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Kiana Khansmith

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@nuestrapasion
Eu posso ser muita coisa, mas eu nunca vou ser a pessoa que pisa, que maltrata, que humilha, que faz sofrer. Isso não é vantagem. É doença.
Autor Desconhecido. (via inverbos)
Preciso de segurança, de amor, de compreensão, de atenção, de alguém que sente comigo e fale: Calma, eu estou com você e vou te proteger! Nós vamos ser fortes juntos, juntos, juntos.
Caio Fernando Abreu. (via inverbos)
Me desliguei um pouco dessa paranoia de ‘o que os outros vão pensar?’ e agi, segundo a minha vontade, segundo aquilo que eu julgo certo, que se danem os outros, afinal quem vai viver o momento sou eu! E dai se eu acordar arrependida? Pelo menos não terei dormido na vontade! E se eu errar? Ah, arquiva aí como experiência.
Tati Bernardi. (via inverbos)
Por favor, me ame sóbrio. Me ame de manhã, de tarde, de noite e de madrugada. Me ame com chuva, neve, sol e tempestade. Me ame nos meus dias bons e nos meus dias chatos. Me ame chata. Me ame na TPM. Me ame com sinceridade. Não me enrole. Me ama somente quando tem problemas ou precisa de ajuda? Me ame sem problemas e, se eles surgirem, te ajudo, te empurro, te levo no colo, te empresto lenço de papel para enxugar as lágrimas e te deixo deitar na minha barriga. Te faço um cafuné. Mas me ame. De verdade. Não apenas fale, mas mostre.
Clarissa Corrêa. (via inverbos)
E se tudo isso for perda de tempo, é com você que eu quero perder o meu.
Nicholas Hoffman. (via trovejo)
“Sinceramente eu te desejo um amor. Que dure. Que cure. Que alegre. Que seja. Também te desejo um casamento bonito. Que compense. Que valha. Que marque. Que seja. Também te desejo uma família estável. Que cresça. Que some. Que esteja. Que seja. E por último também te desejo uma boa memória. E que ela te lembre todos os dias que comigo poderia ter sido melhor. E seria.”
— Sean Wilhelm.
Que seja lindo de uma beleza que me encha de tesão e que tenha um beijo que não desgaste com a rotina.
Tati Bernardi. (via inverbos)
abra a porta para quem quiser sair: chegadas são espontâneas, e saídas são escolhas.
O amor aparece quando menos se espera e de onde menos se imagina. Você passa uma festa inteira hipnotizado por alguém que nem lhe enxerga, e mal repara em outro alguém que só tem olhos pra você. Ou então fica arrasado porque não foi pra praia no final de semana. Toda a sua turma está lá, azarando-se uns aos outros. Sentindo-se um ET perdido na cidade grande, você busca refúgio numa locadora de vídeo, sem prever que ali mesmo, na locadora, irá encontrar a pessoa que dará sentido a sua vida. O amor é que nem tesourinha de unhas, nunca está onde a gente pensa.
Martha Medeiros. (via inverbos)
Venha, não tenha medo. É só o mar. Não, eu não sei nadar. Eu te ajudo, vem. Confia, vem. Estica a perna assim, abre o braço assim. Respira assim. Vem. Mas eu não sei. Mas eu tô aqui. Olhe meus olhos tão arregalados, como posso guardar mentira aqui? Eu posso cantar pra você, eu posso te segurar, eu posso ficar aqui até você conseguir. Eu não sei. Tá perto. Vai. Solta da borda. Eu sei, você já foi parar no fundo. Mas agora é diferente. Tá mais raso. E eu tô aqui. Eu vim do outro lado do oceano. Eu vim só por sua causa. Vem, larga da borda. Pode vir. Eu vi você como você é e é por isso que estou aqui. Confia. Não sei. Pode vir. Não tem mais ninguém. A borda é para os peixes pequenos. Solta, isso, relaxa a cabeça no meu peito. Não tem fundo mas eu te ajudo a flutuar. Você pode. Calma. Afoga um pouco no começo, cansa, desespera. Mas você quer como eu quero? Quero. Então eu te ajudo. Vem. Isso. Segura em mim. Paz. Azul. Agora, você está quase conseguindo. Falta só metade. Você está quase chegando, mas eu vou decepar a sua cabeça pra usar de bóia. Eu também não sei nadar.
Tati Bernardi. (via inverbos)
Não sei quanto a você, mas sempre falta um trocinho. Às vezes falta muita coisa, às vezes só uma coisinha que parece um mundo de faltas. Pra muitos falta o indispensável e aí o que falta pra você parece nada, mas é demais de onde você tá olhando. O negócio é que vai faltar, e depois não vai mais. Depois vai faltar de novo e lutar contra a falta parece uma luta cansativa demais pra entrar. Então que tal entender a falta, andar com ela, fazer de tudo pra preenchê-la, mas sabendo que ela volta. E que volte! Porque saber que vai voltar é um belo de um carinho.
Jout Jout. (via trovejo)
Aí você gasta um de seus preciosos sins e deixa pra depois mais um daqueles seus adeus, que, aliás, tem de sobra na sua bolsa de pano, sempre à mão, para casos de emergência. E eu me pergunto: você vai ficar porque está chovendo, ou está chovendo porque você vai ficar? Tanto faz. Se eu bem te conheço, basta me despedir usando a tática do me-liga-qualquer-coisa. Foi assim, desse jeito, que até hoje nenhum dos seus adeus durou para sempre.
Gabito Nunes. (via inverbos)
Mas ela diz que me ama. Ela chega de fininho como quem não quer nada, pega minha mão, toca no meu cabelo e depois a ouço dizer coisas como - “Ah, não vai embora, tá cedo”. Mas eu não dou ouvido, quer dizer, bem que tento. A verdade é que ela não sabe falar coisas bonitas, não sabe como fazer eu me sentir realmente desejado e quando tenta parecer uma garota normal, acaba parecendo um daqueles pepinos estragados que não mudam de cor, sabe? Eles são verdes de qualquer jeito. Certo dia ela tentou me matar, digo, falar que me ama, pode isso? Nos conhecemos há anos, nos pegávamos sempre que tínhamos chance e essa vadia resolveu estragar tudo falando do seu amor por mim - fiquei triste é claro – mas dei um sorriso forçado e fingi que não havia escutado. O silêncio foi nossa conversa pelos próximos 5 minutos, tudo bem, ela sempre faz isso, pensei. Ela sempre gostou de me fazer chegar ao céu e em seguida me jogar lá de cima sabendo que eu nunca aguento o impacto. Eu perguntei se ela sabia o que acabara de me contar e ela me responde que sim, com uma cara de quem na verdade não sabe nem se comeu. O fato é que a gente se meteu numa confusão, eu sei e você sabe também que, você nunca sabe o que diz nem o que quer. O que está acontecendo? – pergunto – Você tá carente? Você não conseguiu pegar o cara que planejava pegar na noitada? Porque se for, pode ir parando. – ela responde com um sentimentalismo barato, diz que sou um idiota e que sou só mais um garoto como os que ela pega nas noites da “vida” – que seja. Na semana seguinte à minha morte, eu a vejo novamente com um vestidinho até os joelhos e uma blusa com uma estampa “floral”, (uma espécie de estampa com flores). Ela me parecia um pouco diferente do normal, não só pela delicadeza que a blusa transmitia, mas pelo penteado que normalmente não é penteado e sim só uma “passada de mão”, como eu costumo chamar. Eu nunca fui uma pessoa boa em puxar conversa, muito menos quando preciso conversar. Nunca fui bom em pedir desculpas e sempre achei que meu orgulho nada mais era que minha falta de jeito com esse tipo de coisa. Tudo bem, eu precisava, não queria perder alguém que por mais cretina que fosse, - às vezes, quase sempre – era meu ponto de paz. – Bem, não sei como dizer isso, acho que eu acabei exagerando no outro dia e queria pedir desculpas. – ela não me olha, sabe que na verdade eu não to muito afim de fazer isso. Pedir desculpa, tem coisa mais complicada? – não, pensei – Sabe, Yasmin, você não pode falar que me ama e em seguida me deixar no silêncio, caramba. Você sabe o poder que tem sobre mim e abusa da minha insegurança comigo mesmo pra falar coisas do tipo. Você pensa que eu não saquei, né, mas eu saquei. Você vem segurando minha mão e depois toca no meu cabelo achando que isso vai me fazer querer que você faça carinho, pois bem, eu não quero. Tá, talvez eu queira… Talvez seja legal segurar tua mão enquanto tu pega no meu cabelo com a outra. Droga, eu não queria me apaixonar, não de novo. A gente já passou por isso antes, não? Você vai me fazer voar e depois cortar minhas asas, é sempre assim. – ela me olha com um sorriso e me pergunta o que eu tenho contra o amor correspondido – bom, esses são os piores, não? É o tipo de amor que te mata e depois te faz viver de verdade.
Marcos Filipe. (via inverbos)
Mas meu bem, não é você que encontra o amor, é o amor que encontra você.
Caren B. (via trovejo)