Na pobre rua da amargura uma ultima flôr se deixa esquecida e morta sobre a calçada em ruinas
Não suspira levemente nem tão pouco estanca seu derramar de ideias endurecidas como pólvora que o fogo consome
Não há delÃrio maior do que a flôr que beija o vento e desafia o sol antes da tempestade - não há segredo maior do que aquele que excita seu guardião
Quem deseja uma derradeira flôr não percebe que ela se quedou na calçada em ruina de uma próxima esquina empoeirada














