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@nikki-rpg-blog
Ele sabia me provocar mas não sabia que eu também sabia provocá-lo. Ele ficava incrívelmente sexy com aquela regata na qual eu costumava dormir quando passávamos a noite juntos. Mordi os lábios inferiores de leve ao receber a sua provocação. Eu já sabia onde aquilo iria chegar. Eu precisava ser forte. - Você ta sofrendo de perca de memória ou o que?- Cruzei os braços e lancei um sorriso que quase saiu com um riso. - Você não se cansa mesmo de perder não é mesmo? - Soei irônica e o observei dar aqueles socos errados no ar e não pude deixar de caçoá-lo. - Se você quiser ganhar de mim, vai ter que melhorar esses golpes primeiro.
Imediatamente Isaac parou as tentativas falhas de socos bem executados e tentou se controlar ao admirar a (’sua’ soou seu inconsciente) morena. Antes de conseguir respondê-la mergulhou em uma inundação de lembranças dos dois. Tempos repletos de muita briga, sexo e o gosto amargo e doce do primeiro amor. Aquela mulher havia sido a única que havia feito Isaac sentir algo diferente, acho que era por isso que ela ainda mexia com ele. - Então quero ver quem vai parar no chão primeiro. - falou enquanto arqueava uma da sobrancelhas e se aproximava já em posição de luta. Por mais que a garota fosse forte e treinada, ele jamais a atacaria de verdade, mas perder aquele tempo ali com ela fazia-o se lembrar de que seu passado não teve apenas pesadelos. Ki, na verdade, tinha sido a sua luz em meio a tanta escuridão e segredos, mas ele precisou abrir mão de muitas coisas e infelizmente a morena tinha sido uma delas, mas o destino era traiçoeiro e tinha o efeito se deparar com ela novamente. Enquanto a encarava no começo, começou a rodeá-la se esquivando de alguns golpes, mantendo um semblante sério como se aquilo fosse realmente uma luta séria, mas na verdade, o que ele gostaria mesmo de descobrir é quem acabaria por cima: ele ou ela? Isaac tentou conter os pensamentos perversos mas já era quase impossível.
Isaaac sempre me teve na palma de suas mãos, ele sabia e se aproveitava disso. Admitir isso não era uma coisa fácil para mim , ainda mais depois do final que a nossa relação teve. O seu jeito de falar e se movimentar me fazia esquecer de que havia um mundo lá fora e quase me fazia esquecer do que aconteceu no passado. Eu tinha meus segredos e ele também tinha os dele. De alguma forma, isso teria nos unido. O laço que eu criei com ele era uma coisa que jamais poderia ser esquecida. Juntos vivemos experiências únicas e momentos intensos. Era impossível afastar as lembranças de meu pensamento com ele na minha frente. Percorri os olhos do seu maxilar até seu peitoral enquanto ele começava uma luta. Eu sabia que não era uma luta de verdade. Eu sabia exatamente onde ele queria chegar com isso e não estava me importando nem um pouco. Eu adorava saber a sensação que eu provocava nele, assim como a que ele provocava em mim. Sem tirar os olhos dele e sem soltar uma palavra, coloquei as luvas novamente e começei a atacá-lo fictíciamente . Eu poderia realmente machucá-lo se estivesse lutando de verdade. Pensei melhor e alguns ematomas não deixariam ele menos atraente, afinal, a dor que eu lhe causaria não se compararia com a que ele causou em mim. Então não me senti nada mal ao lhe atingi com um Uppercut. Não sou uma pessoa que guarda rancores, mas já que o destino me deu a chance de me “vingar” nem que seja por um pouco, eu não iria disperdiçá-la.
Fiquei agradecida pela risada divertida dela e pelo comentário que soou como um elogio. - Esse bronze vem de família, e também é fruto de muito tempo na praia - Balancei um ombro e lhe ofereci um sorriso sincero. - Muito prazer, sou Nikki e me mudei recentemente para cá. - Não estendi a mão por parecer muito formal para nossa conversa. Ela parecia ser uma garota fina e além de tudo de muita personalidade, e era do tipo de pessoa que eu era acostumada a ter amizades antes de me mudar para esta pacata cidade.
- Serio praia? Você morava tipo, no Havaí ou coisa parecida? Porque eu não me importaria de morar lá. - Suspirou. Mar todos os dias, bebidas geladas, sol quente, muitos surfistas gatos. Pelo menos sua dedução estava certa, ela havia se mudado para Ravenswood. A morena tinha um aspecto tímido. Ally achou que talvez fosse por ainda não ter se acostumado com a nova vida aqui na cidade.
Me deparei com as lembranças de meus avós e de como a minha infância e adolescencia tinham sido íncriveis, e por um momento me senti nostálgica. - Meus avós moravam na Córsega, eu passava todas as férias e feriados na casa deles, mas eu morava em Paris.- Sempre fui muito fluente em inglês, apesar dele ser puxado para o britânico, eu conseguia me virar muito bem na maioria dos lugares. - Mas você não precisa de bronze, a sua pele tem um tom perfeito.- Ofereci um sorriso sincero. -Combina com você.
nikki-rpg:
Tentei não expressar minha reação ao ver Isaac novamente. A ideia infantil de que ele estava me perseguindo estava resurgindo na minha mente. Ele acabara de dar a sua explicação e foi bem convincente já que ele era o típico cara de que se mete a galã, sempre tentando ser o herói da história. - Sempre metendo o nariz onde não é chamado né? Cuidado em, qualquer dia vai se meter em alguma encrenca maior do que eu treinando de madrugada na academia do meu tio. - Dei um sorriso sarcático arqueando as sobrancelhas, tirando as luvas me aproximei das cordas do ring na qual ele segurava. Fitei os seus olhos. Seus olhos me deixavam em chamas quando estavam em mim. Tentei afastar meus pensamentos perversos. - E você? Não conseguiu dormir e decidiu perambular pelas ruas desertas de Ravenswood?
- Ah Ki, você sabe que eu não sei controlar a minha curiosidade e se eu me envolver em uma furada alguma vez, você vai aparecer para me salvar não é mesmo? - Isaac sorriu travesso enquanto fitava os olhos castanhos da garota. Ela não sabia o quão incrivelmente sexy ela estava naquele exato momento, pensou o moreno enquanto percorria com os olhos o corpo da morena cdescaradamente. - Acertou em cheio morena! Noite difícil. - falou com um gosto amargo na boca e por impulso entrou no ring erguendo uma das cordas. - Vamos lá Nikki, sei que ainda tem ódio amargurado nesse seu coração em relação a mim, então, o que acha de tentar descontar tudo agora? Uma lutinha para te provar que eu sempre ganho. - o garoto disse com um sorriso aberto nos lábios e começou a dar socos no ar como se estivesse treinando, mas logo acabou rindo da sua situação cômica.
Ele sabia me provocar mas não sabia que eu também sabia provocá-lo. Ele ficava incrívelmente sexy com aquela regata na qual eu costumava dormir quando passávamos a noite juntos. Mordi os lábios inferiores de leve ao receber a sua provocação. Eu já sabia onde aquilo iria chegar. Eu precisava ser forte. - Você ta sofrendo de perca de memória ou o que?- Cruzei os braços e lancei um sorriso que quase saiu com um riso. - Você não se cansa mesmo de perder não é mesmo? - Soei irônica e o observei dar aqueles socos errados no ar e não pude deixar de caçoá-lo. - Se você quiser ganhar de mim, vai ter que melhorar esses golpes primeiro.
nikki-rpg:
Na família em que fui criada, eu era a única mulher, exceto minha mãe. Meu pai, tios e primos sempre foram muito protetores comigo e como morávamos em uma cidade grande, e como eu era do sexo frágil, eles me obrigaram a começar um esporte de auto-defesa. No começo achava que seria só mais uma perca de tempo, mas com o passar do tempo, fui ficando realmente boa naquilo, e o boxe começou a ser muito mais do que uma habilidade de defesa, ele começou a ser a minha terapia diária. Em Paris as academias não costumavam ficar abertas até tarde mas como meu tio era dono da academia daqui, eu preferia treinar a noite quando todos já haviam ido embora. Era uma noite muito quente e não havia mais ninguém por lá, eu tinha me certificado disso antes de começar a me aquecer. Então eu ouvi alguns passos e quando me virei havia uma pessoa parada bem em frente ao ring com os olhos fixados em mim. - A academia já fechou, você precisa de alguma coisa?
Era tarde, e Carolina não sabia porque estava fora de casa naquele horário. Talvez porque acabara de brigar com alguém, e esse alguém a tinha convidado para ir na casa dela, e esse alguém a expulsou de lá. Quando viu o primeiro estabelecimento aberto pela avenida de onde caminhava, entrou sem pensar duas vezes. Os aparelhos de musculação já denunciavam que aquela era, sem dúvida, uma academia. Ela estava mesmo buscando por aulas… Só não contava com uma mulher treinando boxe. Seus olhos ficaram vidrados nela. A sua confiança e determinação no esporte era de se ver longe. Quando a morena olhou para a Becker, ela tomou um susto e absorveu o que ela disse segundos depois. “Oi… Eu estava andando pela rua e vi esse lugar aberto, daí entrei. Bem, queria procurar aulas de Muay Thai, vocês tem por aqui?”
Era uma loira que lembrava muito a filha do prefeito mas tinha o rosto mais afinado e a voz bem mais aguda, ela era literalmente uma patricinha o que estava estampado, literalmente, em suas roupas. - Sim, aqui tem aula de Muay Thai mas eu sou só a sobrinha do dono e não a secretária, - Respondi não querendo ser rude, mas talvez, como eu já estava exausta, minha resposta tenha soado grosseira. - O professor do Muay Thai está de férias e volta semana que vem, então as aulas ainda vão demorar um pouco para começar, se você quiser deixar seu nome e telefone eu posso pedir para a secretária te ligar amanhã, pode ser?
Na família em que fui criada, eu era a única mulher, exceto minha mãe. Meu pai, tios e primos sempre foram muito protetores comigo e como morávamos em uma cidade grande, e como eu era do sexo frágil, eles me obrigaram a começar um esporte de auto-defesa. No começo achava que seria só mais uma perca de tempo, mas com o passar do tempo, fui ficando realmente boa naquilo, e o boxe começou a ser muito mais do que uma habilidade de defesa, ele começou a ser a minha terapia diária. Em Paris as academias não costumavam ficar abertas até tarde mas como meu tio era dono da academia daqui, eu preferia treinar a noite quando todos já haviam ido embora. Era uma noite muito quente e não havia mais ninguém por lá, eu tinha me certificado disso antes de começar a me aquecer. Então eu ouvi alguns passos e quando me virei havia uma pessoa parada bem em frente ao ring com os olhos fixados em mim. - A academia já fechou, você precisa de alguma coisa?
Deitado em minha cama, me remexia de um lado para o outro como se esse ato fosse fazer com meus pensamentos se desvencilhassem e se perdessem em meio a escuridão do meu quarto, mas não era isso que acontecia, infelizmente, era exatamente o contrário. Seu passado lhe deixara marcas irreversíveis que o perseguiram até que fosse queimado no inferno. Por que ele sabia que era esse destino, ir direto para o calor das trevas, se é que existia mesmo essa de Deus e Lúcifer, pensei enquanto me levantava. Eu precisava espairecer e ficar naquele quarto não iria me ajudar, então vesti uma calça de moletom e uma regata de esporte já com o pensamento de caminhar pela cidade. Não era um passeio perfeito, mas se fosse parar em um pub, acabaria descontando todas minhas angústias e raivas em pessoas que não tinham a menor culpa. Eu precisa viver no meu próprio vazio em dias como aquele e ninguém era capaz de me salvar.
Enquanto caminhava nas ruas escuras de Ravenswood, me dei conta de que havia ali uma academia mais antiga e por mais que não fosse horário funcional havia uma luz acessa. Aproximei-me da porta e percebi que só estava encostada, por impulso acabei adentrando o local e seguindo o reflexo de luz. Ao adentrar o local para a minha não tão surpresa assim identifiquei Nikki treinando dentro do ring, aquela garota amava lutar e sempre se dedicou muito a esportes. Eu sabia que a minha presença iria irritá-la mas se o destino quis que nós nos encontrássemos, quem seria eu para julgá-lo? Pensava enquanto olhava para a garota que já havia ressoado uma frase para mim. - Eu só achei curioso uma luz acesa mesmo o lugar estando fechado e vim ver o que era. Sempre treinando né morena? - indaguei enquanto me aproximava do ring e segurava com as duas mãos nas cordas que rodeavam o local.
Tentei não expressar minha reação ao ver Isaac novamente. A ideia infantil de que ele estava me perseguindo estava resurgindo na minha mente. Ele acabara de dar a sua explicação e foi bem convincente já que ele era o típico cara de que se mete a galã, sempre tentando ser o herói da história. - Sempre metendo o nariz onde não é chamado né? Cuidado em, qualquer dia vai se meter em alguma encrenca maior do que eu treinando de madrugada na academia do meu tio. - Dei um sorriso sarcático arqueando as sobrancelhas, tirando as luvas me aproximei das cordas do ring na qual ele segurava. Fitei os seus olhos. Seus olhos me deixavam em chamas quando estavam em mim. Tentei afastar meus pensamentos perversos. - E você? Não conseguiu dormir e decidiu perambular pelas ruas desertas de Ravenswood?
nikki-rpg:
Eu não pude deixar de soltar uma gargalhada, aliás já era quase 1 hora da manhã, e sinceramente não acho que esse seja um horário muito propício a fazer incrições para aulas de pilates. Não a julguei pois ela parecia mesmo ter pedido a noção das horas. -Olha, a secretária saiu ás 22:00hr, mas eu acho que sei como te ajudar.- Desci do ring com um pulinho e fui em direção ao balcão onde ficavam as fichas de incrições, peguei uma e entreguei é ela. - Você precisa assinar aqui e comparecer qualquer dia da semana para uma avaliação ou algo do tipo. - Disse balançando um dos ombros. - Acho que é o máximo que eu posso fazer por enquanto.
Mía sentiu as bochechas ficarem quentes quando ouviu a gargalhada da morena, não tinha percebido quando tempo havia ficado no telefone com Lucy e culpava a garota por sua mania de falar mais do que o necessário. - Caramba, o que você ainda tá fazendo aqui? Já é mais de 1 da manhã. - Ela riu, acompanhando Nikki até o balcão. Colocou sua bolsa em cima do mesmo e espero a morena pegar uma ficha. - Aliás, você é boa naquilo. - Apontou para o saco que até alguns minutos atrás, estava sendo socado pelos punhos de Nikki. Mía concordou com a cabeça enquanto preenchia a ficha de inscrição. - Avaliação? Eu achei que no pilates era só chegar, fazer a aula e ir embora. Sem toda a baboseira que tem em boxe e outras coisas.
Eu gostava do jeito de Mía, ela era divertida e atrapalhada e isso me fazia dar risadas. - Eu prefiro treinar quando não tem mais ninguém aqui, eu gosto de ter um momento só meu. - Torci o nariz. - Eu treino há muito tempo, mas eu nem sempre fui boa, pra falar bem a verdade , eu era um desastre completo, ninguém queria ser meu treinador - Soltei uma gargalhada alta ao me lembrar de como eu sofri para me acostumar a dar socos com o punho firme. - Sim, aqui eles fazem para acompanhar o seu estado de saúde, desenvolvimento... Eu não sei muito bem te explicar isso.
nikki-rpg:
Na família em que fui criada, eu era a única mulher, exceto minha mãe. Meu pai, tios e primos sempre foram muito protetores comigo e como morávamos em uma cidade grande, e como eu era do sexo frágil, eles me obrigaram a começar um esporte de auto-defesa. No começo achava que seria só mais uma perca de tempo, mas com o passar do tempo, fui ficando realmente boa naquilo, e o boxe começou a ser muito mais do que uma habilidade de defesa, ele começou a ser a minha terapia diária. Em Paris as academias não costumavam ficar abertas até tarde mas como meu tio era dono da academia daqui, eu preferia treinar a noite quando todos já haviam ido embora. Era uma noite muito quente e não havia mais ninguém por lá, eu tinha me certificado disso antes de começar a me aquecer. Então eu ouvi alguns passos e quando me virei havia uma pessoa parada bem em frente ao ring com os olhos fixados em mim. - A academia já fechou, você precisa de alguma coisa?
Mía andou em direção a única academia da cidade, o celular na orelha enquanto ela fofocava com uma de suas “minions”. O bom de ser filha do prefeito era que grande parte dos adolescentes queriam ser amigos dela e, gostando de ser o centro das atenções, Mía adorava tudo aquilo. Ela chamava de “minions” um pequeno grupo de meninas que ela havia formado um laço de ‘amizade’ e, em troca, as garotas teriam que fazer o que ela pedisse. Desde coisas idiotas como espionar o garoto que Mía estava gostando, até coisas mais pesadas, como trocar a nota vermelha da loira por uma ótima. Naquela noite, a garota ouvia Lucy contar sobre a briga entre duas garotas que Mía odiava, e a loira ria a todo o momento. Assim que chegou na academia, estranhou a falta de movimento, aquele lugar estava sempre cheio de gente suada e fedendo, porém agora não havia ninguém além de uma morena, que estava treinando um pouco de boxe. Mía viu a morena se virar para ela e a reconheceu instantaneamente. - Como assim já fechou? - Ela perguntou, pegando o celular e checando a hora. Merda, estava mais tarde do que ela pensava. - Ah, eu perdi a noção do tempo completamente. Eu vim aqui me matricular pras aulas de pilates…
Eu não pude deixar de soltar uma gargalhada, aliás já era quase 1 hora da manhã, e sinceramente não acho que esse seja um horário muito propício a fazer incrições para aulas de pilates. Não a julguei pois ela parecia mesmo ter pedido a noção das horas. -Olha, a secretária saiu ás 22:00hr, mas eu acho que sei como te ajudar.- Desci do ring com um pulinho e fui em direção ao balcão onde ficavam as fichas de incrições, peguei uma e entreguei é ela. - Você precisa assinar aqui e comparecer qualquer dia da semana para uma avaliação ou algo do tipo. - Disse balançando um dos ombros. - Acho que é o máximo que eu posso fazer por enquanto.
Na família em que fui criada, eu era a única mulher, exceto minha mãe. Meu pai, tios e primos sempre foram muito protetores comigo e como morávamos em uma cidade grande, e como eu era do sexo frágil, eles me obrigaram a começar um esporte de auto-defesa. No começo achava que seria só mais uma perca de tempo, mas com o passar do tempo, fui ficando realmente boa naquilo, e o boxe começou a ser muito mais do que uma habilidade de defesa, ele começou a ser a minha terapia diária. Em Paris as academias não costumavam ficar abertas até tarde mas como meu tio era dono da academia daqui, eu preferia treinar a noite quando todos já haviam ido embora. Era uma noite muito quente e não havia mais ninguém por lá, eu tinha me certificado disso antes de começar a me aquecer. Então eu ouvi alguns passos e quando me virei havia uma pessoa parada bem em frente ao ring com os olhos fixados em mim. - A academia já fechou, você precisa de alguma coisa?
Não é do meu interesse julgar as pessoas, ao menos não o tempo todo, mas se me permite dizer, você está com uma cara bem chapada hoje, andou fumando uma floresta Amazônia inteira ou tá possuída por outro demônio?
Já tinha perdido as contas de quantas doses de tequila já tinha virado, estava apoiada no balcão desabafando sobre a minha vida com o Barman quando uma voz masculina me interrompeu, me deparei com um moreno de olhos claros, muito atraente por sinal, ou é só o efeito do álcool. - É, posso dizer que sou um demônio muito embreagado. - Logo percebi que não tinha soado tão engraçado quando pensei e que as palavras saiam meio enroladas e achei melhor parar de falar.
#ic: Zack
Ela tinha toda a razão, não tinha muito o que se fazer por ali. - Eu estou bem também, ainda estou correndo com as coisas da mudança e isso está me deixando exausta, preciso mesmo sair para me divertir um pouco.- Disse concordando com o seu convite
“Eu imagino, nunca fiz nenhuma mudança, mas deve ser bem cansativo mesmo… Claro e conhecer melhor a cidade, aqui não tem muita coisa para se fazer mas sempre dá pra dar um jeito, não é como se não tivesse nada por aqui.” pensou melhor sobre os lugares para se entreter na área. “Tem um bar por aqui, que sempre que você quiser ir em um lugar desse tipo, vá nele, é o melhor da cidade.” disse se lembrando do lugar que vai na maioria das vezes que sai com os amigos, ou até mesmo sozinha.
- Já conheci algumas coisas por aqui nos meus tempinhos livres. - Tenho passado a maior parte do meu tempo em casa mas também reservo um tempo para beber e relaxar. - Então você nasceu aqui?
Estava saindo do escritório do meu pai, onde passei para buscar as chaves de casa e ao passar na frente de uma lanchonete avistei Alyssa sentada em uma mesa lendo um livro. Ela era minha nova vizinha e uma das poucas pessoas que eu já havia tido uma conversa decente em Ravenswood. Puxei uma cadeira e me sentei. -Será que as pessoas dessa cidade só sabem ler livros sentadas em lanchonetes e pubs? - Soltei uma gargalhada. -Como você está? Não te vi mais depois que me ajudou a organizar o meu quarto com as mudanças.
“Bom, é o que se tem pra fazer nos dias do meio da semana nesse horário… E outro motivo também é o tédio.” deu de ombros terminando de beber seu café. “Ah eu estou bem e você? Pois é, devíamos marcar de sair qualquer dia desses!”
Ela tinha toda a razão, não tinha muito o que se fazer por ali. - Eu estou bem também, ainda estou correndo com as coisas da mudança e isso está me deixando exausta, preciso mesmo sair para me divertir um pouco.- Disse concordando com o seu convite
Como as minhas aulas da faculdade ainda não tinham voltado, tinha tempo de sobra para fazer coisas inúteis, era um ótimo dia para não ficar em casa, então sai perambulando pela cidade a fim de encontrar algo para me tirar do tédio mortal que aquela cidade era. Entrei em um dos melhores pubs dos quais já tinha ido até agora e logo avistei uma garota de pele clara e cabelos bem escuros sentadas em um dos sofás, ela parecia estar entediada como eu. Sem nenhuma vergonha na cara me dirigi em direção a ela. - É bom você sair desse sol se não quiser ficar parecendo um pimentão- Soltei uma gargalhada curta e simpática esperando que ela não fosse do tipo de pessoa que ignora estranhos.
A vida em Ravenswood era tão pacata que Ally almejava por ação. Nunca conseguia ficar parada, nem quieta. Ela não era aquele tipo de pessoa introvertida, mas não era de muitos sorrisos abertos também. Só quando queria algo da pessoa, ou quando elx a atraia de alguma forma. Quando levantou os olhos da revista e viu que uma garota de aparência exótica andava em sua direção, ela ficou curiosa. A risada simpática dela, foi o suficiente para Ally sorrir de volta. Ela nunca teve uma melhor amiga, mas de alguma maneira, aquela desconhecida passou uma sensação que elas poderiam se tornar. - Um pimentão eu não sei, mas não me importaria de pegar esse bronzeado maravilhoso que você tem. -
Fiquei agradecida pela risada divertida dela e pelo comentário que soou como um elogio. - Esse bronze vem de família, e também é fruto de muito tempo na praia - Balancei um ombro e lhe ofereci um sorriso sincero. - Muito prazer, sou Nikki e me mudei recentemente para cá. - Não estendi a mão por parecer muito formal para nossa conversa. Ela parecia ser uma garota fina e além de tudo de muita personalidade, e era do tipo de pessoa que eu era acostumada a ter amizades antes de me mudar para esta pacata cidade.
Alyssa estava sentada do lado de fora de sua lanchonete favorita na cidade. Havia pedido um café com baunilha e não demorou muito até lhe entregarem seu pedido. Agora ela lia um livro, enquanto bebia aos pouco o conteúdo na xícara em cima da mesa. Estava desacompanhada e decidiu ir até aquele lugar porque queria sair um pouco de casa e não tinha muitas opções no momento. Parou de ler ao ver alguém se aproximando, ao pereber que a pessoa estava indo em sua direção, abaixou seu livro e lhe lançou um sorriso amigável. “Olá, não esperava te encontrar por aqui!”, disse demonstrando surpresa.
Estava saindo do escritório do meu pai, onde passei para buscar as chaves de casa e ao passar na frente de uma lanchonete avistei Alyssa sentada em uma mesa lendo um livro. Ela era minha nova vizinha e uma das poucas pessoas que eu já havia tido uma conversa decente em Ravenswood. Puxei uma cadeira e me sentei. -Será que as pessoas dessa cidade só sabem ler livros sentadas em lanchonetes e pubs? - Soltei uma gargalhada. -Como você está? Não te vi mais depois que me ajudou a organizar o meu quarto com as mudanças.
Ally estava tão entediada naquela manha, o sol já ardia no céu e tudo o que ela conseguia pensar é que seria bom tomar alguma coisa refrescante. Ou melhor ainda. Seria bom dar um passeio no shopping e entrar em uma das suas lojas preferidas. Pelo menos o ar condicionado seria uma opção melhor do que derreter. Enquanto estava sentada no sofá de um dos muitos pubs que havia em Ravenswood, a morena folheava uma revista sem dar muita atenção, decidindo, se sai ou não dali.
Como as minhas aulas da faculdade ainda não tinham voltado, tinha tempo de sobra para fazer coisas inúteis, era um ótimo dia para não ficar em casa, então sai perambulando pela cidade a fim de encontrar algo para me tirar do tédio mortal que aquela cidade era. Entrei em um dos melhores pubs dos quais já tinha ido até agora e logo avistei uma garota de pele clara e cabelos bem escuros sentadas em um dos sofás, ela parecia estar entediada como eu. Sem nenhuma vergonha na cara me dirigi em direção a ela. - É bom você sair desse sol se não quiser ficar parecendo um pimentão- Soltei uma gargalhada curta e simpática esperando que ela não fosse do tipo de pessoa que ignora estranhos.
Shay Mitchell attends the People’s Choice Awards 2016 at Microsoft Theater on January 6, 2016.
3x03 - Can I borrow some of that?