conta que o vídeo ainda não havia acabado. Tinha seis minutos de duração e ainda estava em uns quatro minutos. Ele pausou o vídeo e disse que precisava se recuperar para ver o resto depois e dar mais uma gozada.
– Pelo visto você gostou. – Falei, rindo.
Eu havia me tornado a tal de hotwife oficialmente naquele dia.
Depois conto mais ...
Enviado ao Te Contos por Iza
O Visitante
Eu sabia o que ele queria. Não precisou me dizer com todas as letras. Bastava o brilho nos olhos quando comentava sobre aquele colega da academia, o tom curioso demais, o sorriso contido quando eu mencionava que ele era bonito. Era como se meu marido estivesse pintando um quadro com as pontas dos dedos — e eu era a tinta viva, pronta para deslizar pela tela.
Confesso que, no começo, resisti à ideia. Não pelo ato em si, mas pelo que ele exigia de mim: me expor, provocar, abrir uma porta que, até então, só havíamos olhado pelo buraco da fechadura. Mas a fantasia dele se tornou, aos poucos, um espelho do meu próprio desejo. O nervosismo se misturava ao calor nos meus pensamentos. Era proibido, e talvez por isso mesmo, tão profundamente excitante.
Na academia, observei aquele homem como quem avalia um livro pelo peso do silêncio entre as páginas. Esperei o momento certo. Um sorriso aqui, um toque leve no braço ali. Palavras escolhidas com a precisão de quem semeia um incêndio. E ele, inocente, curioso... caiu na dança.
Voltamos para casa com uma desculpa qualquer. Conversa solta, risadas tímidas, aquele suspense escondido entre as pausas. Ele hesitava. Mas a hesitação dele era combustível para mim. Meu marido, silencioso, só assistia. Era como se tivesse acendido a vela e agora se encantasse com o derretimento da cera.
Sentei no sofá ao lado do convidado. A distância era uma formalidade. Me aproximei sutilmente, e o calor do corpo dele preencheu o espaço entre nós. Toquei seu braço. Ele não recuou. Me inclinei, como quem compartilha um segredo — e deixei que a pele dissesse o que as palavras não ousavam.
Meu marido estava ali, na poltrona, taça na mão, olhar firme. Era dele a cena. Ele a havia construído com o desejo. E agora, me observava se desdobrar em carne e entrega.
Quando os lábios do outro tocaram meu pescoço, foi como se cada poro se abrisse em flor. A tensão explodiu em silêncio. Sua mão subiu pela minha coxa devagar, com a reverência de quem descobre um templo escondido. Meu vestido parecia pesar mais, como se o tecido também sentisse a intensidade do momento.
Meus olhos encontraram os do meu marido — e havia ali uma força que me ancorava, me guiava, me dizia: vá. Sem ciúme. Sem medo. Só desejo. Vivo. Ardente. Nosso.
O beijo veio como um mergulho quente. Meus dedos subiram pelas costas do convidado, sentindo os contornos do seu corpo, o músculo tenso sob o pano fino da camisa. A cada toque, ele se desfazia mais da hesitação. E eu, mais do controle. Me abri como se abrisse uma janela para a noite entrar.
Ele me puxou com mais firmeza. As suas mãos grandes e fortes apertavam as minhas nádegas. O beijo já evoluira para uma dança de línguas, envoltas em tesão. Logo o seu membro encontrou o meu sexo, deslizando destemido para dentro de mim, preenchendo cada centímetro da minha vulva.
A sensação de ter aquele órgão dentro de mim é comparável a uma comida muito apimentada. Ela te trás dor, ardor, mas também te satisfaz, te sacia. E assim eu me sentia. Satisfeita, saciada, devorada, violada (?).
Os olhos atentos do meu marido registravam cada momento, como quem filma a mais profunda película clássica. O seu prazer era tão inebriante que o meu corpo reagiu ao imaginar o quanto ele apreciava o momento, e explodiu num orgasmo intenso e molhado, o que também resultou naquele membro colossal despejando em mim todo o seu prazer.
Depois, o silêncio era um abraço morno. Me recostei no peito do meu marido, os corpos ainda com vestígios de calor. Seus dedos desenhavam círculos lentos nas minhas costas, como se lessem um poema que só ele conhecia. Entre as minhas pernas ainda escorria vestígios da minha transgressão.
O visitante nos observava em êxtase. Não haviam palavras. Nem explicações. Só a certeza de que algo precioso havia acontecido ali.
E eu, entre toques e olhares, tinha descoberto uma versão de mim que não queria mais se esconder.
Jamais voltaria a ser a mesma.
🐂♠️ Não traição é cumplicidade ♠️🐂
Acabei com a buceta gozada pelo dj da balada de sabado (08-02-2025)
By; Flavia
Me chamo Flávia, tenho 20 anos, cabelos castanhos , olhos verdes e pele branquinha.
Vou contar o que aconteceu comigo semana passada.
Na semana passada fui em uma no bairro do Morumbi em SP com uns amigos. A gente estava VIP e ficamos em um dos camarotes. Por conta disso, recebemos pulseiras que garantiam nossa entrada onde o DJ ficava.
Pedimos nossas bebidas de costume. Whisky e energético! Combinação perfeita pra curtir a noite. Depois de algumas rodadas fui com minhas amigas pra pista.
Eu estava usando uma mini blusa preta com lantejoulas , saia jeans e botas de cano e salto alto.
Estava rolando uma das minhas músicas preferidas, me joguei na pista! Dançava com minhas amigas até o chão bebendo nosso drinque. Até que em um momento me deparei com o DJ me devorando com os olhos. Fiquei mais animada ainda. Joguei as mãos pro alto e comecei a dançar sensualmente pra ele. Quando coloquei minha mão pra cima minha saia levantou um pouco e ficou bem perto de mostrar minha bunda.
Ele percebeu que eu queria chamar sua atenção e sorriu pra mim e respondi com uma piscada e uma lambida nos lábios.
Na troca dos DJs o que eu estava paquerando se aproximou de mim, pelas costas e sussurrou no meu ouvido, dizendo que eu era linda e que estava deixando ele com muito tesão.
Eu já estava bem alegrinha, por conta da bebida, e adorei quando ele me disse aquilo. Virei pra ele e o beijei. O beijo dele era maravilhoso! Combinou perfeitamente. Rolou uma química na hora!!!
Depois de um tempo dançando juntos, ele perguntou se eu gostaria de ir para um lugar mais reservado e eu aceitei na hora. Ele me disse que aonde os Djs ficavam tinha um lugar perfeito para nós.
Ele segurou minhas mão e me levou até lá. Era um lugar escuro só com uma luz vermelha, que tornava tudo ainda mais gostoso. Tinha um lugarzinho bem discreto, com cortinas que separavam aquele espaço da onde ficavam os DJs.
Assim que entramos ele me encostou na parede, colocou uma das mãos no meu seio e começou a apertar. Com a outra ele segurava meus cabelos pra que pudesse me beijar profundamente.
Ele arrancou minha roupa, me deixando só com a bota, me agarrou pelas pernas em me colocou em cima de seus ombros e começou a chupar minha buceta.
Que delícia, que homem forte meu Deus. Ele parecia especialista em sexo oral. Fazia círculos no meu clitóris que me levaram a loucura. Como o volume da música estava alto gemi sem medo!
Quando eu estava para gozar em sua boca ele me desceu, me virou e puxou meu quadril em sua direção e enfiou aquele pau enorme dentro de mim.
Estava tudo uma delícia. Aquela música alta, que parecia ficar no mesmo ritmo que nós a cada estocada dele dentro de mim, a sensação de que a qualquer momento alguém pudesse nos ver e principalmente o fato de ser um lugar proibido .
Todo esse conjunto me fez gozar deliciosamente no seu pau. Logo ele também gozou. Ficamos naquela posição um tempo para recuperar nossas forças. Eu estava com a perna bamba.
Depois me vesti, dei um beijo nele e fui encontrar minhas amigas. Sem nem mesmo perguntar o nome dele ou telefone. Queria ficar só com a lembrança dele metendo com força em mim.
Enviado ao Te Contos por Flavia
So accurate .
I'm the nice guy comforting her while that guys big cock stretches my wife's pussy 🥺
Deveria ter me contado antes.
Concordo ❤️
Não só merece como adora!
verdade
A minha punhetinha vai ser épica hoje!
E escolheu seu período fértil né! Haja desejo.
Sonho de muito marido 🤘🐂😈🤘
Sim
All moment
Eu amo chupar !
By; Suellen
Pra mim é o que há de melhor no sexo é chupar. Gozo enquanto chupo. Só chupando, sem mais nada encostando em mim. Quando eu e minhas amigas vemos um homem gostoso, elas se imaginam trepando com ele, eu me imagino chupando.
Chupar significa entrega total. A minha língua rodando na cabeça, depois descendo, até as bolas. Começando sempre com calma. Uma boa chupada não pode começar assim, muito rápido. Tenho que ir sentindo toda a extensão do pau que está à minha disposição. Tato, olfato, paladar, visão. Todos os quatro sentidos juntos, trabalhando simultaneamente… Aí meu coração dispara, minha respiração fica mais ofegante, minha buceta se encharca. Eu fervo!
Depois de sentir bem, de medir e sentir cada milímetro, eu enfio o pau na minha boca. E vou, lentamente, até que não haja mais nada pra entrar. Olho pro dono, gosto de ver a cara dele. Nunca consigo distinguir o que ele sente. É algo como prazer e desespero, juntos. Sugo, lambo, cheiro… sem tirar nenhum pedacinho de dentro da minha boca, e depois vou subindo, descendo, subindo, descendo, cada vez mais rápido, com cada vez mais fome.
Olho para o homem, ele está entregue. Ele não tem força. Ele geme. Ele se mexe… e quando ele se mexe é a deixa para que eu devore alucinadamente aquele pau. Ai, esse cheiro… Não gosto de pau perfumado, nem azedo. Pau tem que ter cheiro de pau. Sem invenções, por favor!
Quando o dono do pau está prestes a explodir, eu diminuo a intensidade. Preciso chupar mais antes que ele goze. Senti-lo quente, melado, e latejante, dentro da boca, é um dos melhores prazeres da vida. Eu gozo! Ele também quer gozar, eu adio.
Minhas mãos trabalham numa deliciosa punheta enquanto eu mordisco, lambo e chupo aquela cabeça deliciosa. Ele geme, ele treme… Beijo-lhe a boca, sem tirar as mãos, e volto ao pau. E enfio tudo na boca, agora eu chupo rápido, pra ele gozar… Ele geme, ele grita, ele avisa que vai gozar. Eu não paro. Quero que ele goze na minha boca. É a minha recompensa pelo trabalho caprichado, bem feito.
Ele goza, eu bebo. Ele quer gozar mais, toma seu pau pra si, e eu fecho os olhos, esperando que mais leite caia sobre a minha cara. Eu me lambuzo, e gozo de novo.
Enviado ao Te Contos por Suellen
A minha adora chupar...faz com gosto e engole tudo.
Sometimes one King isn’t enough
teşekkür ederim kocacığım bana ne hediye edeceğini çok iyi biliyorsun