Em alguns momentos eu até me considero bom com as palavras e acredito ter uma boa capacidade de juntá-las de tal forma, que as torne capazes de soarem verdadeiras e convincentes...
Isso não me impediu, todavia, de ter enfrentado incontáveis percalços durante minha caminhada. Talvez a teimosia disfarçada de persistência, ou a própria persistência, em momentos de teimosia, tenham sido as motoras de minha continuidade e da insistência em seguir além e continuar usando das palavras.
Agora me vejo num contraponto sacana e sarcástico: como escrever se não se sabe a quem?
Já escrevi muito sobre coisas que desejei viver e que ainda não são da minha realidade, mas em cada um destes momentos o cenário, mesmo futuro, já continha o ambiente e os personagens com os quais eu compartilharia as histórias a serem escritas e contadas.
Então, de forma simples e direta, escrevo aqui: eu não sei o que escrever se eu não sei a quem escrever...
E nem o @peixe-de-aquario sabe
















